Um Texto sobre a Mulher Maravilhosa
Na verdade, sou uma mulher de fases. Eu diria que sofre metamorfoses constantes. Me desapego fácil enquanto me apego. Eu diria melhor ainda: Preciso sempre renovar meus pensamentos, mesmo que tenha que comparar com os antigos, e por fim, abandonar os que já não me servem mais. Acho que só assim consigo viver o meu presente de verdade, e sempre fui assim. Claro que o passado foi importante, me ajudou muito, ou até não ajudou. Mas a verdade é que sofremos menos quando vivemos o hoje. Aliás, creio que só vivemos bem se aproveitarmos o hoje com a maturidade que não tivemos ontem.
Numa tarde fria de verão, sentada na beira do mar, foi quando eu me descobri mulher. Guerreira, forte, independente e, ao mesmo tempo, sensível, querendo amor, carinho e atenção. E, quando olhei o mar de volta, percebi que tinha deixado para trás toda a minha inocência... e o mar tocou meus pés de novo, nessa hora eu me senti livre, como se o mar tivesse levado tudo o que já me fez mal. Foi então que respirei fundo, fechei os olhos e deixei que o vento, o mar e o tempo tomassem conta da minha alma, e nesse instante fui feliz.
A força, autenticidade e poder de uma mulher não estão nas suas roupas, fotos, caras e bocas. Sua beleza e sensualidade não se resumem a um traje da moda, em quantos homens seduzem, nem por generosos decotes... O poder de uma mulher vem de dentro, a química está no seu olhar e a magia que seduz, atrai e encanta está na simples forma de ser ela mesma na mais profunda verdade de seu ser.
E a menina virou mulher. Deixou muitas coisas de lado e aprendeu a sobreviver ao mundo. Aprendeu a cair e, em vez de desistir, erguer a cabeça e tentar de novo. Aprendeu que é preciso sofrer para ser forte, aprendeu que realmente nada acontece por acaso, e que se não acontece, foi porque não era para acontecer ainda. A menina boba de antes virou mulher inteligente de hoje. Ela aprendeu a ir atrás do que ela quer, de seus sonhos, aprendeu com os desamores, conquistar amores. Aprendeu a se amar acima de tudo e não deixar nada acabar com esse amor-próprio. E que se ela não se valorizar ninguém nunca o fará. A menina cresceu e aprendeu que o amor não é tão perfeito como dizem ser e que “para sempre” não existe, só existe na mente de quem realmente quer se iludir com o “para sempre”. A menina virou mulher. E aprendeu que nada na vida é fácil, aprendeu a correr atrás de seus sonhos e desejos, ela aprendeu que homem nenhum vale a lágrima de uma mulher. E que ninguém nesse mundo tem o direito de destruir sua autoestima. A garota inocente que todos machucavam e decepcionavam aprendeu e deu a volta por cima, e hoje ela é mais uma aprendiz da vida, e já sabe lidar com as provações que a vida lhe oferece.
Na relação com a mulher, como presa e servidora da luxúria coletiva, expressa-se a infinita degradação na qual o homem existe para si mesmo, pois o segredo desta relação tem sua expressão inequívoca, decisiva, manifesta, desvelada, na relação do homem com a mulher e no modo de conceber a relação imediata, natural e genérica.
“Uma verdadeira mulher compreende que o homem foi criado para tomar iniciativa, e ela age sob essa premissa. É questão de atitude. Estou convencida de que a mulher que compreende e aceita com alegria a diferença entre o sexo masculino e o feminino será, sem fingimento ou cuidado expressivo, feminina”
Eu sou exatamente isso que você vê: uma menina no corpo de mulher que não tem problema nenhum em exagerar no perfume, no decote, no tamanho da saia... Porque pra mim não importa o que vão dizer, pensar, achar: pra mim o que importa é o quanto vou me sentir bem. E pelo tamanho do meu sorriso, pode ter certeza de que vou muito bem obrigada!
Era tudo mentira quando eu falava pra você só falar a verdade. Pra ser direto. Não. Mulher gosta de rodeios. Gosta de ser galanteada. E até de ouvir uma mentirinha de vez em quando. Fale que eu sou a mulher mais linda do mundo. Que eu sou mais bonita que a Gisele Bündchen. Fale que vai me amar pra sempre. Jure fidelidade eterna. Diga que eu sou a pessoa mais importante na sua vida. Minta como se estivesse dizendo a verdade.Eu não gosto tanto assim do escracho como eu dizia que gostava. No fundo – ainda que muito fundo – eu gosto de um pouco de romantismo. Quem fala que não gosta está mentindo. Despiste se quiser só meu corpo. Me mande flores, me leve pra jantar. Finja que gosta de mim mesmo que, no final das contas, só queira me levar pro motel. Finja que é meu, ainda que só por uma noite. Eu gosto desse conto de fadas imaginário que toda mulher cria na cabeça pra colorir a vida um pouco. Eu gosto de ouvir elogios exagerados. De receber mensagens bobas no celular. De receber e-mails no final da tarde e flores no meio do trabalho. Eu gosto de criar fantasias impossíveis. Se eu te chamar pra viajar comigo, não significa que você precisa ir. Minta que vai só pra não estragar a história. O que eu quero mesmo não é nenhuma viagem.Eu finjo que odeio o seu ciúme mas morro de rir por dentro. Acho lindo quando algum bonitão passa do meu lado e você vigia meu olhar com seus olhos. Acho lindo quando meu celular toca e você, despistadamente, tenta ver quem é. Acho lindo quando a gente sobe no elevador com algum vizinho gato e você me pergunta “quem é esse cara?” depois que ele desce no andar dele. Acho lindo que você não tem ciúmes dos meus amigos feios.Mas você se tornou tão previsível que perdeu o encanto. Você me conta que acha a vizinha “gostosa”, que acha aquela baranga da televisão “boazuda” e que acha minha amiga “muito boa”. Você conta que “quebrou o pau” na noite anterior. Que bebeu além da conta. Que seus amigos são todos galinhas. Essa sua mania de ser direto acabou com toda a poesia. Você se tornou meu homem-objeto e eu me tornei alguém que eu não sou. Inventei uma mulher-objeto pra te agradar. Invento que eu não gosto de você. Que eu não to nem aí pros seus desejos pelas outras mulheres e finjo que não ouço as coisas desnecessárias que você fala. Invento que eu não gosto do romance e da poesia da coisa.Mas, quer saber?! Eu gosto da meia-luz. Eu gosto das palavras que só insinuam. Eu gosto do jogo que eu sei jogar. Eu gosto de ser seduzida e não arrastada pelo cabelo. Eu gosto da sua mão segurando a minha e não só dela pelo meu corpo. Eu gosto de me sentir a Marilyn Monroe e não a loira do Tchan. Eu gosto de vinho tinto e não de cerveja na lata. Eu gosto de jazz e não de funk.Te peço: finja de bom moço. Mande mensagem. Mande flores. Mande no rumo da minha vida. Me pegue no colo. Dance comigo no supermercado. Coloque o meu CD favorito quando eu entrar no seu carro. Me chame de princesa. Me chame de linda. Me chame pra fazer parte da sua vida. Apareça de surpresa. Entre na minha vida sem eu perceber. Minta que eu sou a única mulher que você deseja. Minta que você mataria um dia de trabalho pra ficar à toa comigo em casa. Minta mesmo que eu não acredite em nada disso. E, se você resolver tornar tudo isso realidade, apenas seja. Eu não preciso saber que é verdade.
Mulher é pimenta. O cheiro pode parecer bom, mas se não souber a quantidade certa, a intensidade e o jeito, sai chorando. Não que sejamos estrategicamente feitas para arder a vida, é que o intervalo entre a doçura e a explosão por fissão é a 'pimentude' feminina. O levantar de uma sobrancelha, o passo mais forte, os dentes cerrados e barulhentos, os olhos de prazer ou de ódio, os extremos vivendo em uma só.
Linda mulher preta! O homem preto sai por aí dizendo que quer respeito. Pois bem: o homem preto jamais conseguirá respeito de ninguém antes de aprender primeiro a respeitar suas próprias mulheres! O homem preto precisa hoje se levantar e se livrar das fraquezas que lhe foram impostas pelo senhor de escravo branco! O homem preto precisa hoje começar a defender, proteger e respeitar as suas mulheres!
A mulher de Escorpião tem uma beleza profunda e misteriosa, e olhos penetrantes. Mas, enquanto este seu olhar serve para enfeitiçar, ele também serve para descobrir os maiores segredos que se escondem dentro das pessoas. Não pense que é fácil enganá-la. A escorpiana é vaidosa por natureza, e adora exibir-se. Ela é capaz de odiar amargamente e de amar com tamanha dedicação. A escorpiana é extremamente desconfiada mesmo quando não há o que suspeitar. Esta mulher pode esquecer facilmente tudo que fizeram de bom para ela, mas não esquece um único mal que tenha recebido.
Mais uma noite e mais um cigarro, e mais uma vez, sob a luz do luar, e o encanto das estrelas, eu vou escrever sobre a estrela mais bonita que já conheci. Mas dessa vez é diferente, eu sinto que preciso escrever sobre esse sentimento que não vai embora, não importa o que eu faça, não importa quanto tempo passe, não importa o que aconteça, e eu já não sei mais o que fazer, já não sei mais como reagir a esse sentimento, que deveria ter sumido, se extinguido, desaparecido. Eu já tentei de tudo, tentei conhecer e me relacionar com outras pessoas, mas por algum motivo não adianta nada, meu coração sempre volta para você, e eu sinto que não consigo mais viver sem o seu brilho para iluminar minhas noites mais escuras, de alguma forma, eu sinto que não sei mais viver sem ter você, mesmo me convencendo que o tempo passou, e mesmo sabendo que eu mudei muito, e provavelmente você também, por mais estranho que pareça, me conforta saber que quem eu sou agora nunca daria certo com você naquela época, e provavelmente, com você nessa época também não, e eu já me convenci disso, eu já sei isso, então por quê? Por que você não sai da minha mente? Por que você não sai do meu coração? Por que não consigo deixar de ver você como minha cachinhos dourados? Por que parece que nada faz sentido sem você? As vezes minha vontade é de simplesmente dizer dane-se para qualquer coisa e te enviar esse texto patético, mas eu sei que não faria sentido, sei que isso só me machucaria mais, o frio da madrugada e a sensação fúnebre da fumaça dançando em meus pulmões são as únicas coisas que aliviam esse sentimento sufocante, o silêncio da noite e o vazio nas ruas refletem o meu coração. Será que um dia você vai voltar, nem que seja para perguntar como eu estou? É melhor não, isso só alimentaria mais esse sentimento, que eu sei que só o tempo pode curar, mas quanto tempo mais será que vai precisar? Quanto tempo mais será que eu vou aguentar?
Às vezes, durante a noite, quando não consigo dormir e acabo acendendo mais um cigarro, eu penso: "será que não poderia ter sido diferente?". Ouvindo a trilha sonora que sempre acompanha minhas madrugadas eu me pego pensando nas oportunidades que o destino me deu para que eu pudesse ter ido até você, nem que fosse para tirar esse peso da minha consciência. Logo de cara, quando você me ajudou a encontrar meu lugar na sala de prova, em uma cidade longe da qual eu moro, em um lugar onde a única pessoa que eu conhecia talvez fosse eu mesmo(se é que eu me conheço de verdade), fazendo uma prova de nível nacional, podia ter sido qualquer qualquer uma daquelas centenas de pessoas fazendo a mesma prova, mas foi logo você quem me ajudou, um completo estranho, que você nunca viu na vida, e pode parecer frívolo, mas você conseguiu me conquistar com poucas palavras, porém, com uma gentileza que eu sei que nunca vou esquecer, apenas no ato gentil de indicar que minha cadeira era a que estava logo atrás da sua. Não foi simples fazer a prova tendo que gerenciar meus pensamentos sobre a pessoa gentil que estava na minha frente, e o foco que eu deveria manter. E assim foram as três horas seguintes, eu sabia que deveria dar um jeito de pelo menos perguntar seu nome, mas eu não queria atrapalhar aquela pessoa que em tão pouco tempo eu passei a nutrir admiração, em sua gentileza e sua beleza sutil, mas muito impressionante para mim. Os meses seguintes foram uma mistura entre minhas esperanças de vê-la novamente na segunda fase da prova (e consequentemente, minha nova chance de falar com você), eu meus pensamentos realistas de que era improvável eu cair na mesma sala que você, sem ao menos saber se você teria passado para a segunda fase, mas o destino ainda não tinha acabado comigo. Na segunda fase, dois dias de prova, praticamente o mesmo número de concorrente da última vez no lugar em que eu fiz, a desesperança só aumentava, mas quando entrei na sala, e esperei os outros candidatos entrarem, tive a ótima surpresa de que não apenas você tinha caido novamente na minha sala dentre as outras várias que você poderia ter caído, mas também tinha caído novamente na cadeira da minha frente, só que dessa vez teria dois dias para criar coragem e tentar falar com você. Eu consigo me lembrar perfeitamente das camisetas largas que você usou tanto na primeira fase quanto no primeiro dia de prova da segunda fase, seus cabelos curtos, castanho claro, e uma sutil pinta no rosto, além de uma feição que transmitia tranquilidade e calma, porém, não foi nesse dia que eu consegui romper as barreiras do medo para falar com você. No segundo dia, mesmas salas, mesmos lugares, porém, você estava mais arrumada, e ainda mais encantadora. Antes de entrar na sala, eu a vi de longe, sentada em um banco, virada em minha direção, embora na hora, graças a minha leve miopia (tão leve quanto esse eufemismo), eu não tinha conseguido te reconhecer, então a visão de que você estava de longe olhando para mim, pode não passar do meu cérebro, sendo levado pelas ilusões que habitam meu coração. Dentro da sala, era minha última chance, falar com você antes do início da prova para ao menos saber seu nome, ou ter que partir arrependido, sem poder te esperar depois da prova, pois o ônibus que voltava para minha cidade partia cedo. É claro que o medo não me permitiu nem ao menos te cumprimentar, mas dois acontecimentos fizeram acender uma leve esperança em mim, o primeiro: logo ao entrar todos na sala, o fiscal de prova sugeriu que anotassemos nosso nome e telefone na sacola descartável que era entregue para guardarmos nossos pertences, e nessa sacola, colocada logo embaixo de sua cadeira, graças novamente a minha miopia, eu consegui apenas ver parte do numero que você havia colocado, apenas o DDD, que era o mesmo número do DDD da minha cidade, ou das regiões ao redor dela, quanto ao segundo acontecimento, na hora de entregar as provas, o fiscal disse o nome dos candidatos em voz alta, o seu incluso, e essa foi a única hora em que eu pude ouvir seu nome claramente, "J", se meus ouvidos não me enganaram. No término da prova, eu tive que sair da sala com um enorme amargor no peito, sabendo que nunca mais a veria, até que o destino resolveu pregar uma última peça em mim. E na última vez que eu pude ver você, na mesma rodoviária na qual eu esperava meu ônibus, eu pude ver você, arrumando suas coisas ao lado de um ônibus que assim como o meu (porém não o mesmo), ia para a mesma região que eu iria, e essa foi a última vez que eu vi você, a minha última chance de te conhecer. Meses depois eu ainda me arrependo de não ter conversado com você, de tempos em tempos pesquisando seu nome em redes sociais para tentar te encontrar, mesmo com o incontável número de pessoas com o mesmo nome que o seu, porém, sem nenhum resultado. Talvez isso signifique que não é desse jeito que eu vou encontrar você, talvez signifique que eu nunca vou encontrar você, mas sua gentileza e sua aparência não saem da minha mente, junto com a leve esperança de te encontrar, junto com o agonizante sentimento de que talvez eu tenha jogado fora as oportunidades que o destino me deu de conhecer a pessoa que estaria destinada a estar do meu lado até o último dos meus dias. Eu não sei, talvez o destino tenha guardado algumas chances para mim ainda, alguma surpresa, talvez, quem sabe, você esteja lendo isso tudo.
Os relacionamentos não têm nada a ver com poder. Nunca! E um modo de evitar a vontade de exercer poder é escolher se limitar e servir. Os humanos costumam fazer isso quando cuidam dos enfermos, quando servem os idosos, quando se relacionam com o pobres, quando amam os muito velhos e os muito novos, ou até mesmo quando se importam com aqueles que assumiram uma posição de poder sobre eles.
Vá rápido como um cavalo ou devagar como uma tartaruga, mas vá. Ouse conquistar a si mesmo. Sempre vai haver momentos de extrema confiança e outros de fraqueza. Tome posse de si e deixe de ser mais uma vitima do destino, escreva seu próprio destino. Mude planos, metas, estratégias ou métodos; Só não desista de prosseguir e por favor não desista de você.
Fiquei gigante para tornar pequeno aquilo que era grande.
Reprogramei todas as fórmulas aprendidas para tornar insignificante a equação do amor.
Cheguei até a desconstruir e retirar todo peso da palavra amor.
Duvidei de tudo.
Questionei tudo.
Pausei a vida enquanto buscava abrigo no escuro.
Nadei no vazio.
Mergulhei na desconstrução de tudo que fui e tudo que poderia vir a ser.
Silenciei.
Terminei com as palavras.
Tornei irrelevante as viagens do pensamento.
Aprendi a arrancar as dores com a mãos, como quem arranca um capim duro da terra seca.
Nesse arrancar, trouxe o barro.
Trouxe a terra.
Muito barro e muita terra.
A terra e o barro eram na verdade minha carne viva sangrando em minhas mãos.
Arranquei minha carne e meu sangue como quem amputa um membro do corpo para se salvar.
Rastejei na lama, sem membros, sem forças e cheio de fracassos.
Respirei e em um gesto quase que súbito, fui deixando de vegetar e voltando a sentir o calor do sol na pele.
O ânimo voltou.
Quem eu era voltou, diferente mas voltou.
Caminhei.
Os pés doeram, como quem tem vidros embaixo da pele cortando enquanto tenta caminhar.
Não conseguir correr como o maratonista que fui um dia.
Mas pelo menos caminhei como um recém acidentado tentando ficar em pé na fisioterapia após um acidente.
Perdi toda vergonha na cara.
Perdi todo orgulho.
Me perdi no caminho.
Morri e vivi ao mesmo tempo como um morto vivo preso a vida por um fio, por uma linha.
Me despedacei em lágrimas.
Me esquartejei em dor.
Mas sobrevivi.
Continuei.
Toquei.
Minha força voltou.
Meus sonhos voltaram.
Meu eu melhorado ressurgiu.
Minhas inquietudes emocionais se estabilizaram.
Depois de tudo isso eu só descobri uma coisa: olhe pata o horizonte, acredite nas histórias contadas estrategicamente pela psicologia positiva para auto cura.
Reze, tome água, café ou chá.
Se quiser até se dope.
Tudo em alguma medida funcionará.
Mas não pare.
Se você verdadeiramente parar e olhar de frente, olhar nos olhos do vulcão 🌋 , ele irá cuspir larvas como quem vomita todo mau está entalado na garganta de uma única vez. Vai queimar tudo.
Vai arrebentar tudo.
Vai derreter toda história, texto ou contexto de insignificância.
O verdadeiro e único amor, é tudo.
O verdadeiro e único amor que uma pessoa sente uma só vez na vida é qualquer coisa, exceto insignificante.
16:46 19 de maio 2019
Arrancou uma página do livro e a rasgou ao meio. Depois, um capítulo.
Em pouco tempo, não restava nada senão tiras de palavras, derramadas feito lixo entre suas pernas e em toda a sua volta. As palavras. Por que tinham que existir? Sem elas, não haveria nada disso.
(…)
De que adiantavam as palavras?
Nada acolheu os chamados senão o silêncio.
Eu não sei amar pouco
Sentir um beijo mais ou menos
Estar pela metade numa relação
Preciso estar inteira
Quero me sentir plena
Me entregar sem restrições
Quero um beijo que me faça estremecer
Quero que meu coração bata acelerado, cheio de amor
No Amor...
Ou sou tudo, ou não sou nada
Um amigo é como uma flor, uma rosa para ser mais exato, ou talvez um gosto novíssimo um portão que nunca vem.
O amigo é como a coruja simultaneamente bela.
Ou talvez um amigo seja como um fantasma, cujo espírito nunca morre.
Um amigo é como um coração que vai até o forte final. Onde iríamos estar nesse mundo se não houvesse um amigo.
Sargento Doakes falando com Dexter (sobre morte de Harry)
Doakes: Quer falar sobre isso?
Dexter: Sobre o quê? Que minha vida é uma trágico engano?
Doakes: Todos nós nos sentimos assim uma vez ou outra. Eu me senti.
Dexter: E você teve que enfiar uma perna humana em um saco de lixo? (diz ao fazer)
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