Vaidade
A vaidade é como um câncer, corrói a alma de uma forma exacerbadamente agressiva, fazendo com que a vítima faça da simplicidade, a sua maior inimiga, do tempo, o maior de seus medos e dos seus reflexos futuros, o maior de seus pesadelos.
Ja diz biblia: "tu é vaidade",
mas estar bem e pra eternidade.
nao é o que veste sim o que sente,
assim como o que fluem em minha mente.
Somos fraçoes do que um dia sonhamos,
por isso perdemos pedaços ao que amamos.
É tudo vaidade, e no fim só nos resta um buraco frio e talvez umas três memórias onde possamos morar.
Controle seu ego, e você terá um bom aliado nas tomadas de decisão.
Deixe-o transpor sua vaidade, e ele se tornará um sabotador sutil que o levará ao fracasso.
A autopiedade é talvez a manifestação mais sutil e perversa da vaidade. É a crença velada da propria superioridade que, mesmo admitindo a própria incapacidade diante da criação do belo ou do significativo, ainda assim se reivindica do todo aquilo que não se soube gerar em si mesmo. É a ilusão de que o mérito alheio nos pertence apenas por existir, e de que a dádiva da vida nos deve algo que nunca lhe oferecemos em troca.
Cada homem guarda sua vaidade fluida no âmago — até o mais miserável.
Só a abandona quando outro homem vil o constrange; então cabe-lhe escolher: defender-se ou buscar novo constrangimento.
Status de Facebook não é sinal de afetividade ou afetos mútuos. Fake news são parte da vaidade humana. E nesse sentido, nos entupimos de um alimento que cedo ou tarde nos fará vomitar, quiçá, apenas isso ou nos perceberemos fadados a uma grande latrina de emoções...evacuando os dejetos de nossas crises existenciais
Antes da arrogância, do orgulho, da hipocrisia e da vaidade desnecessária, faça um tour pelo asilo, pelo hospício, pelo hospital e pelo cemitério. Quem sabe assim você mude seu conceito moral.
Eu me vi como um lobo solitário feroz, a ponto de não dividir o orgulho. A vaidade compromete outro caçador. Mesmo um lobo feroz é melhor do que eu, pois ele está sempre disponível para a matilha em prol da vida.
Descobri que fui prisioneiro de mim mesmo —
cativo do meu ódio, da vaidade, do orgulho, da ambição,
preso por desejos que nunca foram verdadeiramente meus.
Nesse labirinto, esqueci de viver o melhor da vida:
a plenitude do amor que habita em mim.
O orgulho, a vaidade, a ambição desmedida, a ilusão de grandeza e a avareza são os alicerces silenciosos da ruína do ser humano frustrado.
Esses vícios, disfarçados de virtudes em uma sociedade que exalta aparências, corroem a alma e distorcem o propósito da existência.
Vivemos em busca de reconhecimento, acumulando bens e títulos como se fossem escudos contra a efemeridade da vida.
Mas, no fim, todos chegamos ao mesmo destino: nascemos de mãos vazias — e partimos sem espaço no caixão para as riquezas que tanto idolatramos.
O que permanece não é o que se possui, mas o que se compartilha.
A verdadeira grandeza está na humildade, e o legado mais duradouro é aquele que se escreve nos corações, não nos cofres.
As pessoas vivem uma vaidade falsa,
um orgulho ensaiado para plateia vazia.
Sorriso virou máscara, caráter virou figurino.
Até a ambição perdeu a direção — já não busca sentido,
busca aplauso. Quer subir, mas não sabe para onde,
nem por quê. Corre, tropeça, atropela, e chama isso de vitória.
O mundo não está apenas em crise, está em colapso moral.
Cambaleia no próprio lamento, afunda em promessas rasas
e segue em um abismo sem freios,
onde poucos pensam, muitos repetem
e quase ninguém assume responsabilidade.
A verdade incomoda porque exige postura.
É mais fácil fingir grandeza do que viver com dignidade.
Mas a conta chega: não há vaidade que sustente um vazio,
nem orgulho falso que salve um mundo que desistiu de ser honesto.
A vaidade ligada ao conhecimento intelectual leva a subestimar a verdadeira sabedoria proveniente do Espírito Santo que é infinitamente superior.
Na Trindade não há vaidade. Há unidade. Vemos que aquilo que o Pai pede o Filho não retruca e o Espírito não murmura
