Vamos ser Amigos sim
Eu queria te emprestar meus olhos, para que você pudesse enxergar o quão linda é a poesia que existe quando você sorri, e o som da tua gargalhada alegra a alma de quem a escuta.
Transforme o NÃO que recebe em aprendizado e construção para sua estrada. Porque o NÃO também existe numa jornada, para que você se fortaleça e tente de novo, de uma nova forma.
É preciso , renovações constantes , viver intensamente , todos dias. Enredo com afeto , pra todas as horas , tudo tem que ser posto em prática , seja nas brigas , nas reconciliações. Sabe um viver excitante! Quanta proporção para viver de limites! Pulsar que ferve, livre por dentro , mas o limite que impõe, por fora o reconhece?
Sim, eu paro !!
Tudo que me encanta eu paro, olho devagar, com cuidado, e muita atênção, e indiscutivelmente me chega um sentimento.
Algo me é declarado.
Deixo que este sentimento se aloge, tome o espaço necessário, entre o encanto dos olhos e o galgar da alma.
Neste momento tento desfrutar de cada milimêtro do que me é revelado.
Agradeço a Jesus o momento.
Sentir beleza e delicadeza , suavidade e brilho, é simplesmente gratificante. Puro fascinio.
Simone Vercosa
Meu primeiro conselho é: Diga sim. Na verdade, diga sim o máximo de vezes que puder. Dizer sim dá início às coisas. Dizer sim é a forma de fazê-las crescer. Dizer sim leva a novas experiências, e novas experiências levam você ao conhecimento e à sabedoria... Uma atitude positiva é o jeito de seguir em frente nestes tempos de incertezas.
Ao longo da vida, os "porquês" foram-me respondidos; os "sins" permitidos; e os "nãos", respondiporeles.
O peso do sim
Demorei anos para entender que "sim" demais pesa.
É curioso: a gente cresce achando que dizer "sim" é ser gentil, disponível, forte. Que agradar é amar. Que ceder é sinônimo de maturidade. Mas ninguém nos ensina o preço de tanta concessão.
Eu dizia "sim" por medo de decepcionar, de parecer ingrata, de não ser suficiente. Dizia "sim" quando queria descansar, quando estava cansada, quando minha intuição já gritava "não". E cada um desses “sins” roubava um pedaço de mim.
Até que um dia, sem alarde, eu disse "não".
Foi um “não” pequeno, quase tímido. Mas foi meu. Foi um passo. Um respiro. E, surpreendentemente, o mundo não desabou. A outra pessoa não me odiou. Nada que eu temia aconteceu.
Descobri que o “não” não machuca quando vem com verdade. Que ele organiza, protege e alinha.
Dizer “não” me devolveu tempo. Me devolveu energia. Me devolveu a mim.
Hoje, não digo mais “sim” para caber.
Digo “sim” porque quero e “não” porque posso.
E, sinceramente, isso me faz leve como nunca antes.
Entre a inconveniência de discordar de tudo e a subserviência de concordar com tudo, reside o absurdo.
Entre o não automático e o sim sistemático, reside o absurdo de recusar por padrão ou agradar por convenção.
Entre o não automático e o sim sistemático, reside o absurdo de negar por impulso ou ceder por costume.
