Veio e Passou como um Cometa
Dizer boa noite é um simples fato pra chamar sua atenção e dizer “ eu pensei em você antes de dormir “ beijos, meu anjo! Um ótimo dia amanhã pra você.
Iria dizer um bom dia especial pra você hoje, mas acabei desistindo…! Pois, o dia hoje já é especial tendo você
Com isso, há uma valorização da cultura da roça, um reforço positivo sobre a identidade dos agricultores do campo.
(Redin, 2019, p. 71)
A irresponsabilidade não tem idade
A diferença de um adolescente para um idoso é: o adolescente acha que tem todo tempo do mundo para curtir a vida, o idoso tem certeza de que lhe resta pouco tempo.
Ser jovem é uma coisa, ser velho é outra coisa
A juventude é um estado de espírito, a velhice é um estado físico
O problema da SAÚDE não são os médicos, são os políticos.
Injustiça é um político analfabeto, incompetente e corrupto, ganhar mais que um médico alfabetizado, competente e honesto
O ódio é um tiro pela culatra
Quando permitimos o ódio dominar a razão,
assinamos a nossa própria condenação
O tempo não é uma borracha que apaga o que você escreveu nas páginas da vida.
O tempo é uma caixinha de lembranças, fechada por uns e aberta por outros
Não nasci para ser apenas uma coisa
Ser escritor é abraçar um projeto muito pessoal e, muitas vezes, solitário. É ficar a sós com os pensamentos, escolher palavras, construir ideias e tentar transformar sentimentos em histórias. Já nas profissões coletivas, a felicidade parece transbordar quando o trabalho termina e a conquista se transforma em vitória compartilhada.
Certa vez, ouvi Flávio Gordon, jornalista e escritor brasileiro, definir, com sabedoria: a estética determina o que é belo e o que não é; a moral distingue o certo do errado; e a política define amigos e inimigos.
Pois bem! Eu adoro escrever, ouvir música, assistir a comédias, contar piadas, ver filmes de western, cozinhar, conviver com crianças e idosos, aprender coisas novas para compartilhá-las e, principalmente, conversar com os amigos. E é aí que começa o meu dilema: como posso querer ser escritor se gosto tanto de gente?
Quando caminho, geralmente encontro os assuntos sobre os quais desejo escrever. É na solidão das trilhas que meus pensamentos ganham profundidade. O silêncio, a brisa, as folhas que caem, o canto dos pássaros, o perfume das flores, a chuva, o movimento das formigas e até o zumbido das abelhas me ajudam a enxergar o mundo por outros ângulos. Caminhar é como abrir uma janela dentro de mim, por onde entram ideias que, mais tarde, tento transformar em palavras.
Talvez eu devesse ter escolhido outra profissão. Quem sabe estilista ou designer de moda, já que gosto de me vestir bem e minha filha Beatriz, profissional da área, às vezes me ajuda a escolher a roupa certa para cada ocasião. Ou professor, porque adoro pesquisar, aprender e compartilhar conhecimentos. Talvez político, pois gosto de percorrer as cidades, identificar o que está errado, perceber o que falta à população e cobrar soluções. Também não escondo minha indignação diante dos corruptos, dos aproveitadores e daqueles que colocam os próprios interesses acima do bem coletivo. Ou, quem sabe, chefe de cozinha, já que cozinhar é minha segunda melhor terapia.
Agora, próximo dos setenta anos, percebo que me tornei um pouco de tudo isso, embora reconheça o quanto ainda tenho a aprender. A idade não conseguiu apagar minha inquietude, muito menos minha vontade de experimentar, descobrir e fazer acontecer. Talvez eu seja um generalista: alguém que conhece um pouco de muitos assuntos e, por transitar por diferentes caminhos, consegue conectar ideias que nem sempre os especialistas percebem.
Por isso, quase todos os dias, as pessoas me enxergam de maneiras diferentes e tentam me definir. Felizmente, as caminhadas também me ensinaram a ouvir mais, responder menos e não sentir a obrigação de explicar quem sou. Aprendi que nem todo mundo precisa compreender nossos caminhos, muito menos conhecer todos os nossos pensamentos.
Uns me veem como escritor; outros, como peregrino. Há quem me considere alguém que aproxima pessoas, enquanto outros simplesmente me enxergam como um sujeito inquieto, sempre inventando alguma coisa nova — até mesmo a aventura de me tornar Papai Noel.
E talvez seja justamente essa a resposta que eu procurava. Não preciso escolher entre escrever e conviver, entre a solidão das trilhas e a alegria das pessoas. Posso caminhar sozinho para encontrar minhas ideias e voltar ao mundo para compartilhá-las.
Afinal, talvez eu não tenha nascido para ser apenas escritor, professor, cozinheiro ou peregrino. Talvez eu tenha nascido para continuar sendo aquilo que os caminhos me ensinaram: alguém que nunca deixa de aprender, que gosta de gente e que ainda encontra motivos para sonhar.
E, enquanto houver caminhos a percorrer, histórias a contar e pessoas com quem conversar, continuarei sendo esse peregrino inquieto, tentando descobrir quem sou, sem jamais perder a vontade de ser um pouco mais.
Peregrino Nino Carneiro
Gil - a delicadeza de voltar a ser adolescente
Na minha adolescência, existia um lugar chamado Gil.
Era um muro, num trecho escuro, acima do mar. Um desses lugares que ganham vida própria na memória de um bairro porque, entre a escuridão da noite e o barulho das ondas, os casais de namorados se encontravam para namorar.
Eu nunca frequentei o Gil. Mas sabia da sua existência. Sabia que, por trás daquele muro, havia histórias de encontros, beijos escondidos e mãos que se procuravam longe dos olhos de quem pudesse interromper o encanto.
O tempo passou. A adolescência ficou para trás, como ficam tantas coisas que a gente imagina, mas nunca chega a viver.
Até hoje.
Hoje fui caminhar na praia com um amigo. Somos amigos há mais de quinze anos. Entre nós, sempre houve amizade, carinho e respeito. Uma história construída sem que nada além disso precisasse existir.
Mas há dias em que a vida nos surpreende sem fazer alarde.
Caminhamos de mãos dadas à beira-mar. E, em algum momento, entre o som das ondas e a quietude daquele encontro, nos beijamos no muro da escadaria que desce para o mar.
Foi quando me lembrei do Gil.
Contei a ele a história daquele lugar e disse que estava me sentindo uma adolescente.
E estava mesmo.
Não pela idade, que já não me permite enganar o calendário, mas pela leveza. Pela novidade de um gesto que, de tão simples, parecia extraordinário. Pelo frio na barriga, pela doçura dos beijos, pela mão que encontra outra mão sem precisar explicar muita coisa.
Foi um encontro gostoso. Leve. Como um abraço daqueles em que a gente não sente vontade de sair tão cedo.
Aliás, talvez essa seja a melhor maneira de explicar o que senti: vontade de morar naquele abraço.
Morar no aconchego, na delicadeza, no tempo que parecia ter desacelerado só para nos deixar ficar um pouco mais. Naquele lugar onde não era preciso pensar no depois, encontrar respostas ou dar nome às coisas.
Era só estar ali.
A possibilidade de viver um instante sem precisar transformá-lo em uma definição, sem exigir dele promessas ou explicações. Apenas sentir. Apenas desfrutar.
Pensei em quantas vezes a vida nos convence de que certas experiências pertencem a uma idade, a uma época, a uma versão de nós que já não existe. Como se, depois de tantos anos, não pudéssemos mais sentir o coração se alegrar com um beijo ou descobrir uma novidade nos braços de alguém que já conhecemos há tanto tempo.
Mas talvez a adolescência não seja apenas uma fase da vida. Talvez seja também essa capacidade de se surpreender, de sentir o inesperado e de descobrir que ainda há coisas bonitas esperando por nós.
E o Gil, que nunca fez parte das minhas aventuras adolescentes, acabou entrando na minha história de um jeito inesperado.
Hoje, não fui ao encontro de uma lembrança. Fui caminhar na praia com um amigo.
Mas voltei com a sensação de ter encontrado uma menina que ainda mora em mim.
Uma menina que, por algumas horas, caminhou de mãos dadas, beijou devagar, abraçou sem pressa e desejou morar ali.
Talvez a vida seja mesmo isso: a delicadeza de nos surpreender quando já não estamos esperando por nada extraordinário.
E, às vezes, tudo o que a gente precisa é de um mar, um muro, beijos doces e um abraço onde dê vontade de morar.
O agnosticismo não é uma doutrina sobre o que deve ser acreditado, mas um método para limitar as afirmações àquilo que suas evidências permitem sustentar.
A razão não perde sua dignidade quando encontra um limite; perde-a quando esse limite é ocultado por uma certeza artificial.
O agnosticismo não é um credo, mas a disciplina de não transformar os limites do conhecimento em fronteiras da existência.
Um milagre pode desafiar nossas expectativas; não pode, apenas por desafiá-las, reivindicar o privilégio de ser verdadeiro.
Se meu coração for um jarrinho para plantar as sementes da vida, entregues diariamente pela Graça Divina, o farei jardim, e cuidarei para que seja o mais lindo possível.
+Q Técnicos em TI:
Se 1=B, 2=O, 3=M, 4=D, 5=I e 6=A
Ganhar um 1eijo no 2lho logo pela 3anhã é sinal 4e que recebes um 5menso 6mor.
No Excel: sendo " " um 'espaço'
=Concatenar (1;2;3;" ";4;5;6;"!")
BOM DIA!
Um conto por um conto, diz o contador
Que não sabe contar a conta que conta
Para ganhar a vida, contada por outros
Fazendo de conta, que contar é bom
Um ótimo dia a todos nós, cheio de saúde, união e basto de tudo que precisamos para agradecer por mais um belo dia de Luz e Graças Divinas.
Feliz dia a todos!
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