Vamos fazer Loucuras os dois

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Procurando Eu dentro de Mim

Com os olhos fechados
Percebi dois lados
Mergulhei dentro de mim
Estava em um labirinto sem fim

Não era autocondenação
Procurar Eu era minha missão
O tempo passa com a respiração
Tic Tac vai batendo o coração

Fui levado por uma brisa de vento
Incógnito era o quinto elemento
Juntando com o sexto sentido
Deixando Eu cada vez mais perdido

Quando achei que estava sozinho
Percebi que Deus esta sempre comigo
Eu não vou mais mim procurar
Preciso voltar e o próximo ajudar

Na aurora segui a luz divina
Que conduzia até a saída
Dos meus olhos caiu uma lagrima
Provando que essa poesia não é fabula

Parecia loucura e esquizofrenia
Mas foi só um sonho de viver a vida
Pra a realidade Eu acordei
Mas foi dentro de mim que eu mim encontrei

Inserida por RobertoFabricio

Pode ter acabado muito mal pros dois lados, mais com certeza guardei os melhores momentos.

Inserida por StefanyBellini

E hoje me peguei pensando em você, pensando em nós dois. Fazendo planos e mais planos, sonhando acordada com o nosso encontro...

Inserida por thaisduara

Estaremos sempre entre dois polos: o polo dos evoluídos, será o de menor força atrativa por tempo imprevisível.

Inserida por lunadiprimo

Em mim tem dois, e em cada um de mim existe um universo de momentos e desejos que quando se cruzam, formam o êxtase da felicidade.

Inserida por lucasbrenelli

⁠Acordar Dentro do Sonho
Na estrada escura, sob o céu sem fim,
Dois corações sonham, firmes assim.
Com os olhos no longe, a alma acesa,
Sentem que a vida é pura certeza.
Cada luz da cidade, um desejo que brilhou,
Cada passo difícil, um tijolo que ficou.
Não foi sorte, nem acaso, nem ilusão:
Foi fé no amanhã, foi garra na mão.
Sonhar é plantar no invisível do agora,
E lutar é regar, mesmo quando tudo chora.
Até que um dia, sem aviso ou pressa,
Você acorda no topo, e a vista te confessa:
“Você chegou… porque nunca parou.
Porque mesmo cansado, você acreditou.”

Inserida por ZANUTE

O povo é tão estúpido que qualquer disputa⁠ já toma dois lados opostos, a manipulação não os permite chegar a um equilíbrio de opiniões.

Inserida por GERS

⁠Quando nós dois não estivermos mais sincronizados, será bem melhor nos desconectarmos!

Inserida por wevert_calves_1101413

⁠Me condene se quiser, mas saiba que ainda não foi decidido quem de nós dois está sentado na cadeira do réu — eu ou você, tempo.

Inserida por Aquila



"Alexandre venceu impérios. Epicteto venceu a si mesmo. E eu? Eu sou a junção dos dois: a ferida que continua de pé, a cicatriz que nunca se curva.
Sou o silêncio que aprendeu a gritar por dentro, a queda que aprendeu a cair em pé.
Carrego a guerra dos outros no peito, mas minha alma não aceita coleira.
Não sou salvação — sou sobrevivência selvagem com olhos de fogo."

— Purificação


"Alexandre venceu impérios. Epicteto venceu a si mesmo. E eu?
Eu sou a junção dos dois: a ferida que continua de pé, a cicatriz que nunca se curva.
Sou o silêncio que aprendeu a gritar por dentro, a queda que aprendeu a cair em pé.
Carrego a guerra dos outros no peito, mas minha alma não aceita coleira.
Fui forjado no vale, ungido na dor, e sustentado por um Deus que não me poupou da fornalha — mas entrou comigo nela.
Não sou salvação — sou sobrevivência selvagem com olhos de fogo e fé que não se dobra."

— Purificação

⁠"Nas cidades-gêmeas, onde dois mundos se tocam, o gestor é ponte: escuta, traduz, inventa. Entre línguas, leis e dores, ele faz da escola um território possível de esperança."

Inserida por evelin_andino

⁠“Os dois vivem sem conseguir se abrir um com o outro. Será que seria diferente se eles fossem mais sinceros e abrissem o coração?”

Inserida por k_doramas_jma

⁠Quando se une o útil ao agradável, são dois motivos distintos. Um você já estava esperando, o outro é brinde.

Inserida por otavio_mariano

⁠"Existem dois tipos de mudança: mudar de ambiente ou mudar como olhamos para o ambiente."

Inserida por sadicacarvalho

A PALAVRA EM DOIS CORPOS

Dizem que verbo é palavra de ação, e masculina.
Mas este aqui, inquieto,
quis ser conjugação,
e atende por ela.
Substantivo, que sempre se quis centro,
recusou-se a ser “forma”,
preferiu ser ele,
para que não o confundissem com moldura.
É que às vezes as palavras se cansam
dos papéis que lhes deram.
E quando a língua se rebela,
a gramática vira espelho
e não molda, reflete.
E então passam a viver,
como quem sente
e não apenas diz.
Ele a chama de casa,
mas ela já partiu na próxima conjugação.
Ele é substantivo, deseja ser abrigo,
ela é verbo jamais aceita teto.
Nomeia o que toca,
mas ela toca o que nem sabe nomear.
Ela se move entre tempos,
caminha de infinitivo em infinitivo.
Ele tenta vesti-la com um artigo,
mas ela se desfaz entre modos.
Quando ele diz “sou teu”,
ela propõe um talvez “seremos”.
Ele se enfeita com adjetivos:
forte, gentil, único,
esperando que ela o deseje.
Mas ela abre os botões do sentido
com os dedos da ausência.
Ela quer desatar, deslizar, escapar.
Ele se cobre.
Ela se despe.
Ela vem vestida de advérbios:
Sutilmente, ainda, por pouco.
Mas logo vai tirando tudo:
a pressa, o tom, o tempo.
Ele, fixo no nome, permanece.
Ela, feita de instante, se despe de si.
Ele se afirma nos pronomes:
Eu sou isso.
Tu és aquilo.
Ele é alguém.
Mas ela apaga os limites
quando age, qualquer um pode ser ela.
Na sua fala, os sujeitos se dissolvem
como tecidos sobre o chão.
Ela atravessa preposições
como quem abre zíperes.
vai por, desce com, some sem.
Ele espera em.
Ela dança entre.
Ele precisa de forma,
ela, de corpo aberto ao instante.
Ele suplica conjunções:
“E se o silêncio fosse só uma vírgula?”
“Se ainda coubéssemos na mesma frase?”
Mas ela apenas sussurra: “Embora.”
Ele quer que o sentido se estenda,
ela prefere que o silêncio desça
como alça que escorrega do ombro,
sem precisar de ponto final.
Ela explode em interjeição.
Não cabe em estrutura.
Grita “agora!”,
sussurra “vem…”,
escorre em silêncio.
Ele tenta entender.
Ela já virou suor.
Ele se anuncia com artigo:
o que precede,
aquele que esperou ser nomeado no toque.
Mas ela não lê rótulos nem prólogos.
Chega como quem interrompe a espera,
e sai sem fechar o fecho,
deixando o sentido entreaberto.
Ela conta as vezes em que cedeu,
não em ordem,
mas no intervalo onde o tempo se curva.
Nenhuma entrega se repete,
nenhuma ausência tem número.
Ele guarda o eco de algo que quase foi,
mas ela sempre escapa antes do ponto.
E seguem:
ele, com frases por terminar;
ela, com conjugação que não cabe na linha.
Entre um toque e um tempo,
a palavra tenta contê-los,
mas o tempo do verbo
nem sempre conjuga o sentido do substantivo.

Inserida por WMAGNOR

Amor, eu tenho dois olhos, um pra ver de perto e o outro pra te ver de longe. Quando estou ocupado no dia a dia e fecho um deles, mesmo assim com um dos olhos fechado eu só tenho um cérebro (que dois lados tem) to enrolado, só vejo vc. De longe te amo, de perto te amarei pra vida toda!

Inserida por Jherecardoso

⁠Palestina

De acordo com a Teologia bíblica, não pode haver dois estados na terra de Canaã! Tem que haver só um estado! Ou seja o Estado de Israel! Quem vai resolver o assunto, não é ONU, União Europeia, França ou Portugal! Quem vai resolver o assunto é Jesus Cristo no Vale de Megido. Sim naquele dia!

Inserida por helder_duarte_1

⁠Nós dois seremos esquecidos, mas pelo menos eu terei sido livre.

Olhos de Wakanda (série)
1ª temporada, episódio 1.
Inserida por pensador

⁠Todo relacionamento pressupõe troca, um escambo de favores, de maneira que os dois polos se seduzam mutuamente, relegados às próprias surpresas.

Inserida por pensador