Uma Cidade Chamada Felicidade

Cerca de 276255 frases e pensamentos: Uma Cidade Chamada Felicidade

Não tem problema nenhum se você não me enxergar. Existe em mim uma ferramenta chamada braille. Juliana Bertolino

Inserida por EliasTorres

_ E o que são lembranças?
_ Lembranças são papeis guardados no fundo de uma gaveta chamada memória, prontos para serem relidos quando a saudade mais aperta.
Ricardo F.

Inserida por ricardo_ferraz_1

Você quase me perdeu...
- Ainda bem que temos uma bússola chamada coração.

Inserida por PedroSanthiago

Eu tinha uma companhia chamada solidão que me fazia carícias nos tempos ruins, eram muitas carícias porquê eu não lembro dos tempos bons
Minha tristeza era bela e simpática
Não fazia muitas exigências, apenas a falta de alegria.
Sentia saudades das coisas antigas que me faziam sorrir todos os dias.
Depois de mudanças e sentimentos vazios, eu sei que o tempo é o melhor remédio, ele matou o meu tédio e agora trouxe um amor pra eu chamar de meu.

Inserida por Darkjasi

História infantil


⁠Era uma vez uma menininha chamada Aline Kayra, uma criança doce e gentil que adorava brincar de bonecas. Desde pequena, ela sempre foi fascinada pelo mundo dos brinquedos e criava histórias incríveis com suas bonecas. Na imaginação de Aline, as bonecas eram suas filhas e ela era a mãe carinhosa que cuidava delas com todo amor e dedicação.

Aline passava horas brincando no seu quartinho transformando-o em um verdadeiro mundo de fantasia. Ela adorava preparar comidinhas de mentirinha para suas bonecas, organizando festas e jantares imaginários. Com uma criatividade sem limites, Aline inventava receitas mirabolantes e servia seus pratos com muito orgulho para suas filhinhas de pano.

Além de cozinhar, Aline também gostava de cuidar da casinha das bonecas, limpando e organizando cada cantinho com esmero. Ela adorava arrumar os móveis, trocar as roupinhas das bonecas e até mesmo dar banho nelas. Para Aline, aquelas eram tarefas importantes, pois mostravam o quanto ela se importava com suas filhinhas de brinquedo.

Mas o que Aline mais amava fazer era levar suas bonecas para passear. Com um carrinho de bebê emprestado de sua mãe, ela saía pelas ruas do bairro, conversando animadamente com suas bonecas e mostrando para elas o mundo lá fora. As pessoas na rua sempre sorriam ao ver Aline passar com seu séquito de bonecas, encantadas com a doçura e a inocência daquela menininha.

No entanto, nem todos entendiam o amor de Aline por suas bonecas. Alguns colegas de escola zombavam dela, chamando-a de "criança boba" e dizendo que ela deveria brincar de coisas "mais crescidinhas". Mas Aline não se importava com as críticas, pois sabia que aquelas bonecas eram suas companheiras mais fiéis e estavam sempre ao seu lado nos momentos de alegria e tristeza.

Um dia, enquanto brincava no parque com suas bonecas, Aline conheceu uma fada mágica. A fada, que se chamava Lumiella, tinha o poder de transformar os sonhos das crianças em realidade. Encantada com a gentileza e a pureza de Aline, Lumiella decidiu conceder-lhe um desejo especial.

"Peça o que quiser, querida Aline, e eu farei com que seu desejo se torne realidade", disse a fada com um sorriso.

Aline pensou por um momento, tentando decidir o que desejava mais do que tudo no mundo. Então, ela olhou para suas bonecas e disse:

"Eu desejo que minhas bonecas sejam de verdade, para que possam falar, andar e brincar comigo de verdade".

Lumiella sorriu e acenou com sua varinha mágica, transformando as bonecas de pano de Aline em seres vivos. As bonecas ganharam vida, pulando do carrinho de bebê e abraçando Aline com alegria. Elas se apresentaram como Clara, Bella e Theodora, e prometeram nunca mais deixar Aline sozinha.

A partir daquele dia, a vida de Aline mudou para sempre. Suas bonecas se tornaram suas melhores amigas, compartilhando com ela aventuras incríveis e momentos mágicos. Clara era a mais velha e sábia, sempre dando conselhos sábios para as outras bonecas. Bella era a mais alegre e extrovertida, sempre animando o grupo com sua energia contagiante. E Theodora a mais sensível e carinhosa, cuidando de Aline como se fosse sua própria filha.

Juntas, Aline e suas bonecas viveram muitas aventuras emocionantes, explorando o mundo da fantasia e enfrentando desafios incríveis. Elas voaram em tapetes mágicos, navegaram em barcos de cristal e dançaram sob a luz da lua. Com a ajuda da fada Lumiella, elas realizaram feitos incríveis e tornaram-se lendas no reino da imaginação.

No entanto, nem tudo era perfeito no mundo encantado de Aline. Um dia, uma bruxa malvada chamada Vera invadiu o reino da imaginação, ameaçando destruir tudo o que Aline mais amava. Vera era cruel e poderosa, usando seus feitiços sombrios para semear o medo e a desconfiança entre as amigas.

Determinada a proteger suas bonecas, Aline enfrentou a bruxa com coragem e determinação. Com a ajuda de Clara, Bella, Theodora e a fada Lumiella, ela lançou um feitiço poderoso, banindo Vera para sempre do reino da imaginação. A vitória de Aline foi celebrada com festa e alegria, restabelecendo a harmonia e a paz no mundo das crianças.

E assim, Aline e suas bonecas viveram felizes para sempre, brincando e sonhando juntas no mundo encantado da fantasia. Sua amizade era eterna e inquebrável, provando que o amor e a imaginação podem superar até mesmo os maiores desafios. Para Aline, suas bonecas eram mais do que simples brinquedos, eram companheiras leais e confidentes em quem ela podia confiar para sempre. E assim, a menininha continuou a ser a mãe carinhosa de suas bonecas, espalhando amor e alegria por onde quer que fosse.

E assim viveram felizes para sempre...

Inserida por AlineCairaG

⁠Em uma terra distante, havia uma bela e encantadora jovem chamada Aline Kayra. Ela era conhecida por sua beleza e elegância, sempre perfumada e charmosa, atraindo olhares por onde passava. Aline era uma mulher de princípios, honrada e ética, e seu maior orgulho era sua filha Theodora Anthoniella, a quem ela amava mais do que tudo neste mundo.

Desde pequena, Theodora era educada por sua mãe com valores sólidos e caráter forte. Aline ensinava sua filha a crescer digna de seu ventre, preparando-a para ser uma mulher forte e independente. Ela sabia que Theodora era seu legado, e que um dia seria ela a responsável por dar continuidade à sua história.

Aline era uma mulher trabalhadora, que fazia de tudo para proporcionar o melhor para sua filha. Todos os dias, ela se dedicava a cuidar de Theodora, garantindo que ela tivesse tudo o que precisava para crescer feliz e saudável. Aline era mais do que uma mãe para Theodora, ela era sua melhor amiga, sua confidente, sua protetora.

Mesmo nos momentos mais difíceis, Aline sempre estava ao lado de sua filha, oferecendo seu amor incondicional e apoio inabalável. Ela era o alicerce de Theodora, a luz que iluminava seu caminho nos momentos de escuridão. Aline era a personificação do amor de mãe, sempre presente e disposta a fazer tudo por sua filha.

O tempo passava, e Theodora crescia sob os cuidados amorosos de sua mãe. Ela sabia que podia contar com Aline para tudo, desde os conselhos mais sábios até o conforto nos momentos de tristeza. Aline era sua rocha, seu porto seguro, sua inspiração.

Em um belo dia de primavera, Theodora decidiu seguir os passos de sua mãe e se tornar uma mulher forte e independente. Ela sabia que tinha sido abençoada com uma mãe maravilhosa, e queria honrar seu legado, tornando-se a melhor versão de si mesma. Aline sorriu orgulhosa ao ver sua filha florescer e se tornar uma mulher incrível, assim como ela sempre soube que seria.

O amor entre mãe e filha era eterno, inquebrável, um laço que nada nem ninguém poderia romper. Aline era o tesouro mais precioso de Theodora, mais valioso do que qualquer pedra preciosa. Ela era sua mamaezinha maravilhosa, a quem Theodora amava com todo seu coração.

E assim, mãe e filha seguiram juntas, enfrentando juntas os desafios da vida, compartilhando os momentos de alegria e tristeza, fortalecendo ainda mais o vínculo especial que as unia. Aline e Theodora eram duas almas gêmeas, conectadas pelo amor mais puro e sincero que existe no mundo.

E mesmo quando os anos passarem e as rugas marcarem seus rostos, o amor entre Aline e Theodora permanecerá inabalável, eterno como o próprio tempo. Pois o amor de mãe é um tesouro incomparável, um presente divino que ilumina nossas vidas e nos guia pelo caminho da felicidade.

Aline Kayra e Theodora Anthoniella, mãe e filha, unidas para sempre em um amor que transcende todas as barreiras e desafios. Um vínculo sagrado, eterno, que nunca se quebrará, pois o amor de mãe é a força mais poderosa que existe no universo. E assim, elas seguirão juntas, lado a lado, para sempre e sempre.

Inserida por AlineCairaG

⁠Uma certa vez, na pitoresca província de Gaza, uma aldeia chamada Manjacaze, conhecida por suas tradições vibrantes, risadas contagiantes e festas épicas. A vida em Manjacaze girava em torno das palhotas, onde as histórias antigas e os costumes eram passados de geração em geração. Entre os habitantes mais conhecidos da aldeia estavam Tonekas, Tchissola, Penina, Dina e Caró, cinco amigos inseparáveis e especialistas em transformar qualquer ocasião numa celebração inesquecível.

Era uma manhã quente e ensolarada quando Tonekas, o mais travesso do grupo, teve uma ideia brilhante enquanto se espreguiçava na sombra de uma palhota. "Hoje à noite, vamos dar a maior festa que esta aldeia já viu!", anunciou ele com um sorriso maroto.

Tchissola, a mais sábia e conhecedora das tradições, franziu a testa. "Uma festa? E quem vai preparar toda a comida e a bebida?"

Penina, conhecida por sua risada contagiante e habilidades culinárias, levantou a mão. "Deixa isso comigo! Vou preparar carne grelhada que fará todos lamberem os dedos."

Dina, que tinha uma coleção invejável de capulanas coloridas, acrescentou: "E eu vou decorar o espaço com minhas melhores capulanas. Vai ficar lindo!"

Caró, o mais divertido e mestre das bebidas, garantiu: "E eu vou preparar a bebida mais forte e saborosa que já provaram. Esta festa será lembrada por gerações!"

Com os papéis distribuídos, os cinco amigos começaram os preparativos. Penina foi ao mercado comprar carne fresca e temperos. Dina desdobrou as suas capulanas mais bonitas, pendurando-as entre as palhotas, transformando o lugar num arco-íris de cores. Caró começou a preparar uma bebida secreta, cuja receita tinha aprendido com o seu avô.

Quando a noite caiu, a fogueira foi acesa e a festa começou. Os moradores de Manjacaze foram chegando, atraídos pelo cheiro delicioso da carne grelhada e pelas risadas que já se ouviam à distância. Em pouco tempo, a aldeia inteira estava reunida em torno da fogueira, dançando, cantando e contando histórias.

Tonekas, sempre pronto para uma boa piada, pegou um copo da bebida especial de Caró e subiu numa pedra. "Atenção, pessoal! Quero propor um brinde aos amigos, às tradições e, claro, à bebida de Caró, que é forte o suficiente para derrubar um elefante!"

Todos riram e levantaram seus copos. Enquanto isso, Tchissola começou a contar histórias antigas da aldeia, envolvendo espíritos, heróis e antepassados. As crianças ouviam com os olhos arregalados, e os adultos soltavam risadas de tempos em tempos, especialmente quando Tonekas fazia comentários engraçados.

A festa continuou noite adentro, com Penina servindo mais carne e Caró enchendo os copos de todos com sua bebida mágica. Dina, com suas capulanas, fez uma dança tradicional que arrancou aplausos e risos. A certa altura, Tonekas, já bastante embriagado, decidiu que seria uma boa ideia mostrar seus dotes de equilibrista. Subiu numa das palhotas e tentou caminhar pela borda. Claro, acabou caindo de cara no chão, mas levantou-se rapidamente, sacudindo a poeira e rindo de si mesmo.

A alegria e a camaradagem estavam no auge quando Tchissola, já um pouco tonta de tanto dançar e beber, sugeriu uma competição de histórias engraçadas. Cada um dos cinco amigos contou sua história mais hilária, e a aldeia inteira se encheu de gargalhadas. Caró, sempre o último a falar, contou sobre a vez que
Estavam numa festa em casa de um amigo na cidade, e então, começaram a servir comida. Um outro amigo deles, vendo os bifes sobre às mesas, sem esperar a autorização para servir, ele levantou-se à velocidade da luz para se servir. Sem intenção alguma de o fazer, derrubou o cabo de som e a música parou. Todo mundo parou o que fazia e começou a olhar para ele. Ele, perplexo, sentiu um calor de vergonha percorrer-lhe a espinha e não se atreveu a mover. E de lá do fundo, onde Judas perdeu as botas, gritou um convidado embriagado: "É esse que quando vê comida não se controla! Não precisa correr, a comida não vai fugir de ti!" Todos explodiram em risadas.
As risadas foram tão altas que ecoaram pela aldeia.

A festa continuou até o amanhecer, com todos finalmente exaustos, deitarem-se ao redor da fogueira ou em suas palhotas, cobertos pelas coloridas capulanas de Dina. Ao acordar, a aldeia estava um caos de risadas, roncos e algumas cabeças doloridas.

Nos dias seguintes, a festa tornou-se lenda em Manjacaze. Tonekas, Tchissola, Penina, Dina e Caró eram constantemente lembrados de suas proezas e das risadas que proporcionaram. E sempre que alguém queria uma boa festa, sabia exatamente a quem recorrer: aos cinco amigos que sabiam como transformar uma noite qualquer numa celebração inesquecível, cheia de carne suculenta, bebidas fortes, tradições respeitadas e risadas intermináveis.



In, Susatel - A Grande Festa de Manjacaze: Tradição, Risadas e Aventura
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Inserida por Susatel

Existe uma coisa chamada "igualdade", caso você não tenha notado.

Inserida por pensador

Por vezes, uma chamada cancelada de madrugada fala mais que 1000 palavras...⁠

Inserida por Clesio10

⁠No universo nada é por acaso o que existe é uma força chamada sincronicidade.

Inserida por RoMacedo

⁠Existe uma coisa chamada "sonho" muitas vezes é tido como algo bobo, êh, eu entendo, mesmo que aparente ser coloque-o acima de todas as prioridades, o extraordinário brota por aí;

In, Modo divino
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Inserida por Susatel

⁠A estabilidade do Universo é mantida por uma instabilidade contínua chamada renovação.

Inserida por marcondeslucena

Tem pessoas que nascem com uma doença chamada inveja.

Inserida por Plattinno

⁠SÓ PENSANDO...
Uma dimensão, chamada passado!
As estrelas depois que explodem desaparecendo dos telescópios nos deixam a sua luz por muitos anos, como a dizer que na verdade elas ainda existem! Pois desde que toda a matéria é luz condensada, nessa luminosidade que continuamos a enxergar ainda há a tal estrela. E se estamos ao olhar o brilho de uma estrela extinta, olhando o passado, esse mesmo passado, jamais passou e nós é que por ele passamos! Isso que se convencionou chamarmos de passado é uma dimensão que jamais deixará de existir.
odair flores

Inserida por odair_flores

Quando sua vida caminha pra normalidade, para um norte !, vem uma coisa chamada emoção e dar uma surrrra na razão, ai vc descobre que a emoção ganhou Essa..

Inserida por darciovinicius

A Lenda da Rosa Azul

“Era uma vez uma bela jardineira que amava rosas e ela foi chamada para cuidar de um jardim. Então, rosas foram plantadas no jardim… Mas elas nunca cresciam e nunca iriam crescer afinal aquele lugar estava sendo amaldiçoado por um demônio. Mesmo assim dia apos dia a moça cuidava com carinho e amor das suas rosas.Essa atitude impressionou tanto o monstro que ele acabou se apaixonando pela jardineirinha e numa noite de luar ele apareceu para ela e pediu sua mão em casamento. A jovem então disse que se casaria com o demônio se ele desse a ela uma ROSA AZUL. Completamente apaixonado, ele rodou o mundo inteiro em busca da tal flor. E quando finalmente encontrou… Sua jardineirinha amada morreu. Ele jurou eternamente sobre o tumulo da mocinha que a esperaria eternamente com a rosa azul, e assim, essa rosa azul só vai aparecer no dia que a jardineirinha voltar para os braços do amado.”

Inserida por heliaburgos

Naquele dia ela foi a estação e comprou uma passagem só de ida pra uma terra chamada: Muito além do que seus olhos podem vê.

Inserida por GabrielaStacul

O tudo do nada é o tudo em Jesus, Eu e Ele, nós dois, em uma nação humilde chamada de humanidade.

Inserida por AndersonCDO

⁠Conheci uma mulher chamada Donna. Era a dona da quitanda. Salomé falava três donas seguidos quando me mandava comprar alguma coisa: Vai lá na dona Donna, dona da quitanda... Eu só pensava: se ela fosse dona de um navio, iriam ser quatro donas: dona Donna, dona do navio! Isso é respeito, é? Para mim, não serve. Mas eu gostava da Donna. Já te falei dela?

Inserida por maria_beserra

⁠A Igreja é chamada a ser sempre a casa aberta do Pai... Assim, se alguém quiser seguir uma moção do Espírito e se aproximar à procura de Deus, não esbarrará com a frieza duma porta fechada... Muitas vezes agimos como controladores da graça e não como facilitadores. Mas a Igreja não é uma alfândega; é a casa paterna, onde há lugar para todos com a sua vida fadigosa.

Inserida por sergio_vilanculo