Velas
Âncora recolhida, velas ao vento, mãos no leme... Resgatar o meu eu perdido na ilha dos sonhos esquecidos.
Queimar velas, queimar incenso ou "queimar" ervas, por vezes, a mesma ilusão de conectar os pontos.
Páginas amarelas
Amareladas,enegrecidas
Cores parafinadas das velas
Jazidas no tempo, esquecidas
Um escrito documento no tempo parado
Estabilizado pela fagulha do cosmo intempestiva
Borbulhando constante agitado
As cordas velhas da antiga festiva!
E escreves por aquele antigo pecado
Lamentável erro do passado
De quem fora o vilão responsável
Pelo castigo indecifrável
Eu,louco das ruas poeta
A afogar-me em distante loucura
Com alma bastante inquieta
Deitado nos braços da nobre figura!
Anjo Branco
Entre lamúrias
E lágrimas fervorosas
Após desconhecidas injúrias
Entre velas temerosas
Salte para cima ó poderoso ser
Detenha-te para o principal penhasco
Deste mal pérfido a apossar-se do meu querer
Ele se põe de pé arrogante e bate o casco!
Venha Anjo Branco nos proteger
Desta terra louca e ensanguentada
Esse pesadelo vil esquecer
Clareie minha doce jornada!
Com vosso olhar
Espalhas teu fervor
A alegria de amar
Está no vosso grandioso amor!
Nossos antepassados não tinham energia elétrica, a noite acendiam lamparinas, lampiões e velas, todos viveram sem reclamar!!!
Hoje temos tanto conforto, desfrutamos a benção da Energia Elétrica e reclamamos quando falta energia elétrica por 1 hora!!!
PS: Reclamar de barriga cheia é muito feio!!!!
Não peça para que os ventos mudem de direção; aprenda a ajustar as velas com tal destreza que até o sopro contrário o impulsione para a frente. A sua estabilidade não vem da calmaria do mar, mas da força da sua âncora interna.
Somos como veleiros: alguns se deixam prender pelas âncoras do passado e ali ficam, com as velas tristemente amainadas; outros soltam as correntes, içam as velas e seguem, vivos, pelas águas do presente.
Ah!!
Esse mar, de águas
cristalinas, de Marinhos Cavalos.
Velas ao vento,
embarcações a dentro
te navegar. Mar de ilusões,
de promessas para Iemanjá.
Garrafas com juras de amor lançadas ao mar.
Mar, de verde Esmeralda, que é raso.
Crianças brincam,
Pegam jacaré.
Nas areias fazem castelos de contos de sereias, e princesas.
Ah!!
Esse mar, mar de amor.
Mar de amar, de navegar.
Sereno mar.
LUZ é um dom que já nasce conosco. Ou agente traz de berço ou vai morrer acendendo velas ou fazendo gambiarra pra sair das sombras e da escuridão.
No dia do meu nascimento, eu não apago velas — eu acendo fogueiras sob os pés dos tolos, enquanto meus aliados juram lealdade eterna. Parabéns a mim, o arquiteto do caos calculado.
Há mares que não se atravessam apenas com velas e ventos, ora conduzido pela brisa, ora desafiado pela correnteza. Navegar, afinal, é compreender que a liberdade está em deixar-se ir, mesmo sem saber o porto.
Na dúvida, aceitei o engano como professor, reajustei velas e segui adiante, o vento já conhece meu nome.
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