Um Poema para as Maes Drummond
Tem Pessoas Que Só Vão Aprender De Verdade Quando Perderem
"Um conselho Aprenda A Valorizar Ou pode Ser Muito Tarde"
Hoje pela manhã vi um senhor, bem idoso, sentado em uma varanda, tomando sol.
No lugar, dele me coloquei.
Pensei. Senhor quando ficar bem velhinha permita que eu tenha uma varanda em que possa sentada, sentir o calor do sol e apreciar o verde das arvores bailar ao som do vento. Permita-me
Caminhar, nem que seja o suficiente para tomar banho e me trocar;
Encher meus pulmões de ar e se não puder dançar, ao menos cantar;
Ouvir o canto dos pássaros, o riso de uma criança e “mãe eu te amo”;
Dizer palavras doces e sentir o doce do mel;
Sorrir e gargalhar, até chorar;
Sentir o perfume da rosa, do café e do mar;
Rir de mim mesma e fazer os outros rirem;
Permita-me ser grata a ti, a todos e por tudo;
Permita-me sonhar e a cada dia enquanto acordar, amar.
Samira Kezh
13/08/2015
Meu Deus, Valeu A Pena Eu Insistir valeu A Pena Eu Continuar.E Ao Um Amor Sincero Deus Me Levarar
" A Historia Que Deus Escreveu Ninguem Apagara Pois Uma Joia Rara Deus me Fez Encontrar "
É meu coroa, todos os dias é dia dos pais, mas todo ano um dia é reservado para homenagens, e esse dia é hoje.
Então meu herói, estou aq para lhe falar palavras que me faltam pessoalmente, acredito que por aq eu consiga revelar tudo que eu sinto por ti.
Meu espelho, minha alma, minha aura, meu sangue, minha vida em outra vida, meu espírito em outro corpo, meu pai, meu herói, meu caminho e trajeto, sempre me guiando, me amando, me abençoando com teu amor paterno.
É meu coroa, teu corpo cansado ainda é meu abrigo, és tu que eu sigo, do início ao fim, é meu coroa, és tu minha fonte de inspiração, meu orgulho, meu amor masculino, se existe um homem q sou apaixonado, esse homem é você.
Que esse dia seja abençoado pelos anjos de Deus, que todo ano eu possa te abraçar e voltar para casa e sempre te vê, eu te amo meu coroa e pra sempre vou te amar.
E quando você andar através de uma tempestade, mantenha sua cabeça erguida, no final do túnel haverá uma linda e doce canção de uma bela cotovia, e os seus sonhos serão soprados em todo nascer do dia, ande em meio ao vento, em meio a chuva, em meio ao sol...
Seja a luz, seja o ar e você nunca caminhará sozinho.
Eu te amo meu Pai.
(Des)amar
Existem razões que o tempo não explica quando há um grande amor a cuidar.
Como também existem razões para deixar um grande amor se findar
No peito se guarda um pote de lembranças que não vão se derramar
Mas na cabeça, esta que gera as atitudes, pode um amor apagar.
Recebi
Todo amaçado
Um abraço.
Assim meio que um laço
Amarrado aos braços.
Apertado um tanto
Que me tirou os espaços
E os cantos
E também os prantos.
Recebi
Por Sentir
Esse sentimento que se sente
Assim sem perceber.
É quase uma vontade,
Quase um não querer.
Não cabe na coragem
Tão pouco em ser cobarde.
Nele nada se espera,
Também não desespera.
Nele há um “Q” de medo
Quiçá ser temerário,
Um leve desamparo,
Na alma um abraço.
Quem lho buscar no hoje
Alcançará no amanhã.
Aquele que vestir-se disso
Sentir-se-á despido.
Não há mesmo o que sentir
De tanto que se sente.
E de tentar dizer-lhe o nome
Treme a língua,
Morre a trama.
Olhei para um copo,
Em seguida olhei para o céu,
Será que o mundo cabe nesse copo,
Se eu falasse só de felicidade no papel?
A iluminação é um presente da natureza...
Como o sol reluzente
Acariciando os seres e o seu pomar...
Não conseguiríamos viver sem a luz...
E se juntarmos um pouquinho de amor
O brilho ficará ainda mais intenso...
Não podemos acreditar que todas as pessoas são sensíveis como nós...
Nem todos tem um coração cheio de amor..
Carinho se compartilha com quem merece...
Me dê uma pitada de sabor
Que eu te dou um pouquinho de carinho...
Me manda uma abraço apertado
Que eu te mando outro entrelaçado...
Me dê uma olhada apaixonante
Que eu te dou o brilho da lua..
Me dê um beijo doce
Que eu te dou um coração cheio de amores...
No ínterim da vida, um mal estar, uma despedida
De mim. De quê?
Acho que eu dormi nos intervalos da chegada, da partida.
E a cada despedida eu me pergunto se é o fim
Ontem, morreu um bicho dentro de mim,
E hoje as suas tripas me degolam
Um bicho esguio e luminoso... Sei lá...
Só sei que estava aqui porque agora não está,
E se nunca esteve, tem um espaço aqui pra ele... Vazio, vazio
No ínterim da vida, um não estar, uma despedida...
Assim foi que eu fiquei desfalecida no sofá do quintal velho
Enquanto uma semente que virou broto que virou árvore e virou árvore
De repente, virava árvore que virava broto e virava semente
Semente que se enroscou e bloqueou minha garganta
Semente que dói feito pedra.
O que eu sei é que até ontem havia um caixão por aqui
Um caixão que ninguém abriu
O cadáver... Não sei bem... Mas acho que era morte/por segundo
Talvez por cárcere privado, talvez por conveniência.
O que eu sinto, vejo e ouço é que até hoje fede e bate na madeira inutilmente.
Aconteceu...
No ontem de algum dia
Em algum olhar distante, vazio e doloroso.
Eu não sei... Mas eu me lembro,
Como uma sensação no escuro.
Arrancando as cascas das coisas e dando a alma um grito e uma voz...
Que as palavras sejam borboletas e não pedras em nós.
Que os dias fortaleçam os sonhos e jamais aprisionem os fios dourados das ilusões que temos.
Que as noites sejam sempre de abraços, àqueles que nos acalantam e nos orvalham a alma cansada e vagante.
Que nossos mais íntimos e tímidos quereres de felicidade caminhem de mãos dadas com nossa mais resiliente coragem.
Que o frio da solidão que mora dentro de nós se aqueça de ternura e que as lágrimas forjadas de um palhaço, seja a única ironia possível em nós.
Que apesar do tempo e de toda sua pressa desleal, que sigam sendo teimosos e indomáveis nossos sorrisos.
E que a fé e o amor sem nada dizer, nos salvem e nos reescreva como infinitos inacabados todos os dias.
TREVAS NOSSAS
A morte encontra um sentido por antecipação
Nas noites em que o abismo é sonolento
As trevas imperam no sangue, que corre nas veias
Onde reina o desespero das almas perdidas
Os sentidos enganam as presas na carne que queima
Nos muros feridos de morte do nosso tempo
Fez-se silêncio nas doces lágrimas salgadas
Nas mágoas de um violino que grita de dor
Já despido com as pautas na tempestade do vento
Choram as almas d’encanto nas trevas escuras
Vasto escuro céu, enigma de muitas almas esquecidas
A podridão gera o sangue que corre nas nossas veias
Mentalmente passamos a viver como sombras
Das saudades que abre os novos caminhos em lágrimas.
Se a tristeza em um
voo pousar do seu lado ,
Diga assim : Desculpe !
Aqui mora a felicidade ,
que o vento te leve pra longe ,
que só venha a mim,
ternura e bondade.
Gosto de gente que tem brilho único,
um brilho que poucos suportam .
Gosto de pessoas luz
Que te contagia com boas energias .
Gosto de gente simples,
Que não te olha com olhar devorador,
Mas que te abrace forte,
Te olhe nos olhos e, transmita amor.
Gosto de gente que :
Canta
Dança
Sorri
E é feliz!
Trazendo cor aos meus dias
Trazendo alegria,
Pulando e
Sorrindo.
Gosto de gente assim;
que chega, e faz morada.
Cada lágrima derramada ,
é um grito de superação .
Que as próprias não seja
derramada pelo mesmo motivo
e sim por te-las vencido .
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