Uma Mulher com a Leveza

Cerca de 25001 frases e pensamentos: Uma Mulher com a Leveza

⁠Trajes
Acreditar no próprio jeito de fazer
libertar-se da unanimidade
é um batalha vencida
contra o abismo do julgamento
seguir com fé
sem mantê-la viva não há mais o que fazer.
Já foi dito...quem procura encontra.
Quando rejeitamos o que somos, começamos a ser ninguém.
Encontrar a saída de si mesmo é necessário.
A mulher oculta sabe disso.
E você também.

Inserida por AmeliaMariPassos

⁠Força vital
Autoconhecimento
Esculpe as faltas
Petrifica amarguras
Centraliza cotidiano
Instala território emocional em águas tranquilas
Ofertando lugar cativo ao silêncio....
Que sossegadamente assisti florescer o jardim.

Inserida por AmeliaMariPassos

⁠Efígie

Foi-se como um sonho,
Devaneio de prazeres proibidos,
Deusa foragida do paraíso,
Flecha que acertou o mais destemido,
Desbravador de Quimera e Basilisco,
Um lobo temido,
Que sucumbiu nas graças,
De uma predileção,
Agora resta os encantos,
Na caligem das guerras,
Na esbórnia dos lambareiros,
O cavalheiro tornou-se assisado,
De coração ameno e ponderado,
Aflorado de talentos adormecidos,
Um fabro mudado,
Sua obra aos poucos foi-se talhada,
Dotada de formas delicadas,
Fruto de paixão e inspiração,
Efígie que sobreviverá aos tempos,
Viverá aos atentos,
Encantados por seus condões,
Que embeleza, gera e transforma.

Inserida por netomontana

⁠FORÇA DE MAE
Mãe,
Tu não me deu só a vida.
me deu coragem pra vivê-la
Tua luta virou minha armadura,
teu amor, meu escudo de guerra.
Se hoje eu não desisto,
é porque herdei tua força.

Inserida por SandroGoncalvesss

⁠Mulheres que ainda são Subjugadas ao homem financeiramente um aviso: A Escravidão acabou já faz muito tempo, acordem!!!

Inserida por ronaperr

⁠Que país é esse, onde os homens que erram dos 30 aos 80 e tantos anos, e com o direito de errar, insistem em afirmar que as meninas adolescentes já sabem muito bem o que estão fazendo?

Inserida por ateodoro72

⁠A falta de posição é uma realidade constante no mundo contemporâneo e não seria diferente com a sexualidade. Diante disto nasce a sexualidade fluida, a não escolha predeterminada de gênero para completar se.

Inserida por ricardovbarradas

Mães são sempre todas e todos que com amor, compreensão e perdão, exercem a úmida e ativa maternidade na promoção e renovação da vida.

Inserida por ricardovbarradas

Diante um sorriso de nossa mãe, tudo fica mais feliz e rejuvenescemos anos.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Ela não é flor que se cheire mas um lírio do campo solta ao vento em liberdade.

Inserida por ricardovbarradas

⁠A democracia politica no Brasil é frágil sem a justa representação correspondente a proporcionalidade natural e social da mulher, do índio e do negro, nos poderes independentes de governo.

Inserida por ricardovbarradas

A herança, o objeto e o legado artístico e intelectual é da família, mas, na grande maioria das vezes, erra o artista que permite a nociva mistura do emocional e amoroso familiar funcional dentro do seu processo criativo profissional.

Inserida por ricardovbarradas

Só um ser feminino capaz de produzir um pequeno oceano aminótico dentro de si mesmo para receber a vida, que pode se influenciar com as ondas do mar e ter o animo sensível regulado perante as fazes da lua.

Inserida por ricardovbarradas

A beleza física estonteante só combina em par perfeitamente com uma super inteligencia.

Inserida por ricardovbarradas

Antigamente as mulheres consertavam os homens. Nos dias de hoje elas simplesmente trocam de homem.

Inserida por GoisDelValle

O que é que é? É uma rosa perfumada, mas não é rosa; é um docinho gostoso, mas não é doce; é uma joia preciosa, mas não é joia? É a mulher que pode ser a sua esposa.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Daiane & Diane — a história de mim em mim

Durante muito tempo, eu fui Daiane.
Daiane com “i”, de intensidade.
Daiane, a que mordia o mundo antes que ele me engolisse.
A menina que aprendeu a se defender muito antes de aprender a se amar.

Eu tive que ser forte.
Tive que crescer rápido.
Tive que virar mulher quando ainda nem sabia ser menina.
Fui afiada, direta, racional.
Eu falava o que pensava — sem pensar no que o outro sentia.
Não porque eu era má.
Mas porque eu não sabia como cuidar sem me machucar.

Daiane era inteligente, sedutora, estrategista.
Ela sabia sair de qualquer lugar —
mas não sabia ficar em nenhum.
Ela conquistava tudo, menos o direito de descansar.
Ela era potência pura…
mas se sentia sozinha demais para ser verdade.

Até que um dia, em silêncio, ela começou a cansar.

E foi aí que, sem fazer alarde, nasceu Diane.
Diane com "e", de essência.
A mulher que brotou da menina ferida.
A que não precisou apagar a dor,
mas resolveu transformá-la.

Diane é quem eu sou agora.
Não perfeita. Não pronta.
Mas mais leve.
Mais doce.
Mais inteira.

Eu não deixei de ser Daiane.
Só deixei de lutar contra ela.
Hoje, eu abraço.
Hoje, eu acolho.
Hoje, eu escrevo.

Porque escrever me ensinou a sentir sem medo.
Me ensinou a dizer com beleza o que antes eu dizia com dureza.
Me deu a chance de amar sem implorar.
E de me amar sem armadura.

A menina virou palavra.
A mulher virou ponte.
Entre o que fui e o que escolho ser todos os dias.

Eu sou Daiane quando preciso lembrar de onde vim.
E sou Diane quando escolho para onde vou.
No fundo, continuo sendo uma só:
essa mistura de cicatriz com luz,
de silêncio com verbo,
de lágrima com poder.

E hoje, no dia do renascimento,
eu não celebro só o que nasce —
eu celebro o que, dentro de mim, deixou de fugir e escolheu permanecer.

Inserida por dianeleite


Hoje é um sábado qualquer. Ou não.

Talvez, para quem passa os olhos por essas palavras, seja só mais um sábado entre tantos.
Mas para mim, é o sábado em que eu reconheci — de forma lúcida, amorosa e irrevogável — o meu valor.

Entendi o meu tamanho. Entendi a minha mente. Entendi a mulher que habita em mim — inteira, complexa, vibrante.

Fui ensinada, como tantas de nós, a caber. A suavizar. A calar.
Mas hoje, com a alma limpa e o coração desperto, eu não aceito mais diminuir o que é grande por natureza.

Por muito tempo fui a melhor da sala, da turma, do curso.
E ainda assim permiti, por insegurança emocional ou por tentativas de pertencimento, que outros editassem minhas regras internas.
Hoje, essas regras são minhas novamente. E me pertencem com doçura e firmeza.

Não estou falando de beleza estética — isso o tempo leva.
Estou falando do que fica: da mente construída com livros, da psique forjada entre estudos e experiências, da emoção que pulsa com consistência e entrega.
Meu valor está no que vibra quando eu entro em um lugar. Está na minha consciência afetiva, na minha capacidade de sentir e de pensar ao mesmo tempo.

Porque sou o tipo de mulher que não finge não ver.
Sou o tipo de mulher que sente. Que pressente. Que interpreta o silêncio, o subtexto, os olhares que dizem o que a boca não teve coragem.
Que entende o comportamento afetivo de quem valida com gestos ou afasta com ausências.
E mais do que isso — sou o tipo de mulher que, mesmo quando ama, escolhe a si mesma.

A minha paixão é pelo que me expande.
A minha conexão é com o que vibra na mesma frequência: sensorial, intelectual, emocional.
A minha alma não cabe em caixinhas, nem aceita lugares em que precise se diminuir para ser aceita.

E é por isso que digo a você, mulher:
Se olhe. Se perceba. Se escute.
Entenda que ninguém é obrigado a te amar.
Mas você é, sim, responsável por se amar todos os dias.
Ninguém é obrigado a gostar do que você faz.
Mas você é, sim, responsável por reconhecer o poder do que faz nascer de você.

Escolha estar onde você é bem-vinda.
Escolha ficar onde há afeto verdadeiro, validação mútua, presença sincera.
E se precisar ir — vá com ternura, mas vá inteira.

Porque o mundo só muda quando nós, mulheres, paramos de nos moldar a ele…
E passamos a moldá-lo com o que somos.

Autoria: Diane Leite

Inserida por dianeleite

⁠Vejo alguns tendo nós mulheres, como presas.
Presas fáceis, presas difíceis, presas.
Assim ouvi.

Não, eu não sou uma presa, eu sei caçar também.

Inserida por Loren_Esmeralda

⁠Melhor ter alguma lei do que nenhuma. O quê de fato será eficaz para a queda da taxa da violência contra as mulheres
é tornar os casais afetivamente educados para receber e dar amor. Essa guerra dos sexos não pacificou
a sociedade e tampouco libertou as mulheres.

Inserida por anna_flavia_schmitt