Veio e Passou como um Cometa
Que Mimo!
Tu és morena e sublime
Como a hora do sol posto.
E, no crepúsculo eterno
Que te envolve o lindo rosto,
O céu desfolha canduras
De alvoradas e jasmins,
E passam roçando n'alma
As asas dos querubins...
Teu corpo que tem o cheiro
De cem capelas de rosas,
Que t'enche a roupa de quebros,
De ondulações graciosas,
Teu corpo derrama essências
Como uma campina em flor:
Beijá-lo!... fôra loucura;
Gozá-lo!... morrer de amor...
Eu busco a ideologia total usada na forma de viver e como a absoluta rejeição de todo e qualquer tipo de tradição ou esquema anterior. Sou conta a beleza eterna, contra as leis da logica, contra a eternidade dos princípios, contra a imobilidade do pensamento e contra o universal. Sou adepto que promovem a mudança, a espontaneidade, a liberdade da pessoa, o imediato,
o aleatório, a contradição, defendo o caos perante a ordem e a imperfeição frente á perfeição.
Incompreensível... eis-me aqui.
Às vezes meu coração é pequeno. Só se preocupa com o que tem nele. Como se não desse conta de quão maior é o que tá fora...
O amor é como o sol aquecendo o corpo e alma .
Faz a vida ser mais bela e o homem ser feliz!
Aqueles que o percebem dele não abre mão,
não se afastam e o quer em seu coração.
Seus momentos vividos são eternizados
e dele faz valer o mais puro sentimento.
É uma entrega sem cobrança
Um doar_ se verdadeiro
Uma entrega por prazer
Não existe dor ,há apenas amor
O prazer de fazer com que o ser amado seja feliz.
Ele não sufoca pois não é possessão
Liberdade é seu nome
E o estar bem é tão gostoso que ultrapassa a razão.
Ele é amigo
É parceiro
É sincero
É verdadeiro
Tem consciência do seu valor
Sabe bem o que conquistou
A magia está nas suas atitudes
E o encanto permanece vivo
A paz está presente
E sua conquista é para toda uma vida.
Islene Souza Leite
Se meus olhos pudessem registrar
Em papel, como uma câmera fotográfica
Registraria cada respiração tua
Cada passo errado, cada riso bobo
Cada movimento dos olhos e do corpo
Mas tenho a sorte de poder deixar
Tudo registrado em minha mente
Teus olhos, lindos e inquietos
Teu cabelo e barba, tão negros
Quanto o breu da noite
Ah, tua pele, teu peito
Tua respiração, tuas corridas
Teus tropeços, tuas vindas
Tua voz, teu riso, tua boca
Tenho tudo registrado
Em minha mente e em meu coração.
A vida nos deixa muitas marcas, marcas profundas como as da amizade. Mas dou graças a Deus, por ter uma tão expressiva como você!
contemporaneidade
a.C. eu ñ sei como era,
mas d.C. inventaram o cel.
uma moça me add no FB
me convidando para tc.
dps d mt bate-papo
nós nos tornamos amgs,
morávamos longe um do outro:
"queria mt estar ctg".
mtas trocas d msgs
expressando a nossa sdd.
d uma coisa eu tinha ctz:
nascia um amr d vdd.
um dia com uma glr,
viajamos no mês de abril
para uma festa da amg dela
lá na pqp.
eu ñ parava d reclamar,
ela explodiu: vsf!
respondi: amr, desculpa.
dá um bj, amo vc.
BELEZA SINGULAR
NÃO ERA COMO
A MULHER DA REVISTA.
NÃO ERA COMO
A MODELO NA PASSARELA.
NÃO ERA COMO
A ATRIZ DA NOVELA.
ERA LINDA COMO ELA.
Deus nos olha como olhamos para os outros; mas jamais nos olhará como os outros nos olham. Portanto, não se preocupe o que acham de você, mas se preocupe o que você acha dos outros.
Como conhecer o mundo,
sem viver o que é errado.
É o mesmo que esta amando,
sem se sentir feliz...
Como acreditar que a paixão,
não faz parte do pecado.
É o mesmo que fazer o bem,
sem saber que é bondoso...
Como querer fazer o certo,
se tudo está errado.
É o mesmo que fazer algo lindo,
no meio de uma guerra...
Como querer viver feliz,
se o mundo é a pura decadência.
É o mesmo que viver o amor,
dentro de um pesadelo...
O que eu conheço,
pode não ser o certo,
por que eu só quero,
fazer o bem...
E viver de paixão,
pode não ser errado,
por que eu só quero,
amar alguém...
Eu sei que não sou,
nenhum certinho,
pois não tenho inveja,
de ninguém...
E eu sei que ainda poço,
ter felicidade,
sem almenos ser certinho,
mais por fazer o bem...
Como vai este mundo que eu não sei?
(Ronaldo Reys)
E aí Silney, como vai este mundo que eu não sei?
Conheceu ou conversou com Raul?
Descobriu o que mais havia em seu Baú?
Conheceu outros poetas, ou outros blues?
Descobriu outros sons debiloides, ou ainda, e quem sabe um novo Pink Floyd?
Descobriu novos sons celestiais?
Ou revisitou canções ainda iniciais?
Elas brotam daí do céu?
Ou são estrelas que Deus pinta em nosso painel?
E aí Silney, como vai este mundo que eu não sei?
Por aqui no mínimo saudades.
Na verdade uma grande falta. Falta de toda sua dignidade.
A falta de alguém tão querido.
Do meu primo, do meu irmão, de você meu amigo.
A falta, inclusive de uma palavra que falta, pra traduzir sua falta.
A falta de você, de sua luz, do seu incrível ser.
Não sei se sabe, mas na turma da bagunça, nos reunimos menos.
Natural!
Não tem como compor o elo da corrente que perdemos.
Por aqui, já se passou mais de um ano de sua partida.
E hoje seria seu niver e a poesia fica assim...
Sentida.
E aí Silney, como vai este mundo que eu não sei?
Este novo mundo tem prosa, tem verso, tem ainda mais poesia e arte?
Tem também algo que te falte?
Um texto cheio de interrogações, você deve pensar.
Não era bem o que queria inventar pra te homenagear.
Mas, é muito do que me resta. Perguntas que não querem calar?
E as respostas?
Nós vamos um dia encontrar?
Sei lá, talvez a próxima estrela que dirá.
E aí Silney, como vai este mundo que eu não sei?
Fica este refrão de pergunta, de curiosidade, de incerteza.
De buscar um pouco de clareza.
E talvez com ela, não sentir tanta tristeza.
A única certeza.
É que um dia perguntarão pra nós.
Como um decreto lei.
Como vai vc e este mundo que eu não sei?
É melhor dizermos como realmente somos para que outras pessoas não questione o que você disse que é, assim você terá mais chance de interagir e demonstrar o que você é de verdade.
O calor fazia com que as pessoas saíssem de suas casas, como formigas do formigueiro. Se reuniam em bares. Eu andava sobre a calçada, pois precisava, senão nunca escolheria fazer isso.
Os beijos, os abraços, as conversas e os sorrisos me incomodavam.
E eu continuava com os olhos do inverno. Cabisbaixo e com o olhar esquivo. Andando pelo canto da calçada, beirando os muros. Procurando o frio da minha casa e me acalentando ao encher o peito de fumaça, em me embriagar sozinho.
O que mais me deixava infeliz era perceber que acendi o último cigarro ao contrário... E também que a vida continuava.
rasgo tua carne devoro teu coração
sinto teus gritos em minha mente
pois esta morta...como esta rosa,
que deposito teu tumulo,
benéfico teus sonhos,
na minha presença, com luz do luar,
sinto perpetua o agonia...
pelo ultima gota de sangue...
minhas lagrimas me cegaram
deixaram feridas na parte mais profunda
rasgando todas virtudes...mortas para sempre.
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