Versos de amor: poemas curtos para aquecer o coração

Porque não é fácil ficar sozinho, não é fácil viver com alguém, mesmo que seja o grande amor da sua vida. Conviver é uma arte complicada. Haja tolerância, paciência e jogo de cintura para aguentar nossos defeitos e os do outro.

E se o bluetooth transmitisse o amor, já que seus olhares não fazem mais isso?

Qualquer ato de amor, por menor que seja, é um trabalho de paz.

Parei de me importar. Comecei a me valorizar. E não é o amor por outro alguém que me dispõe essa felicidade. É o amor e respeito comigo mesma! Agora esse é meu lema: me amar, antes de procurar amar alguém!

Sabe o que é o amor? Ele é cego, surdo, mudo, sem preconceitos, não liga pra idade, qualidades, defeitos. Apenas se sente, apenas se ama.

Todo mundo fica assim no começo de uma história de amor: quer felicidade demais, prazer demais, até adoecer.

Liberdade, verdade, paz ou talvez amor? São ilusões, fantasias da percepção, sínteses temporárias de um débil intelecto humano tentando desesperadamente explicar uma existência sem significado ou propósito.

Sem humildade e coragem não há amor. Essas duas qualidades são exigidas, em escalas enormes e contínuas, quando se ingressa numa terra inexplorada e não-mapeada. E é a esse território que o amor conduz ao se instalar entre dois ou mais seres humanos.

Zygmunt Bauman
Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos

Se algum dia o amor vier me procurar, diz a esse monstro que fugi de casa.

O amor exige tudo de nós, e sempre exigirá. Ainda assim, é só o amor que nos liberta.

Meu amor, vamos falar sobre o passado depois, porque o futuro está esperando por nós dois.

Não precisamos de problemas. O que precisamos é de amor.

Somos como o sol e a lua, e o eclipse é a prova que o amor é real.

Amor, você é como o Sol. Ilumina meu dia, mas queima minha pele.

O amor é cura, mas também é loucura!

Desconhecido

Nota: A citação é atribuída a Sigmund Freud, mas não há fontes que confirmem essa autoria.

O amor é como uma chama que brilha mais forte à medida que aprendemos a abrir nosso coração.

Quando se ama alguém, ama-se, e quando não se tem nada mais para lhe dar, ainda se lhe dá amor.

George Orwell
1984 (1949).

O ideal do amor e da verdadeira generosidade é dar tudo de si, mas sempre sentir como se isso não houvesse lhe custado nada.

O amor não é um encontro romântico entre dois amantes. (...) ...o amor é como a união entre dois seres cuja força reunida permite a um deles, ou a ambos, a entrada em comunicação com o mundo da alma e a participação no destino como uma dança com a vida e a morte.'

Um amor verdadeiro abre mão de princípios éticos e morais, e cria, na inocência do seu querer, seus próprios conceitos, acreditando sempre na verdade do que sente.