Um Homeme duas Paixoes
DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS
(Je suis/Je ne suis...)
ELA: “Você não respeita a minha dignidade, a minha honrabilidade, a minha reputação, com a sua conduta você me cobre de ridículo”
ELE: “Meu bem, você quer limitar o meu direito de liberdade. Não admito isso. Eu sou livre e faço o que eu quero.”
ELA: “Você entende que seu exercício de liberdade afeita meus valores e sentimentos mais profundos atè doer???
ELE: “Bobagem. Não são valores, pelo menos não são os meus! Nao os reconheço. Nao quero entende-los. E por isso nao estou nem aì. Eu te amo. Nunca amei ninguem como amo voce. Apenas quero ser livre ”
ELA: “Então você é Charlei?
ELE: “Não... JE NE SUIS PA CHARLIE”
ELA:“ah... tá... hummm....tem certeza?
ELE: “Tenho. Charlei é xenófobo, intolerante, desrespeitos, ofensivo, atinge as minorias. Eu nao tenho nada a ver com Charlei. E você?”
ELA: “Eu? Eu sou pela liberdade sim, mas não gosto de sofrer humilhações e ficar diariamente triste pela sua irreverencia, pelas suas obscenidades, pelo seu desrespeito que me diminui, quando desde sempre luto pela igualdade. Me sinto ridiculizada. Você diz que me ama mas não está disposto a fazer concessões para “socializar” comigo... Agora eu não sou ninguém para querer comprimir a sua liberdade, mesmo que egoísta, pois não se importa de machucar. Afinal é a sua liberdade contra a minha dignidade. Eu não posso fazer outra coisa, para sofrer menos, que me manter a distancia até você entender e respeitar os meus sentimentos. E mesmo assim continuarei a sofrer pois os ecos e os reflexos da sua liberdade chegam atè mim.
ELE: “Então você também não é Charlie”
ELA: “Você esta enganado. Por quanto eu possa achar criticáveis, reprováveis e condenáveis certas condutas, a lei de talião não me pertence. Eu disse que preciso me manter distante até você me entender e me respeitar. Não disse que vou te pagar com a mesma moeda nem que vou te matar.
Por isso e nesse sentido JE SUIS CHARLIE!
Marisa Barbato
*A Deus pedi duas coisas: que me dê uma namorada linda como tu, e que saiba me amar sem meder esforço, é por essa razão que venho a te, dizer te que te quero na minha vida, pois tu és a peça que encaixa perfeitamente no meu coração.
...e no meio da minha confusão moram duas garotas: a "eu boazinha" e a "eu nem tanto assim"! Mas de uns tempos pra cá, a "nem tanto assim" tem corrompido a "boazinha", e eu nunca fui tão feliz na minha vida!
...e pra Vida eu só peço duas coisas: paz de espírito e sabedoria para discernir o bem do mal. Porque sem um coração puro, que saiba reconhecer os benefícios da bondade, a chance de se tornar uma pessoa injusta e egoísta é grande...tão grande à ponto de atormentar a minha paz de espírito. Na vida estas coisas são preciosidades que a gente tem que lapidar todos os dias.
E quem não aprenderia a olhar direitinho por onde anda, após meter a testa duas vezes num mesmo poste?
Uma coisa leva à outra...
(Fabi Braga, 17 jul 2011)
Não me arrependo de nada, mas às vezes me passa pela cabeça: eu deveria ter pensado duas vezes antes de confiar...
Quem me conhece sabe que defendo relações matrimoniais (ou não matrimoniais) entre duas ou mais pessoas. Não sou contra a monogamia, mas defendo a diversidade de relacionamentos apoiados na convivência (ou na individualidade) onde o número de parceirxs não seja limitado nem determinado por alguém. E também sabem que apesar de questionar bastante alguns firmamentos ideológicos do movimento poliamoroso, ainda assim abraço esse tipo de relação.
Tenho alguns questionamentos como o de "até que ponto o relacionamento poliamoroso se difere da monogamia?", "Algumas relações, onde convivem 3 ou mais indivíduos, possuem as mesmas regras de conduta existentes nos relacionamentos mono?", "Quem são os dito Poliamorosos? E quem defende essa bandeira?" "Será que o Poliamor realmente se comporta como um movimento de desconstrução da dominação patriarcal, e da desconstrução da família “dita constitucional”?", “Até que momento o poliamor é caracterizado uma forma de amar não convencional?”
Um dos problemas centrais dessas relações (mono, poli, etc) é a fantasia da posse da outra pessoa. A ilusão, a ideia de propriedade do outro trará sem sombra de dúvidas a limitação, sujeição e/ou restrição das pessoas que compõem determinado liame, seja ele qual for.
Não significa que só pelo fato da pessoa se encontrar num relacionamento poliamoroso ela estará “livre para viver o seu amor”. Devemos ressaltar que vivemos o “nosso” amor, não o amor do outro. Se os sentimentos que constroem a relação forem fundados em ciúme, controle, angustia, rivalidade, inveja, não será nada dissemelhante às “filiações” monogâmicas. Pois se eu me sujeitar a um relacionamento poliamoroso, onde convivo com duas (ou mais) pessoas, de modo que a ambas serão estabelecidas regras que vão regular o comportamento de tais, veremos que são preceitos que coincidem com as relações padrões, onde uma pessoa deve ser “devotx” ao outrx.
Nem sempre o Poliamor revelará “liberdade”. Existem várias definições para liberdade, mas para o termo que estou usando, ela se definirá numa perspectiva física, algo para além da dominação, e para bem além do existencialismo.
Acredito cegamente no "relacionamento livre". Amo quem eu quero amar, na hora em que eu quiser amar, no lugar em que eu quiser amar (obviamente, tudo com o consentimento de ambas as partes). Acredito que o Relacionamento Livre é sinônimo de Empoderar-se. Algo para além de preceitos morais e éticos impostos por outro(s) indivíduo(s), o(s) qual(is) delimitará minhas práticas amorosas. A única regra do amor livre é amar livremente, você é x únicx detentor(a) da sua liberdade, ou seja, da sua liberdade de amar. Ressaltando também que o espaço que é dado às pessoas que fazem parte desse ciclo amoroso é sem sombra de dúvidas sinal de amor.
Ser adepto ao relacionamento livre não indica descaso, nem indiferença pela outra parte, muito pelo contrário, é o oposto disso, o que é priorizado nessa relação é primeiramente a amizade.
Todos os tipos de relacionamentos são constituídos por pessoas, e essas carregam consigo suas particularidades. A crítica feia acima não se dirige única e exclusivamente à práticas sexuais, mas se direciona a relações pessoais e sociais. Viva o amor livre, viva livre seu amor. Desconstrua os machismos, as ditaduras, os estereótipos, as padronizações firmadas nas ligações afetivas! O amor não precisa ser limitado, nem padronizado, mas precisa ser vivido com uma vivacidade viva! É preciso despolitizar o amor, e torna-lo algo menos formal. “Devemos não somente nos defender, mas também nos afirmar, e nos afirmar não somente enquanto identidades, mas enquanto força criativa.”
" só existe duas Opção, escolher o certo ou o errado, Não existe meio certo e nem meio errado. E muitas das vezes fazemos a escolha errada, peçamos ao Senhor que nos ajude"
“Pois, é verdade sim sinhô, qual milagre outra vez: - setenta e duas horas despôs, que ‘de vez’ o Mandacaru enfloresceu, a chuva abençoada aconteceu...”. AJCMusskoff. Ocasos nas Veredas.
Os pais são duas pessoas que lhe ensinam a andar e a falar, para em seguida lhe dizer para sentar e calar a boca!
Tudo gira em torno do comercio, e para ser bem sucedido duas coisas passam a ser importantes, o amor e o otimismo.
O antagonismo entre comunismo e cristianismo se deve mais as semelhanças entre as duas ideologias do que as diferenças.
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