Uma Cidade Chamada Felicidade
Os estádios e a cidade estão reformados em milhões para receber as copas das confederações, mas os hospitais não tem leitos e estão se deteriorando a cada dia...
então quando seu filho sofrer um acidente ou simplesmente passar mal, leve-o ao estádio para dar os socorros.
"Né muito fácil não" chegar numa cidade onde boa parte da galera já se conhece há anos, amigos que fizeram história juntos e pouco sabem da sua. Aos poucos a gente ganha a confiança das pessoas, uns gostam de você, outros nem tanto. Quase ninguém sabe das circunstâncias da sua vida nesse momento, suas responsabilidades, preocupações e nem tem por que saber. Nos altos e baixos a gente comete erros e acertos, mas sempre segue aprendendo alguma coisa. Nessas horas a gente sente falta de alguns amigos e pessoas que estão longe, hoje espalhadas pelo Brasil e pelo mundo dando sequência nas suas vidas. Espero que todos aqueles que um dia cruzaram meu caminho continuem conduzindo seus passos da melhor forma possível, sonhando e realizando, crescendo e caminhando com a paz na consciência e, se for por bem, espero reencontrar com todos, especialmente alguns, qualquer hora dessas pra trocar aquela boa ideia e contemplar o trabalho bem feito por cada um de nós ao longo dos anos. Somos tão jovens... Que o que há de energia positiva nessa vida circule sempre à nossa volta e afaste o que não convém. Se alguém vai ler até é que eu não sei. Mas se ler, espero que veja sinceridade e receba o que eu lhe desejo. Aquele abraço!
Pra viver mais ou menos bem numa grande cidade, precisa inicialmente de três coisas: gravatas, documentos e neuroses.
Tem poesia na moça da cidade e na moça da favela
Num clássico de Beethoven e num samba da Portela
No sangue que corre pelas veias dos valentes generais
E no sangue que escorre das tão cheias notícias de jornais
Tem poesia em uma criança que nasce e em seu comemorativo porre
Em uma pessoa que esvai-se e lentamente morre
No operário que luta pelo seu pão
No pobre salafrário que acaba na prisão
Nas águas que inundam o sul e se esquecem do sertão
Nos batuques, nas cachaças que rolam pelos botequins
Nos preconceitos sem graça dos cabelos pixains
É poeta quem aprecia e solta
Não fica mudo
Quem vê a poesia
Em todos e em tudo
A cidade só se torna maravilhosa com sua presença aqui.
Se o olhar é o que somos,
eu sou você,
e te vejo em todos os lugares
Ora quando se trata da histora de boby. Parece que ele nascera em algures duma cidade-capital,abandonado aos poucos anos, senao mesmo 6 anos pela, na altura mae, porque naquele momento preferiu deixar-lhe na rua. Quando me encontrei pessoalmente com ele disse me os motivos que lhe fizera abandonar lhe tornam fraco, por isso, o que lhe sobrava era a vontade de tirar todas as criancas abandonadas da rua, como unico enensinamento que aprendeu com as dificuldades nas ruinas entre avenidas da cidade
Outro dia singrando as beiradas da cidade
em busca de pequenas ilhas de prazer.
Não ouço mais as sereias negras de outrora.
Meninas, acham que o principe encantado é o cara mais belo da cidade/bairro, aquele pode lhe oferecer uma casa luxuosa, carrão e riquezas.
Mulheres, sabem que o principe é aquele que lhe da amor, carinho, respeito, atenção, que esta do seu lado em todos os momentos, que ajuda, protege, que da força, que faz qualquer coisa para arrancar-lhe um sorriso bobo na hora em que ela mais precisa sorrir, é aquele que permanece independente das dificuldades.
Um dia, essas meninas, quem sabe, venham a se tornar mulheres.
Já essas mulheres, com certeza, se tornarão rainhas.
E foi ali, na faixada daquele lindo prédio, mas conhecido como um símbolo proeminente desta cidade, por seu estilo único de cúpula. Que aconteceu o primeiro contato físico verdadeiro entre os dois. Deu o sinal e ela aceitou como se estivesse entregando-se não só a um verdadeiro amante, e sim a um amor de uma vida inteira.
A noite estava exuberantemente negra e repleta de mistérios...
O vento cantarolava leves brisas ao favor deles...
Ela,
Linda. Com seus cabelos longos e negros como aquela noite. Uma dama de vermelho.
Ele,
Um homem culto. Reservado. Talvez exausto de um duro dia no trabalho, mas,
havia um olhar nele que a assustara. Um olhar caçador, como o de um gavião.
Sentiu-se como uma presa e ao ouvir as badaladas do sino da catedral o lembrou de seus compromissos, o que a salvara naquele momento.
Caminharam então de mãos dadas como se já se conhecessem a muito tempo,
despediram-se e seguiram cada qual seus caminhos.
Você é Passado!
Andas a dizer pela cidade
que você já me esqueceu
Seria melhor tu dizer que
nunca nem me conheceu.
Estar nas suas lembranças
e palavras não me apetece
Que fale só quem me ama,
Que lembre quem merece!
Marta Gouvêa
Outro dia singrando as beiradas da cidade em busca de pequenas ilhas de prazer: Não ouço mais sereias negras de outrora.
A mulher mais linda da cidade
Minha mãe não entende o porquê eu não mudo mesmo depois dela ter me dado tantas broncas, mesmo depois de ter crescido, mesmo depois de passar a bancar o garoto maduro. Não entende que, mesmo depois dos vinte, eu nunca vou conseguir tomar sorvete ou comer macarrão sem me lambuzar feito uma criança de quatro anos, e ela vai sempre como uma boba ter que tirar às pressas a mancha da camisa branca, porque eu sempre digo que aquela é a minha preferida. Não entende que eu nunca vou me acostumar em acordar cedo, que eu vou sempre estar atrasado, correndo, atropelando os horários das refeições. E vai passar a vida reclamando que eu como coxinha de padaria, e que logo pegarei uma fraqueza e vou parar num hospital. Acho que ela não vai entender que eu nunca vou aprender a colocar água na forminha de gelo sem derramar, nem conseguir soltar uma gargalhada um pouco mais baixa, seguindo os bons modos que ela sempre me ensinou. Ela vai continuar reclamando que eu meto a mão na panela, que eu abro o forno antes do bolo ficar pronto. Não entende que eu nunca vou conseguir deixar de bater o dedinho do pé na quina, muito menos parar de ralar meus joelhos. Que volta e meia vou aparecer com um corte, mas não vou conseguir explicar como foi. E ela vai sempre como uma boba, com a testa vincada, preocupada ao ver o ferimento. Ela nunca vai entender que, ainda que eu tenha crescido, eu nunca vou aprender a descascar laranja, como também nunca vou aprender a fazer um bom suco, arrumar as malas para uma viagem sem colocar todo o meu guarda roupa lá dentro. Nunca vou trocar as meias por vontade própria, nem parar de colocar besteira na lista de compras. Minha mãe nunca vai entender meu armário desarrumado, minha gritaria no chuveiro, minhas cenas no celular. Nem as batidas de porta pra chamar atenção. Não adianta, ela sempre vai achar que é imaturidade, que essas atitudes são coisas de filho que não cresceu, e ainda vai pedir a Deus que um dia eu aprenda. Minha mãe não sabe, mas eu tenho um medo absurdo de um dia deixar de ser filho.
Na rede.
Entre o coqueiro e o pé de mangaba:
a cidade aos meus pés.
O vento sopra como um sussurro de amor.
Sonoro,
cálido.
Seu olhar é um rodeio que me fez voltar pro campo e esquecer a cidade grande para ver meu rodeio da plantação
No verso
no verbo
o pensamento é terno.
A cidade se consome
o que era longe fica perto
Trajetória
História
Vem na memória
Tempos de tristezas
mas também tempos de glórias
E o sorriso brota fácil
A luz revela a face
A sutileza nasce,
no detalhe que falasse.
Oscilando o tempo no espaço
causando rupturas no compasso
Alí, entre o que penso e faço,
mas o lápis eu carrego e o meu eu traço.
Por isso, trazer o olhar ou pra frente enxergar.
Traz aquele cheiro fresco do que vem a conquistar
Na amizade que invade se faz felicidade
Idade, a tirania se rende a liberdade
E o sonho ao se olhar vê-se realidade
Quem diria, isso deixaria de ser só vontade.
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