Versos
O segredo da vida em abundância é agradecer.
Reconhecer que Deus é grande, que somos minúsculos e que sem a misericórdia D'Ele, nada somos. Tá vendo o seu carro? Casa? Roupas? Jóias? Festas? Etc.Tudo isso usufruído sem saúde, sem paz no coração, sem alegria, muitas vezes com orgulho, se achando imortal, não vale a pena. Viver uma vida confortável não é errado, errado é esquecer daquele que nos permite respirar todos os dias. E para os acham que têm pouco, o pouco com Deus, se faz muito, você tem saúde, é rico. Existem muitos pobres ricos, como também existem muitos ricos pobres. Então o melhor é reconhecer, agradecer a Deus pela saúde, pela sua bondade, pelo anoitecer e o amanhecer, pois na verdade, é o que verdadeiramente nós temos e como diz a música: "Dessa vida nada se leva."
Quem eu sou?
Eu sou o resultado de minhas ações, de minhas emoções e, muito mais, o resultado do que permiti ser. Sou tudo o que fiz e, mais ainda, o que deixei de fazer por ouvir a minha consciência. E, tudo isso, faz de mim alguém especial. Se não para você, para mim. Se não para muitos, para poucos. E isso, é o que vale muito a pena ser... Eu sou a minha longa história... E você? Qual é a sua história?
A verdade é que ainda pequenina, o sonho do príncipe encanto com o cavalo branco é imbutido em nós. O que não tem nada em sonhar.
Agora quanto chega na vida real, os príncipes não chegam de cavalo branco, alguns vem de 300c, outros de gol G3, e tem aqueles que nem chegam e é a gente que tem que ir de busão mesmo.
Mas não se trata de como ele vem e sim do que ele causa ao chegar.
Confesso que a história das borboletas no estômago é verdadeira. Parece que uma corrente de vento gelado fica dançando dentro da barriga e fazendo o coração disparar acelerado de felicidade ao ver, ouvir ou ler sobre ele.
Sempre disse que quando sentisse isso era porque o ele é o cara.
Mas ultimamente minha relações tem sido tão fugazes que nem dá tempo de passar por essa etapa.
Logo o conto vira desencanto.
E assim eu vou vivendo, remodelando meu príncipe ideal mas seguindo o termômetro do meu coração.
‘Morrer’ é uma coisa, e ‘perder a vida’ é outra (bem diferente):
1- O ser humano é considerado morto quando suas atividades cerebrais decretam falência perante as leis da medicina;
2- O ser humano, porém, perde a vida, quando deixa de sonhar, de amar, de acreditar, de se expor, de sentir prazer com pequenos gestos, ou quando até mesmo o brilho do sol ao meio dia passa a lhe causar incômodo.
Sabe o ‘meia dúzia’? Então…
Ao contrário do ‘6’, ele é daqueles que excita, e por isso nos causa essa desavença sedutora. Você quer apostar nele, mas, ao mesmo tempo, se faz de difícil porque sabe que ele tem poder de mudar tudo para melhor (ou não). Será sempre um risco (des)necessário.
O medo de arriscar no ‘meia dúzia’ nos prende ao ‘6’ como se não houvesse vida fora dele.
E não raras vezes, o sucesso está lá no ‘meia dúzia’ e não no ‘6’, como a maioria pensa ou prega aos quatro ventos.
DA DANÇA AQUELA
Hoje que vi a dança aquela
A folha na varanda
verde claro e amarela
Tão viva, tão bela
Se despedia dançando
Girando, caía subindo
E eu na varanda, vendo ela
Sorte minha
Era ela
A dança mais bela
Tão nova e tão ela
Partia de velha
Verde claro e amarela
Se sabia pra onde ia
Com o vento dançava ela
Para um novo tom
Colorida coragem dela
Tão viva, tão ela!
Meditando sobre minha vida,
percebi que pra ter uma vida melhor,
temos que ouvir mais, falar menos.
ajudar mais, reclamar menos.
trabalhar mais, descansar menos
relaxar mais, se estressar menos
viver mais, postar menos.
Sabe-se lá o que poderia ocorrer ?
Arrependimentos sempre haverão.
Para os que fizeram o motivo é pelo que se fez; para os que nada fizeram o arrependimento é pela covardia de não ter tentado.
Uns pagam o preço para ver, já outros, vivem felizes pelo suficiente que lhe é dado.
Parabéns aos cautelosos, parabéns aos corajosos... Vivamos sempre com a dúvida de como poderia ter sido se [...]
Vidraça
Na infância - fechada;
É vidro translúcido que mostra a vida e impede os perigos, protege e deslumbra; intriga e provoca.
Um dia se abre...
E o vento da noite, a brisa do dia, a cor do luar, o sol sem pudor se tem ao alcance, se pode provar; se fecha ou se abre ao seu bel prazer;
O destino de hoje ao alcance da mão; se teme, se foge - fechada, abrigada; e abre, se quer.
Um dia a vidraça, mal fechada, talvez, se bate e se quebra, em pedaços no chão.
E os cacos que sobram não formam vidraça, não acalmam temores, não servem de asilo, não impedem o vento, as dores, os medos, o frio...
E o que sobra da vida são fragmentos de outrora, pedaços de tempo que guardam lembranças, memórias, saudades;
E assim, em pedaços, não são mais vidraças; são restos, são cacos, lasquinhas de vida espalhados no chão.
Em suas mãos existe uma arma poderosíssima chamada AMOR.
Com ela, é possível mudar o próprio pedacinho de chão, mudar a vida de muitas pessoas e, consequentemente... O MUNDO.
A Vida Em Flor
Brinco de dançar
Em tua perfeita geometria
De pétala em pétala
A vida renasce
Com a textura
Encantada
Desenho a “Flor da Vida”...
Vários se mordem nos cantos quando veem minha subida
Parece foda ver alguém de baixo fazer história
Foi dura a trajetória, vários traumas na memória
Você não entende? Onde eu cresci é bem mais difícil
Coloquei minha vida em risco, o maior sacrifício
Vi mina ir embora, amigo ir embora, sócio ir embora
Vai embora. Desacreditando de mim, agora sente a vitória
Não por vingança, não
Isso não vale a minha glória
Foi tanta solidão mas vai chegar a minha hora
Porque eu fui rei onde tinha só espinho e derrota
Só ladaia e lorota, só inseto na bota
