Um Poema para as Maes Drummond
Hoje é sábado, acorda, menina! Coloca uma roupa bonita, um sorriso no rosto e um amor no coração! Vá ser feliz!
Padecia de um único temor: o medo de esquecer - esquecer os seus ideais, o seu passado e a sua luta incansável.
Estou aprendendo a ficar sem você, um dia quando você se for novamente, pois agora aprendi que se vai, para você o - eu - é mais importante do que o - nós -;, aí então já serei outra.
No momento da concepção já existe um ser humano em potencial e com potencial, o qual é sagrado e de grande valor aos olhos de Deus, diferenciando do adulto somente no tempo de vida, obviamente, a criança no ventre tem uma identidade espiritual.
Sou como uma arte na calçada: Muitos não percebem, mas estou ali. Outros param, admiram por um tempo, mas logo voltam aos seus afazeres. Posso ser interpretado conforme seu humor, conforme sua idade, conforme uma música qualquer. Sou belo, entendiante, chamativo, indecifrável. Muitos pisam sem perceber, outros desviam para não ter que pisar. O que é? Ninguém sabe, mas sempre tiram o que lhes convém. Sirvo de caminho, ou o caminho serve a mim. Aguento a chuva, sozinho. E quando o sol aparece, aí sim fazem questão de passar. Perco a cor, a intensidade, ao mesmo tempo que faço história. Ninguém sabe o porque disso, nem o que faço ali, mas sabem que estou. “A arte é a ideia da obra, a ideia que existe sem matéria” por isso, não queira me entender apenas por olhar. É bom saber por onde pisas…
Vivemos talvez um dos piores períodos da história. Incrível ver como um “volte antes de escurecer” se transformou em “não amanheça nesse computador”. O que antes preocupava, hoje se incentiva. Não se tem mais as ruas, pois os carros simplesmente tomaram conta. Muito menos ao natural, já que o virtual parece muito mais interessante. Hoje em dia, joga-se futebol sentado; dialoga-se sem pronunciar se quer uma palavra. Bons agrados? Não são mais buque de flores, ou um jantar a luz de velas; e sim, essas bugigangas de meio milhão. É até hipocrisia de minha parte dizer isso, pois contribuo com essa degradação até quando escrevo textos como estes, já que deram lugar aos livros. Shows de rock? Que nada… Hoje em dia se aprecia música por fones de ouvido. E ai de você se contrariar: “desliga isso, você está ficando louco?”. E se antes acordar tarde fosse sinônimo de preguiça, hoje é resultado de ressaca. É com certeza uma guerra-de-corações-partidos, onde, se você quiser mais amor, terá que pedir. Não que eu seja contra a todo esse tipo de alienação, mas creio que o mau do século seja a falta. Falta liberdade para se fazer amor, como falta amor onde há liberdade.
O pecado é como um incêndio que se alastra rapidamente; a graça de Deus apaga o fogo, nos agraciando com uma nova chance de vida, em sobreviver a essa tragédia...mas temos que conviver com as marcas, sequelas, frutos amargos do nosso desatino.
A sabedoria é um manancial cálido e deleitoso que jorra ininterruptamente, o amor de Deus, a nos banhar, afagar e ensinar.
A mentira é um espinho que precisa ser extirpado de nossa carne; se isso não ocorrer, pode irradiar, infeccionar a nossa alma; tornando inaptos a comungar com Cristo, a cura da dor pelo bálsamo da verdade.
O pecado é como um caminhão desgovernado, dirigido por um motorista, pecador, completamente bêbado; descendo velozmente uma ladeira, sem freio, direção ou controle. O legado, dessa iniquidade e compulsão, é o choque, tragédia, dor e morte.
Sem a santidade jamais veremos a face do nosso amado Redentor; a sombra da luxúria sempre será um entrave que encobrirá a nossa visão, nos tornando inaptos, para tomarmos posse de nossa verdadeira cidadania, santos, filhos de Deus.
Um homem amante de si mesmo, com as suas próprias mãos, todo dia dilapida a obra prima de Deus, com borrões indeléveis, o seu corpo, templo do Espírito Santo; a sua alma, que não lhe pertence e sim ao Senhor!
Aquela mão que desfere um tapa, aqueles lábios que ferem com uma palavra impensada, aquele que se galardoa das suas ínfimas conquistas, machucando outrem; será o mesmo que minguará os desafetos, a solidão e a execrável desdita do repúdio no porvir.
Eu sou uma flor que desabrochou nas mãos de um Jardineiro Fiel que acreditou em mim; mesmo quando eu estava despetalada, infiel, açoitada pelas tempestades da vida. Ele perseverou em me amar, tocar...Olha, que bela flor me transformei! Menina, flor, serva do Senhor Jesus, Amigo Fiel, a me acompanhar, cuidar.
Quero um Dia sentir o Carinho de Tuas Mãos em meu rosto.... e saber que o tempo passou, Deus Agiu e nos uniu.
Hoje é um dia muito especial, é Dia dos Pais, é dia de agradecer com muito carinho ao meu pai por me dar a vida e também aquela pessoa única e especial que colaborou para minha felicidade. Ele me deu um grande motivo para sorrir, um presente inigualável.
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