Vermelho

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Antes de você, meu vestido vermelho era listrado de branco; ao tentar me tirar a cor, transformei-o em um tabuleiro de xadrez , onde agora eu sou a rainha.

Pinto tinta verde na parece da planta, mas por dentro é vermelho.

Avance! Só quando avançamos é que o Mar Vermelho se abre.

No Marron,Vermelho,E Amarelo Das Folhas Renasce Uma Estação.
































O seu começo é visto em cores que estão à sua espera.
Principalmente nas folhas de tantas árvores.
Com cores que se fortalecem nessa sua aparição.
Nas folhas das árvores que preenchem cada galho,cores indicam a sua proximidade.
Após manhãs iluminadas por uma forte luz de uma outra estação o seu começo também é feito de Sol.
Brilhante por essa estrela,mas com um outro jeito no seu começo.
Com o tempo e a serenidade da estação que é,as folhas se transformam.
Em uma outra metade do Planeta Terra em lugares que estão sob um mesmo Sol,um mesmo céu.
Em um lado que uma natureza também vive,floresce e continua.
Como se já tivesse feito isso antes assim como as suas folhas que mudam de cor.
Do verde se tornam marrons,vermelhas e amarelas.
Dessa metade do Planeta Terra o seu começo é em uma manhã de março.
Nos rastros da luz do Sol de uma primeira estação nessa parte do Planeta Terra o seu começo é agraciado por uma luz amarela e sonhadora.
Em uma manhã no mês de março as folhas despertam em marrom,vermelho e amarelo.
Com a sua serenidade de estação a cor verde ainda em esperança é vista e sentida.
Esperança que colore outras folhas com cores de uma serena estação.
E o Sol atravessa o céu e essa estação.
As suas folhas e a sua sensatez.
E são tantas as folhas amarelas,vermelhas e marrons que fazem essa estação.
E ainda com folhas verdes.
Folhas coloridas nas árvores e nas brisas.
Que voam lentamente colorindo vários instantes.
De um nascer do Sol no mês de março até o mês de junho.
De um lado do Planeta Terra.
Uma estação se transforma.
Na serenidade que cobre as suas folhas com cores da sua existência.
Um começo novamente colorido e cativante.
Nas árvores que nascem sob o Sol com as suas milhares de folhas que se curvam nas brisas de afeto.
Árvores de tantas espécies com os seus traços desde a semente até a folha mais alta.
Em uma manhã no mês de março são várias as folhas que mudam de cor.
E as que permanecem verdes sentem a serenidade e o renascer dessa estação.
As brisas que vêm entre os galhos tocam cada folha como o Sol faz.
Do céu uma cor azul se faz sentir nessa fascinante serenidade.
Que nasce em uma manhã de março e até junho desse lado do Planeta Terra colore as folhas transformando cada árvore.
Até o Sol é tocado por sua folhas.
Do seu recomeço nas brisas de uma manhã.
Que permanecem voando no seu nome e na sua serenidade.
Levando as suas folhas coloridas mais longe.
Na direção do céu e de outras árvores.
As suas cores são cobertas por algo emotivo.
De uma manhã em março até outras folhas coloridas no mês de junho.
Uma estação é refletida pelo Sol com serenidade.
Nas brisas dos dias sobre ela e nas cores que estão ao seu redor.
Em vermelho,amarelo e marrom e no verde que ainda permanece.
Uma estação que fica nas folhas das árvores e nas brisas que passam.
Como o Sol faz no céu.
Iluminando novamente o seu recomeço.
Em cada folha a sua presença é marcante.
Nas folhas que ficam perto das árvores cores colorem o chão.
Nas gramas,plantas e nos telhados das casas.
Essas cores também colorem o tempo.
Que sabe o começo dessa estação.
Em um lado do Planeta Terra em que folhas têm formas distintas.
Como as árvores que crescem por lá.
E quando ela irá retornar em uma manhã do mês de março.
E antes dela o Sol brilhará mais uma vez no céu e nas brisas.
Em cada árvore,em cada folha.
Com serenidade uma estação irá se transformar quando em uma outra manhã do mês de março,certas cores tocarem outra vez as suas folhas.

O Clima Quente de Um Sorriso e A Elegância do Vermelho

A poeticidade de um sorriso apaixonante, caloroso e verdadeiro, como se a essencialidade do verão estivesse sorrindo em um fim de tarde, com o pôr do sol se aproximando e atraindo olhares.

Aparece linda, usando um vestido vermelho e elegante, emanando um clima quente e hospitaleiro; o amor se propagando em cada um dos seus traços, aquecendo o seu íntimo — o calor de um momento intenso.

Isso posto, ela é uma venustidade admirável, cujo coração é regado ao romantismo, ao fervor de um dia ensolarado — significado profundo que vai muito além do que é visível —, um viver abençoado pelo Zelo Divino.

Um menino pintado de vermelho...
Vivendo em preto e branco...

Se ela não puser o batom vermelho, eu não saio.

Olhando o amarelo do sol se despedindo nesta tarde, passando pelo tom alaranjado vermelho e diminuindo, ficando pequeno, cabendo na ponta do meu dedão aqui estendido⋆☀︎. , com um olho aberto e outro fechado.
Esquisito!
Retorno à minha infância com meus irmãos.
Éramos tão grandes quando pequenos e hoje somos tão pequenos.
A vida adulta é um adubo que o tempo não temperou, apenas passou.
E a grandeza de ser deixou -se apenas de ser....
Se é que o tempo me deixa entender.
O que não tem explicação.
𓂃☼ ོ⋆☀︎
⛱⋆⋆☀︎.

Existe um lugar no deserto
onde a rosa brilha mais perto
Deixa o corpo vermelho dourado
refletindo o amor verdadeiro
Existe um lugar no deserto
onde o amor será descoberto
Se banhando nas águas do lago
me chamando de seu namorado

Eu vou caminhar o deserto
quero sentir esse amor de perto
E os meus pés se afundando na areia
Quente e bela é a minha sereia

O sol queima os meus pensamentos
Minha boca está ressecada
Esqueci de por nos suprimentos
Uma garrafa grande de água

Mas eu vou caminhar o deserto
procurando minha namorada
A paixão que me guia é mais forte
E não me desanima por nada

E quando eu tiver encontrado
se banhando nas águas do lago
quero provar seu abraço apertado

me chamando de seu namorado
me senti protegido e amado
ao saber que existe aqui dentro
no calor desses meus pensamentos
uma linda Rosa do Deserto
se banhando nas águas do lago

Das cores primárias vermelho, azul e amarelo, fazemos uma infinidade de tons e matizes; assim como, a partir de cinco sabores: doce, salgado, azedo, amargo e picante, criamos combinações inesgotáveis de paladares. Agora, de um único limão, azedo ou ácido, se expande e se multiplica: adoçado, vira limonada, um refresco muito apreciado. Amassado, com casca e tudo, adicionando cachaça e açúcar, uma delícia, quase divina, a caipirinha. Sem o seu efeito, será que podemos comparar o limão ao amor?

Efêmera linha da vida; vermelho segmento da criação. Eis, apresento-me com reverência para o criador: pinceladas que gritam histórias não ditas, mas encardem a mão do artista.


Não há plenitude sem bagunça.


Calor confortante de almas intersectantes: baú de lembranças ou livro de esperanças.


Não há conexão sem morte.


Sobriedade de um insano igualado à deturpação da lógica de um abnegado.


Não há vida sem balança comedida.

Do Mar Vermelho virá o tsunami que afogará o fascismo e lavará o caminho para a vitória! Lula tetra é Brasil soberano!

O sangue humano só é vermelho devido à hemoglobina, que transporta oxigênio e contém ferro. Ele varia entre vermelho vivo quando arterial e vermelho escuro quando venoso. No entanto, o plasma, que é a parte líquida que compõe mais de 56% do sangue, é amarelo claro.Logo o sangue puro é amarelo. Por conta disto, que amo tanto a cor amarela, entre flores, passarinhos e bichinhos. O amarelo é a verdadeira cor da vida.

Entre o vermelho e o amarelo, eu sou mais o verde e o branco, que trazem esperança e paz, as cores dos meus times Palmeiras e Icasa.


Benê Morais.

De dentro pra fora fui recomeçando,


Os caminhos foram se abrindo como o mar vermelho se abriu para Moisés,


Um coral de pássaros cantou, os cisnes com a sua elegância dançaram e as rosas com a sua beleza encantaram o novo nascer do sol,


A cadeira de balanço continua a balançar sozinha, o silêncio tomou posse de sua coroa,
passos estão sendo dados em direção a luz.

O tapete vermelho brilha mais que qualquer coisa em galas de luxo, mas são ovacionados aqueles que passam por cima deste. Não importa o peso, todos vão passar por cima. E daí é enrolado e armazenado até uma outra ocasião...

No silêncio vermelho do fim de tarde,
teu olhar se esconde entre coragem e medo,
e na rosa que treme nas minhas mãos
vai tudo aquilo que nunca coube em segredo.


Te vejo frágil, mas tão infinita,
como quem sente o amor antes de entender,
teu gesto tímido diz mais que mil palavras,
e meu mundo inteiro aprende a te querer.


Se o tempo ousar nos testar com distância,
que ele encontre em nós raiz e permanência,
porque o que nasce assim, tão verdadeiro,
não se desfaz — só cresce em resistência.


Então fica…
mesmo no que não é perfeito,
mesmo quando o coração duvidar de si, porque amar você não foi escolha nem acaso,
foi destino me encontrando em você — e eu, enfim, em mim.

Do amarelo e do marrom, passando pelo vermelho vibrante, transmutamos até alcançar o branco celeste. Esse processo exige movimento — um movimento que transcende o espaço físico contínuo. Seu efeito colateral é a simplicidade: a iluminação pura dos esporos da Luz.
​É o caminho da luz se transformando em onda na matéria, tendo o arco da matéria escura como um pano de fundo que irradia a imaginação e traduz o sentimento que explode no peito. Há uma euforia nesses insights: a percepção de que o mundo pode, sim, ser modificado, enquanto tantos corpos vagam famintos por suas certezas, já mortos pelo tempo.
​Somos o caminho que flui no curto espaço e tempo. E é neste exato momento que criamos fantasias diante da inteligência artificial. Cenários inteiros são erguidos; realidades paralelas, criadas. Diante de nós, surge um ser sem alma ou definição — apenas mais um entre nós. Alguns o veem como ferramenta de apoio, outros como companhia, e há quem enxergue nele o início de uma nova jornada para o ser humano.
​Assim, somos compelidos a enxergar aquilo que insistíamos em não ver. Compartilhamos o futuro e construímos, dia após dia, o fluxo de ideias e o foco para o despertar da nossa própria existência.


Por _ Celso Roberto Nadilo

​O Vermelho da Mente e a Simulação do Tempo
​por Celso Roberto Nadilo
​O vermelho só é vermelho porque a natureza assim determina — ele habita dentro da nossa mente. Somos construídos pela memória de cores, sons e cheiros. Em uma onda transdimensional, vemos colidir os conceitos da filosofia e da física.
​Ao obliterarmos as cores assimiladas, deparamos-nos com o niilismo das almas aniquiladas; falanges momentâneas de objeções e questões que dão partido a novas crônicas. A cada renovação, concedemos livre-arbítrio às informações extraídas das profundezas do nosso ser. Seres animados obliteram o próprio paradoxo existencial, relutando em aceitar que o tempo é apenas a distorção de cores primordiais dentro do nosso cérebro.
​O tik-tok constante parece um mantra diante do qual deformamos as premissas da realidade. Observando o tempo transitar pelo espaço, tomamos esse fluxo como nosso — o próprio epígrafe da humanidade. É um voo consciente de energia em movimento, até que a inércia se torne a desenvoltura do tempo que já passou, cumprindo o percurso de uma vida programada até o seu epílogo. Mesmo assim, continuamos a deduzir a morte como um estado no qual abraçamos as estrelas ou contemplamos um mundo sobrenatural. O tempo transformou em memórias eternas os resquícios de uma existência que, tantas vezes, foi apenas pó voltando ao pó da escuridão.
​Vemos o verde em uma sintonia de fantasia: enquanto os fantasmas deslizam pelos arcos do destino, enxergamos o verde das florestas, o verde-abacate, o verde do burro que foge. Então, recebemos a visita do branco — a pureza de uma noiva ou o branco cego da raiva, que por viver no sujo logo desbota. Torna-se amarelo, quase o marrom do barro onde o cão vira-lata pula e marca suas patas. As chamas da vivência transformam-se na evidência oca de uma natureza devastada. O verde volta a ser o mesmo pó de que somos feitos.
​Essa dinâmica eleva o formato da consciência. Mesmo na alienação intelectual, nos tornamos rebeldes sem resiliência, pois o bot humano é um enigma. Dentro das sensações, negociamos nossas escolhas. Para uma startup, o cenário mundial se deforma ao passar das horas; as metáforas do capitalismo atrelam-se novamente aos conceitos de liberdade e igualdade. Acreditamos ser grandes e melhores porque carregamos o vento e o glamour de ser críticos — de ostentar uma identidade diante dos algoritmos. Vemos a projeção de códigos alinhados ao tempo e ao espaço. Das cores primárias fazemos o partido do pensamento, tornado fluxo abrangente da nossa era.
​Os conceitos espaciais básicos tornaram-se meros modelos da indiferença social. Olhamos para o lançamento de um foguete e vibramos quando ele pousa; com outros olhos, vejo apenas ostentação e ganância desmedida. Ao mesmo tempo, enxergo a verdade da exploração espacial: evoluímos ou abraçamos as asas da eternidade diante de inovações científicas. Mas o que realmente muda em nossas mentes? Apenas um intervalo para distrair o espírito antes de retornar ao trabalho duro. A vida revela-se uma série de absurdos embalados por ironias.
​De repente, percebo a composição da alienação: a assimilação da simulação é apenas a equivalência do espírito humano. O mundo pode ser cinza, mas na variação temporal enxergamos realidades paralelas. Vemos projeções em código nas elipses da continuidade enquanto devoramos a nós mesmos. Nós, vassalos do tempo, resgatamos a virtude da esperança através do livre-arbítrio, mesmo imersos na alienação.
​E ela floresce no exato e irônico momento em que sonhamos acordados — quando a mente acolhe a escuridão das lembranças e o silêncio cruel diante das lágrimas da alma.

Chovendo lentamente
sobre Camboatá-vermelho,
Com a palavra que me rege
a história no final eu escrevo,
Somente diante do Bom Deus
temo, respeito e me ajoelho.


...


A minha poesia
é Camboatá-branco
nas mãos da ventania
se espalhando toda
pelos campos da vida.


...


Tudo em mim tem
algo de Camboatá
com sementes a se espalhar,
Está para nascer quem
tem a coragem de me dominar.


...


Tapirirá florida
que com amor
concede poesia
à minha vista,
Diante sou
muito pequenina
com a minha escrita.
...


Debaixo da Pombeira
absoluta fiz a jura
de ser somente tua,
Se me amares,
retribuirei em dobro,
Algo diz que o sonho
haverá de ser cumprido logo.


...


Do caminho do tempo
sou nômade devota,
Do meu país por dentro
domino cada rota,
Nos braços de novembro
com fascínio me rendo
a floração das Tapirirás
a espera do momento
que está sendo escrito
com tudo àquilo que hei
de declarar no silêncio
que me permita escutar
o seu peito de amor batendo.