Versos de Amor Autor Desconhecido

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⁠Quando o lar é um altar…
O louvor floresce no coração das crianças.
Não é sobre saber a letra.
É sobre já conhecer o Autor.

Inserida por JaniceRocha

As borboletinhas
devem ser
flores com asas,
enfeitando o jardim
e o meu viver

Cada uma que esvoaça,
chega de mansinho
toca de leve o coração,
em puro carinho e
me faz sorrir,
lembrando você...

Inserida por neusamarilda

⁠Amor, que é conhecido, é mais complexo que o desconhecido.

Inserida por Pedrohenrique7

Desculpe-me as coisas que jamais lhe darei.
Não vou fazer você sorrir.
Queria que envelhecêssemos juntos.
Dois velhos rindo enquanto nossos corpos decaíam.
Juntos no fim.

Há muitas coisa para sentir falta.
Livros... sonecas... beijos... e brigas.
Tivemos algumas fantásticas!

Agradeço por sua bondade.
Agradeço por nossos filhos.
Pela primeira vez que os vi.
Agradeço por ser alguém de quem sempre me orgulhei.
Por sua coragem e por sua doçura.
Pela sua aparencia, por sempre querer tocar em você.
você era a minha vida.
Desculpe-me pelas decepções... sobretudo está.

Aquele que imagina ser alguém perde a ocasião de converter-se em algo.

Eu tenho aquilo roxo!

Quando casualmente a adulação não consegue o seu fim, a culpa não é dela, é do adulador.

Aproveita muito subir aos maiores empregos do Estado, para nos desenganarmos da sua vanglória e inanidade.

É por vezes mais fácil formar um partido do que ascender, pouco a pouco, à chefia de um outro já formado.

Se fosses grande, não precisarias de andas.

O primeiro sulco aberto na terra pelo homem selvagem foi o primeiro ato de civilização.

Há enganos que nos deleitam, como desenganos que nos afligem.

O espírito de intriga inculca demérito nos intrigantes.

Os bens de que gozamos exercem sempre menos a nossa razão do que os males que sofremos.

Enganamo-nos ordinariamente sobre a intensidade dos bens que esperamos, como sobre a violência dos males que tememos.

Os grandes empregos desacreditam e ridicularizam os pequenos homens.

A ignorância tem os seus bens privativos, como a sabedoria os seus males peculiares.

O governo dos tolos é sempre mais infesto aos povos que o dos velhacos.

É mais fácil maldizer dos homens do que instruí-los e melhorá-los.

Desesperar na desgraça é desconhecer que os males confinam com os bens, e que se alternam ou se transformam.