Um Poema para as Maes Drummond
O Que Não é Classificado Como Uma Doença é Um Sintoma,e Sendo Um Sintoma Também Tem Uma Causa,São Traumas e Pensamentos Obsessivos a Mente,a Doença Domina o Seu Corpo,o Sintoma Domina a Sua Mente,Domine a Sua Mente e Você Dominará o Seu Corpo.
Não é necessário usar roupas caras para parecer bem vestido. Carácter e um pouco de bom senso são suficientes para tornar qualquer pessoa elegante.
A pessoa que lhe diga a verdade usa um monte de músculos do rosto, enquanto um mentiroso sorri apenas com os lábios - os olhos não refletem suas emoções.
É preferível uma ditadura de um governo inteligente e ético, do que uma democracia que elege idiotas e bandidos.
Um sorriso para existência demonstra a mais pura felicidade de estar conectado com tudo que faz parte desse universo grandioso de pura abundância.
"Um psicológico abalado, um arrependimento malvado, tudo dentro de um coração dilacerado ! Sozinho sê vê , na cela que se encontra , se é la dentro, se é la fora, a tristeza não tem hora"
Um dia vai, outro vem e somos embalados no ritmo frenético do tempo. E não importa se o dia não fechou bem, se não estamos preparados para o novo dia, ele vem. O novo dia vem e permite terminarmos o que começamos no dia anterior, vem com desejo de melhorar aquilo de pior que aconteceu, vem com esperança de um novo amanhã, vem rasgando o peito e aliviando a alma, consolidando o lindo verso bíblico que diz: o choro dura uma noite e alegria vem pela manhã.
Insta: @elidajeronimo
Sempre há um novo sol...para um novo renascer em nós mesmos, para então conseguirmos prosseguir com mais levezas na alma.
Ivânia D.Farias
A separação em um relacionameno deve sem como uma vela de cera
Quando ela acaba não tem como mais acendê-lá.
Para você, hoje poderia ser apenas mais um dia que tudo ia se encaixar na rotina, mas Deus muda tudo isso é te encontra na tua rotina.
E os livros, livros por todos os lados. Cada superfície plana era ocupada por um livro. Tampo da mesa, armário, criado-mudo, mesinha de cabeceira. Nenhum bibelô, Nenhum suvenir. Nenhum porta-retratos. Só restaram os livros. Para que ele soubesse quem fora realmente a mãe, teria de abri-los e ler. Teria de ler cada página de milhares, milhões.
A cada ano, minha mãe tirava um quadro do meu pai da parede para dar espaço a mais uma estante de livros.
Já discuti muito sobre isso (novamente: não comecei ontem); existe um desafio básico em fazer literatura de gênero e fazer "alta" literatura (sim, ainda acredito nisso). Como respeitar as convenções do gênero sem recorrer (apenas) a clichês, como fazer "alta" literatura sem provocar apenas estranhamento, e sim respostas objetivas (no caso do terror, "provocar medo"). É um desafio que eu mesmo (como autor) acho que não consegui vencer. Mas eu prefiro criar o estranho, a dificuldade, do que recorrer a uma literatura rasa.
Eu meio que criei um personagem odioso. Nesse conflito dele com a natureza, eu torceria pela natureza. Tive um certo receio de que essa antipatia pelo personagem prejudicasse a leitura, que os leitores abandonassem o livro por isso. Mas fico feliz que os leitores têm apreciado o livro, mesmo detestando o personagem, e que alguns até conseguem ter simpatia ou atração por ele.
Passo a passo a liberdade, um passo na Libia, a biblia na mão, enquanto bombas flutuam sem demonstrar piedade.
"Uns dançam, outros tocam ou cantam, outros desenham e outros escrevem. Cada um se expressa à sua maneira".
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