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Uma grande Amizade Nao tem Dinheiro que Pague

Cerca de 850380 frases e pensamentos: Uma grande Amizade Nao tem Dinheiro que Pague

⁠"A verdadeira riqueza da vida está em cercar-se de pessoas que inspiram bondade, pois a grandeza de um coração não se mede por interesses, cargos ou dinheiro, mas pela capacidade de amar e tornar o mundo um lugar melhor para todos."

Inserida por flaviarohdt

⁠TEU CORAÇÃO
É um grande terreno de solo fértil, onde tudo que se planta germina e cresce.
Se possui boas sementes e carinhoso cuidado, será sempre um bom jardim e um excelente pomar.
Se desprezada a semeadura e o mantem encharcado de lágrimas só restará ser um pântano de maus sentimentos.

Inserida por SementesDiarias

"A mudança de algo grande começa sempre por você. A verdadeira transformação começa internamente, quando nos dispomos a mudar nossas percepções, atitudes e comportamentos. Somente ao nos tornarmos agentes de mudança em nossa própria vida é que seremos capazes de impactar o mundo ao nosso redor."

Inserida por Francisco_leobino

⁠Por que você é sempre pequena demais ou grande demais?

Inserida por EmanuelMelloo

⁠A grande saga da humanidade é, de fato, a narrativa do despertar espiritual. Ao longo de milhares de anos, surge um ápice de transformação, onde nada se desperdiça. Acordar é o somatório de pequenos momentos de consciência.

Inserida por evermondo

O mais forte e maior desejo da humanidade é o de existir. Um grande exemplo disso é o "sucesso" quase absoluto das redes sociais; outro exemplo, dessa vez mais interno... é o que o leitor presencia neste momento, que inconscientemente me trouxe aqui e que o moveu pela leitura desse trecho.
Dito e pensado pelo sujeito que vós fala.

Inserida por EdsonGuimaraesJr

⁠Já dizia o grande sábio grego, que na hora de decidir entre coisas, ideias e pessoas, sempre prefira investir nas últimas. Eu acho que ele falava da importância das coisas vivas.

Inserida por evermondo

⁠As meras "coincidências", em sua grande parte, revelam-se como manifestações do reconhecimento ao seu trabalho

Inserida por WesllenAlbuquerque

⁠Talvez a grande diferença entre solidão e solitude, seja que a solidão carrega o sentimento de incapacidade, e a solitude de poder de escolha.
Para chegar a solitude é preciso superar a solidão!

Inserida por Michael_lima_nyx

⁠Um novo dia sempre vai raiar,
a cada novo amanhecer Deus lá está!
É mais um grande espetáculo de cores no céu.
Paz é ver um belo nascer do sol e saber quem agradecer.

Inserida por soraiadiasasol

Após a queda das torres gêmeas no coração da Grande Maçã
Passo a me questionar quanto nossa existência é pequena, fugaz e vã
Enquanto o ego ferido de governantes clama por guerra
A intolerância só aumenta enquanto o povo só quer a paz
Condições mínimas para se ter uma vida digna
Saúde, educação, segurança, liberdade, justiça, abrigo, autonomia e terra
Judeu, muçulmano, cristão e ateu merecem
E todos embaixo da linha do Equador padecem

Ascendência Mista

Nota: Trecho da música A volta do bumerangue.

Inserida por Vinischuartz

⁠Na ficção os personagens tendem a esquecer rapidamente a morte do pai, do que a perdade um grande amor.

Inserida por doc_comparato

⁠Obrigado eu, pela oportunidade em poder admirar a grande mulher que és. Você é muito mais que um rosto bonito ou um corpo atraente e desejável para mim.
Por enxergar em você uma mulher incrível e de princípios em atitudes simplesmente espontâneas, mesmo a distância.
Revelando que ainda existem mulheres de verdade que se valorizam, se respeitam e sabem realmente o que querem para as suas vidas.

Inserida por RicardoBaeta

⁠Um dos animais mais ferozes do mundo é o tubarão, grande, forte e cheio de dentes, mais o animal que mais mata no mundo é o mosquito, então sua aparência de mal não quer dizer nada, sua raiva não quer dizer nada, sua força não quer dizer nada, por que o veneno vem de quem menos esperamos...

Inserida por Carlosjuniorpoetico

⁠A grande transformação social passa leitura. Nos livros, encontramos o mais eficiente caminho para exercemos a verdadeira liberdade de pensamento. A autêntica liberdade humana. Porém é preciso variar o tema e os autores, pois do contrário o "mais do mesmo" nos manterá aprisionados à ignorância, entretanto com status de saber. Um saber limitado aos atalhos sem saída, na estrada do conhecimento.

Inserida por Gracaleal

⁠Muitos são professores, mas poucos ensinam.
O balão cheio é grande, mas é oco.

Inserida por GracianodaGraca

A larva

Porque falávamos de Benvenuto Cellini, e alguém sorriu da afirmação, que fez o grande artífice em sua Vida, de ter visto uma vez uma salamandra, Isaac Condomano disse:

― Não riam. Eu lhes juro que vi, assim como estou vendo vocês, se não uma salamandra, ao menos uma larva ou uma taquarinha.

“Contarei o caso em poucas palavras.

“Eu nasci em um país em que, como em quase toda a América, se praticavam feitiçarias, e os bruxos se comunicavam com o invisível. O mistério nativo não desapareceu com a chegada dos conquistadores. Ao contrário, aumentou na colônia, com o catolicismo, o costume de evocar as forças estranhas, o demonismo, o mau-olhado. Na cidade em que passei os meus primeiros anos, falava-se, eu bem me lembro, como coisa trivial, de aparições diabólicas, de fantasmas e de duendes. Numa família pobre, que vivia na vizinhança de minha casa, sucedeu, por exemplo, que o fantasma de um coronel peninsular apareceu a um jovem e revelou um tesouro enterrado no pátio. O jovem morreu devido à visita extraordinária, mas a família ficou rica. Um bispo apareceu a outro bispo para indicar um lugar onde se encontrava um documento perdido nos arquivos da catedral. O diabo carregou pela janela uma mulher, em uma casa que eu tenho bem presente. Minha avó me assegurou a existência noturna de um frade sem cabeça e de uma mão peluda e enorme que aparecia sozinha, como uma infernal aranha. Tudo isso aprendi de ouvir dizer, ainda criança. Mas o que eu ouvi, o que eu apalpei, foi aos quinze anos; o que eu vi e apalpei do mundo das sombras e dos arcanos tenebrosos.

“Naquela cidade, à semelhança de certas cidades provincianas espanholas, os habitantes fechavam as portas às oito, ou, ao mais tardar, às nove horas da noite. As ruas ficavam solitárias e silenciosas. Não se ouvia mais que o ruído das corujas aninhadas nos beirais, ou o latido dos cães nas lonjuras dos arredores.

“Quem saísse à procura de um médico, de um sacerdote, ou para outra urgência noturna, tinha que seguir por ruas de pavimento pedregoso e cheias de buracos, alumiado apenas por lampiões de petróleo que, fixados nalguns postes, deitavam a sua escassa luz.

“Às vezes ouviam-se ecos de música ou de cantos. Eram serenatas à moda espanhola: árias e romanças que, acompanhadas pelo violão, expressavam as ternuras românticas do namorado à amada. Tais variavam desde um só violão e o namorado sozinho, de poucos meios, até um quarteto, septeto, ou mesmo uma orquestra completa com piano, como o fidalgo endinheirado fazia soar sob as janelas da dama de seus desejos.

“Eu tinha quinze anos, uma grande ânsia de vida e de mundo. Uma das coisas que mais ambicionava era poder sair à rua e ir com a gente dessas serenatas. Mas, como fazê-lo?

“A tia-avó que cuidava de mim em minha infância, após rezar o rosário, tinha o cuidado de correr toda a casa, trancar bem as portas, guardar as chaves e deixar-me bem deitado sob o sobrecéu de minha cama. Um dia, porém, soube que à noite haveria serenata. Mais ainda: um de meus amigos, tão jovem quanto eu, assistiria à festa, cujos encantos me pintava com as mais tentadoras palavras. Todas as horas que precederam aquela noite, passei inquieto, somente a pensar e preparar o meu plano de fuga. Assim, quando as visitas de minha tia-avó partiram ― entre elas um padre e dois licenciados, que vieram para conversar sobre política e jogar uíste ou voltarete ―, uma vez feitas as orações, e estando todos deitados, pensei apenas e pôr em prática o meu plano de furtar uma chave da venerável senhora.

“Passadas umas três horas, isso pouco me custou, pois sabia onde as chaves eram guardadas e, além disso, ela dormia como um bem-aventurado. Tendo alcançado o que buscava, e sabendo a que porta a chave correspondia, consegui sair à rua, no momento em que, ao longe, os acordes de violinos, flautas e violoncelos começavam a soar. Considerei-me um homem. Guiado pela melodia, logo cheguei ao lugar onde ocorria a serenata. Enquanto os músicos tocavam, o público tomava cerveja e licores. Depois, um alfaiate, tomando ares de tenor, entoou primeiro A la luz de la pálida luna, e, em seguida, Recuerdas cuando la aurora... Entro em tantos detalhes para que vocês vejam como se me fixou na memória tudo o que aconteceu naquela noite, a meu ver extraordinária. Das janelas de Dulcinea, resolvemos ir às outras. Passamos pela praça da Catedral. E, então... Disse que eu tinha quinze anos, estava nos trópicos, e despertavam em mim, imperiosas, todas as ânsias da adolescência...

“E na prisão de minha casa, de onde saía apenas para o colégio, e com aquela vigilância, e com aqueles costumes primitivos... Eu ignorava, pois, todos os mistérios. Assim, qual não foi a minha satisfação quando, ao passar pela praça da Catedral, acompanhando a serenata, vi sentada, numa calçada, envolvida em sua mantilha, como se entregue ao sonho, uma mulher! Parei.

“Jovem? Velha? Mendiga? Louca? Que me importava! Eu ia em busca da sonhada revelação, da aventura desejada.

“As pessoas da serenata se afastavam.

“A claridade dos lampiões da praça chegava escassamente. Aproximei-me. Falei com ela; não direi que com palavras doces, mas com palavras fervorosas e urgentes. Como não obtivesse resposta, inclinei-me e toquei o ombro daquela mulher que não queria responder-me, e fazia o possível para que não lhe visse o rosto. Fui insinuante e altivo. E, quando cria ter alcançado a vitória, aquela figura voltou-se para mim, descobriu o rosto e... Oh, espanto dos espantos! Era viscosa e desfigurada aquela face. Um olho pendia sobre a maçã ossuda e purulenta. Algo como o úmido bafio de putrefação chegava a mim. De sua boca horrenda, saiu como que um riso rouco; e, depois, produzindo o mais macabro dos esgares, aquela ‘coisa’ emitiu um ruído que se poderia dizer assim:

“― Kgggggg!...

“Com o cabelo eriçado, dei um grande salto, lancei um grande grito, clamando por socorro.

“Quando chegaram os companheiros de serenata, a ‘coisa’ havia desaparecido.

“Dou-lhes a minha palavra de honra ― concluiu Isaac Codomano ―, que tudo o que lhes contei é absolutamente verdadeiro.⁠

Rubén Darío

Nota: Tradução de Paulo Soriano

Inserida por marcosarmuzel

⁠E eu? Quem sou eu?
Pra chamar de Pai o grande Rei dos Reis.

Lívia Petini

Nota: Trecho da música Santo.

Inserida por FernandoAlva

Para haver ganhador, haverá de ter um perdedor...Para provar da dor, basta perder um grande amor.⁠

Inserida por Wellington10SpBr

⁠Sem necessidade de florescer,
o arquipélago nasce diferente,
na grande imensidão do norte,
te encontro o desejo no meu cerne.

Inserida por AmandaSG777