Use o Silencio quando Ouvir
Meu corpo, alma e espírito estremessem quando penso em viver sem Jesus. Não sei onde estaria e quem eu seria sem Ele. No alto dos meus 30 anos, quando olho para trás, vejo a mão de Deus em tudo, até nas mínimas coisas. Ele primeiro me escolheu, desde o ventre, depois eu o segui e vou até o fim. Não tem como não te amar, Senhor. (PLDD)
O coração é o alvo de Deus, quando o coração estiver mudado, todo o resto do nosso corpo mudará: atitudes, pensamentos, palavras... Às vezes, precisamos passar pelo deserto para sermos habilitados para receber as promessas de Deus. (PLDD)
Esperando a visita de Jesus
Quando se aproxima uma visita esperada, a maioria das pessoas não dorme muito bem. Quando a visita é temida, as pessoas ficam inquietas. Quando é desejada, ficam agitadas... Porém, há uma diferença: a tensão do medo paralisa, a tensão do desejo desperta a criatividade. O evangelho de hoje alude as duas atitudes. Anuncia cataclismos cósmicos, que encherão os homens de medo (Lc 21,26). Mas para os cristãos tudo isso significa: “Coragem: vossa salvação chegou!” (Lc 21,28). Por isso, o cristão vive à espera “daquele dia” num espírito de “sóbria ebriedade”, fazendo coisas que ninguém faria, mas sabendo muito bem por quê.
Quando a solidão se aproxima, traz consigo uma mensagem consoladora e, por vezes, angustiante: que estar só é ter a si mesmo como companhia.”
Quando te conheci, foi como se estivesse vivendo um conto de fadas, tudo era mágico pra mim, ria à toa e tudo era motivo de alegria pra mim.
Estava tão apaixonada por ti que não cabia em mim de tamanha felicidade, minha vontade era gritar aos quatro cantos do universo que havia encontrado o meu amor, em mim crescia uma força súbita e só aumentava mais e mais, os dias foram se passando e meu amor por ti aumentando, toda vez que te encontrava era como se estivesse vivendo um conto de fadas, o momento era sublime, seu beijos eram intensos e apaixonante.
Hoje vejo e afirmo que todo paraíso tem seu céu, mais abaixo do céu também existe um inferno.
Você foi tudo: Paraíso, inferno e céu!
Te amei muito e com a força desse mesmo amor irei te arrancar do meu coração! Meu coração não é platéia pra ficar na arquibancada esperando, nem palhaço pra ficar vendo alguém brincar e rir dele, sou como um cometa raro, sou como a estrela radiante! Minha parte cometa vai tirar você do meu coração numa velocidade impressionante!
ESTORIAS COM GASPAR...
- Gaspar, eu preciso te contar. Ela é incrível. Parece até que quando estou ao lado dela, esqueço tudo ao meu redor. Como se ela tivesse uma energia boa, que também é transmitida a mim, entende?
- Entendo.
- Eu não sei explicar! Só sei que agora parece certo, a gente se encaixa pra valer, e eu quero que dê certo.
- Não vai dar.
- Por que não?
- Porque ela não é a pessoa certa pra você. Vê... vocês não tem nada em comum, a não ser o fato de estarem sozinhas, o que não é nem tão comum assim, porque ela quer estar sozinha. Você só está desejando com todo seu coração esquecer o passado, e aí acha que com a primeira que se envolver, já vai dar certo. Mas não é assim que funciona pequena.
- Mas eu sinto...
- Você sente demais! Chega de tanto sentimento ao extremo, pequena. Não somos só feitos de emoção, temos também a carne.
- Isso me lembra a outra... acho que ela não tem nenhum lado emocional, apenas carne.
- Todos temos nosso lado emocional, pequena. Só que alguns demonstram menos.
- Doeu tanto, Gaspar...
- Eu sei, pequena.
- As vezes sinto que falta um pedaço de mim. Como se ela tivesse arrancado, e levado com ela quando partiu.
- Vai passar.
- Mas quando, Gaspar? Já foi tempo demais, e eu ainda aqui.
- Você irá superar, quando quiser superar. Quando admitir que ela foi embora, e não vai mais voltar.
- Por que ela fez isso comigo, Gaspar?
- Porque ela é um ser humano, é isso que as pessoas fazem... machucam.
- Mas eu não sou assim Gaspar.
- É porque você é especial, e ainda vai ser reconhecida por isso, acredite em mim, eu falo a verdade.
- Eu sei Gaspar. Obrigada por nunca me abandonar.
- Eu sou o único, que nunca te deixará.
-Sabe Gaspar... As vezes, de tanto querer, até consigo fingir que você é real... É mágico essa sensação. (...)
Me diz como é quando ele te beija... Me conta quais são as armas que ele usa pra te deter. Me fala se ele passa a mão nos lugares que eu já passei, ou descobriu coisa nova. Diz pra mim... Diz o que é que ele fala pra te fazer abrir esse sorriso tão grande. Diz como é que ele se sente, te tendo por completo. Me diz qual foi a frase que ele mandou após você ter dito que abriu mão de tudo por ele. Diz pra mim... Diz o quanto ele é bom em tudo que faz, diz que se enganou todas as vezes em que me elogiou, porque ainda não havia conhecido ele. Me fala que foi tudo que você sempre quis, e que consegue se sentir muito feliz assim, sorrindo, brincando... na curtição.
Diz pra mim, que talvez faça com que eu entenda. Porque se eu não entender, algo muito mais triste do que o nosso fim, vai acontecer. Eu vou ter o pior dos sentimentos por você. E se eu alcançar algo assim, não haverá nada que faça com que eu mude. Você ainda não conheceu meu lado cruel - aquele - que todo mundo, por melhor que seja, tem. Então só me diz... Mas fala com ar convincente pra que eu acredite. Me explica tudo de melhor que ele pode te oferecer e que será a pessoa mais feliz do mundo.
Eu só preciso que me diga... Assim, eu conseguirei seguir meu caminho, expulsando os antigos fantasmas e me libertando, pra que algo melhor... quem sabe... venha.
E quando o sono desaparece? (...) Há diversos suspiros ao terminar essa frase e nenhum, nenhum entusiasmo. Quase todos os sintomas disso, se resume a um só fator: a falta que você me faz. E acho que está aí, no meio dessa frase, dessa perda de sono, desse embrulho no estômago, a crueldade da vida... Não ter o que mais queremos.
Mas fomos feitos para sobreviver, essa é a única regra do jogo. Somos mobilizados a fazer a coisa certa pra continuar enchendo o pulmão de ar, e não há nenhuma ajuda de outro mundo, pra que nos acostumemos com isso, a não ser o tempo.
Ah... o tempo. Tanta gente falando sobre ele, pedindo que ele passe rápido e resolva todos os problemas... Juro, que se ele tivesse 2 pernas e um coração, seria o ser que eu mais sentiria pena.
A verdade é que, por mais que eu seja uma pessoa, sem modéstia, culta, eu também passo por isso. Acima de qualquer cultura, há um coração bombando sangue pelo meu corpo, que mais serve pra sentir uma dorzinha vezenquando, que é traduzida na mais linda saudade.
Saudade de você, muita saudade. Volta logo pra mim.
Pois bem, crianças são como animais, quando vocês judiam bastante, a gente acaba acreditando que somos realmente culpados por aquilo. A isso eu me comparo, e assim me punirei, assumindo uma culpa que - não sei se sei - é minha. Vejo pessoas saindo para festejar, tão deslumbrantes, que me dá uma pontada de inveja automática, pois não consigo ser assim. Não consigo ver o - bonito - nisso. O bonito em tirar a camisa no meio de uma festa, pra mostrar a todas o quanto ele teve que malhar. O bonito em mulheres de roupas curtas descendo até o chão e rindo da cara daqueles lobos famintos por carne grossa. O bonito em beijar um aqui, outro ali, e alguns no meio termo, só pra não ficar entediante. Isso pra mim, chega a ser até feio demais. Essa frieza em que o mundo vem se tornado, e parece que aonde eu vou, estou andando sob os IceBergs - ainda não explorados - do Polo Sul. Porque não consigo mais sentir a chama viva do sentimento. Pessoas traindo, mentindo, humilhando... tão cruéis que chegam a achar graça disso. E aí eu me pergunto: Qual a beleza dentro desse corpo cheio de curvas, se a mente está completamente vazia? Pessoas que nunca leram Quintana, que nunca suspiraram com Caio F. Abreu, que nem imaginam a história de Lispector, inventam de dizer o nome deles porque "ouviu falar por aí".
Me culpo por ser completamente diferente, por ter que escolher dentre me modelar pelo que a sociedade quer ou ser excluído, reprimido, criticado. Que se exploda essa minha culpa desenvolvida por essas tais regras. Fisionomia acaba, físico sarado acaba, dinheiro, meu amor, ainda que muito... acaba. Eu quero mais é continuar amando a beleza que eu vejo em um sorriso sincero, em cabelos naturais e em corpos macios. Nada duro, nada estéticamente planejado. Quero o natural, quero o interior, quero mais desse cheiro que tem as ruas quando chove. Mais desse choro infantil do primeiro amor, mais dessas lembranças gostosas que nos fazem rir até doer a barriga.
E agora, sem mais delongas, me perdoem os homens que lerem este texto. Pra que dar atenção ao meu pseudo-pensamento insano? Sou apenas um garoto...
(Minha parte masculina - Senhorita Gobeth)
Quando a vida se põe um ponto final, choram aqueles que ainda tinham capítulos a escrever neste livro que se fechou.
"Nunca esquecemos um amor , apenas colocamos em um lugar especial quando menos esperamos a pessoa desperta ele novamente e fere a nossa alma".
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