Vc foi uma coisa Boa na minha Vida
Deixa eu te falar nessa minha viagem
Também eu não fiz tudo que prometi
Mas o peso que eu dei para cada passagem
A menos justifica esse querer partir
O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO
Não me rejeites na minha velhice; quando me faltarem as forças, não me desampares. —Salmo 71:9
Eu estava tomando o café da manhã com um amigo, que recentemente celebrou seus 60 anos. Discutimos o “trauma” do número seis, por ser o primeiro dígito na sua nova idade e de todas as implicações que se seguem (aposentadoria, previdência social, etc). Também refletimos sobre o fato dele sentir-se bem mais jovem do que indicava aquele número tão “avançado”.
Então a conversa girou para as lições, alegrias e bênçãos que encontrara ao viver estes 60 anos e acrescentou: “Você sabe, na verdade nem é tão ruim assim. Aliás, é muito emocionante”. As lições do passado trouxeram mudanças às suas percepções do presente.
Assim é o processo de envelhecimento. Aprendemos em nosso passado para viver nosso presente; uma lição que o salmista deixou transparecer: “Pois tu és a minha esperança, Senhor Deus, a minha confiança desde a minha mocidade” (Salmo 71:5). E ele continuou: “Em ti me tenho apoiado desde o meu nascimento; do ventre materno tu me tiraste, tu és motivo para os meus louvores constantemente” (v.6). Quando o salmista olhou para trás, viu claramente a fidelidade de Deus. Confiando nessa fidelidade podia enfrentar o futuro e suas incertezas, e nós também o podemos.
Que possamos dizer com o salmista: “Eu te louvarei… por tua fidelidade, ó meu Deus” (v.22 – NVI). —WEC
À medida que os anos se somam, a fidelidade de Deus se multiplica. Bill Crowder
MAJESTADE DE DEUS
Não me poderás ver a face, porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá. —Êxodo 33:20
O meu livro Decepcionados Com Deus explora três perguntas que muitos cristãos fazem: Deus está escondido? Deus está silencioso? Deus é injusto? Fico impressionado que estas perguntas não preocuparam os hebreus no deserto de Sinai. Eles viram evidências de Deus todos os dias, ouviram-no falar e viviam de acordo com um contrato assinado por Sua própria mão. Deste relacionamento surgiu um grande presente dos judeus para o mundo: o monoteísmo — a crença em um Deus soberano e santo.
Hoje, muitos tratam Deus como um ser cósmico e bom. Poderíamos fazer um curso de atualização do Antigo Testamento, a respeito da majestade de Deus.
O pastor Gordon MacDonald escreve: “Os pecados mais sérios que cometi aconteceram numa época em que temporariamente parei de reverenciar Deus… Serenamente concluí (com insensatez) que Deus não se preocupava e provavelmente não interviria, se eu me arriscasse a violar um de Seus mandamentos.”
MacDonald diz que seu amor por Deus se distanciou de um relacionamento emocional, que nunca o satisfez, para um relacionamento filial. Ele está aprendendo a reverenciar, obedecer e agradecer a Deus; expressar tristeza pelo pecado; buscar silêncio para ouvir o sussurrar de Deus.
Como filhos de Deus, “acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça” (Hebreus 4:16), conscientes da majestade de nosso Pai celestial. —PY
Adorar significa reconhecer o supremo valor de Deus. Philip Yancey
Um dia meus ouvidos irão ensurdecer a minha música preferida.
Um dia meus olhos deixaram de ver as belezas que o universo me proporciona.
Um dia meu nariz , não sentira o perfume das matas e das flores.
Um dia minha boca deixara de sentir o beijo da mulher amada.
Um dia minhas mãos vão deixar de tocar as suas.
Em fim neste dia deixarei de existir. Ivens@breu
Minha linda de sorriso apaixonante
atrevidos lábios que me incomodam
amolam também seus olhos penetrantes
quando avanço suas palavras me acomodam
Guerreira, sofredora, porém faceira
quando me ama é arteira
faz feliz tudo que eu adoro
e não tem nada que eu imploro.
Quando eu encontrar alguém, que, encha os meus olhos de brilho, minha alma de amor e meu corpo de desejo, eu direi sem sombra de dúvidas, é ela.
CELEBRANDO AS ESTAÇOES
Por que estás abatida, ó minha alma? ...Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu. —Salmo 42:5
Eu gosto de morar onde as quatro estações do ano são bem distintas. Mas mesmo que goste de sentar-me com um bom livro ao lado de um crepitante fogo quando está nevando, tenho de admitir que meu amor pelas estações do ano diminuem quando os longos e cinzentos dias do inverno se estendem com monotonia meses adentro.
Todavia, independente do clima, sempre há algo especial no final de ano: o Natal! Graças a Deus, mesmo depois de as decorações natalinas terem sido guardadas, a realidade do Natal anima meu espírito, não importa o que aconteça.
Se não fosse o nascimento de Cristo, o Natal não seria apenas escuro e sombrio, mas nossos corações estariam tristes e não teriam o que esperar. Não haveria esperança de liberdade da culpa e do julgamento. Não haveria esperança da presença confortante e fortalecedora nos tempos escuros e difíceis. Não haveria esperança de um futuro seguro no céu.
Nos dias sombrios da Tribulação, o salmista perguntou: “Por que estás abatida, ó minha alma?” O remédio era claro: “Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu” (Salmo 42:5).
Nas crônicas de Nárnia escritas por C. S. Lewis, o Sr. Tumnus queixa-se que “em Nárnia é sempre inverno e nunca é Natal”. Mas para nós que conhecemos o Deus que fez a distinção entre as estações do ano, é sempre bom a sua presença em nossas vidas. —JMS
Nos nossos corações é Natal todos os dias. Joe Stowell
TEMPOS DE QUIETUDE
Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus. —Salmo 46:10
Minha amiga Maria contou-me que ela sempre valorizou seu tempo de pescaria com o pai. Não sendo fanática por pescarias, ficava curiosa em saber o porquê dela gostar tanto. Ela disse: “Eu simplesmente gosto de estar com meu pai.” Eu lhe perguntei: “Então você apenas pesca e conversa?” “Oh, não, na verdade não conversamos”, disse ela. “Apenas pescamos.”
Não se tratava da conversa, e sim da companhia.
Você alguma vez já pensou quanto tempo gastamos conversando? O que nós chamamos de nosso “tempo de silêncio” com Deus, geralmente preenchemos com nossas orações. Mas alguma vez praticamos “aquietai-vos”?
Deus disse: “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” (Salmo 46:10). Quando Jesus percebeu que os discípulos estavam tão ocupados que nem sequer tinham tempo para comer, Ele lhes disse: “Vinde repousar um pouco, à parte, num lugar deserto” (Marcos 6:31). Quando deixamos as distrações da vida para trás, podemos descansar melhor e redirecionar nossos interesses a Deus.
Você está permitindo que momentos de silêncio a sós com Deus façam parte da sua vida? Deseja que Ele restaure a sua alma? (Salmo 23:1-3). Deixe que Ele lhe ensine como “aquietar-se”. E ouça quando Jesus lhe convida: “Vinde repousar um pouco, à parte.” —CHK
Tempos de silêncio com Deus armazenam poder para emergências futuras. Cindy Hess Kasper
DEUS SE IMPORTA?
[Jesus] começou a sentir-se tomado de pavor e de angústia. E lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte. —Marcos 14:33-34
Houve um ano horrível em minha vida quando três amigos meus morreram, um após o outro. Minha experiência com a morte dos dois primeiros não me preparou para a morte do terceiro. Não podia fazer nada mais, senão chorar.
Acho estranho, mas me conforta reconhecer que quando Jesus enfrentou a dor Ele reagiu de maneira similar as minhas reações. Conforta-me saber que Ele chorou quando Seu amigo Lázaro morreu (João 11:32-36). Isto me faz compreender como Deus provavelmente se sentiu com relação aos meus amigos, aos quais Ele também amava.
E no jardim, na noite antes da Sua crucificação, Jesus não orou: “Oh, Senhor, sou tão grato que me escolheste para sofrer em Teu lugar.” Não, Ele experimentou tristeza, medo, abandono e até desespero. O livro de Hebreus nos diz que Jesus bradou “com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte” (5:7). Mas Ele não foi salvo da morte.
Será que é demais dizer que o próprio Jesus fez a pergunta que nos persegue: Deus se importa? Que outro significado poderia ter a Sua citação daquele salmo tenebroso: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Salmo 22:1; Marcos 15:34).
Jesus suportou Sua dor porque sabia que Seu Pai é um Deus de amor, em quem podemos confiar independente das aparências. Ele demonstrou fé de maneira que a resposta final à pergunta Deus se importa? — é um ressonante SIM! —PY
Quando sabemos que a mão de Deus está em tudo, podemos deixar tudo nas mãos de Deus. Philip Yancey
Futuro presente
A semente
que pois em minha mente
Mentiu sobre a gente
pouco a frente
A lente que transcende ao recente
em prol do existente
Via o risonho roer do seus dentes
Ao me ver em sua frente
Nunca validei esse Ditado;
Quem tem dois tem um,
Quem tem um tem nada.
Minha mãe é única,tenho Tudo!
Silenciei, travei quando ela não respondeu minha mensagem - não consegui reagir diante desse gelo...
Eis que faço minha referência ao amor. Não ao amor que não sentimos, não ao amor que proclamamos, não ao amor que juramos, não ao amor que desejamos, ao amor que toma posse, domina e rege as pulsações consciente e inconsciente, identificado ou não é força propulsora, é razão de existir, é riso e choro, é alegria e dor, coragem e medo, é tantas coisas indefiníveis e indescritíveis que só resta sentir, falar é nada dizer.
E tudo faz sentido em minha mente destroçada antes mesmo que meu amor confesse a verdade que, sem sombra de dúvida, seria o nosso grande milagre ou... a nossa maldição...
Quando eu disse pra minha professora da sétima série que não ia voltar pra escola porque precisava ajudar a minha mãe, dona Ross quase chorou. “Você é a mais esperta da turma, Aibileen”, disse ela. “E o único jeito de você continuar esperta é ler e escrever todos os dias.” Então, comecei a anotar as minhas orações, em vez de dizer elas em voz alta. Mas ninguém mais me chamou de esperta.
Saudade
Minha saudade tem a leveza poética de um solfejo de ninar lembranças. Tem o cheiro adocicado das memórias que como uma fruta madura pende na árvore do tempo.
Minha saudade tem a tristeza de um olhar que ficou preso nas paredes frias do tempo, de um sentimento que emudeceu antes de se transformar em voz. Minha saudade tem o silente som de quem sorriu para esconder a dor da perda, tem a cor de chumbo da ausência. Minha saudade tem a profundidade de uma lágrima enraizada no solo deserto da alma, emaranhada ao delicado fio azul da nostalgia.
Minha saudade é simples e entre tantas outras saudades tem o silêncio ensurdecedor da solidão.
QUEM ESTÁ EM MINHA LISTA DE CONVIDADOS?
Antes, ao dares um banquete, convida os pobres, os aleijados,
os coxos e os cegos; e serás bem-aventurado...
—Lucas 14:13-14
Eu gosto muito de oferecer jantares comemorativos. Às vezes, eu digo: “Tonia, faz algum tempo que não temos convidados para o jantar. Quem você acha que deveríamos convidar?” Analisamos a lista de pessoas que planejamos convidar e sugerimos amigos que nunca convidáramos ou que não tenhamos convidado há algum tempo. E, geralmente, parece que esta lista é composta de pessoas que se parecem conosco; que vivem como nós e que podem retribuir o convite. Mas se perguntássemos a Jesus sobre quem deveríamos convidar para jantar, Ele nos daria uma lista de convidados completamente diferente.
Um dia um importante fariseu convidou Jesus para ir à sua casa, provavelmente para compartilhar uma refeição, mas também para vigiá-lo mais de perto e armar-lhe uma cilada. Enquanto estava lá, Jesus curou um homem e ensinou ao anfitrião uma lição importante: quando fizer a sua lista de convidados para o jantar, você não deve ser orgulhoso e exclusivo — chamando amigos, parentes, vizinhos ricos e aqueles que lhe podem retribuir. Ao invés disso, você deve ser humilde e inclusivo — convidando os pobres, os aleijados, os mancos e os cegos. Apesar de tais pessoas não poderem retribuir ao anfitrião, Jesus garantiu-lhe que seria abençoado e que Deus o recompensaria (Lucas 14:12-14).
Assim como Jesus ama os menos afortunados, Ele nos convida a amá-los, abrindo nossos corações e nossos lares. —MLW
Abrir os nossos corações e lares
traz bênçãos a nós e a outros. Marvin Williams
VELHO DEMAIS?
Quanto a mim,
será contigo a minha aliança; serás pai de numerosas nações.
—Gênesis 17:4
Quando Deus prometeu para Abraão
e sua esposa Sara que eles teriam um filho, Abraão riu em descrédito e respondeu: “A um homem de cem anos há de nascer um filho? Dará à luz Sara com seus noventa anos?” (Gênesis 17:17).
Mais tarde, Sara riu pela mesma razão: “Depois de velha, e velho também o meu senhor, terei ainda prazer?” (Gênesis 18:12).
Nós também envelhecemos e questionamos se o Senhor pode cumprir as Suas promessas para nós. Já não temos mais relevância ou status. As nossas mentes não são ágeis como outrora. Somos enfraquecidos por nossos problemas físicos que limitam nossa mobilidade e nos mantêm presos em casa.
Parece que a cada dia perdemos um pouco mais daquilo que gastamos a vida inteira para adquirir. Robert Frost ressalta algo que algumas vezes nos perguntamos: “A questão… é o que fazer com algo depreciado.”
Não muito — se formos deixados à nossa própria sorte. Mas Deus pode fazer mais conosco do que podemos imaginar. Assim como Ele perguntou a Sara, Ele nos pergunta: “Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?” (Gênesis 18:14).
É claro que não!
Nunca somos velhos demais para sermos úteis se estivermos disponíveis para Deus e Seus propósitos. —DHR
À medida que Deus acrescenta anos à sua vida
peça-lhe para acrescentar vida aos seus anos. David H. Roper
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