Use o Silencio quando Ouvir

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⁠Enquanto formos úteis à economia, teremos valor; quando deixarmos de sê-lo, nos tornaremos cadáveres indignos até mesmo de um simples caixão.

Verdade morre quando a mentira esta viva em suas fraquezas e experiências...
Morremos diante a vida passa diante nossos olhos...
Querendo ou não mais no profundo ainda existimos ate todos esqueçam que fomos.
Mesmo que sejamos gloriosos...

⁠o verso é o multiverso da cultura quando não a cultura não ha estrutura...

Todo ato tem consequências mesmo quando mostrado a realidade ambígua.

Síndrome do desespero
A verdade doi mais que a mentira.
Quando nao se acredita nas verdade
Torna se objeto num objetivo num caminho sem rumo.
Portanto todo caminho tem ter responsabilidade de um rumo mesmo para o abismo.
A felicidade de estar caindo num precipício de emoção.
Pode ser entender melhor como felicidade.
Paradoxo de existência tornasse uma parabula nas lafacias de um loucutor.
Tristeza e alegrias ao mesmo tempo são parte do paradoxo do infinito ate o caos absoluto.

Todas as dúvidas são medos expostos e quando incerteza é exposta a chance de sucesso é pequena.

O ar parece tão belo quando o respiramos ,
temos sensação de alívio,
Aos poucos ousamos puxar na imensidão um toque angelical, suspenso na imersão de nossas vidas.
Somos servos de uma paixão...
Numa cascata de emoções,
somos o espírito compadece com tempo...
E espairece num estante que tudo parece ser o último suspiro...
Somos servos de uma condição que nos tornamos limitados pelo curto tempo da existência humana.
Nossos sentimentos pairam para eternidade...
Cada reflexão é simplicidade um pingo no oceano de lembranças e alegrias...
Para os quais enfrenta desafios foram feitos eternos em nossos corações.

Quando a luz do conhecimento é simplicidade roubada para si nos atos insanos e medonhos serão apenas corrupção.

A futilidade humana mostra-se o abismo da consciência quando manipulamos e maquiamos a engenheria genética.
Somos filhos dos deuses astronautas.
O mundo de alienação das bigs tecs é a funcionalidade do ser humano o plataformas de inteligência artificial tem as respostas do seu problemas com verdades e mentiras do capitalismo e da manipulação visual.
"O golpe está aí!"
#Tudo maquiagem que bots entregam pronto ate com áudios de um mundo de fantasias#
*O que somos diante do que somos ainda somos nos?*
*Diante o mundo de adversidade o jogo de olhar para profundo de nos mesmo é jogo para poucos ousamos ser cegos diante a fraqueza da fragilidade do ego.
O silêncio e barulho de estática no celular a luz azul nos cega para verdade.
*A vida floresce ate no deserto ainda em nossas mentes.*
Seres animados atormentados por sonhos de grandeza dentro de um mundo os escraviza.
Há vida e riquezas nas bigs tecs somos felizes ate a conta chegar.
Não são as contas do final do meses.
A conta da alienação social e cultural.
A religiosa te doutrina coloca cabresto e paga as contas do final do mês das igrejas.a obra continua...!
No sentido universal a irrelevante pois resistir é inútil, pois sera assimilados por suas escolhas....sua crítica alienada te conduz pra dentro cosmo da existência artificial.

Quando a política vira religião, o absurdo é sagrado. Não há dados, fatos ou investigações que quebrem essa barreira psicológica. Se o líder mandar marchar, o seguidor marcha; se o simbolismo do momento exigir reverência ao inexplicável — seja a um quartel ou a um pneu à beira da estrada —, o fanático o fará, pois ali o "pneu" vira o seu deus.
​Não há o que se faça ou diga em contrário que convença quem escolheu a alienação intelectual como estilo de vida. O extremismo opera na base da fé cega. Para o restante da sociedade, que assiste ao espetáculo com indignação, resta o duro papel de resistir à correnteza de mentiras, mantendo a sanidade enquanto a realidade prática e o tempo não cobram o preço inevitável desse delírio coletivo.

​O Teatro da Alienação: Quando a Ideologia Vira Religião
​Vivemos tempos em que a verdade perdeu seu valor de face. No cenário político atual, fomos engolidos por um núcleo de narrativas onde a verdade nunca é a verdade absoluta, mas sim uma colcha de retalhos feita de meias palavras, conveniências e manipulações. Figuras políticas que sequer alcançaram o topo do poder já são cotadas como o "pior dos piores", blindadas por uma estrutura profissional de mentiras que desafia a lógica.
​Para esses líderes polimórficos — que mudam de forma e de discurso conforme o público que desejam enganar —, as contradições não são falhas; são ferramentas de engajamento. Com o auxílio tecnológico de deepfakes e uma chuva constante de desinformação, criou-se uma era de pós-verdade onde toda mentira carrega sua própria "versão dos fatos" para alimentar a fábrica de fakes.
​As Cordas do Tabuleiro Internacional
​Esse jogo, contudo, não é jogado de forma isolada. Há uma clara e perigosa interferência geopolítica, onde setores e interesses estrangeiros — como correntes do próprio Estado Americano fiéis a essa cartilha extremista — puxam as cordas da alienação em solo nacional. Jogando contra o próprio país de origem e usando medidas de retaliação para vencer eleições no grito, esses atores transformam o nosso povo em massa de manobra e em laboratório de testes ideológicos. Enquanto a polarização se acentua, os cofres públicos sangram, pagando a conta real da corrupção institucionalizada e da cegueira coletiva.

Fronteira da galáxia é a mesma imensidão do passado e quando sonhamos vemos aglomerados de estrelas que brilham nos nossos pensamentos.

Em toda amanhã o por do sol mostra quem somos diante da escuridão e quando dormimos sonhamos num mundo espiritual e astral.
Podemos ter várias existência na mesma existência.

Quando justiça ultrapassa fronteiras, ninguém está acima da Lei.

Quando o interesse fala mais alto, a verdade perde valor. A palavra do pobre é recebida com desconfiança, enquanto o rico encontra uma multidão disposta a defendê-lo.

O verdadeiro inferno é quando você deixa de pertencer a si mesmo. Então os líderes podem tomar seu dinheiro, controlar suas escolhas com regras intermináveis e, em situações extremas, até violar o seu próprio corpo.

Bom dia, meu amor.


Que seu dia seja leve e cheio de paz.
Quando damos um pouco mais de tempo ao coração, enxergamos caminhos que antes não víamos.
Desejo que hoje lhe traga serenidade e boas inspirações.


Um beijo.

Quando falta Deus no coração, sobra abandono, seja no trabalho ou no lar. Sem Deus, nos esvaziamos do amor e não conseguimos cuidar daqueles que Ele nos confiou. Precisamos voltar a orar; é a oração que nos mantém ligados à Fonte. O homem falha e abandona, mas Deus é fiel e jamais nos abandonará. "Ainda que meu pai e minha mãe me abandonem, o Senhor me acolherá." Salmos 27:10. Que nunca nos falte Deus, para que nunca nos falte amor pelos nossos.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!

like Sosa


Ninguém sabia exatamente quando ele tinha começado a ficar grande. Esse era o tipo de coisa que ninguém conseguia explicar direito. Um dia ele era só mais um nome circulando entre homens que queriam subir, no outro já tinha gente esperando ele terminar de falar antes de encostar no copo.


Sosa não fazia questão de ser simpático. Também não precisava. Ele chegava, cumprimentava quem precisava ser cumprimentado, olhava o lugar inteiro como quem já conhecia tudo aquilo antes mesmo de entrar e sentava. Não tinha pressa. Nunca parecia ter.


E era isso que deixava os outros desconfortáveis.


Porque todo mundo ali queria alguma coisa.


Ele não parecia querer nada.


Ou pior, parecia já ter conseguido.


Os caras comentavam dele nos corredores, nos carros, depois das reuniões. Diziam que era arrogante, que não confiava em ninguém, que tratava gente como peça. Alguns falavam que ele era louco. Outros falavam que era inteligente demais pra ser enganado. No fundo, ninguém sabia qual das duas coisas era verdade, então era melhor não testar.


Tinha gente que odiava Sosa sem nunca ter conversado com ele.


Tinha gente que admirava sem admitir.


E tinha os que entendiam exatamente o que ele era e preferiam ficar longe.


Porque Sosa tinha uma coisa que incomodava mais do que dinheiro: ele não parecia impressionado com dinheiro.


O dinheiro era ferramenta. O nome era ferramenta. Os homens ao redor eram ferramenta. Tudo tinha uma função e ele parecia saber exatamente qual era.


Quando alguém chegava perto demais, ele percebia.


Quando alguém começava a fazer pergunta demais, ele percebia.


Quando alguém mudava de comportamento, ele percebia.


Era como se estivesse sempre esperando alguma coisa acontecer.


E talvez estivesse.


Ninguém conseguia relaxar completamente perto dele porque nunca sabiam o que ele estava pensando. Sosa podia passar vinte minutos em silêncio enquanto todo mundo falava e, no final, lembrar de uma frase que alguém tinha dito no começo da noite.


Era esse tipo de homem.


O tipo que fazia os outros pensarem duas vezes antes de mentir.


E quanto mais crescia, mais isolado ficava. Não porque faltassem pessoas ao redor. Pelo contrário. Sempre tinha gente entrando e saindo, telefone tocando, carro chegando, homem importante querendo reunião.


Mas ninguém realmente chegava perto.


Todo mundo queria alguma coisa dele.


Poucos queriam conhecê-lo.


E talvez ele preferisse assim.


Porque quando você chega num lugar onde qualquer pessoa pode estar sorrindo por interesse, confiança começa a parecer luxo.


Então ele mantinha todo mundo a uma distância calculada. Não precisava ameaçar. Não precisava fazer cena. Bastava olhar.


E os outros entendiam.


Era por isso que, quando Sosa entrava numa sala, as conversas diminuíam.


Não paravam.


Só diminuíam.


Como se todo mundo soubesse que, dali pra frente, era melhor escolher as palavras com cuidado.


Porque Sosa não precisava ser o homem mais barulhento do lugar.


Ele só precisava ser o homem que ninguém queria ter contra si.


E isso, naquele mundo, valia mais que dinheiro.


Muito mais.

Quando a vida é sol, todo amor é verão.