Versos de amor: poemas curtos para aquecer o coração

Uma vida sem amor é uma vida sem sentido.

Este vazio de amor todos os dias: a cabeça pesada ao meio-dia, a boca amarga, um cheiro de sono e solidão nos cabelos...

E se o bluetooth transmitisse o amor, já que seus olhares não fazem mais isso?

O amor é um jardim,se não consegue sentir a fragrância ,não entre no jardim do amor.

Porque não é fácil ficar sozinho, não é fácil viver com alguém, mesmo que seja o grande amor da sua vida. Conviver é uma arte complicada. Haja tolerância, paciência e jogo de cintura para aguentar nossos defeitos e os do outro.

O verdadeiro amor não morre, dorme para acordar mais belo.

Valorize acima de tudo o amor que você recebe. Ele continuará a existir depois do seu ouro e da sua saúde terem acabado.

Perder um amor é como perder um órgão. É como morrer. A única diferença é... A morte termina. Isso... Pode continuar para sempre.

Amor, você é como o Sol. Ilumina meu dia, mas queima minha pele.

Somos como o sol e a lua, e o eclipse é a prova que o amor é real.

O amor é cura, mas também é loucura!

Desconhecido

Nota: A citação é atribuída a Sigmund Freud, mas não há fontes que confirmem essa autoria.

O amor exige tudo de nós, e sempre exigirá. Ainda assim, é só o amor que nos liberta.

Sem humildade e coragem não há amor. Essas duas qualidades são exigidas, em escalas enormes e contínuas, quando se ingressa numa terra inexplorada e não-mapeada. E é a esse território que o amor conduz ao se instalar entre dois ou mais seres humanos.

Zygmunt Bauman
Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos

Se algum dia o amor vier me procurar, diz a esse monstro que fugi de casa.

Meu amor, vamos falar sobre o passado depois, porque o futuro está esperando por nós dois.

Não precisamos de problemas. O que precisamos é de amor.

Não adianta tentar mudar, eu sou assim. Valorizo o verdadeiro, acredito no amor, desacredito no perfeito, descarto o falso e guardo comigo tudo que me faz feliz.

Quando se ama alguém, ama-se, e quando não se tem nada mais para lhe dar, ainda se lhe dá amor.

George Orwell
1984 (1949).

Nem tudo são flores, mas a vida é bela, há o amor. A vida vale a pena ser vivida.

O ideal do amor e da verdadeira generosidade é dar tudo de si, mas sempre sentir como se isso não houvesse lhe custado nada.