Uniao e Respeito em um grupo Jovem
Ninguém o despreze pelo fato de você ser jovem, mas seja um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza.
E, de fato, existe no mundo algo mais encantador do que uma jovem e bela mãe com um bebê saudável nos braços?
um sábio filósofo chamado Platão uma vez disse: "De todos os animais selvagens, o homem jovem é o mais difícil de domar". Mas, acredito eu, que ele esteja errado, o homem adulto é muito mais difícil de domar.
Um dia você é jovem e
no outro você só quer chegar
em casa, tomar banho,
deitar na cama, vestir a sua
roupa de mendiga e
esticar o que sobrou da coluna.
JOVEM GUARDA: era um tempo "divino": cantávamos com alegria e colocávamos um sentimento verdadeiro nas músicas...
Um jovem que não rejeita o chamado de Jesus para servi-lo, não está desperdiçando sua mocidade, mas ganhando a eternidade.
John Wesley e um Jovem Promissor
Houve um grande avivamento na Inglaterra e nos Estados Unidos no século 18, através de John Wesley e a primeira geração de Metodistas. Mais de um século e meio depois da morte de Wesley, James Edwion Orr, professor da Faculdade Wheaton, levou alguns de seus alunos numa caravana à Inglaterra e visitaram a casa que John Wesley morava. Ao lado da cama dele encontraram um tapete desgastado, com dois pequenos círculos. Eram os dois joelhos de Wesley. John Wesley orava tanto que fez marcas no tapete. Ao deixar o local, o professor notou que faltava um aluno. Ele voltou, subiu as escadas e encontrou o aluno ajoelhado, orando: “Deus, faz de novo! Faz de novo em mim Senhor o que fizeste neste homem!”. O professor pôs a mão sobre o ombro do rapaz e disse: “Vamos, Billy, temos que ir embora”.
Esse menino foi Billy Graham, e como sabemos, foi o maior ganhador de almas do século 20, levado mais de três milhões de almas para Jesus em suas cruzadas evangelísticas. O Senhor fez de novo porque um ele ousou clamar por mais um avivamento.
Conta-se que John Wesley era tão cheio do Espírito Santo, que certa vez lhe perguntaram o que ele fazia para atrair as multidões nas ruas. Sua resposta imediata foi: eu me incendeio e as pessoas vêm me ver queimar. Wesley se incendiava da glória do Espírito e isso fazia com que os pecadores se sentissem atraídos.
Por que não temos mais isso hoje? Talvez seja porque não desejamos mais. Como disse Leonard Ravenhill, outro pastor Metodista e um dos maiores Avivalistas dos tempos modernos. "Muitos são os que querem um púlpito. Mas onde estão aqueles que querem orar"?
Deus ainda pode fazer de novo. E quais são os requisitos necessários?
Olhos molhados, joelhos dobrados no lugar secreto, volta aos princípios do Evangelho e coração quebrantado! (Ezequiel 22.30)
Ah, faz de novo, Senhor. Precisamos! Vem e incendeia nossos corações! Aviva-nos! Encha-nos! “Faz a chama arder novamente em Seu povo”!
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Um jovem estava sentado nas areias, a beira do mar, a espera da onda perfeita, observou que um senhor de mais idade fazia o mesmo, resolveu perguntar ao senhor se também estava a espera da onda perfeita, o mesmo respondeu, que estava contemplando a beleza do mar, e que todas as ondas são perfeitas e únicas, por isso não se deve disperdiçar um instante, pois essa onda não volta mais, que as ondas são como nós, únicos e belos dentro da criação divina, não existirá outro igual no fim de sua existência.
Certa vez havia um jovem aprendiz que buscava avidamente a sabedoria. Ele seguia seu mestre, um homem de cabelos grisalhos e olhos profundos, que carregava consigo a serenidade de quem havia vivido muitas estações. Um dia, enquanto caminhavam por um jardim repleto de flores murchas e outras em pleno desabrochar, o jovem, curioso e inquieto, fez uma pergunta que ecoou como um sino no silêncio da tarde:
— Mestre, se você tivesse que pedir perdão a alguém antes de morrer, quem escolheria?
O mestre, surpreso pela pergunta, fechou os olhos. Por um momento, parecia ter se perdido em um labirinto de memórias e reflexões. Respirou fundo, como quem mergulha nas águas profundas de um lago, e ao abrir os olhos, estavam marejados. Com um olhar pensativo, respondeu:
— Eu pediria perdão à única pessoa que nunca me abandonou, mesmo eu, por inúmeras vezes, ter errado com ela. Busquei a perfeição e a aceitação de tudo e de todos, mas fui falho com ela.
O jovem, confuso, inclinou a cabeça e perguntou:
— Mestre, quem é essa pessoa com quem você, em toda a sua sabedoria, foi falho?
O mestre fitou o discípulo com um olhar que parecia atravessar o tempo e respondeu:
— Essa pessoa sou eu mesmo. Fui o único que nunca me abandonou, mas, por ego e vaidade, errei comigo inúmeras vezes. Busquei algo que, no fim, não faria falta.
O jovem, ainda perplexo, sentou-se sob uma árvore frondosa, enquanto o mestre continuou:
— A vida, meu jovem, é como este jardim. Algumas flores desabrocham, outras murcham. O tempo é o jardineiro que cuida de tudo, mas nós, em nossa soberba, muitas vezes tentamos controlar o que não nos pertence. O ego nos cega, a vaidade nos engana, e a soberba nos afasta de nós mesmos. Buscamos a perfeição nos olhos dos outros, mas esquecemos de olhar para dentro.
O mestre ergueu uma flor murcha e mostrou-a ao discípulo:
— Veja esta flor. Ela já foi bela, mas seu tempo passou. No entanto, ela não se lamenta por não ser mais como antes. Ela simplesmente existiu, cumpriu seu propósito e agora descansa. Nós, porém, carregamos o peso de nossas falhas, de nossos erros, como se fôssemos eternos. Mas a verdadeira sabedoria está em entender que o tempo é nosso mestre, e a humildade, nossa maior aliada.
O jovem, agora com os olhos brilhando de compreensão, perguntou:
— E como posso evitar cair nas armadilhas do ego e da vaidade, mestre?
O sábio sorriu e respondeu:
— Olhe para dentro de si todos os dias. Reconheça suas falhas, mas não se puna por elas. Aprenda com o tempo, mas não tente dominá-lo. E, acima de tudo, lembre-se de que a verdadeira sabedoria não está em ser perfeito, mas em ser verdadeiro consigo mesmo. Pois, no fim, é a nós mesmos que devemos prestar contas.
E assim, o jovem aprendeu que a vida é uma jornada de erros e acertos, de flores que desabrocham e murcham, e que a verdadeira sabedoria está em aceitar a si mesmo, com todas as imperfeições, e em viver em harmonia com o tempo, sem deixar que o ego e a vaidade obscureçam o caminho.
A VOZ
Ontem, acompanhado de meus filhos em um passeio pelo Shopping, fui abordado por uma jovem que me pediu para fazer um teste de voz em meus filhos. Depois que chegamos ao local do teste, soube que aquela atividade estava sendo realizada em homenagem ao dia da voz, é o dia da voz.
A voz é algo muito sublime. No principio do mundo a terra era sem forma e vazia, ou seja, sem vida e sem cor. Uma voz teve o poder de criar o belo no mundo, a voz de Deus. Deus usou o poder da voz para criar o mundo de belas luzes dizendo: Haja Luz! E dai pra frente Deus usou a sua voz para criar tudo de belo sobre a terra.
Logo que nascemos nossa primeira manifestação de vida se dá através da voz, a voz do choro.
A emoção da voz do narrador contando a jogada e gritando gol de seu time. É lindo, não é? A jogada, o gol e ela: a voz do narrador.
Uma voz arrastam multidões, é o poder da voz dos que cantam e encantam: a voz aveludada de Frank Sinatra, a voz roucamente linda de Louis Amstrong, a voz encantadora de Billie Holliday. A voz, cada uma com seu timbre, sem deixar de ser linda de mais.
A voz dos atores e atrizes, esses operários da voz, que com sua voz dão vida a milhares de personagens que antes estavam no papel, transformaram papel em sonhos e magias que pululam o nosso imaginário.
A voz acalma, tranquiliza, acalanta e acalenta. É a voz doce e açucarada da mãe cantando cantigas de ninar para fazer seu filho dormir.
O professor em sala de aula não é só conhecimento que ele está transmitindo através de sua voz, essa voz tem o poder de despertar a consciência e o modo de pensar do aluno. É voz da revolução da mente.
Voz de apaixonados a sussurrar palavras embalados por poemas, é a voz do amor.
Com a voz você pode transmitir segurança, esperança, amor, fé e vida. Mas com a mesma voz você pode produzir confusão, medo, desconfiança, irritação e até a morte.
Bem disse o apóstolo Tiago: “Com a língua bendizemos ao Senhor e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.”
Com a voz nascem sonhos, pois Martim Luther King disse uma vez em alto e bom som de sua voz: “Eu tenho um sonho”.
Mas, infelizmente, com uma voz Adolf Hitler em seus discursos inflamados de ódio, com sua louca voz sentenciou à morte milhares de sonhos.
A voz é a porta de nossa alma, dali só sai o que tem dentro de nós
Descendo um rio, vejo um jovem, remando, remando sua almadia, seguindo a corrente, pois não sabe que ao final existe uma queda-d'água da cachoeira.
No chão
(José Adriano de Medeiros)
No chão um jovem, um sufoco.
Fardas sem rostos.
Quatro em pé garantindo a segurança dos três, que sobre o pescoço, costas e pernas deixam bem claro,
que o mais seguro é permanecer
de braços cruzados ao fundo
O poema "No chão um jovem, um sufoco" é uma denúncia contundente da violência e da opressão. Através de uma imagem forte e concisa, é um convite a refletir sobre a nossa própria responsabilidade diante da injustiça e questionar nossas atitudes e a buscar formas de construir um mundo mais justo e igualitário.
Um País jovem, mas, sem qualquer desenvolvimento sócio-econômico e turístico é igual a imensidão do mar para onde olhamos e, não alcançamos o seu início, nem o seu fim.
Quando um ancião admira um jovem vê sempre uma foto colorida;
Quando um jovem se depara com um ancião seu retrato ainda será revelado
Dentro de quase toda pessoa idosa espreita uma criança que muito sabe e um jovem que muito reflete
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