Uma Mao Lava Outa Ambas Lavam o Rosto
Quando você chora,
o pranto lava o coração, limpa o espírito e faz o corpo transbordar. Então nunca segure o choro!
"A chuva lava a pele do leopardo, mas não remove as pintas."
(Provérbio africano)
Que a nossa essência se mantenha intacta sob quaisquer circunstâcias.
Hoje, o Céu ainda clama:
“Escolhe a vida, abandona a sombra,
lava tuas vestes no sangue puro,
e caminha no temor do Senhor”.
Porque o pecado é sentença de morte,
mas Cristo é a Ressurreição e a Vida.
Quem ama renuncia, desce, se entrega,
lava os pés do irmão, não busca uma regra.
Maior não é quem sobe, mas quem desce a servir,
pois no Reino eterno é amando que se faz existir.
"Quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva."
(Mc 10:43)
O mundo lá fora se lava aos poucos,
enquanto admiro a alma que você tem.
Um coração que não se perde em jogos,
e que, de tanto afeto, me faz tanto bem.
É raro encontrar tamanha integridade,
alguém que faz da entrega o seu destino.
Tua bondade é a minha claridade,
teu abraço é meu porto e o meu hino.
A chuva cai, mas o peito está aquecido,
pois te amar é onde enfim encontrei paz.
Teu brilho é o meu presente mais bonito,
que o tempo guarda e o amor só satisfaz.
Às vezes, a melhor festa na laje é aquela em que a convidada de honra só faz barulho para lavar nosso dia.
Noutros tempos, só pensávamos em churrasco na laje, agora, só pensamos em chuva na laje.
Agora as melhores festas na laje são aquelas em que a convidada de honra não traz música alta, nem risadas forçadas, nem fumaça de churrasco.…
Ela chega silenciosa na intenção, mas barulhenta na presença: a chuva.
E faz festa não para entreter, mas para lavar — o dia, a alma, o cansaço acumulado nos cantos que a gente já não alcança.
Noutros tempos, a laje era sinônimo de encontro, carne na brasa, conversa atravessada pelo riso fácil.
Hoje, ela se tornou mirante da espera.
Espera por nuvens carregadas, por um céu que se compadeça do pó, do calor excessivo, da exaustão que já não se resolve só com celebração.
Mudamos o cardápio: trocamos o excesso pelo alívio.
A chuva na laje não exige anfitrião, nem lista de convidados.
Ela chega quando pode, fica o tempo que quer e, ao partir, deixa tudo diferente — não necessariamente resolvido, mas respirável.
É uma festa sem fotinhos, sem brindes, sem sobras…
Só o som da água lembrando que nem todo barulho é invasão; alguns são cuidados.
Talvez o tempo tenha nos ensinado isso: há dias em que não queremos comemorar, apenas lavar.
E, nesses dias, a laje continua sendo lugar de encontro — não com os outros, mas com aquilo que sabe nos escutar e ainda nos permite recomeçar.
Deixe o choro ser a chuva ácida que lava os escombros do que se foi, a lágrima é a água benta que purifica o olhar para o recomeço.
O tempo sabe onde guardou esta saudade,
Que é propriedade do meu pobre coração
A chuva lava a minha tristeza que canta,
Mas não espanta de mim a solidão
Tua lembrança traz calor pro meu inverno
Tua presença nas figuras do meu sono
Uma loucura buscando momentos ternos
E o teu cheiro na fragrância do outono !
Deixe a chuva cair. Não me importo em sair correndo para tomar um banho daqueles que lava a alma, quem sabe assim me sinta mais leve a ponto de voar. Voar pra lugares tão longe que a realidade não conseguisse me alcançar, sentir o vento em meu rosto e por um momento o gosto da liberdade. Brincar com as nuvens do céu, desvendar os segredos da lua. E quando estivesse cansada dormiria em uma estrela, mas não qualquer estrela, a estrela que me foi prometida. E depois de uma longa viagem, enfim, retornar.. ver que tudo não passou de um sonho, mas terei a consciência de que poderei sonhar milhões de vezes mais.
A chuva lava todo o meu tormento
Sinto que a minha alma implora
Refletido vejo esse constante sentimento
Nos espelhos d’água que se formam lá fora
Seu brilho intenso se destaca na escuridão
Me devolve a luz da lua ausente
A chuva dá o tom dessa ilusão
E do sentimento que faz isso com a gente
És o desejo que não se realiza
A promessa que não se cumpre
Da cor morena que se mentaliza
Surge o desejo que meu coração nutre
Peço que minha mente entenda
Se realmente vale dizer que te quero
Que Deus meu desejo atenda
Te quero porque te espero
Leio em voz alta esta carta
Na esperança de que possa me ouvir
Você toma forma no espelho de prata
Se faz tão real que eu posso sentir
Do seu sorriso e seus olhos escuros
Colo os pedaços do meu ideal
A realidade que eu procuro
De tão longe parece sobrenatural
A cura que busco por estar doente
Mostra o quanto não me dei conta desse sonho
A névoa da noite revela o ideal pendente
O silêncio da madrugada se faz abandono
Tão certo quanto as águas cobrem o mar
Tão incerto quanto o futuro da terra
Encontrarei a essência de te encontrar
Como a paz que abomina a guerra
Como idade que não dita regra
Como saudade que não se domina
Com a certeza de quem entrega
O sonho que jamais termina
Amanhã pode ser sorte
Amanhã pode ser destino
Ao Deus que me faz forte
E ao olhar que não defino
Não defino porque não sei
Não defino porque não quero
Não defino porque não encontrei
Não defino porque espero.
BY DANI OLIVEIRA
...não espere para chorar, o choro lava a alma. Não espere para falar, pois se esperar o vento as levará para o esquecimento. Nunca podemos voltar no tempo, ou você se esqueceu que somos escravos dele?!
Ana Lívia Lava-boca
A roupa, ela não lava;
O lixo, ela não leva;
Ordem, ela não louva;
Granfina, usa luva!
Todo dia, ela quer love!
Ainda morro, Ana Lívia!
Então eu bebo e fico leve!
''Lava a cara e sai dessa embriagues que o amor lhe deixou, não deixando restar nem sinal de ressaca.''
