Vc foi uma coisa Boa na minha Vida
Teu sorriso invadiu a janela da minha memória.
Lembranças daquele tempo bom...
Sonhar nosso beijo na chuva,
Idas ao Jardim para ver a noite... a rua.
Nossos momentos de caretas e gargalhadas soltas.
Preocupações nos dias que a febre te machucava.
Tudo era tão doce e temperado,
Uma conexão sem igual.
Tudo começou no escuro daquele beco.
Cabelos grandes e crespos,
Olhos castanhos que tudo refletem,
Pele macia e suave.
Toque de luz,
Hoje tudo se revela bom.
Me trás uma paz confortante.
A gente em história ficou emocionante.
Um ditador que visa o progresso prolifera:
-Que minha verdade perpetue para sempre.
Logo, um velho questiona inocentemente:
-Não deveria virar mentira?
A minha arte, já tem eleitos, quem pode vir à mim senão os que sobreviveram à tempestade, e se vêem vivos nas minhas palavras.?
Esteja a porta, se digno for abrirei-a.
In Eis o belo manifesto
Minha alma conhece tantos dialetos
e por muitos deles me expresso,
tendo dificuldades em me calar.
Sou um desafio completo
agindo instantaneamente
e lidando com fases circunstanciais.
Aquilo que não digo
descarrego no olhar.
Descarrilho dos trilhos
e detesto repetições!
Costumo depurar energias
e reavaliar minhas intenções.
Defino bem os meus finais,
corto certas permanências.
Existo em transparência e quem pode,
que me veja através.
(Versão: Minha Terra tem Castanheiras)
Minha terra tem castanheiras
Onde o velho Coelho aportou,
Trouxe consigo a poesia
Que Gonçalves Dias lhe proporcionou
Legado este, que a “lenda” nos deixou
E com o nome de Marabá
A cidade ficou,
Poucos sabem a “história”
Deste nome tão singelo
Por isso, somos filhos
De tantos mistérios...
Não posso abraçar, não posso festejar, mas posso ligar para minha melhor amiga e relembrar os abraços que recebi quando eu estava na pior.
Eu me sinto insatisfeito com a minha satisfação, e por isso, corro atrás daquilo que ainda não conquistei...
Agigantou
.
O que eu diria a minha amada
No silencio do meu coração
Quando tudo que se fala
É um breve e único olhar...
.
Pra além das ondas
Que se lançam mar adentro
Vão distantes os pensamentos
Onde possamos nos amar...
.
Ah!!! Essa distância...
Que te me afasta no teu corpo
E me translada pra esse amor,
E por inteiro, nos põe num só coração.
.
Faz de mim tão pequenino
No teu sonho de menina
Que se entrega a um grande amor
Que só em mim se agigantou...
.
Edney Valentim Araújo
1994...
Quem somos nós? Essa pergunta tem martelado em minha cabeça em tempos de pandemia.
Somos caracterizados pelo o que fazemos na sociedade; se nos perguntam quem somos, falamos sobre a profissão que nos formamos e exercemos, mas será que isso realmente nos define?
Quando nos formamos em uma faculdade, ou terminamos um processo de aprendizagem,o momento de êxtase é inevitável,pois esse momento vem carregado com o sentimento de esperança, de que um futuro melhor está por vir; contudo surge uma incógnita: temos a preocupação com o nosso futuro,ou isso é apenas um processo de ansiedade, para definirmos as outras pessoas quem realmente somos?
Buscamos sempre a aceitação de outras pessoas,gostamos do status social e do sentimento de nos sentir "visíveis" perante a sociedade; porém é através da busca de "aceitação",que percebemos a nossa falta de identidade; essa foi uma lição que aprendi.
A pandemia nos mostrou que enquanto corremos atrás do que é incerto, esquecemos do que é visível aos nossos olhos todos os dias,que é a morte; ela é um personagem não sazonal,que pode sim,chegar em tempos de festas, aniversários e feriados, mas a especialidade dela sempre foi os dias comuns,pois são esses que não damos a devida atenção.
Ela é uma figura poderosa, que pode se envolver em dias bons,ou impulsionar os dias maus;Quando percebermos o peso que a morte tem,saberemos o real valor da vida,essa é uma lição que aprendi.
Na teoria de Maslow, o psicólogo classifica a sociedade em um esquema de pirâmide,onde sempre iremos almejar o topo,mas através dessa busca insaciável,não damos conta que temos o necessário,que é a base para se viver, como a alimentação, educação e principalmente a saúde.
Por isso sempre me aconselho a viver um dia de cada vez; o futuro? é uma dúvida.
O passado? é uma lição.
Mas o presente é uma dádiva,pois através dele,não conseguimos definir quem seremos,mas conseguimos ver quem realmente somos.
Seria Imaturo demais querer que o mundo acabe, querer que essa voz que existe na minha mente suma, querer parar de sentir minha alma gritar, querer que tudo isso acabe. E seja lá oque vier depois não deve ser tão perturbador como e agora.
Se eu pudesse voltar ao passado, pra alterar minha profissão, deixaria de ser conta(dor) e me tornaria um confeiteiro.
Faria um sonho de manhã, a tarde e outro a noite, iria adoçar sua vida com intuito que pelo menos um, virasse realidade.
Ela bate
Ela bata
Na minha porta
E olha em meus olhos
Ei porque está triste assim
Faz tanto tempo
Tanto tempo
Que não vejo você
O que faz trancada aí
Refrao.
Derrube essa muralha
Que te prende
Que te sufoca
Te joga ao labirinto sombrio
Abra a porta
Se aventure lá fora
Não é tão ruim
Você pode sair
É noite
É noite
E a escuridão cai
Levando o restinho de paz
As janelas fecham
A festa acaba
Companhia
Não resta nada
Refrão.
Derrube essa muralha
Que te prende
Que te sufoca
Te joga ao labirinto sombrio
Abra a porta
Se aventure lá fora
Não é tão ruim
Você pode sair .
Olhe agora
Olhe agora
Abra os olhos
O mostro tenebroso
Era seu medo de tentar
Vá agora
Vá agora
Abra a porta
E vá se aventurar
Viver
Refrão.Ela bate
Ela bata
Na minha porta
E olha em meus olhos
Ei porque está triste assim
Faz tanto tempo
Tanto tempo
Que não vejo você
O que faz trancada aí
Refrao.
Derrube essa muralha
Que te prende
Que te sufoca
Te joga ao labirinto sombrio
Abra a porta
Se aventure lá fora
Não é tão ruim
Você pode sair
É noite
É noite
E a escuridão cai
Levando o restinho de paz
As janelas fecham
A festa acaba
Companhia
Não resta nada
Refrão.
Derrube essa muralha
Que te prende
Que te sufoca
Te joga ao labirinto sombrio
Abra a porta
Se aventure lá fora
Não é tão ruim
Você pode sair .
Olhe agora
Olhe agora
Abra os olhos
O mostro tenebroso
Era seu medo de tentar
Vá agora
Vá agora
Abra a porta
E vá se aventurar
Viver
Refrão.
Só no sono extramamente da minha mente é que eu encontro a paz, enquanto estou acordado é um turbilhão de pensamentos construtivos!
Versejo não somente minha coragem, mas também o meu medo
E o que te diz meus versos ou o que te escrevo?
Esta minha literatura que busca teu apreço,
O que te suscita neste ensejo?
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