Um Texto sobre a Mulher Maravilhosa
Uma hora iria parar, pra refletir e meditar um pouco, por a alma e o espírito em reconstrução, sempre tentar dar o melhor mas as vezes querer ir além, são tantas coisas pra fazer que acaba esquecendo, já se passaram dias após dias, lutas após lutas, e a mente fica passando um filme, muitas reflexões, ao banhar ficar horas e horas pensando, até na origem do universo, até que é interessante, trafegar informações nunca é demais, apto a ser suscetível, cada um com seu consenso, evoluindo, ou fazendo algo pra evoluir, melhorar a espectativa da vida, e viver da melhor maneira que for possível, dessa vida estamos de passagem, não vás ser o mal agradecido, muito pelo contrário, agradeça a Deus ao acordar, ao dormir, ao sair peça livramento, ao chegar agradeça, mas vai depender muito da crença de cada um, mas isso deixa em outra folha, igual a luz do sol, também és brilho, também és especial, com empenho vás conseguir, és importante, plantando frutos do bem no futuro colherá, a existência é um simples exito da experiência, a chuva só vem quando tem que molhar, deixa o vento levar, tudo aquilo que te faz mal, enquanto você não tirar o mal de sí ele sempre estará alí te fazendo mal, a solução para os problemas e a cura para o corpo mórbido, o descanso virá, não importa em que sentido seja, tudo passa.
Então chegou seu grande dia, minha irmãzinha. Hoje você completa mais um ano de vida. Quero que saiba que eu te amo muito, que Deus te abençoe muito. Obrigada por tudo, minha irmã. Desculpas por algumas brigas ou desentendimento, mas é isso que nos torna irmãs. Te amo e um feliz aniversário pra você, linda. Te amo❤.
tempestade de luar encharca minha'alma, trazendo um resfriado bom que sara com o próximo nascer do sol. A grande bola de fogo me aquece, levando embora toda a frieza que mantinha me coração gelado demais para bater sozinho. É um calor que entra pelas minhas narinas, que navega na brisa morna e acolhedora. Mas enquanto todo esse aconchego não chega, me delicio com a dança das estrelas, que iluminam a madrugada como luzes de balada. O farfalhar das folhas, bem lá no alto das árvores, me servem como música da mais alta qualidade. O vento convida os meus cabelos para dançar e, numa valsa bela, giram por todo o campo sem nenhum empecilho. Chega um momento em que não se consegue mais dançar, onde o vento precisa respirar. Com um sopro de vida se adormece com o coração ainda gélido, sem forças para bater. A caligem que fora anfitriã deixa a festa e se esvai com a chegada do grande astro que passara o tempo anterior esquentando outros corações. Deixou o outro lado do mundo para te aquecer, garota. Que seu sangue volte a correr por suas veias, bem quentinho e vermelho.
Sempre valorizei embrenhar-me pelas curvas de um dialogo simples e sincero despretensioso de qualquer outra intenção, querer acelerar o que não deve ser acelerado, transforma em fumaça, obnubila-se, destrói qualquer resquício de atração que por ventura possa emergir, as pessoas estão muito afoitas, é preciso parar, descer do seus mundos antropocêntricos, querer escutar mais o próximo, é preciso cuidar do jardim interior regar-se culturalmente sem moderação, olhar com os olhos da alma a essência que não se vê, o resto são frivolidades e coscuvilhices.
Me chama pra tomar um vinho, um café, uma cerveja. Tequila, vodca, cachaça, tanto faz. Me liga pra dizer oi, pra saber como foi o dia, pra ouvir minha voz. Me olha de rabo de olho, me encara, me come os olhos. Diz alguma coisa, sussurra meu nome, grita. Me fala dos seus sonhos, dos medos, das brigas. Se abre pra mim. Me manda uma mensagem, um áudio comprido, uma foto. Me escreve uma poesia, um texto, uma frase. Um ponto, ainda que seja final. Ri, sorri, gargalha. Pode chorar também. Me mostra sua música preferida, aquela série, o último filme que você viu. Me leva pra comer uma coxinha, uma dogão, um Bigmac. Eu topo. Pega na minha mão, toca meu rosto, passeia por mim. Beija minha testa, minha boca, meu eu. Me toma pra ti, me rende, me leva contigo. Faz qualquer coisa, só não some assim.
Eu até que curto seu sorriso, mas sou admiradora fiel do seu olhar. Um labirinto sem saída me suga para longe e parece que me tornei tola - outra vez. Faço um tremendo esforço, quebro a cara e explodo meus neurônios, mesmo assim não descubro nada. Nem um brecha você me dá e, olha que sou fera nesse negocio de ler os outros. É como se você dissesse uma coisa e o seu corpo outra. Devo tá com sérios problemas de ilusão e demência, porque não paro de querer provar o contrário. Dá vontade de te desmascarar aqui e agora, só que não tenho certeza alguma de nada. Não acho que minta, mas também não acho que diga a verdade. Sou a favor do "esconde bem" ou do "não-sabe-finge-que-não-sabe". Aí, me diga - por favor - que preciso ser internada urgentemente, porque isso de ter esperanças está acabando comigo.
Como seres pensantes que nos fizeram ser. Não sei se por bem ou por mal. Um olhar basta para que em um dia qualquer tiremos as indevidas conclusões de não sei o que que, de fato, não estava lá, não era para ser, mas, foi. Mesmo sem ser. Todo contexto pode e vai ser mudado com uma só vírgula colocada em lugar errado tudo que dizia, não disse ou, disse ao contrário, em um ambiente contaminado de palavras mal organizadas e egos inflados que entendem o que lhes convém entender. Pensamentos fadados ao fracasso desencadeiam guerras com faixas e cartazes que exaltam a paz que nunca vai ser. O impossível se materializa em fatos, infundados, meras demagogias; ralas, carnavalescas e supostamente fraudulentas, jogos marcados em que todos têm a perder. Se quer se concretizou. Não representou, não tinha mesmo que ser. Fantasmas de um futuro vazio, inexistente, turvo, sujo. Perambulam desnorteados, lotam ambientes, enchem ouvidos e dilaceram corações. Alteram o futuro por completo, tornando-o um lugar frio e sem perspectiva. Compram sordidamente os sonhos de tantos por quase nada e, fundam com isso grandes cemitérios deles, deixando no mundo apenas almas envenenadas, vazias e apagadas.
Produzir conteúdo através das palavras é dar à luz um filho. Tarefa árdua. Dói. É andar de um lado a outro incomodado. Dias, horas e mais horas e nada sai. Se estivesse digitando numa máquina de escrever, rasgaria folhas e mais folhas. O cesto de lixo estaria abarrotado. Mas, depois de todo o sufoco e dor, o texto finalmente nasce. E toda agonia desaparece, ao ponto de nem nos lembrarmos dela.
Me tornei um grande escritor, comecei com palavras simples e usadas no dia a dia, não era um intelectual, era considerado como esquisito, estranho e uns diziam que terminaria a minha vida numa clínica para loucos. O sonho de se torna alguem importante no mundo, quando era moleque, ele revive, fazendo me despertar para algo grandioso, viver uma vida de conhecimento em uma grande universidade conceituada no mundo, viver grandes amores, viver intensamente cada momento, com cada pessoa que estivesse ali. A idéia de mudar o mundo, fazer com que todos vivam igualmente, não era só um sonho de criança, era um sonho da vida toda. Eu não tinha esse poder de mudar o mundo, não o mundo, porque ele não precisa ser mudado, nós que precisamos mudar, eu mudei, talvez ainda sejoestranho, esquisito, louco, mas consegui colocar em crônicas, romances, poemas e fazer grandes artigos que pudesse de alguma forma mudar, não o mundo, mas as pessoas que nele vivem.
Escrever, para mim, é um ato físico, carnal. Quem me conhece sabe a literalidade com que escrevo. Eu sou o que escrevo. E não é uma imagem retórica. Eu sinto como se cada palavra, escrita dentro do meu corpo com sangue, fluídos, nervos, fosse de sangue, fluídos, nervos. Quando o texto vira palavra escrita, código na tela de um computador, continua sendo carne minha. Sinto dor física, real e concreta, nesse parto.
Quem divulgar textos vinculados a autor Desconhecido é no mínimo um golpista: destrói o que não pode possuir, negar o que não compreende, insultar o que inveja. Eu nem os leio para não cair na tentação de querer passar para os outros. Eu sempre penso que foi o divulgador de texto de autor desconhecido quem tirou o nome do verdadeiro responsável pelo brilhante texto. Como é que o Autor Desconhecido vai tornar-se conhecido um dia? O Sem nome!!!!
Certo dia um cordeiro se apaixonou por um tigre,cego o cordeiro sempre seguia o tigre e no fim do dia sempre acabava com arranhões e machucados,mas tinha sempre outro cordeiro um pouco menor que ele que sempre se preocupava com ele,de acordo com as feridas e o passar do tempo o Cordeiro se transformou em um Leão deixando para trás toda a paixão pelo tigre,mas o leão não tinha aprendido bem,sempre com nariz empinado se achando superior,então o leão se encontra adoecido e aquele pobre cordeiro que cuidava dele quando antes se machucava apareceu e cuidou do leão,o leão pensou nas falhas nos erros e pensou consigo mesmo,'se esse fraco cordeiro pode cuidar de mim porque eu que sou forte não posso ajuda-lo',diferente do tigre citado acima o Leão prometeu a si mesmo cuidar do cordeiro e não deixar nada que o pudesse faze-lo mal se aproximar" Moral da Historia: Não importa quando ou porque as experiencias vão te fazer uma pessoa melhor ou pior basta você saber escolher !
O tempo está mudando, bem devagar. O amor vai sendo substituído aos poucos por uma bebida aqui, um lance ali e, aos poucos nos tornamos seres desesperados por atenção. Estamos nos baseando em algo material, algo desse mundo imoral, por isso estamos cada vez mais perdidos. A fé hoje é em vão, a compaixão já não existe, e o amor por Deus se omite. A verdade é que nos sentimos vazios , a cada dia que passa e não temos mais para onde correr. Se parássemos para pensar, veríamos que não há nada impossível, nada tão perdido que não possa ser salvo.
Em um rancho do Mississípi, eu me perdi. A estrada era longa e o número das placas se embaçavam na neblina do outono. E, mesmo que se continuasse a doer eu percorreria milhas e milhas até naufragar num pedacinho de terra abandonado. Eram vários modelos de couro legitimo nas botas, os cinturões refletiam as luzes dos lampiões e “Bette Davis Eyes” tocava. Um banjo me envolvia numa dança nada rítmica, mas mesmo assim tudo me divertia. Era maravilhoso começar a passar por mudanças, já estava na hora da minha vida dar um salto, e não digo um salto daqui-ali, digo um salto dos grandes. Sentia cheiro de lavanda e ao fundo uma garotinha perseguia alguns vaga-lumes. O coração sempre dá um jeito de recomeçar e encontrar uma razão nada racional para tentar de novo. A vida é como uma ampulheta, as coisas acontecem, num determinado tempo, e tudo que vai…volta. Valia a pena morar naquele lugar, e valia a pena lutar mesmo que eu tivesse que percorrer mais um milhão de milhas até encontrar você.
Com um tempo agente vai aprendendo a dar valor nos pequenos detalhes, mesmo que isso nao termine do jeito que eu espero eu ainda vou ter muita coisa para contar, mas ele foi o garoto que mais mecheu comigo principalmente pelo fato de ser igual a mim talvez eu nunca mais encontre alguém assim… H.A.
Oque Dizer do Amor? Amor não e apenas um sentimento qual quer, vai muito além do que gostar de alguém... Amor é exatamente aquilo que você não consegue explicar, Definir ou comparar! Amar alguém, é na verdade [...] Colocar uma corda no pescoço pois não sabemos o que realmente a outra pessoa sente por nós, isso pode ser como um lento Suicídio, Morrer aos poucos, mas ao mesmo tempo é como viver em um paraíso, tudo fica diferente. Ate o Ar que respiramos fica diferente é uma sensação como se o seu mundo fosse o céu como viver nas nuvens. Sabe, amar alguém é que mesmo com raiva saber desculpar mesmo com duvida saber acreditar, saber ouvir mesmo quando não quer escutar, e ligar só pra poder ouvir aquela voz,aquela voz que toca a alma te arrepia e lhe acalma mesmo quando esta cheio de problemas!
Prefira amadurecer a crescer. Ninguém diz quando se precisa ser forte, não temos um manual passo-a-passo, mas não interessa. Ou nos arriscamos, ou pecamos. Achei que seguraria a barra por mais tempo, pelo visto me enganei. A impulsividade é instalada em mim, e a paciência já criou asas e partiu há muito tempo. Deveria ter sido mais cautelosa, afinal eu pude evitar muita coisa, mesmo sem saber o que estava por vir. Fui teimosa, fui desatenta, e agora? Bom, vou pular essa parte. Eu pensei que nós daríamos um jeito nisso, só que vi que essa é uma via de mão única, e não se pode ir e vir quando bem entende. Eu sou frágil, não do tipo frágil como um vidro, mas frágil como alguém vulnerável ao outro. Não sou capaz de me expor, nem que seja por uma causa nobre. Não sou assim! Sofro em silêncio, abro mão das minhas vontades, odeio aparentar força e na verdade ser fraca. Continuo insistindo nessa besteira de fingir que sei lidar com sentimentos. Não sei e ponto! Só, que às vezes precisamos encarar de frente a vida, e agora a vida está me dizendo: “Chegou o momento de deixar seu eu anterior, para começar a lutar como alguém que já amadureceu o bastante para não desistir”.
Quando um novo dia começa, é necessário, começarmos também e dar chance aos novos encontros, às novas conquistas, às portas e janelas que se abrem, aos momentos que podem acontecer, alguém que pode chegar e alimentar conosco às mesmas coordenadas e paralelas. Deixe cada dia ser fábrica de bons projetos, acredite!
Uma voz dentro de sua alma ecoava um grito de socorro, e de novo ela se sentiu sozinha, sentada à beira daquele abismo. Haviam rosto de todos os tipos, mas ninguém a ouvia. Ela parou por um instante, assustada, e começou a ouvir sua respiração ofegante. — “É só mais um dia” — gritava com ela mesma. Acostumada com aquela dor costumeira, ela levantou-se enxugando suas lágrimas como sempre fazia, era como se já fizesse parte da sua rotina. Engoliu seco. Àquela voz mais uma vez foi silenciada pelo absurdo. Ela sentia medo, mas, no fundo, ela sabia que precisava fugir dali. Com passos lentos e ainda muito assombrada, ela caminhou até a pia do banheiro para lavar o desespero que avistava em sua face. “Ninguém precisava saber o que havia acontecido ali”, ela pensou. Ao levantar à cabeça para se olhar no espelho, ela enxergou uma figura muito familiar: uma sombra, muito aflita e abatida. Ela não se conteve e de novo se afundou em lágrimas agarrando o tecido de sua camisa florida já manchada do sangue que escorria de seus lábios. Uma ferida acabara de ser rasgada no mais profundo de sua alma e doía mais que a dor física que ela sentia naquele instante. Abaixou-se colocando três dedos na garganta para tentar aliviar a sua ânsia, mas nada saiu. “À sua morte estaria chegando? ”. Pensou por um instante. Balançou a cabeça para afastar aquele pensamento medonho e observou as paredes cinza à sua volta que na sua cabeça parecia dançar. Ficou perplexa querendo entender como que ainda continuava ali, sozinha jogada aos prantos. Soluçava. Ela não tinha muita certeza do que fazer. À feição de seu rosto mudara e agora ela não parecia mais ter medo. Ela suspirou um ar de culpa que parecia não a pertencer e foi se arrastando com confiança até uma porta branca que avistava em sua direção. Um suor frio congelava à sua pele. Ela fechou os olhos para afastar aquele sentimento de medo que parecia voltar ao seu interior deixando uma última lágrima cair. Cerrou os punhos com muita raiva e continuou a se arrastar pelo chão. Estaria próxima do fim? Pensou com clareza. Um caminho de sangue se estendia à medida que ela se aproximava da porta. Uma leve intuição de esperança tomou conta do seu interior dando lhe uma impressão de alívio, e a única coisa que ecoava agora era o som de sua respiração ofegante. Semicerrou os olhos por um instante para conter uma lágrima e respirou fundo para não precisar gritar. Ela já estava cansada e os efeitos colaterais de suas dores a deixava cada vez mais fraca para finalmente sair dali. Uma memória de sua infância tomou conta de sua mente. Agora ela tinha medo, tristeza, raiva, angustia, e uma vontade maior ainda de se libertar. O que havia acontecido no passado se repetia? Uma força maior se criou dentro dela e já não importava mais o que acontecesse. Àquela lembrança a despertou algo que ela jamais imaginou que teria algum dia: a coragem pra enfrentar seus próprios pesadelos. Finalmente ela girou a maçaneta da porta. Seu corpo, que agora se mantinha em pé, corria em direção ao que poderia ser a luz no fim do túnel. O grito de socorro finalmente foi dado pela sua insegurança. Parecia que seu coração ia explodir no peito à medida que ela se distanciava dali. O medo que havia sido enraizada dentro de si durante anos de repente transformou-se em esperança. Ela sabia que não era a única que precisava se libertar, assim como também sabia que outros lugares haveriam corpos ecoando um grito de socorro onde ninguém mais podia ouvir.
Sempre tem aquele alguém que te tira um suspiro sem pedir licença e revira todos os seus pensamentos. Sempre tem aquele alguém que se encaixa perfeitamente no seu sorriso e que encontra o encaixe perfeito entre o pescoço e o ombro dando a perfeição da medida para o tão aconchegante abraço. Aquele alguém que conhece a sua história mas lê as suas entrelinhas como ninguém… alguém que faz o seu coração acelerar e o tempo parar. Sempre tem alguém com quem você conversa com o olhar, que sussurra no seu ouvido e grita sem te pedir permissão aí dentro, mesmo quando você não diz uma palavra, seu olhar diz tudo. Sempre tem aquele alguém que te faz perceber que você não tem o controle de tudo e que quando a emoção é pra valer, razão nenhuma tem vez. É engraçado, porque sempre tem alguém que vira o seu mundo de ponta cabeça e parece que assim tudo faz mais sentido, só por te fazer sentir. Sempre tem… e vocês podem até sorrir por aí, mas na ausência cada um sabe a falta que o outro faz. Porque sempre tem alguém que é, mesmo quando não está. Sempre tem alguém que mesmo não estando presente, se faz presente. Aquele alguém que você pede pra Deus cuidar.
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