Vento
O vento da aflição quer apagar a Chama
Da minha adoração
O mundo é um oceano
Minha carne é um furacão
Minha vida é um barquinho buscando direção
Descansa em minha alma
E acalma a tempestade
Que agita o meu coração
Acalma o meu coração
O vento está soprando
Mas é Te adorando que venço o mar da aflição Só venço esse mundo se for em Tua Presença
O vento dança o baile
junino com o Ipê-Verde
no meu caminho,
Todos os dias tenho
um grande motivo
para trazer você
com festa e carinho.
O vento do mês de Junho
soprou a mais radiante
flor do Ipê-Rosa e levou
para as mãos de Deus.
In Memoriam a Irmã Guilhermina Heinzen.
O cascateante Ingá-Feijão
balança no ritmo do vento,
Viver pede calma e urgência
e cada um tem o seu tempo,
Eu quero mesmo é que estar
sempre pronta para aprender
a todo momento e além do tempo
com amor e paz vibrantes
ocupado cada novo sentimento.
As Aroeiras cantam doces
para mim junto com o vento,
Meu bonito envolvimento,
te espero sem contar o tempo,
O teu amor fundou em mim
Pátria, poesia e enredamento.
Sinto as minhas forças se esgotando, não me deixa afundar, o vento sopra, o medo aperta, o mar se agiganta, o coração inquieta, quando vejo as ondas invadindo o meu barco para me tragar!
O vento sopra, tentando me abalar,
Mas Tua mão vem me segurar.
Se eu afundar, Tu me levantas,
És fiel, Tua graça me alcança.
Tu és Senhor do vento e do mar,
Com Tua voz tudo pode acalmar.
A tempestade obedece ao Teu falar,
E as ondas se curvam ao Teu ordenar.
Sou grato, Senhor, pelo dia que nasce,
Pelo sol que aquece e o vento que passa.
Pela graça imensa que em mim transborda,
Pelo Teu amor que nunca desmorona.
É vento que sopra vida ao coração,
É rio que jorra eterna unção.
É presença santa que nos refaz,
É paz que o mundo nunca nos traz.
Não é vento sem rumo, nem força impessoal,
O Espírito Santo é real, é essencial.
Não é energia, nem simples poder,
É Deus em nós, que vem nos refazer.
E então, como vento que sobe aos céus,
Jesus foi elevado aos braços de Deus.
Mas não os deixou órfãos ou vazios —
prometeu poder, e enviaria os rios.
Tem dias que o coração chora em silêncio,
E os planos parecem folhas ao vento.
A alma se aperta num grito contido,
Mas há um refrão suave no firmamento.
Há uma fé que voa com o vento,
Que vive só do sentimento.
É chama que arde só na emoção,
Mas logo se apaga sem convicção.
“A Dor Não Vai Apagar Minha Fé”
O fogo prova, o vento testa,
mas a fé é ouro refinado.
A cada cicatriz, sou mais forte,
e mais firme no meu chamado.
Gostaria de entender o amor. Mas nunca entenderei.
Somente sentir:como se sente o vento que passa e deixa a pele arrepiada.
Hoje minha banda sai...
sai levando gente, sai levando coisas, sai levando o vento...
Hoje vou botar meu nariz na rua.
Vou brincar na lua,
vou fazer bolhas de sabão...
Hoje minha banda sai...
sai um e depois o outro,
sai um bando de palavras da minha boca
Soltando pipa
Hoje a banda sai...
e sai fazendo propaganda,
sai arrastando multidão.
Hoje ela sai.
