Use o Silencio quando Ouvir

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⁠"Quando era menino...entre as brincadeiras preferidas...uma bola chutava e a bicicleta pedalava...tempinho bom nós velhos campinhos onde a bola não rolava e as piadas desenrolavam as línguas avidas por uma boa gargalhada...amizade pura...Inocencia de criança...um tempo sem tempo de perder tempo e não sentir o tempo passar...saudade da criança que fui...da gurizada do fim de tarde esperando para brincar...viver é ser feliz...tempo que passou e não volta mais...uma tristeza combatida pelos sonhos...quando durmo ainda consigo sentir aqueles momentos...bora sonhar...voltar a ser criança...eternamente em meus sonhos."⚽️

Quando os olhos fecharem, minha alma vai brilhar e meus olhos brilhantes você vai iluminar. A joia rara é você, a mais bela, meu lindo diamante.✨️

✨️"...o mundo não para quando você chorar...então...segue seu caminho...os momentos vividos...de alegias...de tristezas...fazem parte da jornada...não têm como escapar...se entregue ao seu destino...se entregue a vida."✨️

✨️💕"...apenas venha...chegue de mansinho...devagarinho...e quando meus olhos...o seu olhar cruzar...naquele momento...exato pedaço do tempo...pra sempre...vou jurar...te amar."💕✨️

💕✨️"...mulher com jeito de menina...rosto lindo...faz o sol brilhar☀️...quando penso em você...fico a imaginar...seria ela um anjo em forma de mulher...ou uma linda menina...que a terra veio iluminar?"✨️💕

💕✨️"...estava caminhando...quando avistei...seria um anjo ou uma linda menina que a terra veio iluminar?...meus olhos brilharam...se encantaram...tanta beleza...pureza...bela menina...brilho no olhar...estrela a caminhar...veio no mundo iluminar...a luz do meu olhar."✨️💕

“Quando a determinação é maior que as dificuldades, até as páginas rejeitadas pelo mundo podem se transformar em pontes para um futuro extraordinário. A pobreza pode limitar os recursos, mas jamais será capaz de aprisionar os sonhos de quem transforma obstáculos em degraus e encontra no conhecimento a força para reescrever a própria história.”

só postar quando fizer sentido pra mim

porque eu, porque não?

Antes, o mundo parecia uma fila organizada de causas e consequências. Havia um acordo silencioso entre as coisas: se você fosse bom o suficiente, gentil o suficiente, paciente o suficiente, o universo acabaria devolvendo tudo na mesma moeda.

Então alguém apagou as placas da estrada.

Foi estranho perceber que a tempestade nunca escolhia quem merecia. Ela apenas acontecia. Derrubava telhados de quem rezava e de quem amaldiçoava, afundava barcos de pescadores experientes e de crianças brincando na margem. O céu nunca pediu desculpas por chover.

Ele passou anos perguntando.

“Por que comigo?”

Como se existisse uma secretaria do destino pronta para responder e anexar um relatório detalhando os motivos de cada cicatriz.

Mas o silêncio sempre foi mais competente do que qualquer resposta.

Então começou a reparar em outra coisa.

As pessoas passavam a vida inteira negociando com o inevitável. Acendiam velas para convencer o escuro a não entrar. Faziam promessas para comprar alguns meses de paz. Inventavam versões de si mesmas esperando que a próxima fosse poupada.

Nunca eram.

Porque a vida não perseguia ninguém.

Ela simplesmente não sabia mirar.

E talvez essa fosse a parte mais difícil de aceitar: não havia um vilão escondido atrás das cortinas. Não existia uma inteligência cruel desenhando tragédias personalizadas. O universo era apenas um oceano. E o oceano nunca odiou quem se afogou.

A pergunta começou a mudar.

Não era mais “por que eu?”

Era…

“Por que eu seria diferente?”

Naquele instante, alguma coisa rachou dentro dele.

Não de um jeito triste.

De um jeito libertador.

Percebeu que carregava o ego vestido de vítima sem perceber. Achava que sua dor era uma exceção na história do mundo, quando na verdade era apenas mais uma língua da mesma fogueira onde todos aquecem as mãos e queimam os dedos.

As pessoas chamavam aquilo de azar.

Outras chamavam de destino.

Ele começou a chamar apenas de existência.

E, curiosamente, quando deixou de procurar culpados, a raiva perdeu o emprego.

Não porque as perdas doíam menos.

Mas porque finalmente entendeu que dor nenhuma carregava seu nome gravado.

Ela visitava.

Depois ia embora.

Assim como a felicidade.

Assim como o amor.

Assim como todas as versões dele que jurou serem definitivas.

No fim, percebeu que a vida nunca prometeu justiça. Prometeu movimento.

E talvez fosse exatamente isso que havia tanta beleza escondida no caos.

O vento nunca pergunta quem merece ser levado.

Ele apenas sopra.

E, pela primeira vez, em vez de gritar contra ele, o homem abriu os braços.

Não como quem venceu.

Mas como quem finalmente parou de perguntar por quê.

depois da porta (DC referência)


Eu nunca soube muito bem o que fazer quando alguém percebe que pode me destruir.


Talvez por isso eu tenha ficado.


Existe uma espécie de covardia bonita em continuar perto de quem conhece exatamente o lugar onde apertar. A pessoa nem precisa levantar a voz. Basta um silêncio diferente, uma resposta mais curta, aquele olhar que antes demorava um pouco mais. E pronto. O sujeito que jurava não depender de ninguém começa a procurar significado em migalhas.


Eu conheço esse lugar.


É estranho admitir que alguém pode morar dentro da gente sem pagar aluguel, sem pedir licença e, pior, sem sequer saber que possui uma chave.


Eu tentei transformar isso em orgulho.


Disse para mim mesmo que não precisava. Que conseguiria seguir. Que havia outras pessoas, outras noites, outras histórias esperando para acontecer. Fiz do desapego uma espécie de religião particular e passei a repetir suas regras sempre que sentia vontade de voltar.


Mas o corpo não entende discursos.


O corpo lembra.


Lembra da voz.
Do jeito de chegar.
Da presença ocupando um espaço que parecia ter sido construído exclusivamente para ela.


E então existe aquele segundo ridículo em que tudo volta.


Não como memória.


Como presença.


É aí que eu percebo o problema: talvez eu não queira ser libertado.


Talvez uma parte de mim ainda queira ser segurada.


Não porque eu não consiga ficar de pé, mas porque existe uma diferença absurda entre estar de pé e ter alguém por quem valha a pena cair.


Eu poderia mentir e dizer que quero alguém que nunca me faça perder o controle.


Não quero.


Eu quero alguém diante de quem meu controle pareça uma coisa pequena.


Alguém que atravesse minhas defesas sem precisar arrombá-las. Que veja toda essa pose de homem resolvido e perceba que, por trás dela, existe alguém que só queria encontrar um lugar onde não precisasse estar sempre pronto para ir embora.


Talvez seja isso que assusta.


Não amar.


Ser conhecido.


Porque quando alguém realmente conhece você, acaba a possibilidade de fingir que não sente.


E eu sinto.


Sinto até quando finjo que não.


Então, se algum dia eu voltar para aquela porta, não será porque esqueci tudo o que aconteceu.


Será justamente porque lembrei.


Porque existem pessoas que a gente supera.


E existem aquelas que permanecem como uma música tocando baixinho em algum cômodo da casa, você pode sair, fechar a porta, mudar de endereço, começar outra vida.


Mas, de vez em quando, no meio da madrugada, ainda consegue ouvir.


E talvez eu ainda esteja ouvindo.


Talvez seja por isso que, mesmo sabendo o quanto isso me desarma, uma parte de mim ainda sussurra:


fica.


Não precisa me salvar.


Só não solta agora.

só me apaixonar de novo quando esse texto fizer sentido

Às vezes eu fico tentando lembrar do momento exato em que você deixou de ser alguém que eu conhecia para se tornar o lugar onde meus pensamentos descansavam.

E eu nunca encontro.

Talvez porque essas coisas nunca aconteçam de uma vez.

Ninguém se apaixona num instante.

A gente vai se acostumando com a presença do outro sem perceber.

Primeiro sente falta de uma conversa.

Depois de uma risada específica.

Depois de um “chegou em casa?” no fim da noite.

Quando percebe, a ausência daquela pessoa já faz mais barulho do que a presença de qualquer outra.

O mais bonito é que você nunca tentou ser extraordinária.

Você nunca precisou.

Nunca precisou dizer as palavras certas.

Nem inventar versões melhores de si.

Eu gostava justamente das pequenas distrações.

Do jeito que você esquecia o que estava contando porque outra ideia aparecia no meio da frase.

Do jeito que seu riso chegava um pouco antes da piada terminar.

Do jeito que você olhava para o céu sempre que precisava pensar.

Você nunca percebeu, mas eram essas coisas que me faziam acreditar que o mundo ainda sabia criar alguém pela primeira vez.

Eu passei tanto tempo procurando pessoas que me impressionassem, que esqueci como era encontrar alguém que simplesmente me deixasse em paz.

Você nunca ocupou espaço demais.

Você preenchia os espaços que já existiam.

Como a luz entrando pela janela sem pedir licença.

Como uma música baixa tocando em outro cômodo da casa.

Você não mudava quem eu era.

Só fazia parecer que eu sempre estive caminhando na direção certa, mesmo quando tinha certeza de que estava perdido.

Às vezes isso ainda me assusta.

Porque existem encontros que parecem improváveis demais.

Penso em todas as decisões pequenas que precisaram acontecer para que nós existíssemos ao mesmo tempo, no mesmo lugar, olhando um para o outro.

Se eu tivesse acordado dez minutos mais tarde.

Se você tivesse escolhido outra rua.

Se qualquer conversa da sua vida tivesse durado um pouco mais.

Talvez nós nunca soubéssemos que o outro existia.

E, mesmo assim, de alguma forma, existimos.

É estranho sentir gratidão por algo que ninguém planejou.

Você apareceu sem fazer promessas.

Sem dizer que ficaria para sempre.

E talvez tenha sido exatamente isso que tornou tudo tão bonito.

Porque nunca foi sobre vencer o tempo.

Foi sobre existir dentro dele.

Sobre dividir cafés que esfriavam porque a conversa era mais importante.

Sobre caminhar sem destino porque nenhum lugar parecia melhor do que andar ao seu lado.

Sobre descobrir que algumas pessoas não chegam para transformar nossa vida em um filme.

Elas chegam para transformar uma terça-feira qualquer na lembrança mais bonita que você vai carregar por anos.

No fim, acho que o amor nunca foi encontrar alguém perfeito.

Foi encontrar alguém que faz o acaso parecer delicado.

Alguém que olha para você de um jeito tão simples que, por alguns segundos, todas as dúvidas que o mundo construiu deixam de fazer sentido.

E então você percebe que passou a vida inteira procurando grandes sinais.

Quando, na verdade, o maior deles estava escondido na tranquilidade de poder olhar para alguém e pensar, sem precisar dizer em voz alta:

Como foi que, entre bilhões de pessoas, a vida resolveu me apresentar justamente você?


Quando for amar...
Ame uma vez;
Ame outra vez;
E mais outra;
E outra...
Mas, sempre uma vez de cada vez...
Haredita Angel
16.07.2017


- A vida me ensinou a confiar em mim;
a superar as dificuldades, a correr atrás do Sim, quando já tinha o Não.
Sobrevivi...
Estou aqui!
Vida, consegui surpreender a ti e a mim!
Celebremos!
Haredita Angel
09.01.16

"Quando você tá sozinha ninguém te paquera, quando você começa um relacionamento aparece exú de tudo quantoé canto dando em cima de você..."-Chuta que é macumba!!!
Haredita Angel
02.08.13

Quando eu partir, não chore tanto, me deixe ir sem traumas de lágrimas sofridas, estou me libertando.
Desapegue sem deixar de me amar, sem esquecer nossos bons momentos, nossos risos , brigas, teimas, toda nossa construção de amor.
Sinta saudade, não tanta saudade a ponto de
confundir-se com remorsos ou faltas.
Faça de mim um pensamento bonito, pois serei para sempre uma estrelinha no céu da sua vida!


Lembre-se também, que todos temos um contrato de tempo assinado no além .
Somos filhos pródigos de volta ao nosso verdadeiro tempo, ao nosso verdadeiro lar.


Voa alma passarinha, voa para o aconchego do teu Pai!


Haredita Angel
29.04.24

"Saiba que eu não minto,
quando passo indiferente por você!"
Haredita Angel
29.09.13

"Corações partidos quando cicatrizam
tornam-se muito fortes."
Haredita Angel
27.04.13

"Quando duas almas se dão as mãos no céu,
não há nada na terra que as separe!"
Haredita Angel
27.10.13

Mãe ama...


Mãe ama quando o filho é sementinha dentro de si, entre enjôos e vômitos.


Mãe ama quando escolhe o berço e todo o enxoval do seu bebê.


Mãe ama entre as dores dilacerantes do parto.


Mãe ama quando pega seu bebê nos braços pela primeira vez entre risos e choros, já esquecida das dores.


Mãe ama ao escolher um nome entre tantos...


Mãe ama quando arruma o quartinho,
a moradia, o colégio...


Mãe ama na saúde e na doença, nos bons momentos e nos momentos não tão bons.


Mãe ama quando vigia, aconselha, berra, grita, pune...


Mãe é assim: - sol e chuva por fora e por dentro um arco íris; - Amor em todas as cores! .
Haredita Angel
29.01.23

"Há momentos na vida da gente que a saudade dói, tal e qual, casca de ferida quando arrancada.


-A tristeza pensa em firmarmoradia;
-O mar quer desaguar inteiro pelos olhos;
-O peito aperta e o ar foge...


Mas, o bom é que Tudo Passa!
Tudo recomeça!
Tudo volta a florescer!"
Haredita Angel
20.04.25

"Eu amo o meu próximo sim!
Eu só não amo quando ele me enche o saco com algo que o Google pode resolver."
(Sou nem SAC)
Haredita Angel
26.04.26