Uma Verdade Inconveniente
Na mutabilidade das coisas, dos conceitos e das idéias, perde a verdade de ontem para a verdade do momento
Acham que cuido da saúde física querendo imensamente fugir da velhice, quando na verdade fujo das consequências ruins de uma velhice causadas por más escolhas e decisões.
Espero que um dia a verdade me pegue,
pois já atrapalhei muito gente
pedindo pra criarem o McVeggie.
Você não perdeu, na verdade se livrou. Superestimou o sentimento, aquilo era carência. Nunca foi amor.
Seus amigos de verdade são aqueles que estão ao seu lado;
E nas memórias mais remotas da infância, chamados amigos de uma vida inteira.
Muitos especialistas falam que quem sabe de tudo um pouco na verdade não sabe nada; Eu discordo eu acredito que se as pessoas se propusecem a conhecer de tudo um pouco, elas teriam uma visão diferente, elas perceberiam que saber de tudo um pouco na verdade é não ser totalmente ignorante em nada.
BETH
A verdade é dolorosa, as vezes amarga,
Mas necessária; mas agora
Só por alguns momentos dê-me uma ilusão lilás
Como os olhos de miss Taylor
Quem sabe mais de ilusões...?
Quantos casamentos... mas diante da tela,
Quem era mais verdadeira?
Quero a ilusão púrpura
Como uma plantação de alfazema
Depois me fala a verdade, mas me fala com jeito,
Um sorriso e uma falsa esperança...
Como se eu fosse criança galopando em carrosséis
Fala-me primeiro das pequenas verdades
Dos jardins de infância,
Do jogo de esconde-esconde,
Da verdade adolescendo,
Dos desejos inconcebíveis e gulas da puberdade
O resto eu percebo, minha verdade ficou adulta,
A realidade adúltera, os tons pink da tua presença
Foi sumindo aos poucos no fim do ocaso
Meu anjo você ainda é pura,
Você só carrega uma verdade pesada e muito escura
Mas aquele halo ainda povoa a minha lembrança
E a castidade que reluzia na tua presença
Está nas recordações mais ingênuas do meu passado
Guarda essa verdade só pra você mesmo
Pesa demais ver-te verde, tez de seda, temporã
Sob o plúmbeo peso da realidade e o sol ardente da manhã
Nada era verdade quando a verdade era nada;
Matou o gato, o periquito, o cachorro,
Matou a namorada
Nada era verdade ainda;
Matou a galinha, o coelho, matou a vizinha...
A realidade se media pela quantia
E tudo se multiplicava por nada;
Matou o que era verde e o que não era
que era estático e o que se movia
Mas a verdade não aparecia
Matou o concunhado, o vigário a messalina,
E quando era sábado sem a contrição,
Sem chave de coxas na cintura,
Sem a loucura daquela língua e aqueles lábios,
Achava-se sábio...
Mataria o anão, o filósofo, o prefeito;
Mas por mais que matasse, não mataria o prazer
O prazer de matar, talvez matar não fosse solução,
Talvez a solução fosse morrer
Morreria num sábado ensolarado, numa segunda Chuvosa
Ou numa quinta; numa quinta serena...
Missa de sétimo dia e novena...
Um edifício, trigésimo andar...
Um voo onde sua alma alcançasse mais fácil o céu
E somente seu corpo se esfacelasse
No solo duro da realidade
Porque a verdade era nada, nada era verdade...
E quando for verdade o que não for verdade
eu levo dessa cidade o que não for cidade
eu levo o tempo que eu não tenho
pelo tempo que eu tenho perdido...
eu acredito tanto que a vida pode mudar,
se mudarmos um tanto nesse acreditar;
ah, podemos ser felizes sim
mesmo se só restar um olhar, um aceno, uma canção...
a vida é pródiga, a existência profícua...
temos a lua e o tobogã, a esperança e mente sã...
e o lago que eu imagino,
eu atravesso a nado como se fosse um menino,
mas, nada nada assim no nada...
o que não existe além do que eu imagino
se a estrada é o sonho e o caminho é caminhar,
ainda sou um menino de cinquenta anos,
tenho minhas fantasias, ainda faço planos
ainda me apaixono às vezes, às vezes sete vezes por dia...
dezessete vezes por dia eu acredito nesta rebeldia
de me acreditar menino, de me acreditar poeta.
a minha verdade não é minha
e a minha essência é multidão
eu brinco de ciranda ao redor da montanha
de mãos dadas comigo mesmo
penso que sou feliz e isso é tão longínquo
que os rios me carregam
e as estradas me conduzem
em fila indiana até que eu caia de um crepúsculo
e ressurja no nascente e os primatas
que eu fui eram tão ternos,
tinham a ternura das tristezas e das indecisões
e isso fazia deles seres melhores do que hoje somos
agora eu fico sozinho comigo mesmo e os meus cromossomos
ora refletindo, ora contemplando
e eu me pergunto: será que eu não sou Deus?
porque afinal de contas, eu também sou solitário,
eu também sou triste, fico perdido no que me constitui
e no que compõe o meu DNA.
Primata? -Não, os dias gloriosos se foram;
preservei daquele símio só o angustiante prazer
de se entregar a paixão... e quando ela passa
iluminando o vale com sua aura, eu brinco de ciranda
de mãos dadas comigo mesmo ao redor da montanha
até que ela o encontra sob a copa de uma amendoeira frondosa
se abraçam terna e loucamente apaixonados
a fazer piscar de acanhamento astros há mil anos luz ...
e eu fico pensando: ah, se eu não fosse Deus...
Não somos quem pensamos ser; temos dúvidas sobre nós mesmos. Na verdade, a ocasião é quem revela o nosso verdadeiro eu.
"Viva de verdade antes que seja tarde. Tente existir e ser plena. Seguindo as indicações do seu interior"
O tempo é infinito, não limita para vivermos a verdade, talvez, antes que seja tarde. Temos que existir e ser pleno. No linear das distinções do passado, presente e futuro do nosso interior"
"Não queira ser descrente da mente e nu da verdade. Bloqueando a exatidão na escuridão da ignorância."
"Entendendo o Passado!
A vida é um aprendizado.
Mas, se quer viver de verdade, em liberdade. Busque em sua mente o futuro."
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