Vento
Sou o verso na transcreçao do verbo sou alienado...
Na aberração cromática das palavras sou o vento que sussurra lágrimas...
No contraste sou alienação...
Para os analfabeto político sou desalinhado...
No veto daqueles que tem abstinência...
Seja desatinado por cada instante que berrante é tocado... Para tocar o gado para voto de cabresto... desaforo... Político são a tristeza do povo as lágrimas das crianças que passam fome.... E das mães que choram por não ter nada para dar para seus filhos...
Sem mapa
O melhor lugar do mundo
É simples assim;
Onde o vento passa mansinho
Onde o sol ilumina o jardim
Não precisa ser gigante
Mas, que seja bem tranquilo
Uma cadeira de balanço na varanda
Para ouvir a canção do grilo
Sonho do fundo do coração
Bem longe de arranha-céus
Bem longe do trânsito maluco
Bem perto de um riacho
Nem que seja no fim do mundo
Um lugar bem arejado
Vestido de árvores para todo lado
Pode até ter um portão
De preferência, sem cadeado!
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 03/06/2021 às 20:00 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
O BANCO
O céu era claro, nem nuvens mostrava
o infinito chamava os idos passados
o vento frio soprava, o outono findava ...
O olhar alheado assistia o tudo e o nada
o bem-te-vi pipiava seus cantos rimados
e no leque das asas alçou seu voo rasteiro.
Meu olhar deliu-se no distante horizonte
o silêncio soturno expressou a cruel solidão
restou-me a saudade, folhas secas ao chão!
Eu era o seu anjo
Você era o meu anjo
Vouavamos juntos
No vento dos nossos sonhos
Meu destino era ti encontrar
Mas me perdi
E na escuridão
Cortei as minhas assas
E nunca mais...
Nunca mais eu vi você
O anjo que me levaria
Para bem longe daqui.
As sensações são sombras dançando...
A alma se desprende do espírito.
Me algoz sussurra ao vento...
Palavras jogadas num discurso...
Meros espectadores aplaudem o final da vida...
Novo começo sensações seriam almas penadas...
Sentimentos revoltos na ilusão do amor de amantes...
O amanhã é feriado ninguém compreende porquê?
Sempre tem um detalhe
É no dançar das flores
Que vale a pena pousar o olhar
O vento dando uma palinha
Quem disse que o vento não fala?
No dançar das folhas na calçada
Parece que o vento dá risada
A moça segurando a saia
O vento passa assobiando
e ainda disfarça
Nas batidas insistente da janela
É o vento pedindo licença:
Ei me deixe passar?
Prometo que só levo;
Aquilo que for pesado de mais
para você carregar
Quando abro a janela, o céu acende
Os pássaros são donos do dia
O sol ilumina de uma forma;
Como se fosse ficar para sempre
Mas, sabemos que existe um pôr-do-sol
Ainda assim, só de saber que ele volta amanhã
Com novos sonhos precisando de espaço
Eu mais uma vez, aperto o cômodo
E a esperança gruda sem medo
É a vida que abre a cortina
É o sol fazendo brilhar um sorriso
É chuva fininha brotando da terra
Flor e sonhos no meio do caminho
Corremos tanto atrás da felicidade
Que na pressa não percebemos;
Que em cada despertar
Tem um cheirinho de vida
Nos tornamos grandes
Cada vez que enxergamos
que não é só ventania...
Os pequenos detalhes;
Fazem a diferença na travessia
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 07/06/2021 às 19:30 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Vento sopra, sopra vento.
Vento passa com o tempo!!!
Vento leva o meu arrependimento!
Vento grita e fala nesse momento,
Que o homem se levantou e vai ganhar aquele AMOR!.
No vento eu falo, no vento eu desabafo! O vento e meu amigo nunca me falto, e nunca me decepcionou!. Igual ao vento eu vou ser quando assim eu crescer!.
O vento vai trazer a sorte ao amanhecer...
O vento vai me leva como o alvorecer.
Vento leva minha jangada,
vou voar como pássaro,
mergulhar como golfinho,
trazer o sol mais perto,
a lua mais distante,
como um astronauta sem rumo,
perdido no espaço a busca do inicio.
O lixo se acumulando nas ruas e promessas são jogadas ao vento...
Salários dignos...
Um sentimento abafado no peito...
E apenas mais um jogo do sindicato...
A população sofre pois a falta de respeito é grande.
O lixo alimenta famílias...!
O lixo trás doenças
Imagina no meio da pandemia mundial...
Todos tem direitos. Mas somos humanos...
Fenômenos
Vento leve
Que me carregue
pra longe,
bem longe,
onde
ninguém me encontre.
Mar agitado
leva os amargos
do ignorado
lago
que agora
pede cuidado.
Falta chão
que segure
o que treme
e não
tem alicerce
que sustente.
Caia dor
chova rancor
de toda árvore
que foi cortada
sem dó,
sem se repor.
Brilhe arco-íris
para esperança
de uma criança
que não cansa
de viver
nessa lambança.
"No vento dos gafanhotos
Vem um chocalho e um zumbido
Jacó lutou contra o anjo
E o anjo foi derrotado"
"Nada pode parar:
Um rio que corre para o mar.
O vento de ventar.
E...
Uma rapariga quando quer namorar"
Rio da Morte
Vento sombrio
Que sopra sobre
Este rio de tormentos
Do qual estou dentro,
Imerso em vil sentimento,
Passa pesaroso e friorento
Tal qual os versos arenosos
Deste aqui poeta sutil,
Gelando a água ribeira,
Trazendo uma mágoa inteira
Que me vai dissipando.
Estive amando -
Razão pela qual estou
Sofrendo e chorando.
Uma paixão sem sentido
Dum coração atrevido
Que ama o impossível,
Sonhando ser visível.
Na cama quente
Com a fronte ardente
Me assoma uma fonte
Incandescente de desejo,
Que se soma aos latentes
Arquejos de minha mente.
Mas meu pejo me desengana,
Dizendo que ninguém mais
Me ama, que é inútil insistir
Nessas fantasias de sentir
Sem toque físico, apenas
Um choque psíquico.
Uma lição de Filosofia.
Uma questão de Psiquiatria.
Por isso estou aqui,
Tremendo de frio,
Morrendo neste rio
Chamado realidade,
Me afogando em
Minhas próprias verdades,
Ao acaso de ópias ilusões.
Tudo aqui é raso,
Cheio de distorções
Tal qual as veleidades
Que tanto me torturaram.
Receio já estar perdendo
Os sentidos, deixando
Para trás este mundo,
Me indo ao infindo
E profundo Estelar...
Deixar-me ir, partir
Para uma nova jornada
De auto-conhecimento,
Um breve momento
Entre viver e existir.
E saber que nada
Na vida é em vão -
Um porvir, uma partida
Para alguma lição
Que nos faça evoluir.
*Ventos de mudança*
O vento bate
As plantas se permitem
São levadas
De um lado para o outro
Seus galhos se dobram
Não resistem
Não se atrevem ao controle
Se deixam vulneráveis ao balanço
Estão em movimento
Folhas velhas se vão
São levadas para longe
Com a singela aceitação do que vem
Deu-se chance
Deu-se espaço
Folha nova brotou
A vida permaneceu
