Veio e Passou como um Cometa

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Tristeza da Alma

Hoje me veio à vontade de escrever,
Dificilmente meu sentimento entenderia,
As palavras que jamais pensaria em dizer,
Algo que do fundo da alma sairia.

Senti a mente vazia e desalmada,
Em meu peito uma imensa tristeza,
Desde as primeiras horas da madrugada,
Envolvendo o meu coração de incerteza.

Percebi os olhos ardendo e a lacrimejar,
Parecia mais um pesadelo constante,
Como uma flecha no peito a alvejar,
Arremessada de muito distante.

Com uma força avassaladora,
Deixando o coração apertado,
Com forte sensação inibidora,
Como se estivesse amordaçado.

Algo muito difícil em descrever,
Com certeza deixou uma cicatriz,
Fato que realmente prefiro esquecer,
Daquele momento triste e infeliz.

Mas felizmente o dia amanheceu,
Tudo voltou ao seu normal lugar,
A alegria no meu coração renasceu,
E o lindo verbo voltou a conjugar.

E assim viverei por toda vida,
Sem mudar a forma de pensar,
Trabalharei a experiência adquirida,
E para sempre irei me amar.

Du’Art 29 / 05 / 2016

Inserida por DuPoeta

⁠O batismo veio desde o princípio, é uma forma de expiação de nascer de novo, Deus batizou a terra com o dilúvio no tempo de Noé e tudo começou é ponto de partida para uma nova vida onde a pomba anuncia o espírito Santo a vida e em nosso Deus que é o pai e filho e espírito uno dando- se a força activa, para todo aquele que crê e o recebe para remissão dos seus pecados.
Pela nossa conversação continua e no arrependimento e no desejo de querer melhorar, fazendo convênios e ordenanças sendo reverente ao Senhor obedecendo, tendo propósito em servir e seguir seus desígnios nos bons e maus momentos.
Sendo que o caminho é longo e jornada tortuosa entre muitas vivências o batismo confirma que somos filhos de Deus e não adianta ter pressa, porque não devemos forçar porque estamos na graça e dela tudo provém acreditar que o esforço será mais fácil a medida que vamos pondo aquilo que aprendemos no evangelho em prática e em tudo na vida é assim deixo esta mensagem em nome de Jesus Cristo Amém

Inserida por EmanuelBrunoAndrade

⁠Hoje dia 11 de Maio de 2025 é o Dia das Mães!
Eu chegando aos 80 anos, me veio a recordação da minha Mãe, já com idade avançada e com Diabetes tipo 2, tratando meu irmão mais novo aidético em estado terminal, sim, pois naquele tempo não existia nenhum remédio para manter um aidético vivo, nesse estado meu irmão teve inúmeras pneumonias, talvez até tuberculose, minha mãe nunca reclamou, tratou dele até sua morte!
Minha mãe, valente e guerreira, um feliz Dia das Mães onde você estiver!!!

Inserida por ronaperr

"O gesto foi simples,mas veio com tanto amor
que fez meu coração sorrir."

Inserida por srtawrobel

⁠O amor chegou sem pressa.
Veio de mansinho .
Sem fazer alarde..
E trouxe com ele, uma certeza
Veio pra ficar.
Pois encontrou abrigo, num dos lugares mais bonitos.
O seu coração.
E ali, será seu lar, por toda a eternidade.
Pois, se existe sentimento mais encantador, eu desconheço.
Ps: É verdade esse bilhete.

Inserida por srtawrobel

Você não foi criado para carregar o peso de quem veio antes, e sim para transmitir luz para o caminho de quem vem depois. ⁠

"Para quem veio de baixo na labuta para sobreviver, remar contra a maré não é problema, é costume"!

Inserida por tassiocunha

Não deu no jornal
Ninguém veio dizer
Mas eu sei
Que as pessoas solitárias
Podem muito bem
Acabar eternamente
Com essa solidão
Que de longe parece
dolorida e constante
Mas quando se olha de perto
e pra dentro
Percebe-se
Que quase todo mundo
Esconde em si
Um deserto bem maior
Enfeitado
De algo que já não existe
E vive num mundo
Insano e delirante
Recheado
de uma esperança cortante
Um diamante às avessas
Torna-se carvão
Um coração repleto e completo
Rodeado
da pura, boa e velha
Solidão.

Inserida por edsonricardopaiva

Eu fico aqui pensando
Pra onde será que vai
E de onde será que veio
Aquilo que compõe a vida
Pois a cada instante que passa
A gente tá sempre
em meio a dois tempos
Não há nada que nos faça
Nem ir junto e nem voltar
Um dia acaba, outro começa
O horizonte sai do prumo
Os assuntos tomando outros rumos
O vento sopra, a folha cai
E qual fosse uma espécie de magia
Haverá de nascer amanhã
Outro e outro e outro dia
Sem se dar conta ou atenção
A gente vai vivendo isso
E, enquanto vivo
Nem tenta entender o motivo
Simplesmente vai vivendo
Com tristeza ou alegria
Tudo depende
Se aprendeu
A enxergar o que olha
Quando vê que lá vem outro dia
Simples e prosaico
Rotineiro e nem por isso, menos raro
Raro, porque não volta
A vida parece
Nem sair do lugar
Mas a cada uma
dessas voltas que o mundo dá
Conta outro dia vivido
Você simplesmente o vive,
mas não compreende a vida
Num momento
Está de chegada
E num instante
Está de partida
Maldito presente
Sempre a dividir o nosso tempo
Em antes e depois
Além desses dois
Há outros dois milhões
de pedaços do seu coração
Que você despedaçou
Ao tentar juntar
As peças que não se encaixam
Tamanha pressa de viver
Os dois tempos
Trocando de lado
Você perdido lá no meio
Sem saber se vai ou já veio
No âmago da questão
Se esconde o encanto, o triste encanto
Em saber que a vida existe
Mas passa depressa como um relâmpago
Um raio que cai distante e de madrugada
Sempre na hora
Em que a janela estiver fechada
E quando decide olhar
descobre que não viveu
E nem há mais tempo pra nada.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Aquilo que não tem remédio
Morreu de esperar
Na procura pela cura que não veio
Portanto
Está tudo certo e no lugar
Não faz mal ser preterido
E de vez em quando ser o último
Muitas vezes na vida
Eu fiquei lá no canto, esquecido
Sem pranto e nem lástima
Não sou dono de nada
e nem ninguém
O ar que respiramos é empréstimo
Uma concessão que Deus nos faz
Estou olhando
O mundo e a vida
do lado de fora
Qualquer hora é hora da partida
Não faz mal
Nem ter sido chamado pra festa
Dentro em pouco
Termina essa história louca
E todos se vão
Sim, é assim
Nós todos indo embora
E ninguém vai levar nada
A Inês é morta
Pouco importa o que fiz ou não fiz
O último a sair, por favor
Apague a luz
e feche a porta.

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

Eu pedi amor à ela
Ela trouxe...ou fez que trouxe
Veio em passos de formiga
O amor que chegou aqui
havia transmutado em briga
Eu lhe disse o quanto a amo
Porém, nem tudo que eu digo ela ouve
Não falamos mais a mesma língua
Ela não liga, ou faz não ligar
Azar o dela
Um dia aquelas palavras
Serão apenas lembranças antigas
Que no tempo
Haverão de ficar assim
belas coisas esquecidas
Eu sem ela
e ela sem mim

Inserida por edsonricardopaiva

Ontem, antes de me deitar
fiz uma prece para Deus
mas não foi uma prece qualquer
essa me veio do coração
sentida e acalorada
pedia apenas um sonho bom
Então eu dormi e sonhei
mas não foi um sonho qualquer
estive num lugar bom
onde brilhava um Sol bem bonito
mas não era um Sol qualquer
era um Sol que eu podia olhar
um que não brilha neste lugar
iluminando resplandecente
rua, pássaros...árvores
mas não eram árvores quaisquer
estas davam frutos que aqui não há
quando caiam, faziam crescer a grama
e não era uma grama qualquer
era uma grama que eu nunca vi
frondosa, vistosa, macia
sua textura eu pude sentir
mas o melhor estava para vir
algo me fez voar
mas não foi um voo qualquer
eu voava bem perto do céu
e lá em baixo eu via a cidade
mas não era uma cidade qualquer
era um lugar onde as pessoas
estavam interessadas
em ser boas sem interesses
aqui não há um lugar desses
então eu encontrei um anjo
mas não era um anjo qualquer
era você.

Inserida por edsonricardopaiva

Bom dia, Bento
Eu hoje orei por ti
Senti tua benção
Que veio junto ao vento
Tua Luz luziu
junto ao meu leito
Janelas fechadas, ainda
Pensei então
em teus preceitos
Naquele perfeito
Momento de Paz
Agradeci a Deus
a tua ordem
Neste primeiro
Momento do dia
Antes que os pássaros
acordem
Antes que o malho
do martelo
Coloque mais calos
nas mãos
deste teu
singelo operário
Antes que os trens
iniciem a jornada
pelos trilhos
Em
Mais um dia de trabalho
Neste momento
Tão
Lento e sonolento
te peço
São Bento
Abençoa
Teus filhos.

Inserida por edsonricardopaiva

Passarinho
Veio passarinhar aqui pertinho
Passeou, passeou
E depois ...
Foi passarinhar
N'outro ninho.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Luz do Sol que se vai
E a que veio
As verdades da vida
São imagens disformes
Peças finas, delicadas
Desbotadas, distorcidas
Cristalinas e reais
A que vieram?
Vieram
De um translúcido quebra cabeças
O berço rude do universo
Um peso de papel
E uma tormenta pra se atravessar
A opinião diversa
Ausência de atitude
Mais nada, além do tempo e do lugar
A fala do engano
Se finge calada
E abrange a todas as cadeiras
Da fileira lá da frente.
É se afastar do tempo
Um mantra, uma oração pungente
Um pensamento na hora certa
Pode ser que seja o último
Olhar atento ao destino
Pode ser que dois
Num primeiro momento bate palmas
Pra depois, então, dançar
Um sorriso canino em primeiro plano
Um só momento e a tudo desmancha
Não basta segurar um mar nas mãos
O mundo descontenta
E o medo aflige
E exige a lágrima também
Pra abrir teus olhos
Puros e exigentes
Sempre
A mínima simplicidade
Ausente
O maior enigma da vida
É o que revela a verdade
Guardada em segredo ainda
É uma caixa que já foi aberta
Tanto barulho ela fez
Que quando era a da vez
Ela passou despercebida
A cara calcinada à luz do Sol
Tanto a que foi
Quanto a que veio
E que passou e que se foi
No meio
Entre o começo e o fim.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Depois de tudo
Há sempre alguma coisa a mais
E depois de tudo a mais que veio
Ainda tem algo esquecido lá, depois que acaba
O mundo desaba, mas ainda não é o fim
A gente é que chama assim
Pra poder dar nome às coisas
Cuja palavra não criou-se ainda
A febre insana da semana passada
O desejo que virá
Lá pelo meio do ano que vem
Um beijo na estrela que está distante
Se nem o beijo e nem a estrela, muito menos a distancia
Nunca foram de verdade
É só uma vontade boba e sem importância que a gente tem
É só uma sombra que os olhos fazem
Uma espécie de arroubo, nada importante
Um querer de quem nem quer de verdade
Mas que vem, quando se vive
E eu os tive todos
Pois a vida é feita de sentir vontades
E não de fazê-las
Só lá pelas tantas é que vê
Quanta gente vive sem saber viver
Vive a vida de querer, mas acaba louca e infeliz
Pois a vontade de saber querer
É uma das poucas que nunca quis ter.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Meio poema.

Hoje
Amanheceu assim, meio que colorido
Assim me veio
Meio que uma ideia
Meio que um acordo
Selado comigo
Por medo de um medo alheio
Se a cor do dia trouxesse
Aquela alegria
Que tem dias a gente
Palmeia na mente
Que tanto a semeia no peito
Do jeito que anseia
De tantas vezes
Que ela veio e desviou-se
Mas hoje, essa manhã tão colorida
Trouxe meio que o doce da vida
Meio que rateada
Trouxe um pouco
Um quase nada de esperança
Creio eu que seja fruto
Da sabedoria adquirida
Depois de tanto dia amanhecido em minha vida
Cuja mensagem, que vejo na imagem do dia
É a de que toda e qualquer esperança
Cuja cara de alegria faz
Sobrepuja, ultrapassa veloz
A toda experiência atroz vivida
E que a menor de todas as simplicidades
Elas sempre se sobrepõem em graça
Expondo a verdade e o sentido da vida.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

A Lótus que Veio da Noite de Paris.

O século XIV envolvia Paris em névoas frias e sinos distantes. Naquele cenário de becos estreitos, enfermidades que ceifavam esperanças e uma cidade dividida por crenças e paixões, dois jovens encontraram um ao outro como quem encontra uma estrela caída em plena terra. Éloise, com olhos de alvorada cansada, e Mathieu, aprendiz de iluminador de manuscritos, descobriram-se destinados desde o primeiro toque das mãos.

Amavam-se com o ardor silencioso dos que sabem que cada instante é ouro. Lutaram contra a miséria, contra as dores físicas que o tempo lhes impunha, contra a indiferença dos que zombavam de sonhos simples: casar-se, formar uma família, colher o pão que o próprio trabalho oferecesse. Foram ternos um com o outro até nas febres, na fome, nos invernos impiedosos da alma.

Quando a Noite de São Bartolomeu cobriu Paris com o sangue dos inocentes, eles fugiram por ruelas que pareciam gritar, protegendo um ao outro como se fossem muralhas vivas. Mas o destino, numa dessas esquinas onde a história decide seu rumo, tomou-lhes a carne. Caíram abraçados, misturando as últimas palavras numa promessa: “Se eu partir, te buscarei. Se te perder, te encontrarei.”

No mundo das almas, despertaram separados pela espessa névoa que antecede o esquecimento. Procuraram-se, chamaram-se, vagaram por décadas que pareciam séculos. Enfrentaram regiões sombrias onde o eco da dor faz tremer até os espíritos valentes. Passaram pelos domínios de Hades, atravessaram o torpor quase fatal do Lete, onde memórias se desmancham como tinta na água. Viram, com os próprios olhos do espírito, os abismos semelhantes aos descritos por Dante Alighieri, onde almas perdidas repetem dores que não compreendem.

Eloise e Mathieu resistiram.

Chamaram um ao outro com a força de um amor que se lembrava mesmo quando a memória tentava se desfazer. Desafiaram os ventos que queriam dispersá-los. Até que, numa região de luz tênue, avistaram-se. Não correram: flutuaram um para o outro, como se a eternidade inteira os puxasse para o reencontro. Tocaram-se e o toque incendiou universos.

Naquele instante, compreenderam que jamais suportariam outra separação. O amor que possuíam não desejava apenas viver; desejava ser.

Decidiram, então, um gesto extremo e sublime: renascer não como dois, mas como um só ser, impossível de ser fragmentado pelas sombras, pelos séculos, pelos mundos.

E reencarnaram.

Transformaram-se numa única flor de lótus de luz, pulsante e pura, flutuando eternamente nas mãos seguras de Buda, como símbolo do amor que atravessou mundos, mortes, infernos e esquecimentos e venceu.

Ficaram assim, unidos para sempre, não como corpos, mas como essência; não como promessa, mas como eternidade. Porque um amor que desafia tantos véus não precisa mais temer o tempo, a morte ou o destino.

O amor de Éloise e Mathieu não apenas sobreviveu ao aço e ao fogo das mortes da Noite de São Bartolomeu; elevou-se acima de todas as geografias da dor e se tornou luz permanente. No gesto de reencarnar como uma única flor, compreenderam que a verdadeira vitória sobre o sofrimento é transformar-se no que nenhuma força pode destruir. Tornaram-se imortais não por fugirem da morte, mas por transmutarem o próprio sentido de existir.

E hoje, na lótus de luz que repousa nas mãos de Buda, vivem o triunfo silencioso que só o amor absoluto conhece.
Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O caos sempre aparece
Demorou mas veio
Apareceu me desestabilizando
Não sabia o que fazer
Até que vejo a luz no fim do tunel
Saio em direção a ela
Mas nunca é facil
Meu corpo dói
Meus pés calejados
Já não aguento mais andar
Até que vi você
Algo em mim surgiu
As forças se renovaram
E tive esperanças de ser resgatado
Ao me aproximar do fim
Os olhos doem com a luz
Perdi o costume
Mas se adaptam rapidamente
E percebo que as coisas mudaram
Voce era só uma alucinação
Mas obrigado!

Inserida por DanielAvancini

⁠Uma reflexão é sábia não é só porque veio de Sócrates, Aristóteles, Platão, Einstein, Hawking ou qualquer outro grande e livre pensador, ela é sábia quando se mantém atual resistindo a marcha do tempo com suas novas descobertas.

Inserida por Valdecir