Uma Cidade Chamada Felicidade

Cerca de 275208 frases e pensamentos: Uma Cidade Chamada Felicidade

⁠⁠O mundo corporativo é como um Motoboy nas ruas da cidade de São Paulo, enquanto uns avisam que a sua porta esta aberta, outros chutam o seu retrovisor.

Inserida por paulitoos2

⁠⁠Um dia desses vou à Itália.Vou à cidade de Assis comprar um machado. Hei de trazê lo! Então direi: - É Machado de Assis!

Inserida por cezote

Retorno com emoção à cidade de Cajazeiras que resplandece a beleza que nunca se desfaz, rever o Príncipe da Paz com louvor e gratidão, é um típico caso de amor, que guardo no coração.

Inserida por gnpoesia

⁠E da janela de seu quarto esfumaçado,
A menina ucraniana via mísseis a cintilar sua cidade.

E sorria, pois não sabia que a morte também brilhava,
E ficava a sonhar, estrelas cadentes a se lançar ao mar.

E depois mais nada, nem estrelas, nem sonhos e nem mar,

E tudo virou história novamente...

Inserida por gnpoesia

⁠Mesmo na tecnologia da cidade, em qualquer idade, quem nasceu no sertão vai sempre se lembrar do privilegio e a felicidade de amar sob a luz do luar.

Inserida por D1E2L3S4O5N6

⁠A flor doméstica perfuma a cidade, a flor silvestre os campos do sertão, a nossa amizade é a flor que perfuma o nosso coração.

Inserida por D1E2L3S4O5N6

Flor nasceu; no capim do sertão e no Jardim da cidade, no seu coração pra mim nasceu, a flor da sua amizade.

Inserida por D1E2L3S4O5N6

⁠No silêncio da madrugada, na cidade dos vivos, parada ou na agitação, almas apaixonadas sempre encontrarão, motivos para uma canção.

Inserida por D1E2L3S4O5N6

Madrugada quente, cidade parada, rua sem gente, saudade danada, que não quer me deixar, procurei a lua para conversar.

Inserida por D1E2L3S4O5N6

No sertão ou na cidade, quem não conceder o perdão, não tem capacidade, para ser um Cristão. ⁠

Inserida por D1E2L3S4O5N6

A flor do jardim, perfuma a cidade, a flor do capim, perfuma o sertão, a flor da nossa amizade perfuma o coração.

Inserida por D1E2L3S4O5N6

Aqui está um pouco da minha história, contada em verso e prosa, moro aqui na cidade maravilhosa. Esta cidade eu amo de coração, mas não me sai da memória os meus tempos de sertão: namorando ao luar com minha amada amante, tocando a boiada, tocando o meu berrante, cavalgando a aboiar nos verdes campos do lugar.

Inserida por D1E2L3S4O5N6

A amizade é agradável, o íntimo humano é insondável, em qualquer idade, na roça ou na cidade, você pode nunca saber quem gosta de você de verdade.

Inserida por D1E2L3S4O5N6

Cada amanhecer, na cidade ou no sertão, é a minha oportunidade de viver e amar com inspiração, trabalhar com suor e muito empenho, fazer o meu melhor, na condição que eu tenho.

Inserida por D1E2L3S4O5N6

( A Paz é Jesus )

Poeta do evangelho chega fortemente armado, mensageiro da paz da cidade de Altos.
Vem vamos ouvi a letra desse som, vou disparando a rima porquê esse é meu dom.
Convido à todos vamos sê feliz, Jesus Cristo é a paz bairro são Luís.
Muitos no labirinto procurando uma saída, o diabo escravizando na vida bandida.
Tráfico, homicídio, roubo qualificado, Jesus Cristo é a paz bairro boca de barro.
Hoje minha luta não é contra a carne e sangue, e sim contra o inimigo que nos tenta a todo instante.
Já fui inguinorante andando como ateu, desobedecendo a lei de Deus.
Só Deus que é bom pecador ele nos ama, Jesus Cristo é à paz bairro jardim Betânia.
Ouvi bairro ciana a letra do poeta, sí esta preso no crime Jesus Cristo te liberta.
Alguns ficam brincando pensando que é brincadeira, em um vacilo que sê der o diabo te Passa a rasteira.
Acorda bairro trankeira é tudo ilusão, Jesus Cristo trás a paz ainda da à salvação.
Paz bairro mutirão, Baixão não vou esquecê, parte da minha infância foi morando em você.
Espero que entendam o que eu estou cantando, a paz é Jesus Cristo bairro alto franco.
Sevo de Jesus Cristo carrega sua cruz, vem também pra ele bairro santa luz.
Receba à palavra bairro matadouro, a paz é Jesus Cristo dono da prata e do ouro.
Que veio destruí as obras de Lúcifer, receba à paz também bairro boa fé.
Deixa o crime as drogas construa uma nova vida, à paz é Jesus Cristo bairro maravilha.
Inimigo traiçoeiro te oferece a ilusão, te apresento a verdade bairro batalhão.
Armadilha do mundão amor ao dinheiro, à paz é Jesus Cristo bairro bacurizeiro.
Quem avisa amigo é, estão cendo avisado, à paz é Jesus Cristo entenda bairro carrasco.
Creia o Senhor libertar vocês, mais façam também por onde bairro santa Inês.
Uso a rima pra falá da salvação, que é Jesus Cristo bairro são Sebastião.
Bairro leite, santo Antônio, Jesus leva para o céu, Robert Zeferino paz morro do borel.
Espero que vocês parem pra refletir, à paz é Jesus Cristo altos-pi.

Por: Robert Zeferino

Inserida por robert_zeferino

Meu espírito se afastou da cidade dos homens, para que o meu coração pudesse se refugiar na paz da fortaleza de Deus! ⁠

Inserida por kutscher

Qual o sentido de não morar no mato se a cidade tem mosquito?

Inserida por moloki

Ouço a sinfonia da cidade: ⁠A música também pode estar nos ouvidos de quem ouve, como a beleza está nos olhos de quem vê.

Inserida por moraez

⁠Juazeiro da Bahia !... A Cidade Que Não Vi... Vi E Vivi...!


Não vi Juazeiro enquanto ‘distrito atrelado à cidade de Sento Sé’, Sua ‘emancipação’, nem tão pouco o achado da imagem de ‘Nossa Senhora das Grotas’, sua padroeira, acontecer...
Não vi a ‘construção da ponte’, nem quando a mesma suspendia para as embarcações por baixo dela passar... Não vi os ‘vapores’ a ornar o rio, por abastecer o comércio a perfilar no ‘cais’, ou o ‘Saldanha Marinho’ um dia nas águas do Velho Chico navegar...
Não vi o deslumbre arquitetônico do antigo ‘Mercado Municipal’ e da antiga ‘Estação Ferroviária’ um dia em Juazeiro figurar, nem mesmo a ‘banca’ surgir para a cidade em duas partes dividir...
Não vi as ‘linhas férreas’ serem instaladas, nem ao menos vi o ‘trem’ no seu vai e vem, chegando ou partindo, trazendo e levando saudades...
Não vi ‘Edésio Santos e João Gilberto’ juntos a cantarolar seus cantos, nem tão pouco vi os ‘carnavais e seus bailes de máscaras’ a fantasiar os festejos de uma época...
Mas vi e vivi ‘o carnaval das batucadas’, dos carros alegóricos e das caretas, trios e blocos, gente etiquetada com “abadá”, deixar de ser popular...
Vi e vivi os clubes ‘Apolo Juazeirense, 28 de Setembro, Artífices e Caçadores’, também o carnaval em festa festejar, e no amanhecer da quarta-feira de cinzas o
‘Bloco Carí do Batata’, envolto pelo sorriso largo do animado ‘Batata’ uma multidão alegremente arrastar...
Vi e vivi os lendários bares da ‘Primavera, Q Sabor, O Garoto e Labarca’ nos finais de semana Juazeiro brindar, e como presente presença, a carismática figura de ‘João Doido’, na sua peregrinação, uma calça a alguém pedir, sem com seu clássico pedido ninguém por isso se incomodar...
Vi e vivi a ‘banca’ já estabelecida dividir a cidade com suas rampas e pontilhões a lhe costurar, assim também como vi o belíssimo e aconchegante ‘Cine São Francisco’ às matinês de domingo animar...
Vi e vivi ‘Jason’ deixar seu nome vivo na história por muitas vidas do Velho Chico bravamente resgatar, assim também como vi o Saldanha Marinho já ‘Vaporzinho’, depois de aposentado passar a ser bar, pizzaria, ser mutilado e ser despejado do seu antigo lugar...
Vi e vivi os festivos eventos do ‘Chá das Cinco’ e seu criador ‘Naldinho’ na sua singularidade Juazeiro revolucionar, e “Mauriçola” com sua música ‘Erva Doce’ um tempo e uma geração simbolizar...
Vi e vivi a ‘feira antiga’ do bairro Santo Antônio, e no seu emaranhado de bancas e gente, um velho de enorme barba agrisalhada, chamado “Ciço”, casca de pau’ aos brados comercializar...
Vi e vivi a ‘Festa do Melão’ passar a ser ‘FENAGRI’ e a agricultura irrigada respaldada nas novas tecnologias Juazeiro transformar...
Vi e vivi uma Juazeiro que pra muita gente se fez eternizar...! Não vi... Mas, Vi e vivi... Uma cidade de ontem e de hoje, de muitas memórias, personagens, fatos e histórias a se contar...

Inserida por ManolloFerreira

Nella città VI - Self fragmentado

E, quando o de dentro se partiu, espelhou-se na cidade: fachadas, vitrines e poeira.

Tremem, trôpegos, nauseantes;
não sei se vivos ou passantes,
se carne ou bruma a desfilar...
certos rostos à deriva,
cada qual no não-lugar.

Inserida por CatarinaL