Vencemos mais uma
O Teatro
Sempre é com muita expectativa que se inicia uma peça teatral. Muitas vezes não sabemos se o mocinho se dará bem ou se na verdade ele será mal.
Em toda peça cada um tem seu papel.
Existem os atores, os colaboradores, os espectadores e os roteiristas e cada um veste seu véu.
Os atores fazem a mágica surgir. Já os colaboradores ajudam para que isso eles possam conseguir.
O roteirista é a chave de todo segredo, pois ele já sabe tudo que irá acontecer. Às vezes até como ator participa do enredo, para observar e convencer.
Os espectadores assumem a mais importante função.
De participar do espetáculo, julgando a sorte da exposição.
Por fim se aprende que tudo aquilo pode te transformar e é claro que depende da estória que irão contar.
Mas uma coisa será sempre certa e que ninguém poderá garantir.
Se no final do teatro o público irá aplaudir.
Labirinto de Conjecturas
Muitas vezes a verdade pode ser uma ilusão.
Nada menos que o reflexo da própria imaginação.
Nos perdemos atribuindo culpas a quem pode não ser o culpado.
E esquecemos de pensar no que existe bem alí do outro lado.
Mas ainda assim acreditamos e defendemos veementemente, a estória daquele que apenas mente.
Por outro lado pode ser verdade aquela convicção, mas para isso depende da nossa percepção.
No fundo se observa que talvez você esteja perdido, acreditando no pode não fazer sentido.
Não adianta usar suas forças por algo que não conhece, você estará propagando a verdade de quem não merece.
Sem saber realmente a verdadeira intenção. Podemos estar lutando a favor de um impiedoso dragão.
Contribuindo para alimentar as mais terríveis loucuras.
Ou apenas ficar perdido em um labirinto de conjecturas.
Quando rio e mar se encontram é uma entrega perfeita, encaixe...não importa onde o mar começa, onde termina. Infinito, perfeito esse encontro. Rio, mar...eu, você !
Porque as coisas ruins vem uma atrás das outras ?
- Deve ser porque Deus testa a nossa fé nele, pra ver se somos capazes e dignos do amor e da compaixão dele.
- Assim seremos mais fortes, com nosco mesmo e com as outras pessoas ao nosso redor.
Quando estou entrando em processo de estresse, faço uma “faxina” no “canto” onde vivo, ou melhor, cuido do meu jardim: rego o que preciso manter, “replanto” em outro lugar o que já está me cansando, desprezo o que já contém ervas daninhas, distribuo o que pode ser útil para outras pessoas, pois aprendi muito cedo que o que não é mais necessário pra mim pode ser importante para outras pessoas. Quando isto não resolve, porque o “fardo” está muito “pesado, faço um “deserto”, recolho-me no silêncio possível.
O maior "problema" nas pessoas é a forma em que eu observo cada uma, logo, as pessoas não tem problemas, o problema está em mim.
Na boa? O problema é meu! Sou eu!
Em cada passo que eu der, cada estrada que eu trilhar, terei sempre uma unica certeza: sozinho não estou, comigo esta Deus, que caminha lado a lado pelas estradas da vida, que me sustenta nas dificuldades, que me ampara e me fortalece nas tempestades. Priscilla Rodighiero
"Tem dias que acordamos com os sentimentos a Flor da Pele! Uma sensibilidade que nos consome, como se a boca quisesse gritar para o mundo nossas desavenças e lutas...." Priscilla Rodighiero
Um novo dia, novas esperanças, novas expectativas, uma nova semana inteirinha para descobrir. Sabe o que eu desejo? Que Deus esteja comigo em cada passo, em cada estrada trilhada, em cada decisão, em cada escolha e tenho certeza que tudo correrá bem, e ao final de tudo terei apenas bênçãos para somar. Feliz Segunda-feira! Priscilla Rodighiero
Hoje quero desejar a todos uma Páscoa de amor, de perdão, de fé, de esperança, de otimismo, de renovação, de recomeço. Uma Páscoa que vai da ressurreição do amor, a amizade sincera e a vontade de viver... Uma Páscoa que seja pra cada um de nós o renascimento de uma nova vida. Porque CRISTO vive! E assim podemos crer no amanhã... (Priscilla Rodighiero)
Se você se julga digno de algo, não espere que isso venha até você, afinal, você criou uma dignidade baseada em atitudes...
TRÊS DIAS PARA DIZER EU TE AMO
Sozinho era como eu estava.
Sozinho era como eu cantava.
Uma música que narrava minha solidão.
Eu era um soldado da minha própria ilusão.
Aviões sobem e descem, levando pessoas, pelas pistas.
Eu olho pela janela e vejo a sociedade formada por raças mistas.
E eu só.
Quando era pra eu estar incluído, eu estava na borda.
Me sentia como se estivesse bambeando em uma corda.
O concreto vira pó.
Eu pego um papel e o pinto de prata.
A cor é sobre meu isolamento.
Corto o meu dedo na folha e isso quase me mata.
A partir daí começa o encantamento.
É como se alguém chegasse de repente.
E abalasse tudo o que você sente.
Não sei quanto tempo vai durar.
Não sei se isso veio pra ficar.
Mas vou viver intensamente.
Vou respirar profundamente.
Vou cometer erros.
Não sou experiente no ramo.
Não tenho certeza do futuro.
Mas tenho por base:
Bastaram três dias para dizer eu te amo.
E de repente a solidão fica no "plural".
O pó vira um edifício colossal.
O papel prata se transforma em vermelho.
É por causa do corte?
Esse é o cheiro da morte?
Eu acho que alguém o pintou.
Eu acho que isso é amor.
E eu espero que o vermelho não possa sair.
Nunca sair.
Se você pulasse do edifício,
Eu não seria o braço estendido lá embaixo pra te segurar.
Eu seria sua asa, pra te fazer voar e não te deixar cair.
Nunca cair.
O final desta história nós não vamos escrever.
Não vamos escrever.
Por que é que tem que ter um final? Seguir à risca?
Aviões sobem e descem, levando pessoas, pelas pistas.
E um dia um deles vai trazer você.
Trazer você.
Se tem uma coisa que me torna muito humano,
são os meus defeitos.
Sou estritamente apegado a eles.
Não vá você tirá-los de mim!
A vida é uma roda gigante. Quem está embaixo, sobe. Mas a partir do momento que o de baixo subir, o que está em cima irá subitamente descer...
Era um retrato triste, de uma vida amarga...
Ele não sabia onde queria estar, talvez em lugar algum...
Mas ao menos ele não tinha medo de ter medo...
Era só um retrato amargo, de uma vida triste...
Sorte?
Sorte eu só tive uma vez na vida,
quando te encontrei.
O restante do que sou e tenho
é consequência do que causa em mim.
É fato que a vida pode ser doce.
Sinta o sabor doce e acostume-se.
Uma boa ação, pra ser realmente boa, não carece de ser exposta. O encanto da coisa se desvenda no momento em que o público, por si só, enxerga a mudança em você. Quando uma grande atitude parte de você e você coage o público a enxergar o que fez, deixa de ser grande e torna-se exibicionismo.
Ricardo Cabús
O álcool nosso de cada dia
Há uma expressão em inglês que é muito interessante e que nesse momento veio-me à mente: ‘take it for granted’. Uma tradução possível para o português seria ‘dar algo como certo por antecipação’. O porquê dessa lembrança eu conto a seguir.
Estou tentando escrever um artigo em meu computador e o mouse não quer me obedecer. Ratos em geral são desobedientes, é verdade. Mas o eletrônico costuma ser submisso. Quando acontece algo desabonador, como não levar o cursor ao devido lugar da tela, pode significar que há alguma sujeira na área. Nesse caso, para voltar ao pleno domínio da situação basta limpá-lo. Pois é, a obediência de um rato eletrônico, diferentemente do natural, pode estar diretamente relacionada ao seu asseio. E se quisermos analisar de forma, digamos, endobiônica, não à limpeza externa, mas à interna. Assim, decido verificar o seu teor de sujidade. Coloco-o de ponta-cabeça e abro o compartimento que contém uma esfera, responsável pelo funcionamento da geringonça. Tudo bem, dispositivo; a ira não gosta de substantivos neutros. Então retiro a bolinha e imediatamente percebo que a chafurda é verdadeira e suficiente para deixar o rato para lá de insubordinado. Ora, penso, nada que um cotonete com álcool não resolva. Em poucos segundos os conectores estarão limpos e o rato voltará cegamente a seguir minhas ordens. Simples! Simples? Simples, desde que houvesse álcool.
E é aí que vem a questão. Um alagoano como eu – acostumado a viver arrodeado de cana-de-açúcar e ver álcool à venda em qualquer bodega da minha cidade – jamais poderia imaginar que não houvesse álcool à venda aqui na Inglaterra, berço da revolução industrial, classificada como ‘país de primeiro mundo’, e procure elogios, que você acha... Acha tudo, até macaxeira, menos álcool.
E como tudo tem seu motivo, apesar de nem sempre concordarmos com ele, a ausência de álcool nas prateleiras dos supermercados, farmácias e congêneres deve-se simplesmente a um fato: os ingleses bebê-lo-iam. Soa estranho? A mesóclise ou o significado da frase?
Mas o pretexto é esse. Concordar é outra história. O índice de alcoolismo por aqui é bastante alto. A maneira de combatê-lo é que é esquisita, além de não haver álcool comum para ser comprado por pessoas comuns, os bares geralmente só ficam abertos até as 11 da noite. No entanto você pode começar a beber a partir das 11 da manhã, se assim quiser. Eu hem?
Sim, mas voltando ao meu computador, faço o que vi um nativo fazer outro dia: uso minhas unhas para tirar o possível da sujeira existente na barriga do rato, dou um belo sopro, com direito a uma baforada de poeira, recoloco a pelota, tampo o bicho e bola pra frente que é jogo de campeonato.
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