Verdadeiro
Quando há o verdadeiro perdão, a mágoa desaparece e tudo se restabelece com o amor; não como antes, pois a vida de hoje nunca será como a de ontem. Tudo muda o tempo todo!
Nem tudo na vida tem-se que ver para crer. O ser mais verdadeiro e real deste mundo, nunca foi visto por ninguém!
"Mexa no ego de quem você quer descobrir o verdadeiro pensamento.
Uma única palavra muita coisa vem a tona, o que está no íntimo guardado a sete chaves, aflora como mágica."
Se nosso verdadeiro anseio é o de um dia chegarmos a Deus, necessitamos o quanto antes, nos despojar de qualquer tipo de julgamento e vivermos agora, como se já estivéssemos lá, contudo, o que creio ter La é amor, lealdade, bondade, gratidão, sabedoria, paz, sinceridade, humildade, harmonia.... Penso eu que falar do antônimo disso como o ódio, deslealdade, maldade, ingratidão, burrice, guerra, falsidade, arrogância... É o mais auto grau de soberba e é ela, a soberba, quem nos prende nesse mundo de provas
Moço, o amor quando é verdadeiro se basta,
Então, comece a falar menos e melhor faça!
Guria da Poesia Gaúcha
Abençoado é o Homem que vive pelo amor verdadeiro... Seja você mesmo antes de qualquer outra coisa... Pois o amor é sofredor e digno de perdão...
Nem sempre o cego é aquele que não vê por sorte, o verdadeiro cego é aquele que pensa que tem razão e que não quer ver os outros.
A espiritualidade é o verdadeiro elo que une todas as religiões. Somente ela nos ensina os mistérios do espírito; porque nascemos, morremos e renascemos e progredimos sempre. É a lei que governa a vida.
O amor verdadeiro é como a luz do sol.
Brilha intensamente irradiando de felicidade o coração do ser amado.
MÁXIMO GORKI
Alexei Peshkov (nome verdadeiro de Máximo Gorki) nasceu numa família pobre numa pequena vila da Rússia. Aos cinco anos ficou órfão e desde cedo trabalhou em diversos ofícios para sobreviver. Freqüentou apenas alguns anos da escola primária, tendo se tornado um escritor autodidata. Seus primeiros anos foram registrados no livro "Minha Triste Infância". Máximo Gorki viajou por várias cidades da Rússia, desempenhando as mais variadas funções e entrando em contato com pessoas do povo, mais tarde retratadas em sua obra.
Na década de 1890 publicou seus primeiros contos, que tiveram grande repercussão. Começou também a escrever para teatro. Suas primeiras peças foram "Pequenos Burgueses" e "Albergue Noturno", ambas encenadas em Moscou em 1902, pela companhia de Konstantin Stanislavski, um célebre ator e diretor teatral.
Nessa época, começou também sua convivência nos círculos revolucionários e sua militância política. Perseguido pelo regime czarista, Máximo Gorki deixou sua terra natal, exilando-se em diversos países da Europa e nos Estados Unidos. Estabeleceu-se finalmente na ilha de Capri, na Itália, onde escreveu os "Contos da Itália". Pouco antes da eclosão da Primeira Guerra Mundial, Gorki fundou na Itália um centro de imigração revolucionária.
De volta à Rússia, depois da revolução de 1917, desentendeu-se com os líderes bolchevistas, sendo obrigado a exilar-se novamente. Nessa época viveu intenso período criativo, escrevendo suas obras mais conhecidas, como "A Mãe", "A Confissão", "Os Vagabundos" e "Tomas Gordeiev".
Gorki retornou à Rússia em 1928, festejado como o maior escritor do regime comunista. Ocupou vários cargos em instituições culturais e adquiriu grande popularidade. Suas últimas obras foram o ciclo de novelas "A Vida de Klim Sanguine" e a peça de teatro "Vassa Jeleznova".
Considerado um dos grandes nomes da literatura do século 20, é um dos autores teatrais mais encenados no mundo todo ainda hoje.
"Quando descobrimos nosso verdadeiro valor,
não aceitamos mais metades...
queremos apenas as verdades...
Egoísmo? Jamais!
Apenas doces vaidades! "
