Versões
Sempre há duas versões, duas mentiras, duas verdades, em qualquer história.
Precisamos saber verdadeiramente dos fatos antes de qualquer
pré-julgamento, pois não importa como você fatia algo, se fino ou grosso, sempre há dois lados.
Há quem afirme que uma historia tem sempre 3 versões...
- A sua versão.
- A minha versão.
- O Fato real.
O Fato Real é o único que deve ser defendido, pois ele é incontestável, indiscutível e irrefutável em qualquer circunstância.
Há quem afirme que uma historia tem sempre 3 versões...
- A sua versão.
- A minha versão.
- O Fato Real.
Em sua síntese, o Fato Real, mesmo que esteja sob um ponto de vista diferente, é o único que é incontestável, indiscutível e irrefutável e deve ser defendido em qualquer circunstância.
Não tente me convencer a acreditar na sua verdade;
Existem versões, e dentre elas
pode-se dizer que todas são uma verdade absoluta.
Muitas vezes, me perdi nas minhas versões, naquelas que fui. Será que ainda sei se sou? Eu me perdi muitas vezes pensando estar no caminho certo. Eu me desconheci; eu me desconheci muitas vezes. Olhei para mim e não entendia quem de fato eu era.
Eu errei, errei demais, mas acertei mais, porque a vida não é só um jogo de erros e acertos; é também um jogo de recomeço.
Nildinha Freitas
Eu sou várias pessoas,
e cada um desperta uma dessas versões em mim.
Em todas elas, tento entregar o meu melhor,
mas não esqueça: eu também sou espelho.
O que eu reflito depende da frequência
que você decide emitir.
Tantas fases do amor, tantas versões de mim, o amor mais raro é o amor incondicional, mesmo quando a outra pessoa já não serve mais a ti, ela permanece sendo receptáculo da sua cura, da sua bondade e do seu amor.
Mas claro, para amar alguém completamente, de forma divina, todas as fases do amor devem existir e estarem ativas.
Ao longo da vida, morremos muitas vezes. Enterramos versões de nós mesmos e renascemos, nem sempre melhores, mas sempre mais conscientes.
O luto é a parte mais difícil entre o que deixamos de ser aquilo que ainda estamos aprendendo a nos tornar. Nada do que fomos morre por completo. O que ficou para trás sustenta o que evolui em nós.
Não aceito versões menores de mim
me expando para viver
não me diminuo para caber
há em mim um tanto de inteiro que não negocia
com espaços rasos ou afetos estreitos
quem insiste em me limitar
só encontra distância
porque eu não fui feita para encaixar
fui feita para ser
inteira
“Às vezes eu sorrio para o mundo, mas por dentro estou abraçando todas as versões de mim que ficaram pelo caminho, tentando não desabar de saudade de quem eu já fui.”
— Anderson Del Duque
“Eu não sei quantas versões de mim já se foram, mas todas deixaram um pedaço de silêncio que ainda ecoa quando a noite me pergunta quem eu realmente sou.”
— Anderson Del Duque
Eu não atravessei apenas fronteiras, oceano, euatravessei silêncios e versões de mim
até encontrar a voz
que nunca precisou de tradução.
AVISO SOBRE VERSÕES ORIGINAIS – ambomfim
Todos os textos publicados neste perfil são obras originais de Anderson Marques Bomfim (assinatura oficial: ambomfim), criadas e publicadas inicialmente em 17/01/2019 — esta data é prova de criação.
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AQUI, NESTE PERFIL, está o texto COMPLETO, INTEGRO, como foi escrito por mim. Qualquer versão fora daqui é cópia modificada, violação de direitos autorais (Lei 9.610/98).
Não confunda: só o que está aqui é original.
© Anderson Marques Bomfim – ambomfim | Todos direitos reservados
Sao tantas versões de mim entre tanta imagem, nenhuma sabe explicar
Ninguém vê o que eu escondo atrás do sorriso ou da calma,
Entre o que dizem que sou — bom, mau, forte ou caído —
entre elogios que pesam e ofensas que doem sem fim…
nenhuma dessas versões é o meu verdadeiro sentido:
no meio de tudo isso, sou só eu tentando sobreviver a mim.
O luto não enterra apenas quem parte,
ele também sepulta versões de nós que existiam naquele encontro,
deixando a alma vagando entre memórias e ausências,
até que a dor, cansada de sangrar, vire saudade habitável,
e o amor aprenda a continuar sem presença física.
Sou menos do que penso
e muito mais do que sinto.
As antigas versões de mim se diluíram
como tinta,
e da mesma água turva
nasce outra forma,
que também se desfaz,
infinitamente.
As sombras do que fui ainda moldam o que sou.
Talvez eu ainda esteja nascendo.
Talvez eu nunca termine.
-Lunafonia
Quem conta a história direitinho é o tempo.
Não o homem, com suas versões apressadas,
nem a memória, que borda ausências em seda.
O tempo, apenas ele, arquivista do invisível,
recolhe cada gesto que a pressa não viu,
cada silêncio que falou mais alto que os discursos.
E quando as cortinas dos anos se abrem,
a verdade entra sem pedir licença.
