Uma Menina com Medo
Eu x Eu
O bem e o mal, o medo e a confiança, a tristeza e a alegria, a raiva e o amor, vivem comigo todos os dias, busco sempre manter o equilíbrio explorando o que a de melhor em mim e mantendo preso na caixa o que me fará mal e aos outros.
Um pouco confuso
Tenho sentimentos, falta compreendê-los;
Tenho pensamentos, preciso de menos medo e mais profundidade para utilizá-los;
Tenho emoções, devo controlar melhor para entendê-las;
Tenho amor, quero despejá-lo com intensidade sobre aquela que merecer.
Quero Atravessar a Ponte
Quero atravessar a ponte e chegar do outro lado, mesmo estando com medo da sua aparência frágil e da sua altura elevada. Antes, preciso me livrar desses fardos que tenho carregado em toda minha caminhada, como a desconfiança, a falta de valores e as cicatrizes profundas ocasionadas pelos espinhos do desamor. Quero atravessar a ponte e encarar de frente os desafios que me aguardam. Se eu nunca tentar alcançar o desconhecido, nunca saberei como é...
Vem Sem Medo!
Neste exato momento, estou com vontade de abraçar o teu corpo para sentir a nossa conexão por muitas horas. Juro que eu queria estar com as minhas mãos segurando firme atrás do teu pescoço, sussurrando no teu ouvido e invadindo a tua intimidade ao mesmo tempo. Só o silêncio da noite iria ouvir o pulsar forte dos nossos corações, á como seria bom transbordar o amor em forma energia delirante!
Minha boca esta seca, minha respiração esta ofegante, a ansiedade pra te ver me assusta, tenho pressa pra te encontrar e contrariar o frio desta solidão.
Não tenha medo do seu futuro amoroso!
Aprenda a viver sozinha. Essa é a regra número 1 para as mães solteiras terem autoconfiança em si mesmas. Mas, acima de tudo, priorize seus filhos, isso te fortalecerá e você conseguirá transmitir para todos à sua volta, a mulher forte e segura que é!
Eu tenho medo de viver com presa demais, ser ignorante, não me entendo e ajo como se me entendesse. O que importa no final é viver ou saber se estou vivendo?
Quando deixamos o medo de lado e permitimos cair no desconhecido e arriscar com o que não sabe, é brutal o quanto se evolui.
O preconceito vem de mentes fechadas que se tornaram pequenas por causa do medo que alguns poucos causam, oprimindo quem não se prende a padrões impostos por pessoas que tem medo do "novo".
As pessoas perguntam: Até quando o medo vai prevalecer sobre as chances da felicidade?
Um sábio disse: até quando querer realmente ser feliz sem medir esforços.
Morrer não dói o que dói é termos deixado de dizer um eu te amo por medo ou receio da reação da pessoa amada, de não termos aproveitado mais os nossos amigos, de não ter ido mais a praia ou de não ter observado mais a natureza o que dói também são as lembranças e a saudade que vamos deixar na vida de nossos familiares e amigos enfim...só me resta então aproveitar os dias ou anos de vida que me restam e tentar fazer o máximo de coisas enquanto eu ainda posso... Porque o amanhã a Deus pertence...
Na imensidão dos meus pensamentos, existe uma pergunta que vira meche vem a tona, o medo de "perder" as pessoas que amamos, sinto me até "idiota" por isso, pois não somos "donos" de ninguém, muito menos dos seus sentimentos e vice versa, pois infelizmente ou felizmente, sempre acabamos criando vínculo... Mas pensando bem, não é o medo de perder a pessoa e sim o sentimento que ela desperta, afinal não são todos, que despertam sentimentos tão intensos, ao ponto de nos revirar ao avesso... Por isso lidar com o que sentimos em relação ao outro, sempre será algo complicado, mas tenha em mente que ninguém é responsável pelo sentimento que desperta na outra pessoa, mas mesmo assim "perder" não é algo fácil...
O medo de perder, tira a chance de ganhar. Abrir mão não significa perder aquilo que se tem, mas ganhar o que ainda se precisa, pra completar o que está vazio. Depois que eu inventar um amanhã, vou olhar pra trás e sorrir!
“Tempos adversos exigem ponderação, para que não caiamos em armadilhas como o medo, a ansiedade, a sensação de fracasso e a dúvida quanto à própria competência.”
“Tempos difíceis não pedem desespero, mas discernimento. O medo e a dúvida só vencem quando nos falta lucidez.”
“Quando o homem se torna o próprio perigo e o medo já não mais o habita, a consciência cede lugar ao instinto e a humanidade se dissipa.”
Um dia todo mundo já foi criança e teve medo de arrancar um dente de leite. E esse dente ficava lá, mexendo, machucando, mas o medo da dor em tirar o que já doía parecia ser ainda maior. Na vida muitas coisas são assim. Uma farpa no dedo, o receio de uma cirurgia, um siso que não para de doer (mas que você toma um antiinflamatório e, pronto! O desconforto aparentemente desapareceu!). Acontece às vezes comigo, acontece às vezes com você. Priorizamos relações tóxicas ao invés do nosso bem estar, desejamos parceiros muitas vezes destoantes das nossas necessidades, nos diminuímos para caber no mundo do outro. Desde amizades a relacionamentos, idealizamos pessoas, construímos situações imaginárias, romantizamos nosso sofrimento. Temos mania de cultivar nossas pequenas e grandes dores, sejam elas físicas, emocionais, espirituais. Somos apegados com a dor, com o sentimentalismo, com aquilo que nos faz mal, quando podemos simplesmente nos libertar. Nos foi ensinado desde sempre, através de filmes e histórias, que o amor resolve tudo, que príncipes encantados existem, que há um pote de ouro lá no final do arco-íris somente para quem se esforça. Somos tão cobrados socialmente, temos uma autocrítica tão enraizada, que idealizar pessoas e situações se torna extremamente fácil. Mas ninguém nos conta que idealizar pessoas é torcer lá no fundo para que elas te idealizem também. Afinal, por que simplesmente não podemos aceitar as pessoas como elas são e querermos ser apenas nós mesmos aos olhos do próximo? É tão mais incrível lidar com o que cada um é de verdade. Com seus defeitos, suas qualidades, erros e acertos. Aceitar que ninguém é perfeito, e que você também não é. Aliás, não devíamos nem querer que alguém nos olhasse assim. Não somos santos e nem pecadores, somos apenas humanos. É preciso amor próprio para ser quem se é, e é preciso amor próprio para se libertar. É preciso amor próprio para tirar aquela farpa do dedo quando se é criança, porque dali já entendemos que tudo bem, vai doer, mas é tirando o que nos machuca que começamos o nosso próprio processo de cura. Coragem é se deixar curar, é resiliência, entrega, aceitação, e acima de tudo, força. É assim, dando nosso primeiro passo, jogando fora o que não mais nos serve, e priorizando a nossa saúde mental, que compreendemos que dentro de nós já existe um pote de ouro pronto para ser descoberto a cada etapa do nosso autoconhecimento.
Sou um pensador e não um mero reprodutor de ideias. Nunca tive medo de pensar diferente da grande maioria. A propósito, as grandes descobertas, via-de-regra, sempre tiveram a sua origem no fato de alguém ousar pensar diferente daquilo que era, até então, o convencional.
