Versos
Espinhos levitando no Jardim da vida.
Fé no infinito amor de Deus;
Crença no nosso amor eterno;
De quem viveu as dificuldades postas, superando as adversidades, os horrores de parte de um mundo inundo,
Que aniquila e cria um turbilhão de emaranhados no nosso caminho.
Capacidade de superar as vicissitudes de cada aurora;
De cada amanhecer
Força para caminhar no meio do caminho
Atravessando as pedras;
Driblando os obstáculos;
Os espinhos do destino, e ao final...
A certeza de que valeu a pena
Lutar, sofrer e chorar
Por que o AMOR remove as montanhas
Da ignorância, da indiferença
O segredo de viver eternamente bem
Levitando nas ondas do amor
Na capacidade de perdoar
Na ternura da lágrima
Derramada
Sabendo que o amanhã
Será novo dia
De esperança e renovação
De restauração e reminiscências
Daquilo que valeu a pena lotar
O auditório do amor
E clamar bem alto
Para todo mundo ouvir
TE AMO com todas minhas
Forças...
Sua voz invade a minha alma e me transfere a força que preciso pra acordar todos os dias disposto a lutar por nosso futuro.
Faz todo o sentido lhe chamar de "minha vida" pois é isso que você trouxe ao meu coração, vida!
Eu vim do pó e do pó eu vou voltar
E Comigo nada eu vou levar
Que deus de muito conforto para quem for de ficar
Agradeço a mainha por ter cuidado de mim
Mais agora me despeço pois chegou o meu fim
Só tenho agradecer por tudo que eu vivi
Agradeço pelas vezes que sorri
E As vezes que eu chorei e pensei em desisti
Agradeço pelos amores que vivi
Pelas vezes que nessa estrada eu caí
Tudo valeu pena
Eu posso dizer que fui feliz
Mais dessa linda vida eu só fui um aprendiz
Oh vida!!!
Não me faça rir.
Ontem eu estive ali
E hoje, estou aqui
Como o tempo passa...
E hoje, eu sem graça
A saudade me toma de novo
Para reforçar o quanto vale a pena viver
Viver..viver...e nunca esquecer de viver.
AMANHECE A VIDA NO CERRADO
O sol reluz no horizonte do cerrado infindo
Trazendo o amanhecer com a sua grandeza
Luz, encanto e o céu de matizes colorindo
Tudo convertido em fascínio e em beleza
Enchendo de vida, e de suspiro a alvorada
O canto dos pássaros em seus burburinhos
Seduzem os ouvidos em uma doce batucada
Refulge o cerrado tonificando os cantinhos
Sob o céu, agigantado, aquele azul turquesa
Que com graça cobre o sertão de pura riqueza
Aclamando o alvor com solenidade e euforia
E, com a brisa matutina aquele afável frescor
Que soam nos galhos tortos com duro vigor...
Amanhece a vida no cerrado numa viva poesia!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
15/06/2022, 05’05” – Araguari, MG
O sacrifício gerou a graça no Éden e foi consumado no Calvário.
Ambos se unem no contexto da salvação eterna.
No Éden como figura, no Calvário como real, nas escrituras como didática para geração da fé.
Vida fúnebre
Acordo e me vejo em uma rotina
Todos os dias naquela esquina.
Vejo a hora passar e os segundos a contar,
Marcando contagem para o momento final
Dia do fim do túnel, no meu funeral,
Destino justo sempre tem um custo.
Uma vida correta e próxima da utopia
Já o julgamento à ruína é sempre sem erro
Uma vida errônea pior no enterro.
Senhorita morte
Uso minha lucidez contra meus algozes,
No silêncio da noite eu ouço vozes.
Nos gritos do vento gélido,
Me encontro com o rosto pálido.
Doce madrugada de terror,
3 da manhã no ponteiro,
Gritos de horror no nevoeiro.
Quem será que clama por socorro?
Será a dona morte de novo?
Ela veio me visitar, eu não quis ouvi-la falar.
A vida me seduz pela beleza,
Já a senhorita morte se acha a realeza,
Com sua foice afiada eu escuto a risada,
Sangue no olhar ela veio me matar
Não adianta correr, hora ou outra ela encontra você.
A recomendação é simples:
"Se não quer estar em um relacionamento, não entre em um. O sentimento das pessoas não é entretenimento."
Quando nascemos já nos colocam uma meta: ficar rico ou manter a
fortuna da família; o resto fica em segundo plano, resolvemos isso pagando.
Aí que mora o perigo.
Não deixe de viver a vida por conta da sua idade, ela é apenas um número que não tem relação com a sua maturidade e tampouco tem o poder de te definir.
Lembre-se você é muito maior que isso.
Entre a sombra do teus olhos
De algum jeito avistei a tua alma
Sombria
Teu amor doente
Choro recorrente
Alma incerta e vazia e vaga e obscura
Ao mesmo tempo tão pura
Que é cura para a vida
Que almeja ser vivida
Vivida com liberdade
E sinceridade
MELANCOLIA
E passa o tempo, cabelos embranquecidos
Diversas outras, e mais diversa sensação
São como desejos sem vida e carcomidos
Nuns suspiros do destino soltos pelo chão
O dia se faz segundo, e a rapidez pousada
Enrijando as quimeras dos pobres mortais
Nem mesmo a tal imaginação é iluminada
E capaz de parar as frustrações enfermais
E o tempo implacável baila sem paragens
Enquanto o caimento avança impiedoso
E a ilusão, então, deita sobre as miragens
Passou, vai passando: do amor a poesia
Triste amador que não foi ser amoroso
Pois, lhe restará devaneios e melancolia...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
23 setembro, 2021 – Araguari, MG
Aos filhos...
Gostaria de ser um poeta
Talvez compositor
Até mesmo cantor
Para cantarolar baixinho
Ao seu ouvidinho
Tu és o lugar mais fantástico que já conheci
A flor mais bela que colhi
O presente que jamais esqueci
A vida me ensinou
Mas a maior lição
Foi te dar atenção
E entender
De que filhos são
E sempre serão!
Ei?
A viagem não começa quando damos o primeiro passo
Mas quando estamos parados se demorando no olhar
Então se demore...
Aproveite o intervalo
Se demore no olhar que fala
Em bocas que sabem se calar
Em abraços que compreendem
Porque nem sempre com palavras conseguiremos expressar
Se demore no abraço de pai e mãe
Se demore nas brincadeiras com seu filho
Se demore nas risadas dos amigos
Se demore naquele olhar...
Naquele, onde o vento passa mansinho
Onde o abraço vira casa
Onde o riso faz cócegas na alma
Onde a tempestade faz curva
Onde o silêncio cria asa
Se demore...
A vida apesar de veloz
Tem sempre aquele jeitinho de mostrar que é nos pequenos detalhes,
que vale a pena se demorar um bocadinho
Porque a saudade nem sempre traz choro,
também traz sorriso
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 24/09/2021 às 10:15 hrs
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
