Uma Mao Lava Outa Ambas Lavam o Rosto
Mesmo se quiserem largar sua mão, não implore para pegar. Deixe ele andar sozinho por um tempo, e quando tropeçar não terá onde se segurar.
Porque quando o amor é verdadeiro, nós não temos escolhas. Mudar e abrir mão de muitas coisas são apenas consequências.
Retórica
Queria te contar oque meus olhos escondem,
Queria te pegar pela mão,e arrastar você pra dentro dos meus sonhos,
Queria que você sentisse oque eu sinto,nao tenho medo de ser parte de você,
Queria que cada palavra que guardo amontoada nos meus pensamentos chegassem até você,
Queria que você aceitasse que eu não sei ser outra , a não ser essa que te ama,
Queria que você, simplesmente me deixasse te amar, e não tentasse matar isso que sinto,
Porque isso é tudo que sei ser, tudo que quero ser,
Queria que você me deixasse ,me deixasse só , só pra te amar.
Sem querer me imaginar em minha última lembrança, pego sua mão e somente quero caminhar ao lado teu e de mais ninguém.
Como a vida é injusta sempre quando damos a mão lhe roubam o pé, só passando pelos caminhos pra perceber, o quanto doamos demais, e em troca recebemos desprezo, no meio de tantas verdades dita só enxergo por parte hoje, a “falsidade”! Por isso cansei de tudo, agora eu quero o que me basta, e se o que me basta ainda for pouco, para mim bastará, quero apenas parar de sorrir pra quem só quer me ver chorar, cansei de ir em busca da infelicidade!
Amo segurar a sua mão, amo te abraçar, amo passar todas as noites vendo filmes com você. Simplificando te amo de todos os jeitos, te amo de todas as formas.
Sobe de dentro de mim
uma ternura vinda de antes
que se elabora da rosa onde pousas a mão
(com ela amarras o nó da solidão)
É ela que te descerra os olhos
para a manhã que se inicia..."
Hei garota, largue mão de ficar aí chorando, se queixando pelo o que aconteceu, tem tanta vida pela frente, tem tanta decepção por vir. Seja forte.
E da janela ela via o mundo lhe estender a mão, lhe convidando a sair daquela moldura e se tornar real. Mas o medo de fazer escolhas erradas nunca a deixou se dar à vida!
Não deixe que o medo de arriscar torne sua vida um retrato: estática e alimentada pelas mesmas emoções congeladas e paradas no tempo! Não deixe que a dúvida te tire o medo de viver!
Custo de escolha, regresso habitual.
Voltar...
Largão a mão da caneta para aprender a apagar
Lamber em suma a ferida que se fez por gostar
Sentir o tempo perdido, cruel a te encarar
Veja que o eterno, não se mudou
O sublime parece ser intocável
E o mal relativo, bem olhou
Já o bem,figura irrevogável.
Tão longe, para se perder de vista.
Corridos passos em busca de tal “Artista”
Vira o mundo
Pisa até o fundo.
Ao pensar em correr, toda alma te procura
Oferecem rezas, preces e a tua cura
Uma razão para você escolher?
Ou um bom motivo para o deter?
A turba surge insana propondo tua salvação
Engole as pressas,queima a boca,parece escape de tentação
A salvação está onde deveria estar.
Quanto ao coração, é seu ou já podem levar?
Um brinde aos santos, aos profanos
Aos sinceros, em pé ou caídos.
Um viva aos achados, aos perdidos.
Quem busca, encontra os cantos ou os espantos.
Alcance a verdade, seja por bem ou mal
Toque as nuances da sinceridade
Saboreie sua fé, reencontre o essencial.
Livre arbítrio concedido, se a busca for por felicidade.
A verdade jamais será pura se o invade
Se sua paz mascarada grita por autoridade
Derrube o falso paraíso interno
E o mande para o inferno
Inferno e céu do dia-a-dia, passados como sem perfeição
A alegria já vem armada de decepção
Não troque a alma por uma incerta razão
Arrebenta de felicidade, desapega do talvez vilão.
Contraditório é contar os passos e voltar
Desfazendo o regredir pelo regressar
Tudo o que passaria, você escolheu, já sabia
Não corra tão longe que não saiba retornar
Apanhe o mapa, feche os olhos e vá se entregar
Esquece o atalho
Se dê ao trabalho
Viver é voltar.
Quando alguém vem com 7 pedras na mão e você com uma rosa; faz o outro pensar o por que de estar segurando 7 pedras na mão.
Posso desistir, abrir mão, ou entregar todos os meu sonhos
Posso renovar, levantar e ir a luta
Uma coisa é certa, o dia vai amanhecer, a vida vai acontecer
Se sera um dia a mais ou um dia a menos, Se vou terminar o dia lamentando e reclamando. Ou se vou fazer dele um dia importante, especial e marcante
So depende de mim, da minha conduta e minha postura
Então ja que é pra ser. que seja o melhor
Às vezes, a solução é abrir mão. Só não sei o que é pior: não ter por inteiro ou deixar definitivamente de ter.
Muitas vezes é necessário abrirmos mão de alguns sonhos para continuar a caminhada da vida sem deixá-la se tornar melancólica.
A artista nos dá uma excelente visão do mundo das tormentas sem abrir mão do equilíbrio. Talvez por isso a dor e a angústia do ser fiquem tão terrívelmente agradáveis. E como é agradável portar-se diante das obras dessa artista que domina sua expressão a ponto de permitir-se uma estética cuja conseqüência é relaxar o observador e deixa-lo à vontade para perceber a obra em sua especificidade, tomando consciência das relações que com ela desenvolve. O domínio da artista sobre a matéria da obra responde, em grande parte, pelas sensações de agradabilidade e liberdade, permitidas ao observador, infreqüentemente na arte contemporânea.
Desamarra-me
Desate a minha alma e lance mão de minhas tristezas,
Pois se preciso for, lanço eu mão da felicidade minha pra que tenhas tu, a sua...
Lanço e abro mão de meus ideais pra que tenhas os teus, até que estes sejam um só e um laço
Ou simplesmente eu consiga viver solitário e a sós.
Tira-me desta situação infortuna,
E se preciso for que vá de vez embora, eu te renuncio
Mesmo que isso me custe, custe a vida, a alegria, a vontade de sorrir e chorar
Que partas contigo, os meus anseios e desejos pois eles sucumbem contigo
Talvez eu implore, pois ainda assim acho merecido ou merecedor,
Este sentimento, que por ti sinto e devoto, que por ti ofereço e sou grato,
Mesmo que me custe tanto, mesmo que custe a minha própria liberdade,
Que seja de viver, sentir, falar, ou simplesmente nem mais seja eu coisa qualquer...
Ou alguma.
Ainda com a xícara de café na mão, ele se dirigia ao sofá da sala. Ela já estava lá, sentada perto da lareira crepitante. Não conversaram. Não tinha nada o que dizer. Ambos sabiam o que aquele silêncio todo já dizia. Ele passava as mãos pelos cabelos desanimado. Ela, andava de um lado para o outro. Ele sabia o que tinha que dizer. Ela sabia o que tinha que falar. Mas nenhuma palavra era especulada. Ele olhou para ela como se pedisse uma válvula de escape, ela retribuía o olhar com o mesmo desejo. Enfim, ele colocara a xícara na mesa no centro da sala, e se levantara. Ele não disse nada, mas ela sabia o que o silêncio gritava. Era o fim. Eles iriam, para nunca mais voltar.
