Vamos ser Amigos sim
Há sempre uma faixa de Gaza perto de nós; um conflito a ser vencido, um perdão a ser concedido, um abraço de paz a ser oferecido.
Qual é a natureza do ser humano? Qual é a melhor maneira de viver? Como viemos parar aqui? E o que será de nós quando não existirmos mais?
Como Sócrates dizia: A pessoa mais sábia realmente pode ser o único que pode admitir que ele não sabe nada.
Todo grande erro tem um momento no meio do caminho, uma fração de segundo em que ele pode ser interrompido e talvez remediado.
É importante prestas atenção nas pessoas que parecem rosas. Elas podem ser na verdade plantas carnívoras que atraem sua presa e depois as comem.
Que tenhamos coragem para mudar as coisas que podem ser mudadas, serenidade para aceitar as coisas que não podem ser mudadas e sabedoria para distinguir umas das outras.
Nós, que conhecíamos tão bem um ao outro, somos hoje perfeitos estranhos. Horas poderiam ser gastas falando sobre tudo que nos aconteceu, e não bastaria. A gente pensa que amizade é pra sempre, que, quando a gente for velhinho e lembrar tudo que aconteceu. Hoje, caminhamos na mesma direção; talvez juntos, mas afastados. Não poderia ser de outro modo. Jamais seria. Preferiria um mundo menos cinza, menos irônico e auto-defensivo. Só que não é uma questão de escolha. Nunca foi. Não brigamos, mas nos afastamos. Estranho ver alguém que, em certa época da vida, já foi confidente, de trocar segredos, e emprestar consciência. E hoje é um desconhecido. Alguém que já soube de minhas dores, risos e desamores, das minhas rimas cafonas, das inseguranças noturnas e paixões oblíquas. Como uma roupa usada, que ficou pequena ou gasta com o tempo: não cabe mais e tão pouco reconhecemos sua utilidade no presente, sequer há falta ou ausência latente – se houvesse, teria mantido junto, e não sumido. Mas já fez parte de alguma história, da minha vida. De mim.
Eu sei que não sou perfeita, nem quero ser. Tenho orgulho das minhas marcas. Aquelas que trago no corpo e na alma. Elas mostram a pessoa que me tornei e o legado que deixarei. Apenas faço de mim aquilo que posso ser...melhor pra mim...e ideal pra quem me merecer.
Prefiro as criticas do que os elogios, por que as criticas me faz ser mais prudente e humilde, tornando-me assim um homem mais próximo da perfeição, e os elogios nos deixa mais orgulhosos e egoístas, destruindo a esperança que há de sermos um dia vencedores.
E o amor que se perdeu, ao retornar, sempre há de ser mais belo e maior, e mais grato, e mais forte.
Que a felicidade, ainda que breve, possa ser bem desfrutada. E que as perguntas fiquem pra depois e não tenham tanta importância. Que o motivo para se estar feliz tenha o direito de ser banal. Tenha o direito de fazer chorar de rir e quando parar, começar de novo sem qualquer porquê. Que possamos fazer da gentileza uma característica mundial. Que seja nobre ser simples. Que possamos continuar errando e descobrindo como acertar na próxima. Que nossos desejos sejam livres. Que o choro ocupe menos tempo da nossa vida, molhe bem menos os nossos olhos, sufoque bem menos a nossa alma. Que o dia seguinte seja sempre um presente bonitinho embrulhado num papel convidativo. E que aqueles que não conseguem participar destas esperanças, aprendam.
Meu DEUS, como eu queria que fosse um pesadelo
Triste, revoltado eu entro em desespero
Que bom seria se eles voltassem
Eles sim fizeram uma viagem
Tentamos ser mais tolerantes e menos grossos, mas tem gente que praticamente implora de joelhos por uma resposta irônica ou grosseira. Nada mais justo que atender o pedido.
Queria ser como a Alice, para tomar uma porção que me fizesse diminuir ou desaparecer nos momentos tristes, e comer um bolo que me fizesse crescer para ter força e coragem nas horas de enfrentar os 'jaguadartes'e as 'rainhas vermelhas'da vida. Para que todas as minhas surpresas fossem descobrir que animais sabem falar. Ou quem sabe para ter amigos leais, como o gato, que usassem suas virtudes para me proteger; e além de tudo isso, viver em um país de maravilhas recheado de sonhos e encantos, diferente da realidade em que vivo agora
