Uma carta em Forma de poema de Amizade

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O para sempre na vida nesta dimensão de constante envolvimentos não existe da mesma forma que da unica perfeita e acertada maneira também não existe pois tudo se movimenta em ebulição e densidade sub-atômica dentro das esferas que se movimentam sem cessar dentro delas mesmas. Vivemos sob varias direções resultantes das conjunções das esferas que por ilusão e manipulação costumamos chamar de tempo presente que não existe pois a vida permanece viva só no infinito. Passado, presente e futuro não existem são meras postulações temporais que o homem inventou para que constituíssem sua efêmera vontade diante do que pra sempre se movimenta, o indomável e imprevisível infinito.

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Creio muito mais em guerreiros silenciosos anônimos que travam lutas invisíveis diárias que de forma persistente conseguem mudar aos poucos certas tradicionais injustiças sociais veladas. Creio que os que fazem de forma clara, trazem mais a impetuosidade que a força e vigor da luta pois são sorrateiramente difamados, separados e apedrejados como insurgentes por toda parte e em pouco tempo diante de tantos não embates vindouros, por exposição desnecessária se liquefazem ou abandonam as causas e as lutas em expoente sofrimento.

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A Lei de incentivo cultural mudou enquanto tetos financeiros mas de forma incompleta ainda pois deveria estar dito que as empresas que buscassem a lei seriam OBRIGADAS a destinar parte do patrocínio adquirido para os MEGA EVENTOS a projetos menores, principalmente educacionais, a novos produtores, a pequenos produtores e a projetos em pequenos municípios de outros Estados, afastados do eixo-cultural das Regiões SUL e SUDESTE. Tornar os investimentos aos menores compulsório e obrigatório. Porque pelo que foi feito, sem um estudo pratico e por motivação politica, os ajustes irão agravar a situação profissional de todos os atores que participam das produções menores. Mais uma vez a cultura cidadania gerenciada por teorias equivocadas distante da verdadeira realidade artística e cultural brasileira.

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Não sou de forma alguma simpatizante da industria da morte, em qualquer situação mesmo em casos de violência urbana que o poder de persuasão e negociação por parte do poder publico, enfraquece. Não sou a favor do aumento de beligerância por parte do poder publico em qualquer direção e muito menos ainda no chancelar da sociedade civil organizada em substituição do "mea-culpa" das inoperantes e descomprometidas politicas publicas sociais, educacionais e culturais. Assim como a falta de oportunidade de empregos e eficaz e edificante politica de apoio ao trabalho e ao trabalhador. A invisibilidade da população brasileira mais carente nos últimos anos cresce assustadoramente que sobrevive em guetos de três cômodos, um quarto para todos, uma pequenina cozinha e um banheiro, que de forma natural selvagem deságua em um desiquilíbrio existencial e em uma doença mental social grave de cada vez mais difícil solução. Contudo a industria da vida, tem e deve ser preservada a qualquer custo, mesmo longe dos investimentos macicos para a educação que foram suprimidos imoralmente, por uma ação imediatista pleiteada por todos aqueles poderosos quem tem pressa econômica e financeira dos investimentos do capital com mais dividendos e retornos rápidos. Diante disto, mais uma vez a arte e a cultura tornam se as plataformas cidadães mais eficazes e necessárias com toda uma linguagem mais fácil, dinâmica e direta de comunicação em massa e por conseguinte de respostas imediatas e resultados ligeiros. Sem mesmo contabilizar os valores dos altos lucros e milionários financeiros diante da industria cultural e do turismo em sintonia com as novas tecnologias digitais e a nossa inigualável diversidade cultural que avançando pelo alto valor moral, social, identitário e cidadão, irá diminuir em suma a criminalidade do dia a dia vivida de forma banal nas periferias das maiores cidades brasileiras, afastar a nefasta expressão da revolta de correção a serem erroneamente cumpridas e feitas pelas próprias mãos, eliminar a revanche destrutiva perante o precário publico que na maior parte das vezes encontra se em abandono e mesmo a mudança de posição por parte dos atores e agentes do fazer e diminuir a recalcada vitimização insurgente a ser explodida a qualquer tempo dos esquecidos. Sem esperar muito tempo indo um pouco mais alem será possível agraciar a população mais pobre com serviços, novas paisagens internas subliminares de amanhã melhor e mudanças de hábitos com o melhor a ser oferecido com a coisa publica de um modo amplo e geral que passará a ser contemplado irrestritamente, inevitavelmente e orgulhosamente de todos e para todos e enfim diminuir culturalmente os achares enraizado do recém-passado equivocado de que o que é publico não é de ninguém, não serve, não presta e são, deles. Assim poderemos caminhar, zelar e frutificar por que será, de todos.

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A criminalidade no Brasil ainda é mais forte, por que está de forma torpe mais próxima do dia a dia das populações de trabalhadores nas favelas e nas comunidades de baixa renda. A força de segurança cada vez mais fraca e longe por sucessivas politicas publicas equivocadas pela beligerância, afinal o único dialogo efetivo que poderia ser iniciado de forma eficaz, seria pela cultura resgatando nos lugares esquecidos uma nova oportunidade comunitária e cidadã. Enquanto incendiarem os lugares para matarem alguns mosquitos, todo mundo perde pois as queimadas só mais enfraquecem o solo que poderiam ser bem mais férteis.

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Dizem que a oportunidade faz o ladrão da mesma forma que a falsa oportunidade submetida a um avido colecionador pouco honesto em querer obter vantagens perante o valor muito baixo de uma importante obra de arte, faz o mesmo de tolo, pertinente cego e bom receptor final, diante de uma ilusão concedida pelo torpe ego mesmo diante de uma grosseira contrafação.

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A atmosfera índigo planetária avança de forma pontual nas novas dinâmicas sociais e comportamentais enfrentando as novas tecnologias de forma energéticas, tão mal vividas pela humanidade consumista e material na atual passagem deste primeiro quartel do século XXI. Distante da coloração azul, que deveria ser generosa e abundante muitos mitos inocentes algozes de si mesmo, auto capacitam se como autômatos, robotizados e cada vez mais insipientes fazendo o percurso vazio involuntário existencial a beira dos abismos e precipícios marginais da insanidade, do egoismo e da crueldade.

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Infelizmente aprendi por vida da pior forma possível que quando se deseja fazer uma factível ação assistencial, caridade e beneficência a um grupo de necessitados pobres e miseráveis internos em uma das muitas instituições filantrópicas espalhadas pelo mundo em geral, temos que ofertar doações de produtos alimentícios brutos, vestimentas grossas e utilitários de muita baixa qualidade e em maior quantidade, para que os mesmos sejam entregues verdadeiramente aos pobres e necessitados. Pois se as doações forem feitas em menor quantidade e com itens de uma qualidade superior, geralmente são extraviadas, subtraídas de forma imoral por pessoas sombrias das administrações e mesmo negociadas como valores extras entre um pequeno grupo de privilegiados que vivem de forma nociva, oportunamente a margem da ingenua boa vontade alheia sem o menor remorso, constrangimento, ética e muito menos consideração. Sendo assim, infelizmente por amor deve se dar o pão mas para saciar a fome mesmo de quem realmente precisa, ele deve ser bastante, frio, duro e quase estragado.

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A juventude brasileira nesta nova década de 2020, tem que entender, de uma forma ou de outra pelo estado educacional e cultural democrático, que tudo tem seu valor mas nem tudo tem preço. O Brasil deve recomeçar uma revolução ética, moral, cultural e social regeneradora pois assim nada que já foi feito até hoje, valerá como resposta qualitativa um pouco mais adiante daqui.

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⁠A inflação sobrecarrega principalmente e de forma mais contundente na luta diária de quem vive, quase que invisível na parte mais baixa da pirâmide social. A incorreta distribuição de renda é um dragão de injustiça que vem acompanhando os últimos governos no Brasil, a mais de vinte anos. O teto mínimo é simbólico, aplicado principalmente nas prestações de serviços do trabalhador pouco qualificado em contra partida os salários dos executivos das estatais rompem com as vantagens e privilégios os patamares éticos e morais de uma mesma sociedade. O combate a fome e do desemprego, deveriam estar nas agendas oficiais de todos os poderes pela democracia.

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⁠Quem perdoa o outro, perdoa a si mesmo três vezes três. Da mesma forma que quando apontamos o dedo indicador para o outro apontamos abaixo dele três dedos para si mesmo. A tríade é sagrada e a base de toda geometria divina por semelhança, como é em cima é em baixo nos alertava Tremegistus, e no meio o universo paralelo.

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⁠Todo "desbranquecimento" de uma cultura deve ser procedido de forma gradual, nunca de forma abrupta e artificial, para não gerar desconfiança, medo e rancor. Afinal o mundo não pode em um dia, amanhecer, e nem deve acordar negro, índio e amarelo por que os interesses políticos, comunicativos e midiáticos, querem de repente contemplarem um maior numero de pessoas esquecidas e invisíveis.

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⁠A colonização da América Latina se deu de forma incomparável entre portugueses e espanhóis. Do lado espanhol a catequese de forma leve gradativamente se mesclou a iconologia das culturas originais pelas artes enquanto do lado português a catequese foi imposta aos selvagens sem alma, aniquilando por completo as primitivas e hereges culturas originais.

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⁠A Constituição Brasileira foi redigida de forma clara e direta para que qualquer cidadão do povo, mesmo pouco letrado, possa ler e entender. No entanto quando um Juiz muito letrado, argumenta sua tese em incisos que não existem, ou está comprometido e interessado em uma vingança politica ou se toma por vaidade ser superior a verdade.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Nenhuma palavra por si só quando pronunciada de forma universal cura ou transforma a quem escuta. Assim como nem todos os remédios na mesma composição e dosagem produzem o mesmo efeito em diferentes corpos físicos. A palavra, deve ser personalíssima para cada um, em entonação, colocação, timbre e comunicação gestual para que quando proclamada, possa surtir o efeito desejado em cada situação. A vida é o verbo.

Inserida por ricardovbarradas

[...] e após uma tentativa frustrada de ligação, simplesmente entrei, e de forma sutil em acreditar do contrario a que meus olhos vira, ignorei os fatos, tão claros quanto o por do sol, e apenas mentalmente fui pouco a pouco deletando toda baboseira positiva, sobre alguém que claramente não era, ou merecia ter essa classificação.[...]

Inserida por rodrigorsilver

⁠⁠Na realidade da minha consciência, me vejo apenas como a forma física, mental e emocional do homem que construi nos últimos 15 anos, concluindo essa percepção do meu ser no fim do ciclo dos 30 anos. Não sou e nem nunca fui o que sonhei, sou apenas o homem que construí, e desse posso me orgulhar por ter escolhido o caminho da busca da paz e do amor. Cada escolha que fizermos nesse exato momento conduzirá nosso caminho a recompensa que nosso destino guarda dentro de um baú.

Inserida por Diogovianaloureiro

Você acredita no multiverso? É a ideia de que, de alguma forma, toda a história, tudo de tempo e espaço está acontecendo neste exato momento. Um bilhão de trilhões de possibilidades dispostas lado a lado, sobre e sob, dentro e fora. Em algum lugar lá fora, há uma versão de mim agora que não tem que sair, que não quebra o seu coração, e faz você chorar. Talvez esta versão de mim pode dizer o que ela sente.

Inserida por pacific

Com o tempo, aprendi a ser quem sou. A respeitar o meu silêncio, o meu ritmo, a minha forma de existir. A solitude se tornou um território sagrado, onde ideias repousam e renascem. Vivi o suficiente para entender que não devo invadir o espaço de ninguém — e que, quando estou presente, é porque me tornei parte necessária daquele instante.

Inserida por wander-von-muller

⁠⁠Tem gente que a vida não muda nunca, porque é uma forma de continuar aceitando o mínimo que lhe é oferecido. Mudar dá muito trabalho. É melhor reclamar e dizer que a vida não presta. Que a culpa da situação é de fulano, de sicrano. Viver na mentira e na ilusão, encontrando nelas justificativas para continuar na mesma.

Inserida por emiliaboto