Veio e Passou como um Cometa
Um fantasma .... vago como um ou talvez seja.
olhando rostos ... imaginado de onde vim .. alguem sabe de onde vim?
tentando ajudar ... + nuca sabendo c ajudei .... as vezes acho q prejudiquei .... eu ajudei a alguem?
dividido entre meu coração e a culpa ... fantasmas sentem?
mas sinto que apenas vago pelo mundo ...
vejo nos rotos de crianças o sorriso de minha filha ... e encada dorso desnudo o encanto de minha amada....
eu escuto os lamentos de pessoas pela minha perda .... por nao estar nem aqui e nem la ... apenas vagando ....
talves vagando no meio de dois mundos; como um fantasma ..... fantasmas sentem? .. pq eu sinto.
ou sinnto o descaso, a intolerancia, a fome, a tristesa ... a ingenuidade... a maldade ... e doi.
mas se nem como fantasma tenho paz ... oque que me adianta ser? ... somos folhas levadas pelo vento?
talvez seja so mais um ... talves venha a pairar pela casa dos meus ancestrais como tds fazem ... como os fantasmas que la habitam.
mas se é isso q vai me acontesser .... será que terei a recompença de ver os que amo bem? ... eu daria minha meia vida por isso.
eu caminho por casas morta ... por onde ja houve alegria ... e hj so existem panos sujos e velhos cobrindo oq restou ....
oq restou de casas humildes ... aonde c ria durante o jantar na beira de TV? aonde c converçava e c brigava? ... aonde eramos?
hoje ... sao apenas a lembrança de casas cinzas e moveis velhos com panos cobertos.... um cemiterio do que foi feliz um dia.
em que momento perdemos a paz que nasce conosco? ... alguem sabe? ... me lembro vagamente de ja tela tido ... lembro dos sorrisos ...
de tardes expeciais ... de beijos e carinhos .... de olhares e sentimentos .... talvez não tenham nem existido ....
uma vez ouvi dizer q apenas vemos oque queremos ver... mas como um fantasma eu prossigo ... como uma sobra no mundo ...
ja q nao tenho mais pra onde ir ..... já q nao tenho mais amigos .... e os que amo, ja nao me teem mais em carne ... apenas uma lembrança ...
translucente .. fraco e ralo .... uma sobra do q eu fui .... sombras sao fantasmas de nos mesmos?
ou talvez so a ideia do que somos?ou oq fomos?.... pq c sao, acho a lembrança do que fui, so constitui
uma cilueta do que sou hoje ... um fantasma.
As idéias de um gênio são como explorar uma mina de ouro: a cada escavação, uma nova pedra de ouro é encontrada.
Um homem quando ama, se torna frágil como as petalas de uma rosa, mas não deixa transparecer para que sua maculinidade não seja colocada em dúvida.
Infeliz é Aquele Que Nunca Foi e Vai Sentir Como é Gostoso e Como é Forte a DOR de um Sofrer pelo um AMOR!!!!
Conte sua historia como um poeta para que sejam ressaltadas as suas vitorias, viva o presente como um historiador para que tenha sabedoria nos seus atos e deixe o futuro para depois, afinal, ele será o reflexo da sabedoria poética de sua vida.
Cada parte dele é como um tesouro para ela,
Cada pequena volta do seu cabelo,
Cada olhar estranhamente caloroso que ele dá
Cada vez que ele vira a cabeça quando está confuso.
O impacto que ela tem a cada palavra que ele diz.
Isso é inexplicável, e mesmo que possas medi-los em palavras,
Nunca será suficiente o bastante para descrevê-lo claramente
Porque essa pessoa é única do para ela.
Para ela e ninguém mais.
E isso basta.
Não vejo um amigo como uma pessoa que sempre lhe ajuda quando você pede, mas sim a pessoa que sempre lhe pede se quer ajuda
Há coisas que nao voltam atrás, como um disparo fatal de palavras vindas de um homem que por se achar superior, quer quebrar as regras e retroceder uma flecha lancada, uma palavra dita ou, uma oportunidade perdida.
Grão de areia
Entre milhões de palavras
como um grão de areia
está um invisível poema.
Um poema que nunca se escreveu.
Um poema feito grão de areia,
talvez parte de uma construção,
talvez não...
Pequeno grão de areia
em silêncio na beira do mar,
que vai sendo soprado
para um destino incerto,
talvez o mar, talvez o deserto.
Palavras que ao vento se vão
como um pequeno grão a rolar na praia,
procurando a concha da sua vida.
Não tenho pressa, sou como este grão
também sigo a rolar na areia
até renascer na praia ou encontrar o
poema da minha vida...
Só
Porque quer
Só
Por que não vem
A saudade me mostra de fato como aperta-se um coração.
Só
Você está aí
Só
Por que não está aqui
A distância me mostra como é massacrante sentir saudade
Como um dia eu pude acreditar que poderia te encontrar, num mar de ilusões eu mergulhei, a procurar voçê, sabe o que eu encontrei? Nada, pois não sabia ao certo se era voçê que eu tanto procurava...
Viva um momento como se fosse o único e o último, mas não se iluda, não crie esperanças.
Momentos nunca voltarão e as pessoas sempre mudam.
Eu sou como Jean Valgean
Eu sou um homem comum
com meus problemas comuns,
com hora marcada para tudo,
com cartão de crédito estourado,
com aluguel para pagar,
e prestação do carro pra vencer...
com carnê, IPVA, IPTU pra pagar.
Eu sou um homem comum,
com minhas crises de existência,
com minha constante sonolência,
com meus medos e meus segredos
prestes a se desvendarem.
Eu sou um homem arredio
com a minha falta de mim,
um homem sem crença, que crê,
descrente pela situação
contínua da nossa vida,
assalariado, mal pago, asmático
com falta de ar até pra respirar...
um homem que não sabe mais
o que fazer nem desfazer;
um homem que não gosta de sapos
mas que engole vários,
que não sabe dizer mas diz
cobras e lagartos dos politicos
e pseudolideres desta nação.
Um homem que talvez não seja mais
capaz de digerir o alimento
que lhe empurram garganta abaixo,
mas que necessita se alimentar
para poder sobreviver...
eu me sinto como Jean Valgean,
um miserável atribulado
por uma situção indesejável,
um ladrão sem escrupulos,
um Robin Hood do pão...
Pago as minhas dividas com fé,
suor e contradição, creio,
acredito na ressurreição
do homem bom que me habita,
que me faz sentir-se vivo
e esperançoso em meio ao caos.
Tenho medo, como todo homem,
de sair as ruas e ser atropelado,
de não poder voltar pra casa...
tenho medo dos meninos nos faróis,
dos mendigos pelas praças,
dos bebados e dos equilibristas,
adormecidos pelas calçadas;
tenho medo que algum deles possa ser
um de meus irmãos e irmãs..
eu, como Jean Valgean, não hesito,
não hesitaria em pegar um pão,
mas prefiro pensar que não,
que não há necessidade de roubar,
quando se pode trabalhar,
amar ao próximo e se doar
com tamanha e total satisfação,
que não é preciso tirar de ninguém
o direito à educação, o respeito,
a justiça, o dever de cidadão.
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