Verdade
" Rabisque o coração
insinue poemas
recite orgasmos
que de tantos acasos
verdades sejam
assim e sempre
na ausência, saudade
na presença, volúpia
você!
um ser tão especial
que moda alguma conseguirá imitar
nem anjo, ou demônio
apenas presença
e a poesia,
que tal
tatuada em nós...
Quem você pensa que é
para chegar derrubando tudo
fazendo temporal
mudando as verdades, o meio
o interior
quem você pensa que é
para simplesmente passar
sem temer os resultados de suas ações
sem ter consciência de que tudo estava organizado
ou quase...
quem você pensa que é
para o amor atropelar
a saudade debochar
e os desejos, zombar
pela última vez pergunto
quem você pensa que é?
O tempo das verdades acontece
desnuda sentidos, revela amigos e falsidades
torna possível rostos esquecidos
saudades de quem partiu
o eterno cumplice agoniza
na memória dos fatos
nos relatos
e pede amor
entretanto continua absorvendo
porque os fardos são inúteis aos covardes
que não carregam suas águas
mas bebem nas fontes à beira das estradas
porque se de um lado as dificuldades apertam
do outro a liberdade sorri
mesmo sem o respaldo da possibilidade
finge que tudo pode, que tudo é posse
mas enquanto ele (o tempo) esvai
o modo foda-se não serve mais
porque saudade é aperto
e a vontade atrai
os bons ventos de outrora
regados a relâmpagos da memória
em fotos amareladas, guardadas
nos baús, das recordações...
Escrito para mim!
" Saudades de Dom Quixote, de seus rompantes.
Suas verdades puras, de vida breve: seus instantes.
Somos loucos, revolucionários.
Mutantes.
E, embora visionários.
Sem Cervantes.
Somos poucos.
Sem lembranças.
Sem verdades.
Sem lealdade.
Sem Sancho Pança.
Queria encontrar Quincas.
Viver seus lares.
Em bares.
Criados, endeusados.
Por Jorge Amado.
Beber seus mares.
Seus gritos.
Suas mágoas.
Seus berros aflitos.
Suas águas.
Quem sabe, até por ironia.
Reveja Brás Cubas.
Suas histórias.
Seu dia- a- dia.
Em minha memória.
Aprendiz.
Representada por u'a atriz.
Em seu viver encantado.
Por um Machado de Assis.
A quem sempre quis.
Feliz.
Em suas sátiras.
Em seus ardis.
Hoje meu pensamento está suado.
Saudoso.
Cansado.
Malcomportado.
Querendo calar, ansiando ouvir.
Algum canto, algum hino.
Reclama a presença de Meire.
Clama por seus encantos.
Sua voz.
Seu violino."
Silveira Serpa Antonio
Cache-cache
Durante todo o tempo eu quis extrair verdades que eu julgava existir, talvez por ter aprendido ser a mentira a grande mola propulsora das relações. Por medo de amar, limita-se! Por medo de sofrer, esconde-se! Por medo da solidão, desvaloriza-se! Por medo de perder, anula-se! Por medo de magoar, recolhe-se! Por medo de ser feliz, acovarda-se! O resto, fatalmente será apenas engano! Mas, pensando bem, tudo que se diz quando já se está mortalmente ferido, também machuca. Verdade ou mentira. Então, não diga nada. Eu me reinvento com as palavras que disparo contra o tempo, com os parágrafos que construo tentando dar sentido às loucuras que me mantêm viva! São apenas loucuras. Mesmo assim, são minhas. São únicas. Personalíssimas.
Durante todo o tempo eu quis extrair verdades que eu julgava existir, talvez por ter aprendido ser a mentira a grande mola propulsora das relações...
Não vale a pena enfrentar uma mulher em fúria! Se os homens soubessem que um simples abraço resolveria...
Com o tempo, descobri que não é possível abraçar o mundo inteiro tão somente com o meu abraço...
E pela primeira vez ela superou o medo de se olhar ao espelho. Ela era linda! Era perfeitamente possível se apaixonar outra vez...
Não quero ser impaciente e viver apenas com um sentimento de dor e perda.
Minhas verdades são sinceras, sou um ser especial trago em meu coração heranças do passado e reúno preciosidades do presente para satisfazer-me no futuro bem próximo.
Meu tempo é insensato com o meu fazer controlando meu coração e dizendo-me que tenho hora para os meus sentimentos.
Primordial, foi meu amor por você resumidos em carinhos e verdades e nexos dos momentos românticos, que vivia em um coração livre com uma infinidade de uma certeza de um amor.
O caminho se fez turvo em dificuldades á um coração ferido, mas forte e eminente em um sentimento justo e leal.
Há verdades camufladas de invenções humanas, pela métrica das palavras e repetições dos versos paronomásticos com inversões sintáticas.
A suavidade da poesia faz nos encontrarmos com a sinceridade real e acalenta nosso coração.
O amor invadiu-me e comprometeu meu coração á um carinho sincero repleto de verdades singelas porem certas a paixão.
Há plenitude em versos direcionados a você conquistando o teu querer e iluminando teu caminho á felicidade.
Observei que havia um lugar em que meus versos transpassavam o seu coração.
Transcender as razões que fazem as verdades inventadas não se faz justas ao coração distinto aos sentimentos.
Pois as sinceridades reais tornassem seriedade aos caminhos dos justos que com os limites imensos transpuseram as ilusões.
Os acasos que permaneceram á uma fase de conspiração á um amor verdadeiro que se mostrou intenso aos sentimentos leais ao coração.
As verdades quê transparecem são de enormes sinceridades com o ilimitável sentido quê a razão impõe aos seus olhos.
O amor tem seus métodos singelos de adentrar no coração sem as devidas permissões.
Pois as mentiras inventadas têm seus pontos quê favorecem o querer de um desejo ensandecido.
Eu ando nas ruas sem direção e sem verdades que possam me fazer cantar sem sentido;
Quero o lumiar para eu lhe enxergar e te admirar com o melhor da poesia, que eu possa te oferecer;
Minha diva, minha menina, minha princesa como não posso te amar?
Meus segredos são suas certezas que despertam as verdades sinceras e desatam as mentiras inventadas;
Os meus sonhos são verdades que vigoram minhas esperanças saio de mim sem juízo querendo teu ser;
Não perco a razão no escuro, o que é para ser será as palavras não param como eu querendo você;
A distância só deixa o vazio e o transbordar de um desejo de tela em meus braços transpassa o limite que há em mim;
nenhum sonho me surpreende mais ou nenhuma certeza atrai minha atenção;
Pois as verdades inventadas se perderam em qual quer lugar as mentiras sinceras tomaram seu lugar;
Ser ou não ser capaz é o risco do impróprio coração que pela pressão da vida escraviza a razão;
Hoje eu fujo fugitivo dos doces sentimentos e das verdades inventadas que por ironia são as mentiras sinceras e das quais me atraem;
Por maior que seja seu amor não oferecem ameaças entre o caminho mais fácil;
Não tente ser tão dura com as palavras nem culpar a vida por suas displicências ensaiadas durante sua luta;
Meu coração aceita o não com as certezas e verdades que não me faça entender de que não fui um incapaz;
O medo de toda certeza me fez ter dúvidas da vida sendo um hilário vencedor;
Perdi credibilidade por tentar me encontrar nas esquinas de qual quer lugar;
Mas com coragem de enfrentar quais querem as dificuldades;
Não pude acreditar nas suas verdades sinceras despejada por seus olhos com tamanho sentimentos;
Mas é melhor não resistir minhas investidas e não tenha medo das sensações oferecidas pelo meu coração;
Deixe-me proteger seu bem querer e realizar seus sonhos tornando realidades;
Lembro que no teu rosto eu fui carinho e aos seus olhos eu fui atenção, nos seus ouvidos verdades;
Mas no seu corpo um libido sem igual, perguntando se havia a existência;
Sou lucidez nas palavras e louco nas atitudes do amor, porém sem a ausência do laço que ensina-me a caminhar;
Luz e sentido com meias verdades de palavras que tocam o coração, mas como não falar do jeito que desejamos;
Sinto muitas vezes sem explicações o que não faz parte do meu mundo e que aos poucos criei;
A volta das minhas razões fazem que minhas indecisões gritem pelo dia mais importante;
Quando se quer um alguém para que possa ser único somente seu, mas sem preocupações se espera e guarda;
Mesmo que seja considerado um bicho do mato, selvagem no amor, mas sem esquecer que sempre assisto no escuro suas pendencias;
