Vende se uma Chacara
Cada empresário promove e faz propaganda do produto que sua empresa vende. Minha empresa, que é meu corpo e minha mente, venderá saúde e bem estar físico e emocional, então, nada mais justo que eu promova saúde. A imagem da minha empresa não é de tijolos, cimento ou argamassa. Minha empresa é constituída de massa muscular, energia orgânica, proteínas, carboidratos, vitaminas e aminoácidos, força de vontade e determinação, felicidade e vontade de vencer. Tudo isso junto formando um corpo saudável e são. O produto que quero vender é:
Qualidade de vida!
AMORES PRONTOS
O mundo vende amores prontos,
envelopes selados com promessas.
Mas o espírito, na forja dos encontros,
sabe que amar é mais do que pressas.
É não usar o outro como espelho,
nem como escada, nem guarida.
É ver o outro inteiro, sem conselho,
e ainda assim, chamá-lo para a vida.
É permanecer, se for verdadeiro,
e partir, se a verdade assim mandar.
Pois há fidelidade no caminheiro
que se recusa a profanar o verbo amar.
Quem é fiel ao próprio coração,
não se deita com a ilusão que passa.
Prefere a solidão com retidão
do que a companhia que desgasta.
O amor fiel não é o que sempre fica,
mas o que, ficando ou indo, é luz.
Porque sua raiz é ética rica,
e seu fruto: paz que não seduz.
Seja fiel, então, ao teu princípio,
não à carência que grita ou finge.
Pois quem ama com eixo e com princípio
não se perde... mesmo que se atinja.
“Liberdade Não se Negocia”
Meus limites agora incomodam sem dó,
pois minha liberdade não se vende, nem por troco, nem por pó.
Continuo o poema com versos de liberdade,
Pois por definir limites virei um vilão que dizem que só fala maldade.
Não os culpo pela arrogância, pois não possuem mais o objeto da ostenta ocasião.
Estavam distraídos demais, preocupados com stories em suas redes sociais, embriagados na roda do escarnescimento que durante anos colocaram minha dignidade no altar.
Mas nesse lapso das suas loucuras que comecei a me libertar.
Sem nínguem perceber, sai de fininho.
Cantando no silêncio da alma, meu redentor me ensinou a sair bem mansinho.
Já não danço conforme o som da manipulação,
não sorrio pra mentira nem disfarço opressão.
Chamavam de amor o que era controle,
gritavam “cuidado” pra manter oculto as minhas escolhas.
Mas eu vi tarde ou cedo, a máscara cai,
e o que chamam de zelo, é só medo que atrai.
Minha alma cansou de viver com contrato,
com cláusula oculta e afeto barato.
Hoje sou cláusula viva, sou artigo final,
sou o próprio decreto contra o amor desigual.
Se minha liberdade fere, então reveja o seu jogo,
pois não sou mais brasa pra acender o seu fogo.
Não sou sua régua, nem sigo seu mapa,
aprendi a voar fora da sua capa.
A liberdade de antes era só decoração,
era o laço bonito que amarrava a opressão.
Hoje não, hoje é grito, é peito aberto, é estrada,
é dizer “não” sem culpa, sem volta marcada.
Me compare com quem quiser, não vou recuar,
porque só quem já foi cativo, sabe o que é se libertar.
E eu me libertei não pra fugir do amor,
mas pra não sangrar mais por um amor sem valor.
Que fique aqui registrado, meu Redentor vive e me comprou com alto preço.
Foi na Cruz do calvário que ele deixou a palavra final.
Então não venham ensinar qual é meu papel, se sou seu vilão é porque meu personagem agora é real, e não vive por migalhas nem por troféu.
Então guarde seus “mas”, seus “calma”, seus “porém”,
eu sou tempestade pra quem vive de amém.
Matador de gigantes, com cinco pedrinhas e um basculante.
A favor do Deus vivo.
Inegociável e adiante.
Tempo ao Tempo.
Dono da verdade.
Com o dono da verdade não há negócio.
Ele não a vende e não a aluga; empréstimo e doação nem pensar.
Deixa-a para seus herdeiros.
Quando você se ama intensamente, você terá amor suficiente pra dá, amor não se vende nem se compra, se conquista.
Tem muitos que ousam dizem: Tudo que tenho é de Deus. E se Deus dissessem: vende tudo e dá aos pobres? o que faria?
POBRE VENDE SUA COMIDA. ("O homem que se vende recebe sempre mais do que vale." — Barão de Itararé)
Não há lei de conservação ambiental que funcione para os ricos. Não tem como não depredar, se o pobre deve levar comida para os ricos (ou dos ricos), eles são esbanjadores. Ninguém sabe tirar da natureza o necessário e repor. A farsa do mal da extinção. Disse Chico Xavier: "...desilusão de agora será benção depois"! A mãe natureza sabe por si só se restituir, embora alguns tenham que sofrer para isso. Que farão os ambientalistas quando a população mundial chegar aos 13 bilhões, prevista para 2050? Matar as pessoas...? Não preciso ser como muitos apáticos e sem opinião formada sobre nada, fingindo ser dedicado a meu trabalho, e usando o clichê: "sou pai de família trabalhador". Como pode uma pessoa sem conjecturas ser diligente? Se a água acabar, o oxigênio também acabará. Se a população dos humanos aumentar, as populações de animais também irão. No Cazaquistão comem cavalo; na China, cachorro. Ninguém morre de fome, especialmente os ricos. Os pobres comem dinheiro. CiFA
Quando um político vende o seu carácter em troca da destruição da vida do povo, é porque este nunca teve dignidade.
Tempo ao Tempo.
Sonhos emprestados.
Ei, moça: você vende sonhos?
Não, mas posso emprestá-los.
Como consegui-los?
Descubra-os...
O capitalismo dividiu as mulheres em dois tipos: a que se vende e a que vende. Uma é indigna e a outra virtuosa.
