Velas
Aqueles que condenam grandes revoluções são os mesmos capazes de apagar com um sopro as velas, que surgem como clarividência da individualidade.
Não podemos escolher a direção do vento, mas sempre é possível ajustar as velas. maturidade não é sobre controlar o que acontece e sim sobre aprender a navegar quando não se tem controle do caminho. você tem sido maduro?
Autor desconhecido
O eu lírico está morto...
Suas frases se foram feita as pétalas murchas...
As velas consumidas pelo fogo em lágrimas se acabou...
Ironia torna-se evidência dos fatos mortos.
Ninguém ousa falar pois silêncio grita.
Eu a amo, daria minha vida por ela. Poderia ser por velas queimadas, queria me mergulhar naquele mar flamejante... Aqueles olhos que me seguram, assim como um guindaste prestes a se arrancar. Poderia correr atrás dela por quilômetros, queria ter sido aquela flecha que acertou teu coração. Mas não escolho teu anjo caído, meu escolhido era o morto. Meus ossos te mostram meu coração ainda batendo, se eu pudesse me levantar...
Nossos antepassados não tinham energia elétrica, a noite acendiam lamparinas, lampiões e velas, todos viveram sem reclamar!!!
Hoje temos tanto conforto, desfrutamos a benção da Energia Elétrica e reclamamos quando falta energia elétrica por 1 hora!!!
PS: Reclamar de barriga cheia é muito feio!!!!
Estrelas são as plantas do jardim celestal, e podemos vê-las
O bem ou o mau são plantas do jardim emocional que você cultiva, e também podemos vê-las
O que cultiva em seu coração reflete sua opção
Na dúvida, aceitei o engano como professor, reajustei velas e segui adiante, o vento já conhece meu nome.
No dia do meu nascimento, eu não apago velas — eu acendo fogueiras sob os pés dos tolos, enquanto meus aliados juram lealdade eterna. Parabéns a mim, o arquiteto do caos calculado.
As paixões são os ventos que movem nossas velas: às vezes nos lançam contra as ondas, mas sem elas permaneceríamos eternamente ancorados.
Para
as nossas
velas machucadas, quase todos os ventos são tempestades.
Há um cansaço que não se vê de longe.
Um rasgo pequeno na vela, quase invisível aos olhos distraídos, mas que muda completamente a forma como o barco enfrenta o mar.
Quando estamos feridos — por perdas, frustrações, decepções ou silêncios que doeram demais — até a brisa mais suave parece ameaça.
Não é o vento que sempre é forte demais; às vezes, somos nós que ainda estamos frágeis demais para suportá-lo.
Velas machucadas não significam fraqueza.
Significam travessia.
Significam que já enfrentamos mares revoltos, que já insistimos em continuar mesmo quando o céu escureceu.
Mas também revelam haver remendos a serem feitos, pausas necessárias, portos onde é preciso ancorar antes de seguir viagem.
Quando quase todos os ventos parecem tempestade, talvez o chamado não seja para lutar contra o céu, mas para cuidar da vela.
Para reconhecer nossos limites sem medo e sem culpa.
Para entender que sensibilidade não é incapacidade — é sinal de que algo em nós pede atenção.
O mundo continuará soprando seus ventos: opiniões, mudanças, despedidas, desafios inesperados…
Nem sempre teremos controle sobre sua intensidade.
Mas podemos escolher reparar o que foi rasgado, fortalecer o tecido da nossa coragem e aprender, pouco a pouco, a distinguir brisa de tormenta.
Porque, quando a vela é cuidada, até o vento contrário pode se tornar direção.
Para as nossas
velas machucadas, quase todos os ventos são
tempestades.
Há momentos em que não é o mundo que se torna mais cruel; somos nós que, marcados pelas perdas, pelas decepções e pelas diversas agruras, passamos a sentir-nos ameaçados a cada rajada de vento.
Uma vela rasgada não distingue a brisa do vendaval.
Ela apenas se lembra da última vez em que quase se partiu.
As feridas têm essa capacidade de alterar nossa percepção.
O que antes seria apenas um desafio passa a parecer um desastre.
Uma palavra soa como rejeição.
O silêncio parece abandono.
Uma mudança se transforma em medo.
Não porque a realidade tenha mudado, mas porque a dor nos ensinou a esperar o pior.
No entanto, viver não é encontrar um mar sem ventos.
É aprender, aos poucos, a costurar as próprias velas.
Cada remendo representa uma experiência transformada em sabedoria, uma lágrima convertida em coragem, uma queda que nos ensinou a navegar com mais consciência.
Talvez o maior sinal de cura seja justamente este: quando voltamos a reconhecer que nem todo vento veio para destruir.
Alguns chegam para mudar a direção, outros para acelerar a travessia, e há aqueles que apenas lembram que o barco ainda está vivo, ainda flutua e ainda pode alcançar novos horizontes.
Que tenhamos paciência com as nossas velas machucadas, mas que não nos esqueçamos de repará-las.
Porque, quando a alma se fortalece, até as tempestades deixam de ser apenas ameaças e passam a revelar a força que nunca imaginamos possuir.
Para as nossas
Velas Machucadas, quase
todos os Ventos são Tempestades.
Há momentos em que não é o mundo que se tornou mais cruel; somos nós que chegamos diante dele carregando feridas que ainda doem.
Então, qualquer palavra parece agressiva, qualquer silêncio parece abandono, qualquer mudança parece ameaça.
O vento, que para outros poderia ser apenas brisa, em nossas velas rasgadas transforma-se em tempestade.
Talvez por isso devêssemos ter mais cuidado ao interpretar aquilo que nos acontece.
Nem todo vento veio para nos derrubar.
Alguns chegam justamente para nos tirar do lugar onde permanecemos tempo demais.
O problema é que, quando estamos machucados, confundimos movimento com perigo e liberdade com perda de controle.
Há feridas que não aparecem no corpo, mas alteram a maneira como navegamos.
Após certas decepções, passamos a desconfiar até da esperança.
Após algumas perdas, começamos a chamar de prudência aquilo que, muitas vezes, é apenas medo.
E, para não sofrer novamente, construímos uma espécie de abrigo dentro de nós — seguro, silencioso e, às vezes, solitário demais.
Mas nenhuma embarcação foi feita para permanecer eternamente ancorada.
É preciso reconhecer as próprias feridas sem permitir que elas se tornem bússolas.
Curar-se não significa esperar que o mundo deixe de soprar; significa fortalecer as velas para que nem todo vento pareça uma ameaça.
Talvez a Maturidade Emocional esteja justamente nisso: aprender a distinguir tempestades de ventos necessários.
Entender que algumas mudanças assustam, mas não destroem.
Que algumas partidas doem, mas abrem caminhos.
E que nem tudo aquilo que nos tira do lugar está nos tirando de nós mesmos.
Porque, no fim, a vida continuará soprando.
E talvez a nossa tarefa não seja pedir ao vento que seja mais brando, mas cuidar das nossas velas para que elas voltem a suportar a viagem.
Há pessoas aparentemente reles, mas que se tornam deslumbrantes quando passamos a vê-las sem o uso dos olhos!
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