Versinho de Criança

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“O laço simbólico se reconstrói quando a criança encontra alguém que nomeia sem esmagar e cuida sem aprisionar.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A criança precisa de adultos que consigam limitar sem humilhar, interpretar sem invadir e acolher sem desistir.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A criança pode carregar o não dito da família, da escola e da cultura antes mesmo de conseguir dizer o próprio nome da dor.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Quando a teoria se torna mais importante que a criança, ela deixa de ser clínica e se transforma em violência simbólica.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O divã infantil não existe para encaixar a criança em uma norma, mas para abrir espaço àquilo que nela ainda busca linguagem.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A criança com TDAH muitas vezes promete melhorar, não por mentira, mas porque também sofre quando não consegue cumprir.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O diagnóstico não deve transformar a criança em rótulo, mas abrir caminhos para que ela seja compreendida sem culpa.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A criança não é o transtorno; ela é uma vida inteira tentando se organizar dentro de um funcionamento que precisa ser acolhido.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A criança que não termina a tarefa pode estar menos em recusa e mais em sofrimento diante de uma execução que não consegue sustentar.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Quando o olhar adulto muda, a criança deixa de ser vista como problema e começa a ser reconhecida como alguém que precisa de caminho.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A criança atípica não é responsabilidade exclusiva da mãe; é responsabilidade da família, da escola, da saúde, do Estado e da sociedade.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá

“Ser pai, mãe ou cuidador de uma criança atípica é aprender uma linguagem que muitas vezes começa antes da palavra.”
Do livro Autismo e Síndrome de Rett — Compreensão Clínica, Histórica e Humana da Neurodiversidade, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A criança não precisa de perfeição; precisa de presença suficientemente boa para sentir que pode continuar existindo.”
Do livro No Começo, o Afeto — Winnicott e as Raízes do Desenvolvimento Emocional, da autora Nina Lee Magalhães de Sá

“Antes de educar, corrigir ou interpretar, é preciso reconhecer a criança como alguém que ainda está aprendendo a ser.”
Do livro No Começo, o Afeto — Winnicott e as Raízes do Desenvolvimento Emocional, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O falso self nasce quando a criança aprende cedo demais a agradar para sobreviver, escondendo sua espontaneidade mais verdadeira.”
Do livro No Começo, o Afeto — Winnicott e as Raízes do Desenvolvimento Emocional, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Quando o ambiente falha cedo demais, a criança pode crescer funcional por fora e ausente de si por dentro.”
Do livro No Começo, o Afeto — Winnicott e as Raízes do Desenvolvimento Emocional, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Uma criança desafiadora não precisa de adultos que desistam dela; precisa de firmeza, escuta e direção para transformar oposição em equilíbrio.”
Do livro TOD — Transtorno Opositivo Desafiador: Compreensão, Diagnóstico e Caminhos para o Equilíbrio, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Antes de chamar uma criança de difícil, é preciso perguntar que dor, desregulação ou ambiente ela ainda não sabe nomear.”
Do livro TOD — Transtorno Opositivo Desafiador: Compreensão, Diagnóstico e Caminhos para o Equilíbrio, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O desafio da criança muitas vezes é a linguagem possível de um sistema emocional que ainda não aprendeu a se regular.”
Do livro TOD — Transtorno Opositivo Desafiador: Compreensão, Diagnóstico e Caminhos para o Equilíbrio, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A criança com TOD não é inimiga da autoridade; muitas vezes, ela está presa em ciclos de confronto que os adultos também precisam aprender a interromper.”
Do livro TOD — Transtorno Opositivo Desafiador: Compreensão, Diagnóstico e Caminhos para o Equilíbrio, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.