Um Texto sobre a Mulher Maravilhosa
COMO SERIA?
Tantas vezes me pego
imaginando um mundo todo diferente...
onde, se as pessoas volitassem
ao invés de só pisarem
no duro chão.
e pudéssem passear rasantes
nas marés baixas
feito gaivotas
que ensejam a paz...
Onde os pássaros
entrassem e saíssem livres
por todas as janelas
de nossa imaginação...
Todos os seres vivos conseguissem
numa plena harmonia
conviver juntos...
As flores nascendo livres desde o concreto
ao arenoso deserto
Uns dependendo
e ajudando-se entre si...
Utopia? Imaginação?
Se inexistissem todos...
todos os "pecados capitais"
o mundo inteiro
seria uma total magia...
melanialudwig
METAMORFOSE DO AMOR
O amor é engraçado, distraído, errado, bastardo, equivocado...
Todos um dia sentimos, jamais o vimos,
Como pode ter sentido o que não têm sentido?
Ele chega do nada
ou você quem decide?
Pode ser uma coisa simples, pequena a mais humilde,
Correr atrás do que vem e te atrapalha,
Pode ser uma silada ou "parada",
Pode ser o certo ou errado do caminho mal andado,
Sentimento que não consegue ser estudado,
Amor próprio pode ser um pecado, a vaidade faz parte do recado,
Se for brincar de amor... toma cuidado, mais cuidado!
Isso não é uma bebida pra viciado, promover a dignidade resolvida da menina bonita,
Pois por amor nenhum se troca drogas aceitas por drogados e nem metade da laranja apodrecida.
Sentimentos
"Nesse instante sinto um sentimento
Um sentimento do qual não quero ter
Sentimento de amargura no meu peito
O silêncio que me faz me entristecer
Do mundo,e da sua ganância
Do mundo a sua petulância
Do mundo o jeito cruel de ser
Ó meu Deus me tira desse calabouço
Me tira desse hospício
O hospício em que loucos acham que estão São
Os loucos me diz "Tu és louco!".
Em meio esse sentimento o ego ainda braveja sobre mim
O ego que é também um sentimento ruim
Sentimentos misturados que o resultado é dos piores
Sentimentos que eu tenho e não quero te-los
Hoje vi que sou nada sem Ele
Ele me ajuda
Ele me sustenta
Ele é o meu guia
E dos sentimentos que eu quero é o Dele
Pois um Sentimento que não há no homem
Sentimento, Sentimento...
Deus me faz menos eu e mais de ti
O Sentimento que eu quero de ti O meu Rei."
Observando na calçada
Assentado numa calçada,
Percebi um movimento,
Movimento de pessoas,
Desesperadas por alimentos,
Pessoas ignorantezadas pelo poder supremo,
Que nem fazem ideia do que está acontecendo,
Vivem na miséria,
Mais vivem com alegria,
Com sorriso no rosto,
Numa perfeita harmonia.
Um caso real da literatura brasileira
Seguindo a sua rotina, a de sempre ir ao supermercado no final da tarde, para fazer compras para o jantar, o Antônio não tinha muita pressa, vivia sossegado. Era metódico e organizado, sempre saia na mesma hora de casa, seguia seu ritual diário. Entrava em seu carro, um 4x4 esportivo, dava a partida, ligava o som, para ouvir as notícias do final do dia, seu carro não era exatamente um carro de playboy, mas era um carro bonito e possante, que chamava a atenção das pessoas, pelo seu tamanho e potência.
Eram seis e meia da tarde, ou da noite para alguns, o fato é que era noite para o Antônio, pois em sua região o sol se punha mais cedo. Neste dia, porém, em que relato os fatos ocorridos, fatos dignos de atenção do leitor desta coluna, o Antônio achava que seria apenas mais um dia como os demais, que iria ao mercado, voltaria em paz e segurança, e que faria sua costumeira comidinha caseira para agradar a sua esposa. Antônio era jornalista aposentado, na verdade vivia de renda, tinha lá um pouco de dinheiro aplicado, dinheiro que recebera por uma aposentadoria voluntária, que o governo brasileiro havia promovido e incentivado antigos servidores federais a se aposentar antes da hora.
Antônio estava na melhor fase de sua vida, tinha casado já seus dois filhos, vivia com esposa a sua terceira lua de mel. Era um casal ainda jovem para os padrões atuais, ambos com sessenta anos, fortes e saudáveis, tinha uma vida sexualmente ativa e muito satisfatória, não tinha muito com o que se preocupar, vida financeira equilibrada sem nenhuma grande causa para lutar, queriam apenas viver e aproveitar seus melhores dias.
Antônio, neste dia em questão, foi ao mercado, como sempre fez, comprou seus ingredientes para o jantar, verificou que havia chegado o seu vinho favorito, vinho que ele tomava sozinho, uma garrafa por semana, especialmente na hora de cozinhar. Conversou com a moça do caixa, falou da família e dos netos, incentivou a atendente do caixa a estudar, pois segundo ele, a vida tinha muito mais para oferecer do que um emprego simples de caixa de supermercado. A moça agradeceu, como sempre fazia, era solista, mas não tinha lá grandes chances de subir na vida, pensava o Antônio, que ela apesar de ouvir seus conselhos nunca deixaria de ser caixa, estava na verdade contente com seu trabalho.
Antônio pagou sua conta e se despediu de todos, entrou em seu carro e seguiu para sua casa, que ficava a duas quadras do supermercado. Antônio morava em um condomínio de classe média, tinha seus privilégios quanto ao luxo de morar bem, morava em numa cobertura, seu prédio tinha área de lazer e segurança 24 e horas por dia. A garagem era como sua sala, não tinha a menor chance de ser abordado por estranhos.
Mas para tudo na vida sempre há, como dizem os mais velhos, sua vez. E este dia era a vez do ineditismo acontecer com Antônio. Ao sair do carro, foi surpreendido por um homem bem vestido, que lhe apontou uma arma e disse:
-Entre no carro, vamos dar uma volta.
Antônio calmamente lhe respondeu:
-Não vou a lugar nenhum. Se quiser me roubar, me roube aqui mesmo, e se por acaso deseja me matar, faça aqui, pois não costumo andar com estranhos, muito menos na hora sagrada de fazer o jantar para minha esposa.
O homem bem vestido, que ainda não sabemos ser um ladrão comum, balançou a cabeça e disse:
-Mas você é mesmo louco, não está entendendo o que lhe digo, ou está tirando onda com a minha cara? Estou lhe dando uma ordem, entre no carro e dirija para fora da cidade.
Antônio olha para o lado, não vê ninguém, está sozinho, apenas ele e o ladrão, ou o lunático que desejava dar uma voltinha de carro com ele. Antônio pensou, que seria mais um pervertido, pois o homem bem vestido não tinha as características comuns de um assaltante. O homem vestia um terno preto, mas de boa qualidade, não era um segurança do prédio, Antônio conhecia todos os empregados do seu condomínio, e, para estar ali, e ter entrado pela portaria, só podia ser um morador, alguém que premeditou cuidadosamente o evento.
Antônio diz para seu algoz, ainda com aparente calma:
-Não sei o que o senhor pretende com esta história de andar comigo de carro, poderia ser mais claro? Seja direto, o que realmente deseja? Como o senhor se chama?
O Homem abaixou a arma, se encostou no carro e começou a chorar. Entre lamentos dizia:
-Sou um desgraçado, me desculpe. Estou com uma doença terminal, moro aqui já faz alguns anos, sou viúvo há muito anos, e tenho observado a sua vida tranquila, sua rotina diária. Já pude ver o quanto é feliz com sua esposa. Então por viver só e abandonado, sem filho e parente por perto, e ainda condenado à morte, resolvi fazer alguma coisa para chamar a sua atenção. Veja, eu falo a verdade, esta arma, por exemplo, é uma arma de brinquedo, comprei com este intuito, o de lhe causar algum sofrimento e angústia. Mas sua reação me deixou ainda mais confuso. Quem em sã consciência, neste mundo perigoso, agiria desta forma ao ser abordado com uma arma na cabeça?. Qual é o seu segredo, por que leva a vida desta maneira incomum?
Antônio riu do homem, que ainda chorava descontroladamente e disse:
-Não tenho nenhum segredo, meu amigo, só penso que a vida não é assim tão complicada, como parece para a maioria das pessoas, e quanto a morrer nesta altura da minha vida, não me diz nada, tanto faz, estou satisfeito com o que fiz e vivi até aqui.
-Mas me conte mais sobre sua vida e doença, quem sabe eu não posso lhe ajudar.
O Homem de terno preto, marchou em direção a uma lixeira e jogou a arma de plástico. Voltou em direção ao Antônio e disse:
-Me desculpe, eu sou um homem desgraçado, mas poderia me fazer um grande favor? Não conte sobre isso para ninguém, nem me entregue para a polícia. Eu não mereço tanta consideração assim, esqueça este meu vexame.
Antônio olhou com piedade para o homem, que agora já estava mais calmo e disse:
-Não se preocupe, será o nosso segredinho, e se ainda quiser dar um volta no meu carro, podemos ir. O homem riu desconcertado e disse:
-Não, muito obrigado, tenho que voltar para casa já está na hora de tomar os meus remédios.
Antônio pegou suas compras, acionou o alarme do seu carro, entrou no elevador e entrou em casa sorrindo, como quem tivera uma visão de algo inverossímil.
TEMPO DE REFLEXÃO
A DOR DE CADA UM
Estar triste na alma é uma dor diferente, pois se faz seguir por apatia moral, roubando-nos as energias impulsionadoras do progresso e bem-estar.
Ao nos sentirmos pequenos e ineficazes diante dos embates da vida, impotentes para mudar realidades que se abatem sobre nós, somos tragados para os maiores pontos de conflitos de nosso movimento interno.
A tristeza é uma resposta emocional à fragilidade em que nos reconhecemos .
"Há muitos em dores semelhantes, mas ninguém em dor igual. "
As dores são semelhantes pela origem e pelo contexto em que se apresentam, porém não são iguais, pois cada qual as significa com a percepção e os desgastes internos que já traz.
Julgar a dor alheia não demonstra apenas ignorância espiritual, mas também profundo desconhecimento do movimento psicológico dos seres integrais.
Eu gosto de agradecer. Mas quem agradece demais desagrada.
Um transeunte pediu esmola para uma pessoa parada no calçadão. Essa pessoa deu ao transeunte um real em moeda. Feliz da vida, o transeunte louvou a Deus e a vida do rapaz. Abençoou o rapaz, família, cachorro, papagaio e etc...
Colocou uma roupa branca,tirou do nada uma tenda branca, consultou Búzios, cartas e leu a mão do rapaz!
Tudo isso só para agradecer uma esmola!
Todavia insisto em esperar
Esperar um tempo que está
Terminando para nunca voltar
É anunciado que findará
A esperança invade a alma
É a única que pode nos tranquilizar
Dos tempos que tirarão nossa calma
E desse sonho único despertar
Despertar para a Nova Aliança
Do tempo que nos foi confiado
Trazendo apenas a Bonança
Do nosso Mestre Manifestado
É O Mestre Manifestado
Plasmando seus ensejos
Do Trono onde Ele está sentado
Expulsando os malfazejos
Por toda parte, houve um aumento das advertências globais. A cada dia
surgiam novas advertências globais sobre vírus assassinos, ondas assassinas,
drogas assassinas, icebergs assassinos, carne assassina, vacinas assassinas,
assassinos assassinos e outras possíveis causas de morte iminente. De início,
essas advertências globais eram assustadoras, mas depois de um tempo as
pessoas passaram a se divertir com elas.
O PEDREIRO SEM MESTRE
9 de setembro
22:33
não vou dormir em casa
a tortura é diária
de um hipotético amor
restou o veneno
injetado homeopaticamente
em doses diárias
matando o respeito
lentamente
corrosivamente
com a sensibilidade artística
de um pedreiro sem mestre
num entulho de obra
de vidas em reforma
O profissional Fruity Cofee é um café expresso sujeito à humilhação e conduzido como um animal de carga para o abate com abacaxi e essência de menta. A história deixou claro o quanto as coisas mudaram na força de trabalho. Homens e mulheres crescidos choram em suas mesas, e as pessoas são repreendidas por não responder aos e-mails após a meia-noite ou aderirem à dieta da tênia amiga. Era uma vez onde as classes mais ricas desfrutavam de uma vida de lazer nas costas do proletariado. Hoje são as pessoas em comércios especializados que podem encontrar horas razoáveis de não dor, juntamente com bom salário na entrega de soluções utópicas com o cadáver de John Keynes.
O que conta como trabalho, nas profissões especializadas, tem alguns limites intrínsecos. Uma vez que uma casa ou ponte é construída, há o fim da obra. Mas nos trabalhos de colarinho branco, a quantidade de trabalho pode se expandir infinitamente através da geração de falsas necessidades, isto é, razões para conduzir as pessoas de maneira mais impossível e que nada têm a ver com necessidades sociais ou econômicas reais. Considere o sistema de litígios, em que as horas trabalhadas por advogados em grandes escritórios de advocacia são uma queixa comum. Se a resolução de litígios é a função social da lei, o que temos está longe de ser a maneira mais eficiente de chegar a resoluções justas ou razoáveis, entenderam o quanto controverso é? Em vez disso, o litígio moderno pode ser entendido como uma corrida armamentista maciça, cruel, errônea, petulante e socialmente desnecessária, em que os advogados se sujeitam mutuamente a quantidades torturantes de trabalho desnecessário apenas porque podem. Nos tempos antigos, os limites da tecnologia e um tipo de profissionalismo criaram um limite natural para tais corridas armamentista, mas hoje nenhum dos lados pode se afastar, para não se colocar em uma desvantagem competitiva. Altermodernidade litigiosa?
O antídoto é simples prescrever mas difícil de alcançar. Devemos realizar um retorno ao objetivo de eficiência no trabalho: cumprir com as necessidades da demanda e tornar a vida das pessoas melhor. A existência de um trabalho construído e sensível à humanidade repudia o idealismo concreto.
“[...]Quem podia dizer se a veria novamente, esta filha de pastor irlandês de olhos azuis, um pouco corcunda mas muito fofinha. À medida que se aproximava nossa separação, crescia minha inquietude. Exatamente como quando avistamos um figo maduro banhado no seu doce suco e estando famintos e sedentos avidamente estendemos a mão para arrancar sua casca e à medida que a casca se solta, nossa boca se enche de água. Assim, deste mesmo modo, eu lançava olhares furtivos a esta madura moça irlandesa e a descascava na minha imaginação – como a um figo”.
Nikos #Kazantzakis em “#Testamento para El #Greco” #testamentoparaelgreco, Tradução de Clarice #Lispector, 1970.
Imagem: Kris Kary
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#NikosKazantzakis #Kazantzakis #TestamentoParaElGreco #ElGreco #ClariceLispector
TEMPO DE REFLEXÃO :
Quem são os esquisitos?
Aquele que tem uma ideia é um tipo esquisito até que a ideia vença.
-- Mark Twain
Segundo Mark Twain, o esquisito é na verdade o "raro" não descoberto, seja na ideia ou no comportamento acima da média da compreensão geral.
Esquisitos em sentido inverso então, são todos os que levantam todos os dias sem saber porque e nem para que, se dirigem para lugares que não sabem onde levam, e ainda assim ditam regras esquisitas que dirigem as esquisitices do mundo.
Meu Amor é mendigo sabe? Aquele tipo de amor que quanto mais tem mais quer? Não me julgue um ser humano galinha, nem tão pouco insensível, eu sou apenas um ser humano que tem um coração que cabe muitos amores, perdoe-me se sou assim mas quem tem um amor tem tudo e quem tem mais de um é feliz por ser mais amado...
Dedicado a todos os meus amores, cafajestes e canalhas!!!
UNIVERSO
Criei um poema e lancei para o universo ver e opinar
As estrelas curiosas queriam logo olhar
O buraco negro ficou ansioso
E os planetas fizeram aquele alvoroço
O satélite passou
O foguete pousou
O lua sorriu
E o sol aplaudiu
O universo amou o poema
E acabou virando seu lema.
Ele e bruto
Ela delicada
Ela e pura
Ele e um porco
Ele era insensível
Ela tinha muita sensibilidade
Ele não ligava
Ela se importava demias
Ele não vinha
Ela o esperava
Ele caia
Ela o segurava
Ele não mostrava nem um
Ela dava tudo e não pedia nada
Um dia ele caiu
E ela não estava lá para segurar
A rua estava escura, e não tinha ninguém, ele olhou para
O céu, e as estrelas eram lâmpadas, e as goteiras eram chuvas, se sentiu sozinho.
Ele tinha a perdido,como uma pétala levada pelo vento, sentindo
aquele amor tão distante, em comatoso. O amor entrou pelas portas do fundo, e saiu pela porta da frente, em cada metrô
Quadrado do seu coração doía,em cada canto...
No fundo você sente e é até um pouco estranho.
Numa frase ‘’eu te amo’’
numa outra ‘’até quando.’’
Sinto muito e não demora
solidão bate na porta.
Como ser tão decente?
na mira de uma semente?
É algo que demora e não tem explicação.
Por mais que se explique
não teria solução.
Para algo tão estranho
chamado coração.
PENSAMENTO INTEGRAL
OS ESTRUPIADOS
"Quando fizerdes um festim, disse Jesus, para ele não convideis os vossos amigos, mas os pobres e os estropiados." S.Lucas Cap.XIV v. de 12 a 15.
Ao pensarmos na acertiva evangélica somos na maioria das vezes compelidos a interpretação exterior, arremessando nossa atenção aos estrupiados do mundo.
Compreendido que os estrupiados são os " acabados, arrasados, arrebentados," não estaria incorreta a visão citada acima proposta pelo entendimento evangélico , porém, Jesus é a síntese de todo o processo evolutivo humano e tal ensinamento não poderia se registringir a apenas a visão exterior, faceta diminuta da natureza humana.
Pensemos em todos os cantos dentro de nós onde moram partes doloridas encarcerados em séculos de escuridão. Tendo o espírito passado por diversas experiências reencarnatorias, tanto quanto na mesma vida nas diferentes fases psicológicas em que passou, deixou partes suas estrupiadas e negadas em ambientes hostis de angústia, culpa, medo e outros martírios do ser, gerando transtornos mentais e comportamentais de diversas ordens.
Por predileção ao que imaginamos conhecer e ter domínio em nós, negamos o convite aos nossos estrupiamentos internos, razão pela qual continuamos escravos de forças interiores negadas, ao invés de tutelar nossos movimentos psíquicos.
Convidar os estrupiados internos, em síntese, é abraçar a própria sombra interior produzida pelos significados doloridos atribuídos por nós mesmos, em vários momentos da evolução, a toda experiência que nos sensibilizou.
História Improvável
Autor: João S Moura Júnior
Vou contar uma história,
de uma menina e um menino,
que antes de nascerem
já traçaram seu destino.
Há 13 anos antes dela,
Nasce assim o menino,
Esqueçam a Cinderela
Foi um traçado Divino.
Esse moleque nerdão,
Era assim muito tímido,
Estudava em pé no buzão
Até compunha uns hinos.
Filho de pais muito humildes,
Mas nunca se esmoreceu,
E vendo todas adversidades
Estudou, estudou e cresceu.
Professor, palestrante o futuro aconteceu,
E aquela menina do passado,
Menina? Sim ela apareceu,
E ele ficou embaraçado.
Na sala de aula a encontrou
No principio a indecisão assusta
Mas logo de cara convidou
Cantar muito lhe gusta
E sem assunto tentou
Foram há um barzinho
E em versos cantou
Romântico era o caminho
Cantando não era bom, desafinou
E pouco a pouco foi propagando
Com muitas prosas a conquistou
E assim já não estava mais vagando
Foram se conhecendo,
e assim se gostando,
Se divertiam aos poucos,
um pelo outro se amarrando.
Na porta da escola,
pararam e se olharam,
A cada passo pertinho
Porém pouco falaram.
Apenas uma coisa interrompeu,
aquele lindo momento,
Uma senhora não sei o nome
perguntando "o que estão fazendo?"
A partir daquele beijo ,
ficaram viciados,
tudo por um ato ,
aquele beijo roubado.
Os dias foram passando,
e eles não imaginavam,
os dois estavam juntos
e juntos se amavam.
Hoje fazem 15 anos,
que concretizaram as semelhanças,
os dois estando juntos
unidos por 3 alianças.
E aquela diferença
que eles tinham na idade
Simplesmente restou
amor e cumplicidade
O nome desse casal,
vou contar então,
ela a Dani, ele o João
por muitos anos se amarão.
E naquele mesmo dia,
ele não conseguiu se segurar,
E ao revelar toda sua história
um beijo dela foi roubar.
sem saber da reação,
depois daquele roubo,
os dois saíram do carro
rindo um com o outro.
Ficaram horas e horas,
A conversar sem parar,
Assuntos eram tantos,
Sem a oratória esgotar.
Continua...
vc gosta de um garoto lindo, então pergunte isso para ele "oi,´por favor imagine um signo agora imagine outro signo agora junte eles"
se ele falar alguma coisa "pervertida'' vc sai te perto e vc vai e fala com o seu amigo a mesma coisa e ele responder outra coisa
isso comprova que ele gosta te vc e ele é o ideal pra vc
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