Uma Cidade Chamada Felicidade
Nessa Vida Nós só Temos
Um DEUS,
Uma Mãe,
Um Pai,
Uma Grande Chance,
Uma Vida,
Um Segundo Para Decidir Toda Uma Vida, Então Discernimento.
A inveja é uma das mais potentes causas de infelicidade. Não só torna o invejoso infeliz, como também o torna propenso a ações mesquinhas e malévolas.
[Menos que uma fração de segundos]
a gente
só tolera
a maior parte
dos dias.
e entre
as frestas
destes dias
quase intoleráveis,
em tuas fissuras
imperceptíveis
e sutis,
respiramos
e por vezes
extraímos
algo de
incomparavelmente
sublime.
(Michel F.M. - Trilogia Ensaio sobre a Distração - 16/11/23)
Nos últimos dias deste ano, vamos fazer uma limpeza nas nossas bagagens! Que tal deixar de lado tudo que nos pesa, tudo que já não faz sentido e nos impede de voar?
Vamos abrir espaço para o novo que está por vir! Que o próximo ano venha repleto de boas surpresas e nos faça transbordar em fé, amor e gratidão. Que cada dia seja uma nova oportunidade de abraçar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus!
Insta: @elidajeronimo
Algumas pessoas são radioativas: espalham uma energia tão intensa que impacta tudo e todos ao seu redor, irradiando inspiração e presença.
vivi uma vida em meio a gritos agonizantes das minhas antigas versões, até o momento que elas me tomaram.
Desejo um próximo ano cheio de muitas alegrias,
Pensando na vida como uma longa e boa experiência...
Sempre cheia de expectativas de realizações de sonhos e fantasias,
Resultantes de nossas escolhas, esperando as melhores consequências...
Se o fim de tudo for uma realidade, então a vida não tem sentido, nem o amor.
Existe algo mais além.
Deus é amor infinito.
AS TRÊS FORMAS DE AMOR SE ENTRELAÇAM EM UMA CONEXÃO ETERNA
O amor é uma dança cósmica que se desdobra no espaço-tempo de um relacionamento, onde cada movimento é marcado por diferentes ritmos e melodias. O amor ágape, o amor filéu e o amor eros não são apenas sentimentos, mas forças que conectam almas, transcendem a carne e viajam pelas linhas invisíveis do universo.
O ágape (ἀγάπη), o mais puro e incondicional, é a luz que ilumina os cantos mais escuros da alma, como um sol que nunca se põe. Ele é a base de uma conexão profunda, que transcende qualquer expectativa, refletindo a imensidão do universo dentro de um coração. Não se trata de desejo ou necessidade, mas de um cuidado constante e um compromisso com o bem do outro, como se nossas almas se encontrassem em um plano eterno, onde o tempo se dissolve e as limitações da carne são superadas pela generosidade do espírito.
Já o filéu (φιλία), a amizade profunda e calorosa, é o fio que entrelaça os corações, criando uma conexão que vai além do simples convívio. É a ponte entre almas que, ao longo da jornada, reconhecem o reflexo uma da outra. Esse amor é a base de uma parceria, onde o companheirismo se entrelaça com risos e lágrimas, com a cumplicidade que transcende os limites do tempo. No espaço-tempo de um relacionamento, o filéu se adapta às mudanças, mas nunca deixa de ser uma ancoragem segura em meio à tempestade.
Por fim, o eros (ἔρως), que toca as profundezas do desejo e da paixão, é a chama que incendeia a carne e o espírito. É o desejo que nos conecta à nossa humanidade, onde o corpo se torna templo e a entrega se torna sublime. O eros faz com que o espaço-tempo se encurte, transformando o momento presente em um eterno agora, onde o toque, o olhar e o suspiro são tudo o que importa. Ele é a força que nos leva a perder a noção do tempo, a nos fundirmos com o outro em uma explosão de energia e emoção.
Em um relacionamento, essas três formas de amor se entrelaçam como as linhas do destino, formando uma teia que conecta as almas em um espaço-tempo único. O ágape fornece a estabilidade e a profundidade, o filéu traz a amizade e a parceria, enquanto o eros mantém a chama da paixão viva. Juntas, essas forças formam a essência de um relacionamento autêntico e completo, onde o amor não é apenas uma experiência do presente, mas uma viagem ao longo do tempo, onde cada etapa revela novas camadas da conexão entre as almas.
ORAÇÃO DEUMA MÃE DE AUTISTA
Senhor, renova nossas forças e energias, seca nossas lágrimas quando ninguém mais puder nos consolar. Sustenta-nos firmes e fortes nesta jornada desafiadora da Maternidade Atípica.
Revitaliza-nos a cada amanhecer, para que possamos enfrentar os obstáculos que surgem pelo caminho. Dá-nos sabedoria, equilíbrio e discernimento, mesmo quando o cansaço tenta nos derrubar. Fortalece-nos na fé e no amor, para que possamos cuidar, proteger e amar com todo o coração os filhos que o Senhor nos confiou, os maiores tesouros de nossas vidas. Amém!
No mundo do Autismo, aprendi que cada desconexão externa é uma chance de me conectar com o que ealmente importa dentro de mim!
Chama que Escreve: A Poetisa de Cabelos de Fogo
Ela tem fogo nos cabelos
uma chama que dança ao sol
e nas linhas de seus poemas
carrega o mundo em anzol
Com 23 primaveras vívidas
mas alma que parece mil
escreve sobre o que dói e encanta
fazendo da palavra um perfil
É poetisa de dias intensos
tecendo o que sente e vê
um turbilhão que vira verso
um universo em cada "por quê"
Ruiva, como a cor do pôr-do-sol
ela transforma a vida em arte
E quem lê, não esquece o brilho
pois seus poemas fazem parte
O PARADOXO DO INFINITO
(Um romance)
No vasto tecido do universo, onde o tempo é uma ilusão e o espaço apenas uma sombra do que somos capazes de sentir, existiam duas almas entrelaçadas desde o início dos tempos. Não eram corpos que se buscavam, mas partículas dançando na sinfonia cósmica, movidas por uma força tão antiga quanto o próprio Big Bang.
Cada encontro entre eles era um colapso quântico: um instante de possibilidade infinita que se condensava em uma realidade inevitável. Quando seus olhares se cruzaram, foi como se uma onda de probabilidade desmoronasse em certeza. Um portal se abriu entre as dimensões do "eu" e do "nós", e, naquele momento, tudo que existia era o agora – um agora que parecia eterno.
O amor que compartilhavam era uma singularidade, um ponto onde a paixão queimava tão intensamente que transcendia qualquer definição. Era um buraco negro emocional, sugando tudo ao redor, dobrando a gravidade de suas almas até que não houvesse espaço entre elas. Cada toque era uma explosão estelar, cada suspiro, uma supernova ecoando pelo vazio infinito.
Mas o tempo, essa teia ilusória, insistia em separá-los. Na linha cronológica dos mundos, suas existências eram ondas que se desencontravam, vibrando em frequências opostas. E, ainda assim, eles sempre encontravam um jeito de se alinhar, como pulsares sincronizados em galáxias distantes. Era o paradoxo quântico do amor: eles estavam juntos e separados ao mesmo tempo, vivendo todas as versões de si mesmos em universos paralelos.
Ele a via como a constante gravitacional que mantinha seu universo coeso, enquanto ela o sentia como o fóton que iluminava cada canto de sua existência. Eram opostos e iguais, caos e ordem, partícula e onda. A paixão entre eles era o fogo primordial, uma energia que não podia ser destruída, apenas transformada.
E, no fim, quando o espaço se dobrasse sobre si mesmo e o tempo cessasse sua marcha, eles ainda estariam lá. Não como corpos, não como memórias, mas como vibrações eternas na frequência do infinito. Porque o amor que compartilhavam não era governado pelas leis da física – ele era a própria essência delas.
Vivemos na tridimensão, dentro de uma linha unidimensional, percebida assim por nossos sentidos, que chamamos de tempo.
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