Use o Silencio quando Ouvir
Quando Éramos Equipe
Dedicação e empenho eram só o início. Constante era o esforço para superar as expectativas... com as graças de Deus tudo ia se harmonizando, em meio ao frenético movimento de paz que nos levou a amadurecer, confrontando-nos uns aos outros e a nos mesmos. Despir-se da capa da vaidade era um exercício diário e a troca de experiências era mais profunda do que imaginávamos. A autoridade exercida era autoridade constituída, usada pelo Pai em muitos momentos, que nem mesmo como obras nas mãos do Artesão percebíamos que fazíamos parte da obra. A obra era em nós, por Ele, por nós, através de nós, que cheios de nós e de nós mesmos nos confundíamos em nossos caminhos, às vezes saltando nó a nó, etapa por etapa da própria evolução. No final tudo dava errado para nós, mas certo para Ele, pois não víamos o porvir, apenas o que veio, às vezes nem isto, que muitas vezes veio Dele. Viemos de muitos lugares e vimos muito... sem vermos o que viria. Mais importante é que estamos aqui. Lembrando tudo isto e reconhecendo o quanto grandes foram nossos colegas por nos aceitarem, o quanto cegos fomos nós por não aceitarmos outros e o quanto grandioso é Deus por nos aceitar a todos.
Quando me afasto de você, sem nenhuma explicação
É para me proteger, ou talvez, que sintas minha falta.
Ando tão assustada com esse mar de sentimentos.
Tomando posse da alma e dos meus pensamentos.
Pois o que era só uma amizade, virou uma imensidão.
Um amor, que eu só conhecia em contos de fadas.
Ou, nas poesias mais belas que falam coisas do coração...
Quando os seus amigos têm uma grande notícia, você fica feliz por eles como para um milésimo de segundo e então você começar a pensar sobre si mesmo.
Eu não sou livre enquanto alguma mulher não o for, mesmo quando as correntes dela forem muito diferentes das minhas.
Fotografia em Movimento: Congelar e Fluir
O movimento, quando registrado pela fotografia, é a dança do tempo diante da lente. Há nele duas possibilidades igualmente poéticas: congelar o instante ou deixá-lo fluir.
Ao congelar, a fotografia revela o detalhe invisível ao olhar comum, a gota suspensa no ar, o salto interrompido, o gesto que se eterniza. É como se o tempo fosse interrompido para mostrar a grandeza de um segundo.
Ao fluir, a imagem ganha suavidade, trilhas de luz, borrões de cor e formas que evocam a sensação de passagem. O movimento se torna memória em expansão, carregando a emoção do instante em vez de apenas sua forma.
Entre congelar e fluir, está a sensibilidade do fotógrafo em escolher como deseja contar a história. Às vezes, é preciso capturar a nitidez de um momento único; em outras, deixar que o olhar sinta o deslizar do tempo.
Fotografar o movimento é abraçar o paradoxo de parar o tempo e, ao mesmo tempo, deixá-lo seguir. É mostrar que cada instante tem sua beleza, seja na pausa que revela, seja na continuidade que emociona.
Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges
Teus olhos
Aonde estavam teus olhos
Quando te falei sobre o amor,
Aonde escondia teu sorriso
Quando lhe disse que sentia dor.
E que falta me fez teu abraço
Quando o inverno chegou,
E justamente na solidão
Que agora me aflige,
Já não sinto teu amor.
Aquilo em que nós acreditamos molda quem somos. Mas quando você acredita em uma mentira por muito tempo, a verdade não te liberta. Ela te destrói.
Vez em quando é bom baixar um pouquinho.
Baixar a bola.
Baixar o nariz empinado.
Pra chegar mais perto, pra ouvir o outro.
Pra enxergar o que de cima não se consegue ver.
Baixar um tantinho pra lembrar de onde veio.
Pra ajudar quem precisa a se levantar.
Faz mal não, viu?
Nem é humilhação.
É humildade.
Coisa boa de se ter!
Quando me perguntam: “Como você tem conseguido sobreviver depois que seu filho mudou deste plano, com a dor da perda?" Só tenho uma resposta: “Sustentando-me na certeza de que o reencontrarei e de que viveremos plenamente.”
Amizade colorida...fui avisada que não devia me apegar, mas eu lá sabia quando te conheci a pessoa que tu eras realmente.
Tantos momentos juntos e eu fingindo que não sentia nada.
O Pato Donald nunca usa calças. Mas quando ele sai do chuveiro, ele amarra uma toalha na cintura. O que está acontecendo ali? (Chandler)
Quando esses caras vierem te encher, não vacila. Você tem que estar preparado pra apanhar, mas não recua.
(Takemichi Hanagaki)
E de repente me vi quando tudo acabou e por um momento, apenas um segundo fui capaz de perceber : tudo aquilo foi um preparo, o que está por vim começa agora!
Eu, quando visto pelo outro.
Quem sou eu? Eu vivo pra saber. Interessante descoberta que passa o tempo todo pela experiência de ser e estar no mundo. Eu sou e me descubro ainda mais no que faço. Faço e me descubro ainda mais no que sou. Partes que se complementam.
O interessante é que a matriz de tudo é o "ser". É nele que a vida brota como fonte original. O ser confuso, precário, esboço imperfeito de uma perfeição querida, desejada, amada.
Vez em quando, eu me vejo no que os outros dizem e acham sobre mim. Uma manchete de jornal, um comentário na internet, ou até mesmo um email que chega com o poder de confidenciar impressões. É interessante. Tudo é mecanismo de descoberta. Para afirmar o que sou, mas também para confirmar o que não sou.
Há coisas que leio sobre mim que iluminam ainda mais as minhas opções, sobretudo quando dizem o absolutamente contrário do que sei sobre mim mesmo. Reduções simplistas, frases apressadas que são próprias dos dias que vivemos.
O mundo e suas complexidades. As pessoas e suas necessidades de notícias, fatos novos, pessoas que se prestam a ocupar os espaços vazios, metáforas de almas que não buscam transcendências, mas que se aprisionam na imanência tortuosa do cotidiano. Tudo é vida a nos provocar reações.
Eu reajo. Fico feliz com o carinho que recebo, vozes ocultas que não publico, e faço das afrontas um ponto de recomeço. É neste equilíbrio que vou desvelando o que sou e o que ainda devo ser, pela força do aprimoramento.
Eu, visto pelo outro, nem sempre sou eu mesmo. Ou porque sou projetado melhor do que sou, ou porque projetado pior. Não quero nenhum dos dois. Eu sei quem eu sou. Os outros me imaginam. Inevitável destino de ser humano, de estabelecer vínculos, cruzar olhares, estender as mãos, encurtar distâncias.
Somos vítimas, mas também vitimamos. Não estamos fora dos preconceitos do mundo. Costumamos habitar a indesejada guarita de onde vigiamos a vida. Protegidos, lançamos nossos olhos curiosos sobre os que se aproximam, sobre os que se destacam, e instintivamente preparamos reações, opiniões. O desafio é não apontar as armas, mas permitir que a aproximação nos permita uma visão aprimorada. No aparente inimigo pode estar um amigo em potencial. Regra simples, mas aprendizado duro.
Mas ninguém nos prometeu que seria fácil. Quem quiser fazer diferença na história da humanidade terá que ser purificado neste processo. Sigamos juntos. Mesmo que não nos conheçamos. Sigamos, mas sem imaginar muito o que o outro é. A realidade ainda é base sólida do ser.
A vida é assim, de pernas pro ar. Quando você acredita que uma coisa vai ser pra sempre, ela termina. Você jura que não quer se envolver e nem criar nenhum tipo de expectativa, mas já tá pensando em como ele vai ser um bom pai e um filho de vocês teria o cabelo bonito. Você desiste mil vezes, antes de desistir de vez. Você cuida tanto pra não magoar alguém e, de repente, ela que te machuca.
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