Vamos fazer Loucuras os dois

Cerca de 66218 frases e pensamentos: Vamos fazer Loucuras os dois

⁠Depois do mergulho nenhum dos dois serão mais os mesmos,nem o mergulhador,nem o rio.

Inserida por BrioneCapri

⁠Com o que sobrou de nós dois,fiz um escondidinho,de poesias,nem sei se prestou.

Inserida por BrioneCapri

Dizem que a vida é trem bala,saudade é um eixo entre dois vagões,abertos pra quem está só de passagem.

Inserida por BrioneCapri

⁠Vem que tem café,chá,e problemas.
Se tem os dois primeiros,o terceiro fica fácil resolver.

Inserida por BrioneCapri

Não se avexe,tire dois pontos da reticência,e pronto.⁠

Inserida por BrioneCapri

⁠Olhe bem para os dois lados,ruas paralelas,transversais,podem ser mais interessantes que a rotatória.

Inserida por BrioneCapri

⁠Foi um instante por nós dois,
Quando o por do sol se reuniu com o mar.

Inserida por BrioneCapri

Entre aqui e alí,
Existe o álibi e o libido.
O consentido e o proibido.
Existe nós dois.

Inserida por BrioneCapri

⁠Dois corações rebeldes, dificilmente cumprem regras aplicadas.

Inserida por BrioneCapri

⁠Quando uma intensa luta corporal é travada sem roupas,
São dois a menos,
no meio da guerra.

Inserida por BrioneCapri

⁠Dóis-me em todos os silêncios.

Inserida por sofia66

PROBLEMA EPISTEMOLÓGICO: Deus como objeto não empírico.

A epistemologia clássica distingue dois campos de conhecimento:

a) O conhecimento empírico.

Aquele que depende dos sentidos, da observação e da experimentação.

b) O conhecimento racional ou metafísico.

Aquele que depende do pensamento, da inferência lógica, das categorias do espírito.

Deus, por definição, não se insere no domínio empírico não está no espaço, não ocupa matéria, não é capturável pelos sentidos.
Logo, não entra como objeto de experimentação nos moldes da ciência natural.

Kant já dizia:

Não podemos conhecer Deus como fenômeno, mas podemos reconhecê-Lo como necessidade da razão prática.

Na epistemologia contemporânea, diríamos:
Deus não é objeto de ciência experimental, mas de racionalidade transcendente e de coerência filosófica.

2. A epistemologia espírita: Deus como verdade necessária e verificável indiretamente.

Allan Kardec enfrentou precisamente essa questão.
E em O Livro dos Espíritos ele parte de um ponto decisivo:

Questão 4:

“P_ Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus?”
Resposta:
“ R _ Num axioma que aplicais às vossas ciências: não há efeito sem causa. (...) A grandeza da obra indica a grandeza do obreiro.”

Aqui temos o método epistemológico espírita:
• Não é uma “prova empírica direta”.
• É uma inferência racional apoiada na observação universal dos efeitos.

Ou seja, Kardec usa a mesma lógica da epistemologia científica:

se há ordem, lei e finalidade no universo, há Inteligência anterior a essa ordem.

Assim, o Espiritismo não “prova Deus” como se prova um elemento químico, mas como se demonstra a existência de uma Lei pela regularidade dos fenômenos.

3. A ausência de “cognição sensorial” não implica ausência de cognoscibilidade.

“Como provar sua existência quando estamos sem a cognição Dele?”

A resposta epistemológica é:

_ Não precisamos de cognição direta para afirmarmos uma causa necessária.

Você não vê a curva do espaço-tempo, mas deduz sua existência pelas equações da gravitação.
Você não “vê” a energia, mas constata seus efeitos.
Você não vê a consciência de outra pessoa, mas a reconhece pelas manifestações.

Assim também:

Não vemos Deus, mas vemos leis universais, harmonia matemática, consciência moral, teleonomia evolutiva.

Isso constitui uma cognição inferencial, tão válida epistemologicamente quanto qualquer outra que a ciência emprega.

4. A cognição de Deus segundo o Espiritismo: moral, não sensorial.

A Codificação explica que:

a percepção do Divino não é sensorial, mas moral e intelectual.

O Livro dos Espíritos, questão 10:

“ P — Deus é infinito nas suas perfeições.”
E, sendo assim, não pode ser percebido por sentidos finitos, mas apenas pela razão em ascensão.

A Doutrina afirma que “conhecemos Deus” na medida em que avançamos moralmente, pois:

A moral elevada amplia a consciência e refina as percepções do espírito.

Assim, a ausência de cognição sensorial não é limitação; é própria da natureza do Ser Supremo.

5. Conclusão epistemológica e espírita.

Provar Deus não é demonstrá-Lo como objeto físico,
mas necessitá-Lo como causa lógica, metafísica e moral do universo.

A ausência de cognição sensorial direta não invalida esse conhecimento, pois:

1. Deus não é objeto empírico.

2. Sua cognoscibilidade é inferencial e racional.

3. O universo funciona como “assinatura” de uma Inteligência anterior.

4. A moral e a consciência humana constituem vias internas de aproximação cognitiva.

5. Pelo Espiritismo, a evolução espiritual amplia progressivamente essa percepção.

Não é a ausência de cognição que impede o conhecimento de Deus, mas o nosso nível atual de percepção moral e intelectual.
E é exatamente por isso que o Espiritismo afirma que:

“A ideia de Deus é inata, porém se desenvolve conforme a inteligência se depura.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

A Lei Natural que Une os Dois Mundos.

Ao afirmar que “as manifestações espíritas nada têm de maravilhoso e sobrenatural”, Kardec estabelece uma ruptura com a antiga visão mágica e religiosa dos fenômenos mediúnicos. Ele nos convida a compreender que a comunicação entre encarnados e desencarnados é regida por leis naturais, tão exatas quanto as que governam a gravitação universal.

O Espiritismo, portanto, não cria os fenômenos, mas os explica. Assim como a eletricidade sempre existiu antes de ser conhecida, as manifestações espirituais também se deram em todos os tempos — apenas eram interpretadas de forma equivocada, como milagres ou prodígios divinos.

---O Caráter Científico da Doutrina.

Kardec afirma:

“O Espiritismo é a ciência que nos faz conhecer essa lei, como a mecânica nos ensina as do movimento, a óptica as da luz.”

Nessa analogia, ele situa o Espiritismo entre as ciências naturais, pois seu objeto de estudo é uma lei universal que regula as relações entre os dois planos da vida.
A experimentação metódica observação, comparação e dedução foi o caminho pelo qual Kardec comprovou a realidade dos Espíritos e a comunicabilidade da alma após a morte do corpo.

Assim, o Espiritismo é uma ciência de observação e uma filosofia de consequências morais, porque, ao demonstrar a sobrevivência do Espírito, renova toda a concepção humana sobre a vida, a morte e a responsabilidade moral.

A Comunicação com o Mundo Invisível.

A comunicação entre o mundo visível e o invisível é, pois, um intercâmbio natural e constante. Os Espíritos não se encontram afastados de nós por abismos insondáveis; vivem em dimensões vibratórias próximas, participam de nossa vida, influenciam-nos e são influenciados por nossos pensamentos e sentimentos.

Kardec amplia essa compreensão em O Livro dos Médiuns, ao definir a mediunidade como uma faculdade orgânica, inerente ao ser humano, e não privilégio de alguns. Essa faculdade é o instrumento biológico da comunicação espiritual, funcionando segundo leis do fluido vital e do perispírito temas que a ciência contemporânea começa, lentamente, a tangenciar sob a ótica da consciência e da energia sutil.

Conclusão Reflexiva.

O que outrora se via como milagre, hoje se entende como expressão das leis divinas em ação.
Com o Espiritismo, o “sobrenatural” desaparece, e em seu lugar surge o natural desconhecido.
Assim, conhecer o mundo espiritual é conhecer uma dimensão legítima da própria natureza, revelando que a vida continua, que a alma pensa, sente, age e se comunica.

“O Espiritismo é a chave que nos abre o santuário das coisas invisíveis.”
— Allan Kardec, O que é o Espiritismo, 2ª Conversa, tradução de José Herculano Pires.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Já dizia, minha falecida tia, todos os dias, sai na rua um esperto e um idiota, quando um dos dois se encontra dá negócio. Um reflexo atual do nosso país, a diferença, que um esperto consegue manipular vários idiotas, político vs povo.

Inserida por Vandermilson1986

A dor de uma separação de duas pessoas que tem um filho e os dois o ama é comparada com a dor da perda de um ente querido.

Inserida por orismende

⁠Reflexão!!!

A vida se compara a dois componentes essenciais de um carro;
Retrovisor o passado, uma referência para o futuro, não podemos olhar o tempo todo para o retrovisor, seria um desastre.
O para-brisa o futuro, nele devemos focar nossa caminhada, com atenção.

O passado é uma referência para o futuro!!!!

Bom dia!!!!!

Prof. Mendes

Inserida por orismende

⁠⁠Será que em 2 (dois) anos de Pandemia não foi suficiente para mostrar que o Sistema Capitalista não é tão forte como aparenta ser, que a Ciência não é tão rápida quanto demostra, que nos os EUA a desigualdade Social e o Racismo Estrutural está presente, que a China já é maior economia Mundial, que as famílias não são tão unidas como demostravam ser, que a África continua sendo um continente onde a desigualdade e a miséria reina, que ninguém saiu vencedor nas Guerras do Oriente Médio, que em muitos países os Direitos Humanos são negados. Que pessoas ainda criam guerras por religião "O mundo não estão livres de Guerras, Pandemias, Ditaduras e Misérias.

Inserida por orismende

Dois mundos diferentes e tão complexos que se unificam e se completam dentro do meu.

Inserida por Lulena

ECOS DO TEU NOME...

Grito à ti que existo mas no abismo desse silêncio entre nós dois só escuto os ecos ensurdecedor do teu nome…

Inserida por Lulena

BARREIRA...

Dois mundos diferentes e no meio a barreira interjacente…

Inserida por Lulena